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25.04.22

Porta de saída

A Kinea, leia-se o Banco Itaú, estaria preparando seu desembarque da gaúcha Panvel, maior rede de drogarias da Região Sul. A gestora já se desfez de parte dos papéis na oferta de ações da rede em 2020. Hoje tem 5% do negócio, o suficiente para fazer parte do bloco de controle da companhia. Consultada pelo RR, a Kinea não se manifestou.

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04.03.21

Não deixa de ser um bom sinal

Informação ventilada nos corredores da Kinea, gestora de recursos controlada pelo Itaú Unibanco: a instituição financeira avalia outros dois ativos imobiliários corporativos em São Paulo. Desta vez, em voo solo. Recentemente, a Kinea se junto ao BTG Pactual e ao Safra para comprar as duas torres de escritório do Rochaverá, na Zona Sul de São Paulo.

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06.11.20

Opções no cardápio

De acordo com uma fonte que participa das negociações, a IMC, dona das redes Viena, Frango Assado e Pizza Hut, analisa dois caminhos para uma captação de recursos. De um lado, um aporte do Kinea, braço de private equity do Itaú e acionista da companhia; do outro, a entrada de um novo acionista. Um dos interessados a sentar à mesa é a norte- americana General Atlantic.

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04.07.19

Construção

O Kinea, braço de private equity do Itaú, concluiu a montagem de um novo fundo para investimentos em real estate. Calibre da munição: R$ 1,1 bilhão.

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17.05.19

Rumo à Bolsa

A venda de 20% da Wise Up para o Kinea, private equity do Itaú, foi apenas o primeiro ato. Os empresários Carlos Wizard e Flavio Augusto da Silva já pensam em um passo ainda maior: a abertura do capital da escola de idiomas em bolsa. No mercado, há quem vincule a própria chegada do Kinea ao iminente IPO. Consultado, o private equity garante que o investimento não tem qualquer relação com uma possível abertura de capital.

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08.06.17

Todos querem pilotar a Unidas

A Locamerica apresentou uma oferta para a compra da Unidas, controlada pela norte-americana Enterprise Holdings e pelas gestoras Gávea e Kinea/Itaú. Segundo o RR apurou, o dote gira em torno de R$ 1 bilhão. A Locamerica atravessou a pista na frente da Movida. Esta última, leia-se JSL (ex-Julio Simões Logística) também vinha mantendo tratativas para a aquisição da Unidas. O vencedor do “pega” levará para a casa uma participação de 7% do mercado de locação de veículos no Brasil e um faturamento de R$ 1,2 bilhão por ano.

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03.05.17

Movida acelera rumo ao controle da Unidas

A Movida, leia-se o Grupo JSL, está negociando a compra da Unidas. Segundo o RR apurou, o acordo deverá envolver um swap de ações entre os sócios das duas empresas, além do pagamento de aproximadamente R$ 200 milhões. De acordo com uma fonte que acompanha as tratativas, os atuais acionistas da Unidas, a norte-americana Enterprise Holdings e os fundos Kinea, do Itaú, e Gávea Investimentos, permaneceriam no capital da nova companhia. Caso a aquisição se confirme, a Movida vai se consolidar como o segundo maior grupo de locação de veículos do país, com 14% do mercado, além de um faturamento anual da ordem de R$ 1,5 bilhão. Na dianteira, a boas léguas de distância, a Localiza, com uma participação em torno de 25%. Procuradas pelo RR, Movida e Unidas não quiseram se pronunciar.

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12/05/17 15:23h

Wagnercmc

disse:

Good news

12/05/17 15:23h

Wagnercmc

disse:

Good news

28.04.17

Máquina de Vendas sobre o balcão

De um lado, o empresário Ricardo Nunes iniciou uma peregrinação entre os bancos credores para evitar a recuperação judicial da Máquina de Vendas; do outro, saiu em busca de um sócio para a rede varejista. Segundo o RR apurou, nas últimas semanas Nunes teria mantido conversações com a Americanas, a chilena Falabella e o fundo Kinea, do Itaú. Em pauta, a venda de parte ou até mesmo do controle da Máquina de Vendas, que, hoje, está muito mais para uma máquina de dívidas e prejuízos. O passivo total teria ultrapassado os R$ 3 bilhões. A relação dívida líquida/ebitda já estaria na casa de dez vezes – a companhia ainda não divulgou o balanço de 2016. O RR fez várias tentativas de contato com a Máquina de Vendas, mas não obteve retorno.

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29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

22.07.16

Frota de ativos

O Grupo JSL, dono da locadora de veículos Movida , estaria disposta a estacionar também no controle da concorrente Unidas. A empresa pertencente à portuguesa SAG e ao fundo Kinea, do Itaú .

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 A Carvalho Hosken jogou a toalha e está atraindo um novo sócio para o imóvel no qual está instalado o Hilton Barra. O investimento de R$ 500 milhões está muito longe de dar retorno. A construtora tem tratado do assunto com a Kinea, gestora do Itaú. A entrada no negócio deverá ser feita por intermédio do fundo Kinea Renda Imobiliária FII, dono de dois grandes edifícios comerciais no Centro do Rio. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Carvalho Hosken.

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