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25.07.18
ED. 5917

Dirceu tem a força?

Ciro Gomes está acertando uma visita ao comandante José Dirceu. Ciro acha que o Zé pode vir a ser o seu general Giap no meio das hostes petistas. O ex-presidente do PT sempre foi adepto da tática de guerrilha dos vietcongues, idealizada por Giap, de aparecer em vários lugares e não aparecer em lugar nenhum. Tanto Ciro quanto Zé condicionam o encontro a absoluta discrição. É um papo de Estado-Maior.

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13.07.18
ED. 5909

O jovem Dirceu

José Dirceu não confirma nem mesmo entre os amigos mais próximos, mas a diferença está na “cara”: nos últimos dias, teria se submetido a um rejuvenescimento facial.  Dirceu, por sinal, pretende aproveitar o lançamento de sua autobiografia para percorrer várias capitais brasileiras e dar uma chacoalhada na militância.

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09.07.18
ED. 5905

O vai e vem de Lula

Em meio à notícia de que um desembargador do TFR-4 tinha autorizado a libertação de Lula, petistas mais excitados já se punham a articular um encontro do ex-presidente com o “comandante” José Dirceu. Com direito à entrevista coletiva e gravação de filme para as redes sociais.

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03.07.18
ED. 5901

Missão

O “comandante” José Dirceu chamou para si a missão de convencer Sepúlveda Pertence a retomar a defesa do ex-presidente Lula.

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20.06.18
ED. 5892

“Viva Dirceu!”

Amigos de José Dirceu querem aproveitar o lançamento da auto-biografia do “Comandante”,depois da Copa, para organizar atos de desagravo ao ex-ministro. A ideia já foi levada à Geração Editorial, responsável pela obra.

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05.06.18
ED. 5881

O diagnóstico do “Comandante” Dirceu

Dois dias antes de se entregar a Polícia Federal, mais precisamente em 16 de maio, em conversa reservada com velhos companheiros do PT, José Dirceu disparou pesadas críticas contra a defesa de Lula. Nas palavras de Dirceu, os advogados insistem em desconectar o ex-presidente da realidade. El Comandante disse que os consultores jurídicos de Lula têm se portado como médicos que tratam um paciente em estado grave e “vendem otimismo para não deixá-lo entrar em desespero”. Questionou, sobretudo, a insistência dos advogados em apostar as fichas em uma decisão favorável do STF. O que Dirceu não deixou claro é se ele acredita mesmo que o “paciente” em questão, matreiro como ele só, tem se deixado levar pelas palavras de esperança dos seus doutores.

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05.01.18
ED. 5780

Conexão Havana

José Dirceu está a pleno vapor. Além das declarações contra a “ditadura da toga”, tem enviado mensagens por WhatsApp conclamando a militância para manifestações no próximo dia 24 de janeiro, data do julgamento de Lula no TRF4. Dirceu tem dito a amigos que pode ocupar um papel de destaque na “reconstrução da esquerda” e na campanha eleitoral deste ano.

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28.12.17
ED. 5775

O dia em que José Dirceu recebeu a graça de Lula

O comandante José Dirceu de Oliveira e Silva acordou no dia 1 de janeiro de 2019 como se fosse a primeira data do resto da sua vida. Tinha o hábito de dormir de pijama no estilo Príncipe de Gales. Levantou com trejeitos de um militar cubano para fazer a higiene bucal. Era a hora de abrir o corrediço de nome slide fastener, um dos mais antigos e tradicionais zíperes do mundo, inventado em 1917 pelo sueco Gideon Sundback. Durante anos o fecho éclair foi de uma ajuda e tanto para manter os lábios cerrados. Uma exceção se deu na véspera do Natal de 2017, em uma espécie de minicomício na internet, na página Nocaute, do escritor e amigo Fernando de Moraes. No decorrer de 2018, Dirceu cometeu novos hiatos nesse silêncio, estimulando a candidatura de Lula.

O ex-presidente não é só um companheiro de viagem ou correligionário. É sua chave para a vida. É Lula presidente e Dirceu livre para voar. E governar, por que não? No fundo da imaginação, ele ouve o estribilho: “Dirceu guerreiro, comandante do povo brasileiro”. Lula atravessou a segunda instância, o STJ e o STF. Cumprida essa epopeia, tinha chegado a hora do indulto. Foram 7.665 dias de prisão e 607 dias de cárcere privado, trocando com Lula mensagens cifradas. Durante esse tempo inteiro, Dirceu estudou de ponta a ponta o roteiro jurídico da sua alforria, que passava obrigatoriamente pelo retorno de Lula ao Palácio do Planalto. Em seu Artigo 84, Inciso XII, a Constituição dá ao Presidente da República o direito de conceder indulto e comutar penas. São instrumentos de alcance coletivo, por meio do qual o presidente estabelece prerrogativas para a extinção da punibilidade de um determinado grupo de condenados; todos aqueles que se encaixam nas normas estabelecidas estão livres do cumprimento da pena.

A tradição no país é que as regras para o indulto ou comutação sejam propostas pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), passem pelo Ministério da Justiça e sejam, por fim, sancionadas por decreto presidencial. Há ainda um instituto mais forte. Como presidente da República, Lula poderia conceder a José Dirceu a graça, perdão individual que remete a um poder imperial. Trata-se de um expediente raríssimo, assim como foi o domínio do fato.

São tempos de especiarias juridicantes. Dessa vez, não poderiam aludir que Dirceu cometeu a prática da tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, terrorismo ou os crimes definidos como hediondos, casos nos quais não se aplica a graça. A sua anistia estava bem protegida pela Constituição. Qualquer protelação jurídica contra um presidente consagrado pelas urnas, aí sim, o povo iria para as ruas. Uma questão de tempo. Dirceu abriu o zíper que lhe selava a boca. Mordaça nunca mais.

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06.11.17
ED. 5739

“El Comandante”

José Dirceu mantém uma rotina intensa. Tem recebido regularmente parlamentares do PT em sua residência na quadra 305, do Setor Sudoeste de Brasília. As conversas costumam varar a madrugada. O ex-ministro vem sendo bastante requisitado, por exemplo, para discutir a montagem das candidaturas do partido em diversos estados.

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18.08.17
ED. 5686

O alquimista

Consta que Paulo Coelho viu uma mosca voando na sua casa, em Genebra, e comunicou a José Dirceu que ele seria libertado. Isto porque não há moscas na Suíça. Brincadeirinha. A verdade é que Coelho fez chegar ao “Zé”, de quem é grande amigo, a profecia de que as coisas vão melhorar. Palavra de mago.

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13.07.17
ED. 5660

O Dia D de Lula

Lula conversou por oito minutos com José Dirceu ontem no início da tarde, logo após o anúncio da sentença do juiz Sérgio Moro.


Por falar em Dirceu, o ex-ministro tem aproveitado a liberdade para engatar uma intensa agenda de reuniões políticas em seu apartamento. Já deu até para sentir o gostinho dos tempos em que recebia a República em seu quarto no hotel Naoum, em Brasília.


Ontem à tarde, a ordem no PT era acelerar a montagem de uma agenda de eventos públicos e viagens para Lula, que será deflagrada já na próxima semana. Dirigentes do partido, por sua vez, repetiam o mantra: “Lula vai se defender nas ruas”.

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A decisão da Justiça de aceitar a denúncia contra o ex-presidente da Funcef, Carlos Alberto Caser, empurra a Operação Greenfield na direção do ex-ministro Ricardo Berzoini. José Dirceu leva a fama até hoje, mas foi Berzoini o responsável pela indicação de Caser para dirigir o fundo de pensão.

 

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16.05.17
ED. 5619

Lula e Dirceu

Lula avalia os prós e contras de um encontro público com José Dirceu. Para a militância, seria uma injeção de ânimo; para Curitiba, uma indiscutível provocação.

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10.05.17
ED. 5615

Avaliando

José Dirceu avalia, com seus advogados, os prós e contras de dar um depoimento à mídia internacional.

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17.11.16
ED. 5497

José Dirceu articula união das esquerdas

O ex-líder estudantil, ex-subversivo, ex-guerrilheiro, ex-stalinista, ex-ministro e atual presidiário, “comandante Zé Dirceu”, tem trocado valiosa correspondência com interlocutores escolhidos a dedo. São os pombos-correio do “Zé” junto ao que ele considera “agentes galvanizadores” da esquerda. Esses bons agitateurs, digamos assim, levariam, em uma pequena cartilha, uma proposta organizada para a esquerda pensar seus rumos, buscando por meio do debate das ideias consolidar bandeiras comuns e – quem sabe? – uma estratégia unificada de luta política. Dirceu prevê uma arrasadora hegemonia dos conservadores no mundo. Mas considera que os ciclos de ocupação do poder vão ser mais curtos, devido à velocidade de fadiga de material das políticas. No curto e médio prazos, a disputa se daria, portanto, entre direita e extrema-direita. O Brasil pode ser uma exceção, considera o ex-ministro.

 Apesar do estrago produzido nas esquerdas com o mensalão e o petrolão, a nova coalizão partidária no poder não é carismática, não é populista, não é moralmente hígida, simplificou em demasia os problemas do país e deverá encontrar um cenário de adversidades bem pior do que previa. Só lhe restaria o autoritarismo, para o qual também não existem condições concretas. Dirceu é cético em relação aos resultados efetivos de uma discussão sobre ideias ou mesmo à formação de uma frente de partidos de esquerda ou à realização de prévias independentes. Mas acredita piamente que é hora do show. A sacada seria a instituição de versão cabocla da “Internacional Socialista”, algo como o “Fórum Brasiliano da Esquerda”. A recomendação é pensar grande, pensar no Maracanã, pensar na representação de todos os partidos (PCdoB, PT, PSOL, PSTU, PCB, PDT e – por que não? – o Rede) e seus quadros e simpatizantes de maior expressão, pensar em dias de cobertura jornalística, pensar que a sinistra reunida é muito mais sedutora do que a destra, pensar em uma das poucas iniciativas que aparentam ser capazes de atrair parcela da centro-esquerda que se rebelou com a desconstrução do PT.

 Os partidos teriam mantidas suas identidades e ideias, mas seriam afinadas as bandeiras comuns, aquelas que jamais pertencerão à direita, a começar pela erradicação da pobreza e inclusão democrática das minorias. E tome de Lula, Ciro Gomes, Marina Silva, Jandira Feghali, Marcelo Freixo, João Pedro Stédile, Chico Buarque, Stepan Nercessian, Jorge Mautner, Maria da Conceição, Gregório Duvivier, Neca Setubal, Wagner Moura, Guilherme Leal, Caetano Veloso, Marieta Severo, dezenas, centenas reunidos no “frentão do bem”. Possivelmente, o megaevento teria um papel de importância na consolidação do candidato da esquerda. Seria a hora de Lula, caso não esteja preso, fazer sua autocrítica pública, e se confirmar como pule de dez da esquerda. Ou não. O show tem de continuar. O “comandante Zé” tem as motivações que estão fincadas no seu coração rubro, mas se sobrepõe o projeto de poder viver livre o restante da sua vida. Para que isso ocorra, só mesmo com um indulto presidencial. E, é claro, de um presidente de esquerda.

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17.06.16
ED. 5392

Negócio do Zé

 José Dirceu tem dois sócios informais na sua consultora igualmente informal. Eles fazem o atendimento da clientela. Dirceu fica mexendo os pauzinhos que sobraram de dentro da prisão. Não é nada, não é nada, pintaram dois clientes novos de São Paulo.

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26.02.16
ED. 5315

Argumentador

 José Dirceu tem usado argumentos convincentes junto a seus antigos clientes para que retomem os contratos de consultoria. São argumentos fortes.

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01.02.16
ED. 5299

Triplo X

 Depois do Domínio do Fato, teoria celebrizada pela condenação do ex-ministro José Dirceu, vem aí o Domínio da Moradia.

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 Sergio Moro está convicto de que o delator Carlos Alexandre Rocha, ex-funcionário de Alberto Youssef, tem muito a dizer sobre as relações entre José Dirceu e o laboratório farmacêutico EMS, ao qual o ex-ministro prestou consultoria.

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11.01.16
ED. 5284

Novo teto

 Marcelo Sereno tenta sair da penumbra. O ex-assessor de José Dirceu, que, nos últimos meses, bateu ponto na Assembleia Legislativa do Rio, mais precisamente no gabinete do deputado Zaqueu Teixeira, articula sua indicação para a diretoria de um fundo de pensão do setor elétrico.

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24.08.15
ED. 5191

Planalto corta os cabos entre José Dirceu e Angola

Para onde quer que olhe, o governo continua identificando artefatos explosivos que o ex-ministro da Casa Civil, o hoje encarcerado José Dirceu, deixou enterrados no subsolo da República. Uma dessas minas foi identificada recentemente e começa a ser desarmada: o projeto de instalação de uma rede de 17 mil quilômetros de cabos submarinos interligando o Brasil, a África e os Estados Unidos. Com séculos de atraso, o cada vez mais tíbio Aloizio Mercadante sentiu o cheiro de pólvora ao seu redor. Na semana passada, determinou a suspensão das tratativas referentes ao projeto, que vinham sendo feitas no âmbito da Telebras. Os questionamentos à viabilidade da operação foram encaminhados pelo Ministério das Comunicações, curiosamente a quem a Telebras está subordinada. No entanto, o que realmente levou a Casa Civil a se desenroscar desses cabos foi o altíssimo risco político. O projeto é resultado das serpenteantes relações entre José Dirceu, a empresária Isabel dos Santos – a mulher mais rica da África e dona de um extenso currículo de denúncias e negócios nebulosos – e seu pai, José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 36 anos. Dirceu valeu-se do aparelho de apoio que montou no núcleo do Itamaraty para levar a proposta adiante – nada muito diferente do que foi feito com assuntos de interesse das nações bolivarianas amigas. O abacaxi angolano foi empurrado das Relações Exteriores para a Casa Civil e o Ministério das Comunicações. Agora, ao que tudo indica, vai virar suco. Tudo o que o governo menos precisa é de mais um escândalo no seu colo, algo praticamente inevitável em se tratando dos personagens em questão. Uma rápida pescaria na Internet, notadamente no site de notícias angolano Maka, é o suficiente para se fisgar um cardume de denúncias contra Isabel dos Santos: tráfico de influência, monopólios montados de pai para filha, favorecimentos em negócios com estatais angolanas, caso da rumorosa parceria com a Sodiam para o comércio de diamantes no exterior, que envolve também seu marido, Sindika Dokolo… Os protagonistas empresariais do projeto são a Angola Cables, da qual Isabel é uma das principais acionistas, e a Telebras, diga-se de passagem, uma estatal esquisita, que vive nas franjas do Ministério das Comunicações – se estivesse pendurada na Petrobras, talvez desse até CPI. Há cerca de 15 dias, o presidente da Telebras, Jorge Bittar, manteve contato com António Nunes, nº 1 da Angola Cables. Nunes teria sacado do bolso uma proposta para que a estatal brasileira se tornasse acionista tanto do projeto Monet, leia-se o trecho entre Brasil e Estados Unidos, quanto da South Atlantic Cable System, responsável por instalar os cabos entre Brasil e Angola. Tal hipótese nunca esteve no script, o que, do lado brasileiro, só fez aumentar a certeza de que tudo não passa de um grande embuste. No governo, há dúvidas até mesmo em relação à participação do Google e da uruguaia Antel, para todos os efeitos parceiros de primeira hora do projeto. Procurada, a Angola Cables nega a proposta à Telebras e garante que o projeto segue de pé. Não é o que diz a própria estatal. Alegando ter recursos limitados, a Telebras afirma que deu prioridade ao Cabo Submarino Brasil-Europa, uma parceria com a espanhola Islalink.

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04.08.15
ED. 5177

Freud explica

Freud explica: o dia inteiro de cobertura da Globonews sobre a prisão de José Dirceu é um ato falho. O segundo nome mais citado foi o de Lula. Se for o caso, serão meses de cobertura incessante.

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03.08.15
ED. 5176

Após lançar um livro de memórias

Após lançar um livro de memórias, Roberto Jefferson – delator não premiado do mensalão – tem se dedicado a escrever poesias. Há uma trova dedicada a José Dirceu.

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