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04.12.18
ED. 6007

Doria, o viajante

O governador eleito João Doria já fala em ir à China no primeiro trimestre de 2019 em busca de investidores para as concessões de aeroportos e rodovias que pretende lançar em São Paulo.

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05.12.18
ED. 6008

Os batutinhas

João Doria e Geraldo Alckmin parecem dois alunos ginasiais. Agora, disputam a primazia de conduzir a reunião da bancada do PSDB com Jair Bolsonaro prevista para esta semana.

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03.12.18
ED. 6006

Intentona tucana

João Doria ganhou um aliado emergente no PSDB. O governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, entrou no coro do “Fora, Alckmin”, leia-se o afastamento do ex-governador de São Paulo da presidência do partido. A data para o possível expurgo é o mês de maio, quando ocorrerá a convenção do PSDB.

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30.11.18
ED. 6005

O Leão de Doria

Prestes a deixar o comando da Receita Federal, Jorge Rachid tem sido cortejado para integrar o governo de João Doria,

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26.11.18
ED. 6001

Uma ponte entre o público e o privado

Chairman do Grupo Lide, Luiz Fernando Furlan está cotado para integrar a equipe de governo de João Doria. Conflito de interesse? Não foi o que o então prefeito Doria pensou ao indicar o próprio Furlan para comandar o Conselho da SP Negócios, ligada à gestão municipal. Por que pensaria nisso agora?

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23.11.18
ED. 6000

O aprendiz de Bolsonaro

Além de nomear o general João Camilo Pires de Campos para a Secretária de Segurança, João Doria confidenciou a assessores a intenção de montar uma espécie de Conselho composto por militares da reserva para discutir políticas de combate ao crime organizado. Se a moda pega, vai faltar general para tanta demanda.

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22.11.18
ED. 5999

Choque de expectativas

João Doria pretende anunciar já na sua posse um pacote com mais de duas dezenas de privatizações, entre rodovias, portos e aeroportos.

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19.11.18
ED. 5996

Bajulação digital

João Doria encabeçou a criação de um grupo no WhatsApp com os governadores que apoiam o presidente eleito Jair Bolsonaro.

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13.11.18
ED. 5993

O avatar de Bolsonaro

O empenho de João Doria em mimetizar o governo Bolsonaro deve abrir caminho para Janaina Paschoal (PSL) assumir a presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo. O senador eleito Major Olímpio articula o apoio de Doria e da bancada tucana à candidatura da musa do impeachment para o comando da Casa. Aliás, os ventos paulistas mudaram de direção. Antigo desafeto de Doria, Major Olímpio aproximou-se do governo eleito desde o segundo turno das eleições.

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12.11.18
ED. 5992

Doria vs. sem-terra

João Doria está disposto a comprar uma briga com o MST. romper os contratos do governo de São Paulo com assentamentos ligados aos semterra, que produzem alimentos para merendas distribuídas na rede estadual de ensino.

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09.11.18
ED. 5991

Arquivo morto

João Doria planeja extinguir o Dersa, responsável pela construção de estradas em São Paulo. A medida soa como um afago a Geraldo Alckmin, com quem, inclusive, Doria almoçou ontem em um encontro sob medida para as câmeras. O Dersa é tido e havido como o grande ossuário da gestão tucana no estado.

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07.11.18
ED. 5989

Contentamento

O empresário Flavio Rocha, que chegou a almejar um assento de primeira classe no Ministério de Jair Bolsonaro, já se contenta com um bilhete de econômica para o secretariado de João Doria.

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05.11.18
ED. 5987

Lava Jato para todos

Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato no MPF, é o nome de João Doria para a Secretaria de Justiça de São Paulo. Com Sérgio Moro no Ministério da Justiça e o procurador Carlos Fernando Lima cotado para a Secretaria de Segurança Pública de Wilson Witzel no Rio, Doria não quer deixar por menos.

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01.11.18
ED. 5986

Snipers tucanos

João Doria recebeu o apoio de pelo menos quatro tucanos da executiva nacional do PSDB para abreviar o mandato de Geraldo Alckmin na presidência da sigla: o senador Cássio Cunha Lima e os deputados Nilson Leitão, Antonio Imbassahy e Bruno Araújo. Na defensiva, o ex-governador ainda não marcou a próxima reunião da executiva. Antes vai tentar montar uma força-tarefa para fazer frente à vendetta do ex-afilhado

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23.10.18
ED. 5979

O destino de Doria

Tucanos da velha guarda, como José Serra, Alberto Goldman e José Anibal, têm discutido a ideia de expulsar João Doria do PSDB. Tudo dependerá do resultado da eleição no próximo domingo: defenestrar o governador de São Paulo será muito mais difícil.

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18.10.18
ED. 5976

Chama o Doria

João Doria está reforçando sua equipe de comunicação para a reta final da campanha. Entre outros nomes, contratou o jornalista Luciano Suassuna, que comandou a assessoria de Henrique Meirelles no primeiro turno.

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17.10.18
ED. 5975

Carrapato

João Doria ficou sem o tão aguardado encontro com Jair Bolsonaro, mas não se dá por vencido. Tenta a todo custo gravar, ainda nesta semana, um depoimento do Capitão em apoio a sua candidatura ao governo de São Paulo para usar no programa eleitoral.

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16.10.18
ED. 5974

O “furo” de Joice Hasselmann

A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) conseguiu a proeza de levar uma descompostura tanto de Jair Bolsonaro quanto de João Doria. Partiu da jornalista a desastrada iniciativa de arrastar Doria para o encontro com o Capitão no último sábado, que não aconteceu. De Bolsonaro, recebeu um pito por tentar impor uma agenda que não estava previamente combinada. De Doria, uma reprimenda por lhe vender uma “mercadoria falsa”.

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15.10.18
ED. 5973

Cruzada anti-Doria

Marcio França e Paulo Skaf estão fechando uma espécie de “M&A eleitoral”. Boa parte da estrutura de comunicação que atendeu o emedebista no primeiro turno vai se integrar ao staff de França, a começar pelo marqueteiro Fabio Portela. O próprio presidente da Fiesp estaria disposto a ajudar financeiramente a candidatura do atual governador de São Paulo. Para Skaf, tudo vale a pena quando o objetivo é derrotar o desafeto João Doria.

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27.09.18
ED. 5962

Cizânia

A cizânia entre Geraldo Alckmin e João Doria chegou às respectivas primeiras-damas. Lu Alckmin e Bia Doria romperam uma amizade de longa data.

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25.09.18
ED. 5960

O esfarelamento do Geraldo

Um dos principais articuladores políticos de Geraldo Alckmin, Luiz Felipe D ́Avila tem atribuído o atolamento da candidatura tucana ao fracasso da campanha em São Paulo. Alckmin entrou na disputa dividido entre dois palanques – João Doria (PSDB) e seu vice governador Marcio França (PSB). E, nesse caso, quem tem dois não tem nenhum.

A campanha de Geraldo Alckmin montou uma operação de guerra contra os calabares tucanos do Nordeste. No último fim de semana, o comitê nacional do PSDB em São Paulo enviou para 45 cidades da região mais de um milhão de panfletos com propaganda de Alckmin. Traído à luz do dia por seus correligionários, o tucano desapareceu das ruas do Nordeste. Os candidatos do PSDB têm feito de tudo para ocultar o nome e a foto de Alckmin.

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05.09.18
ED. 5947

Ultimate fighting

O comitê de campanha de João Doria prepara-se para uma saraivada de ataques ainda mais duros do governador Marcio França. Aliados do tucano têm informações de que França vai bater pesado no suposto favorecimento a empresários durante a gestão de Doria na Prefeitura de São Paulo. Com apenas 5% nas pesquisas, é o tudo ou nada do governador.

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31.08.18
ED. 5944

Jair Bolsonaro e João Doria dançam um bolero eleitoral

Jair Bolsonaro e João Doria têm feito aproximações sucessivas. Ambos executam uma coreografia de colaborações cruzadas, que podem avançar e ganhar mais corpo à medida que as pesquisas assim determinem. O liaison entre ambos vem sendo promovido por Paulo Guedes, ministro da Fazenda em uma eventual gestão Bolsonaro. Os sinais de estreitamento das relações entre o presidenciável e o candidato ao governo de São Paulo surgem a olhos vistos.

É o caso do jantar oferecido pelo empresário Fabio Wajngarten a Bolsonaro há cerca de dez dias, em São Paulo. A maior parte dos presentes era ligada ao Grupo Lide, de Doria, convescote de empresários extremamente liberais, a rigor muito mais afeitos ao discurso de Guedes do que, por exemplo, ao de Pérsio Arida, coordenador do programa econômico de Geraldo Alckmin. Para Bolsonaro, essa aproximação poderá ajudá-lo a construir a imagem de um candidato mais pró-empresariado. João Doria, que conspirou até o último instante para ser o presidenciável tucano, movimenta -se no tabuleiro com duas peças.

Para todos os efeitos, seu candidato é o correligionário Geraldo Alckmin. E assim será se as próximas pesquisas apontarem para o crescimento de Alckmin. Caso contrário, o mais provável é que o candidato ao governo de São Paulo deslize de vez na direção de Bolsonaro, vislumbrando um acordo para o segundo turno. Por sinal, aliados de Doria no PSDB, notadamente o grupo Conexão 45, já têm feito reuniões no interior de São Paulo pedindo voto para o Capitão.

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13.08.18
ED. 5930

João Doria ergue uma barricada nas redes sociais

João Doria está se armando até os dentes para uma guerra digital, com munição de alto calibre tanto no campo do marketing eleitoral quanto na esfera jurídica. Além do reforço do seu staff de comunicação, Doria fechou a contratação de um pelotão de especialistas em direito digital, capitaneado pelo advogado Renato Opice Blum – considerado o papa do tema no Brasil. Com a primazia do tucano no rádio e TV – mais do que o dobro do tempo de seu principal concorrente ao governo de São Paulo, Paulo Skaf –, os estrategistas de Doria consideram que a ameaça virá das redes sociais.

Seus assessores preveem uma enxurrada de ataques ao candidato, com uma profusão de fake news – e outras nem tanto. A campanha à Prefeitura de São Paulo é um case vivo na memória de todos. Na ocasião, até pela posição de liderança nas pesquisas, o tucano foi bombardeado na internet. Seus assessores dão como certo o recrudescimento da acusação de que Doria se apropriou indevidamente de um terreno contíguo a sua casa em Campos do Jordão – a Justiça determinou a devolução da área à Prefeitura, que, então, a vendeu ao próprio Doria.

Uma das missões da tropa de advogados de João Doria será evitar a viralização de informações referentes à vida pessoal e ao patrimônio do candidato, alvo contumaz de seus adversários. Na disputa pela Prefeitura de São Paulo, por exemplo, as redes sociais foram invadidas por fotografias da mansão de Doria no Jardim Europa. Meses depois, já eleito, conseguiu na Justiça retirar as imagens de circulação e excluir as menções ao seu endereço no serviço Google Maps, alegando questões de segurança. A principal ameaça vem do Twitter, atualmente a única das empresas de mídia social que ainda resiste a demandas judiciais para a retirada de conteúdo considerado ofensivo ou informações publicadas por autores anônimos.

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08.08.18
ED. 5927

Partilha tucana

Não que funding de campanha seja um problema para João Doria. Mas o candidato a governador de São Paulo tem feito duras críticas a Geraldo Alckmin, presidente do PSDB, pelo modelo de partilha do fundo partidário. Para Doria, Alckmin instituiu um programa de “distribuição de renda” entre os tucanos com o objetivo de angariar apoio em todos os estados, desprezando o peso ponderado de cada unidade da federação. Os R$ 57 milhões do fundo serão compartilhados de forma quase igualitária entre os 16 candidatos a governador e outros 16 postulantes ao Senado do PSDB. Doria, que disputa o governo do maior estado do país, queria mais

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26.07.18
ED. 5918

Lawrence

João Doria tem um novo apelido entre seus correligionários: Lawrence da Arábia. Sabe-se lá o porquê da alcunha. Cartas para a redação.

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24.07.18
ED. 5916

Alckmin quer Datena

A relação entre João Doria e José Luiz Datena ficou bastante avariada com a desistência do apresentador em concorrer ao Senado. A ponto de Geraldo Alckmin já tentar uma aproximação de Datena, antes um ativo exclusivo de Doria, para surfar na sua popularidade.

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18.07.18
ED. 5912

Pacto de sangue

Em jantar com Geraldo Alckmin no último domingo, o governador Márcio França (PSB) assegurou ao seu “padrinho político” que vai manter todos os tucanos ainda presentes na administração estadual. Nos últimos dias, espocaram rumores de que França detonaria os nomes ligados ao PSDB devido ao acirramento da disputa eleitoral com João Doria. A maior preocupação de Alckmin era garantir a permanência de Saulo de Castro, o todo-poderoso Secretário de Governo. São os olhos e ouvidos do presidenciável nos corredores do Palácio dos Bandeirantes.

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17.07.18
ED. 5911

A “onda” Meirelles

Henrique Meirelles chegará todo prosa para o almoço com empresários que terá hoje no Rio, sob os auspícios do Grupo Lide, de João Doria. Além da pesquisa da XP anunciada no fim de semana, que lhe dá 3% das intenções de votos, maior patamar alcançado até o momento, Meirelles deverá anunciar que já conta com o apoio de 433 dos 629 delegados do MDB para a convenção do partido, no dia 2 de agosto.

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13.07.18
ED. 5909

Calabar

Não há quem tire da cabeça de Geraldo Alckmin que João Doria é o responsável pelo gradativo afastamento do PP da sua candidatura à Presidência. Doria talvez seja hoje o tucano com melhor interlocução com os Progressistas – cobiçados por todos os candidatos do centrão. Para o bem (o seu próprio) e para o mal (de Alckmin).

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11.07.18
ED. 5907

Uma pimenta a mais

Uma pimenta a mais no caldeirão tucano: pesquisa recebida segunda-feira pela campanha de João Doria o coloca com 8% das intenções de voto à Presidência. No Ibope mais recente, Geraldo Alckmin teve 6%.

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03.07.18
ED. 5901

Os “Bolsodoria”

O PSDB trai Geraldo Alckmin à luz do dia. Tucanos do grupo Conexão 45, ligado a João Doria, já percorrem o interior de São Paulo pedindo votos para Jair Bolsonaro.

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02.07.18
ED. 5900

Caça aos “traidores”

O agora ex-secretário de Habitação de São Paulo Nelson Baeta foi apenas a primeira vítima. A ordem do governador Márcio França é varrer todos os indicados do DEM que ainda estão na administração estadual – o partido fechou apoio à candidatura de João Doria.

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15.06.18
ED. 5889

Doria e França brigam segundo a segundo

João Doria e Marcio França, candidatos ao governo de São Paulo, duelam por cada segundo a mais de propaganda na TV. O tucano está prestes a selar o apoio do PSD e do DEM – conforme o RR antecipou na edição de 11 de junho. Com isso, passará a ter aproximadamente um terço do horário eleitoral. França, por sua vez, vai reduzir a diferença graças à aliança com o PP, que deverá ser formalizada hoje. Terá algo em torno de 29% da propaganda política. Paulo Skaf, que completa o top three dos candidatos ao governo de São Paulo, terá de se virar para falar com o eleitor, com apenas 15% do horário eleitoral, algo como um minuto e 20 segundos.

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11.06.18
ED. 5885

Dobradinha

O DEM está muito perto de fechar seu apoio à candidatura de João Doria ao governo de São Paulo. A moeda de troca é a indicação do deputado federal Rodrigo Garcia para ser o vice da chapa.

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06.06.18
ED. 5882

Crowdfunding tucano

João Doria tem sido pressionado por seus pares tucanos, notadamente o presidente do PSDB em São Paulo, Pedro Tobias, e o líder tucano na Assembleia Legislativa, Marco Vinholli, a injetar recursos na campanha dos candidatos da sigla a deputado estadual. O PSDB de São Paulo passa por sérias restrições financeiras. Recentemente, trocou sua espaçosa sede no bairro de Indianápolis por uma casa mais modesta para os padrões tucanos, no Jardim Paulista. Por ora, Doria vem financiando integralmente sua campanha do próprio bolso. Daí a estender a generosidade a outros tucanos, são outros quinhentos.

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05.06.18
ED. 5881

Acelera, Doria!

Bruno Covas vai fazer o possível e o impossível para privatizar ao menos o Autódromo de Interlagos ainda neste ano. Simbolicamente, vale como uma força à candidatura de João Doria, pai da ideia, ao governo de São Paulo.

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04.06.18
ED. 5880

Tucano vs. tucano

O prefeito de Manaus, o tucano Arthur Virgílio, talvez só fique atrás de João Doria no prazer de sabotar a candidatura de Geraldo Alckmin. Virgílio está convidando outros postulantes à Presidência da República a visitar a capital amazonense e apresentar suas propostas a empresas da Zona Franca: já estendeu o tapete vermelho a Flavio Rocha, Rodrigo Maia e Alvaro Dias, todos integrantes da turma do 1% nas pesquisas.

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21.05.18
ED. 5871

Cochichos da Big Apple

João Doria e Benjamin Steinbruch tiveram uma longa conversa a sós na última semana, durante a passagem dos dois por Nova York para os rapapés do Grupo Lide ao juiz Sérgio Moro.

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16.05.18
ED. 5868

O onipresente Doria

João Doria não desencarnou do figurino de prefeito de São Paulo. Vai aproveitar sua passagem por Nova York, como anfitrião da palestra que Sérgio Moro fará hoje em evento do Grupo Lide, para se reunir com fundos norte-americanos. Na agenda, a privatização do Anhembi e do Autódromo de Interlagos. O atual prefeito, Bruno Covas, também estará presente nas conversas. Mas isso é apenas um detalhe.

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11.05.18
ED. 5865

Movimento curioso

Luiz Flávio Borges D’Urso está cotado para assumir a Secretaria de Justiça de São Paulo. Trata-se de um movimento curioso do governador Marcio França. O criminalista é ligado a João Doria, adversário de França nas eleições de outubro.

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10.05.18
ED. 5864

Doria & Rocha

João Doria tem costurado sua estratégia de campanha para o governo de São Paulo em sintonia com o amigo Flavio Rocha, pré candidato do PRB à Presidência. Ambos dão pitaco um no programa do outro e já articulam uma agenda de eventos conjuntos no interior de São Paulo. Geraldo Alckmin é apenas um detalhe para Doria.

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03.05.18
ED. 5859

Rumo a presidência

João Doria guarda no bolso do colete uma pesquisa mostrando que seus eleitores aprovam que ele deixe a disputa pelo governo de São Paulo para concorrer à Presidência.

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Gilberto Kassab tornou-se um dos principais articuladores da aliança entre PSDB-MDB para as eleições presidenciais. Mas não com Geraldo Alckmin na cabeça e, sim, com a dobradinha João Doria e Henrique Meirelles.

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26.04.18
ED. 5855

Com “T” de tucano

Adversário de João Doria e aliado de Geraldo Alckmin, o governador Márcio França foi buscar um nome que conhece a fundo a alma tucana. Está fechando a contratação de Luiz Gonzalez para comandar sua campanha à reeleição. Gonzalez foi o marqueteiro do próprio Alckmin e de José Serra nas eleições à Presidência em 2006 e 2010.

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23.04.18
ED. 5852

Doria três em um

João Doria acumula três cargos: candidato a governador, candidato reserva à Presidência, no lugar do trôpego Geraldo Alckmin, e prefeito remoto de São Paulo. Até o momento, Bruno Covas ainda não conseguiu assumir o cargo para valer, tamanha a interferência do antecessor junto ao secretariado.

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18.04.18
ED. 5849

Convicto

João Doria encomendou sondagem incluindo seu nome entre os candidatos à Presidência. Está convicto de que bate os 13% de Geraldo Alckmin no último Datafolha.

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17.04.18
ED. 5848

Vale o escrito

Grandes construtoras já cercam o novo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, por todos os lados. Temem que Covas não resista às pressões, inclusive da própria Câmara Municipal, e volte atrás em relação ao projeto de zoneamento de São Paulo elaborado por
João Doria. O ponto central é o desconto de 30% no pagamento de outorga onerosa para empreendimentos imobiliários.

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12.04.18
ED. 5845

Banco de reservas

João Doria ainda olha de esguelha para o Palácio do Planalto. A uma fonte do RR, disse que, se a candidatura Alckmin não decolar até junho, será inevitável que o PSDB lance outro candidato.

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06.04.18
ED. 5841

Lisboeta

Gilmar Mendes estuda comprar uma casa em Portugal, seu segundo país. Poderá, assim, hospedar seus muitos amigos, como João Doria e FHC, que participam do seminário do IDP. O evento já é uma tradição lisboeta.

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26.03.18
ED. 5833

Ruim para Haddad, péssimo para Doria

O Ministério Público de São Paulo deverá receber em breve farta munição referente à concorrência de quase R$ 7 bilhões para a contratação do novo sistema de iluminação pública de São Paulo. Uma das empresas alijadas da licitação dispõe de um acervo de informações capaz de iluminar os pontos mais obscuros do processo. São detalhes de manobras administrativas que teriam sido feitas no âmbito da Prefeitura para direcionar o resultado da bilionária disputa – um aperitivo foi entregue recentemente em algumas redações. O escândalo veio à tona apenas na semana passada, com o vazamento de um áudio da diretora do departamento de iluminação do município (Ilume), Denise Abreu, Na conversa, Denise supostamente se refere ao pagamento de propina por parte da FM Rodrigues, vencedora da licitação. O caso, no entanto, é notório nos corredores da Prefeitura de São Paulo há mais de dois anos,
atravessando a reta final da gestão de Fernando Haddad e o breve mandato de João Doria – ver RR edição de 14 de setembro de 2017.

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23.03.18
ED. 5832

Calcanhar de Aquiles

Os próprios assessores de João Doria não escondem sua apreensão com o destempero do candidato sempre que questionado sobre adecisão de largar a Prefeitura no meio do mandato. Na última quarta-feira, durante entrevista ao vivo, um Doria visivelmente tenso, com o cenho sempre franzido, foi ríspido com um jornalista da Band que abordou o assunto. E a campanha sequer começou…

Por falar em João Doria, o prefeito esperava ao menos uma curta declaração de apoio de FHC à sua candidatura ao governo de São Paulo. Passados quatro dias das prévias tucanas, o ex-presidente é só silêncio.

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21.03.18
ED. 5830

Tucanos fora do ninho

Prestes a assumir o cargo de governador de São Paulo, o atual vice, Marcio França (PSB), já trabalha nos bastidores para se aproveitar do racha no PSDB. Conversa com José Aníbal e outros tucanos que prometem passar longe do palanque de João Doria. França já avisou que tem lugar para todos em sua campanha ao governo de São Paulo.

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20.03.18
ED. 5829

O czar João Doria

No domingo à noite, em conversas reservadas entre Geraldo Alckmin e assessores no Palácio Bandeirantes, o que se dizia, em tom sarcástico, é que João Doria foi mais competente em conduzir as prévias tucanas do que Vladimir Putin na eleição russa. Doria foi escolhido como candidato ao governo de São Paulo por quase 80% dos delegados do PSDB. Putin, por sua vez, recebeu “apenas” 74% dos votos dos russos.

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14.03.18
ED. 5825

“Caixa de campanha”

Aliados, talvez mais paranoicos, de João Doria enxergam a iminente venda da Cesp e de 49% da Sabesp como o maior “apoio” que Geraldo Alckmin poderia dar à candidatura de seu vice, Marcio França (PSB), ao governo de São Paulo. Estima-se que os dois leilões, que devem ser realizados apenas após a ascensão de França ao cargo de governador, lancem mais de R$ 8 bilhões nos cofres públicos.

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12.03.18
ED. 5823

João Doria tenta ressuscitar concessão de cemitérios

“Levanta-te e anda”, insiste João Doria diante de um dos tantos projetos de campanha que jaz nas gavetas da Prefeitura: a privatização dos cemitérios paulistas. O secretário de desestatização de São Paulo, Wilson Poit, está enfurnado no Tribunal de Contas do Município (TCM-SP) na tentativa de desenterrar a licitação e colocar o edital na praça até junho. Em setembro, o TCM-SP suspendeu a concessão após identificar uma série de lacunas no processo, a começar pelo principal: o valor. O TCM-SP condiciona a autorização à fixação de um preço mínimo, algo que não consta do projeto original. O Tribunal exige também regras claras para o atual regime de concessão de jazigos a particulares: hoje os espaços são concedidos a famílias por prazos que vão de cinco a 25 anos. A questão traz a reboque um potencial risco jurídico, que pode custar uma torrente de processos e pedidos de indenização à Prefeitura. A julgar pelo número de pretendentes, a morte é um bom negócio, ao menos para investidores privados – a Prefeitura perde R$ 8 milhões por ano com a administração dos cemitérios. Nove grupos já haviam se habilitado para a licitação. A Zion Capital é apontada como o candidato mais forte. Por meio de um fundo, o Care11, a gestora tem participações acionárias em cemitérios e crematórios emmquatro estados.

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07.03.18
ED. 5820

Trepidação

A simples inauguração de uma estação de metrô, na última sexta-feira, causou melindres na relação entre Geraldo Alckmin e João Doria. O prefeito esperava ter um cantinho de palanque para ser saudado como candidato do PSDB ao governo de São Paulo. Saiu fulo por ter apenas servido de escada para o “comício” de Alckmin.

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06.03.18
ED. 5819

Queda de braço

João Doria (PSDB) e Marcio França (PSB) se digladiam na tentativa de atrair o DEM para suas candidaturas ao governo de São Paulo.

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02.03.18
ED. 5817

O principal interlocutor de Doria

João Doria costura o apoio do DEM a sua candidatura ao governo de São Paulo. Seu principal interlocutor é o deputado Rodrigo Garcia, ex-secretário de Geraldo Alckmin.

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27.02.18
ED. 5814

O Covas “certo”

O surgimento do nome de Mario Covas Netto para vice de Marcio França (PSB) na disputa pelo governo de São Paulo não passa de um  balão de ensaio sem gás. França quer, sim, outro integrante do clã: Bruno Covas, vice-prefeito de São Paulo. Seria uma manobra de mestre para esvaziar a candidatura de João Doria dentro do próprio PSDB.

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26.02.18
ED. 5813

Conselho ao pé de ouvido

Aliados de João Doria têm aconselhado o prefeito a desistir da proposta de reduzir em 30% a outorga onerosa, “imposto” que as construtoras pagam para erguer prédios mais altos do que o gabarito da região. A medida geraria algo em torno de R$ 2 bilhões de renúncia fiscal em dez anos. Pessoas próximas a Doria o alertam de que a combinação de isenção fiscal e construtoras seria um prato cheio para seus adversários políticos na eventual disputa pelo governo de São Paulo.

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23.02.18
ED. 5812

Caravana da Fiesp

A partir de amanhã, o pré-candidato ao governo paulista Paulo Skaf vai deflagrar uma intensa agenda de viagens pelo interior o estado. Aproveitará o périplo para “viralizar” entre os correligionários pesquisa que chegou às suas mãos nesta semana. Nela, Skaf aparece com 15% das intenções de voto, atrás de Celso Russomanno, mas à frente de João Doria.

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21.02.18
ED. 5810

Pleno vapor

João Doria acelerou as articulações na tentativa de garantir sua candidatura ao governo de São Paulo. Na última segunda-feira à noite, reuniu-se por horas a fio com integrantes da executiva estadual do PSDB. O RR apurou que outro encontro está previsto para sexta-feira.

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16.02.18
ED. 5807

Grid de largada

João Doria não desiste: investidores que controlam o Autódromo de Xangai são aguardados em São Paulo para conversar sobre a privatização de Interlagos.

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07.02.18
ED. 5803

Não faltam candidatos a vice de Luciano Huck

A pressão para a volta de Luciano Huck à disputa presidencial é total. Ontem, em diversos sítios políticos a discussão girou em torno dos vice-presidentes do candidato animador de televisão. A dobradinha com Marina Silva foi considera impossível pelo grupo que se diz organizador da campanha de Huck.

A candidata seringueira tem uma carteira de votos razoável e consistência. Marina também deverá ser uma das herdeiras do espólio de votos de Lula. Portanto, não faz sentido que ela venha a formar chapa com o candidato global. Outro nome cotado é o de Joaquim Barbosa, que foi sondado para ser vice-presidente da própria chapa de Marina e reluta em confirmar sua candidatura pelo PSB. Huck e Barbosa são considerados uma chapa eleitoral perfeita, uma combinação equilibradíssima.

Uma hipótese aventada, mas considerada difícil, seria uma dupla Luciano Huck e João Doria. O potencial de exposição, jogo de cintura e capacidade de comunicação é único. O prefeito de São Paulo está sendo colocado em córner pelo governador Geraldo Alckmin que vem ceifando seus planos de sucedê-lo nas próximas eleições. O problema é Doria topar ser vice. As pretensões dele são de encabeçar a chapa. Em tom de blague, o dito assessor de Huck não pensa duas vezes: “Querem ganhar essa eleição? É só formar a chapa do hit parade. É Pablo Vittar do ‘corpo sensual’ e o Huck do ‘Caldeirão’.

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05.02.18
ED. 5801

Os cavalos de João Doria

João Doria mira o DEM com um olho e o PTB com o outro. São potenciais montarias caso o PSDB decida realmente apear da candidatura própria ao governo de São Paulo.

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01.02.18
ED. 5799

Febre e dores no corpo

A febre amarela tornou-se uma picada a mais no tenso relacionamento entre Geraldo Alckmin e João Doria. O prefeito está possesso com recentes entrevistas de Alckmin sobre o tema. Acha que o governador tentou deslizar para a Prefeitura a culpa pela recente falta da vacina em postos da capital paulista.

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30.01.18
ED. 5797

Fogo amicíssimo

Ontem no fim da tarde começou a circular no WhatsApp de parlamentares do PSDB de São Paulo uma espécie de campanha com o lema “Fica Doria, seja um gestor como prometido”. Coincidência ou não, a mobilização surgiu um dia após Geraldo Alckmin admitir a possibilidade de o partido não lançar um candidato próprio ao governo de São Paulo, apoiando a candidatura de seu vice, Marcio França (PSB).

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26.01.18
ED. 5795

Ausência sentida

Aliados de João Doria no PSDB ainda alimentam a expectativa de que Geraldo Alckmin participe do ato público programado para amanhã em defesa da candidatura do prefeito ao governo de São Paulo. Até ontem, Alckmin ainda não havia confirmado sua presença.

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A reunião entre João Doria e a bancada tucana, na última terça-feira, esteve longe de ser um ato de “aclamação” da candidatura do prefeito ao governo de São Paulo. Dos 12 deputados presidentes, apenas quatro efetivamente se disseram favoráveis ao nome de Doria. Os outros oito ficaram em silêncio. Um dos parlamentares presentes disse ao RR que a maioria da bancada tucana entende que a palavra final sobre o candidato do partido cabe a Geraldo Alckmin.

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17.01.18
ED. 5788

O deputado de João Doria

O entorno de João Doria defende que o prefeito comece, desde já, um lento e gradual descolamento do deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP), denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A questão, contudo, não é tão simples. Com razoável influência sobre a bancada tucana na Assembleia Legislativa, Capez é um dos principais apoiadores da candidatura de Doria ao governo de São Paulo. Se pudesse ser o senhor dos algoritmos do Google, o prefeito resolveria o problema apagando da internet os vídeos e matérias em que aparece rasgando elogios ao denunciado.

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10.01.18
ED. 5783

Disputa na fronteira tucana

João Doria está articulando um encontro com a bancada do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo para a próxima segunda, dia 15. O assunto será um só: sua possível candidatura ao governo paulista. Em outros tempos, poderia se dizer que Doria estaria invadindo a “jurisdição” de Geraldo Alckmin. Nos últimos meses, no entanto, a relação entre o governador e os deputados tucanos se desgastou. A ponto de sua própria bancada ter votado em peso pelo aumento dos salários do funcionalismo paulista, à revelia de Alckmin.

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09.01.18
ED. 5782

O namorico entre Skaf e Doria

Paulo Skaf tenta atrair João Doria para o MDB. O problema é que o máximo de altura que o prefeito poderia alcançar na nova casa seria o posto de candidato a vice-governador de São Paulo em uma chapa com Skaf. Se bem que no PSDB talvez o sarrafo seja ainda mais baixo.

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08.01.18
ED. 5781

À sombra de Alckmin

Surge uma nova peça no tabuleiro tucano para a sucessão de Geraldo Alckmin em São Paulo. O próprio Alckmin tem tratado de inflar o nome de Saulo de Castro, colaborador de longa data e hoje Secretário de Governo, como um possível candidato do PSDB ao Palácio Bandeirantes. Seria uma forma do atual governador emplacar um aliado fiel e manter alguns títeres sobre o cargo, o que não acontecerá com a eventual candidatura de João Doria ou de José Serra. Contra Saulo de Castro pesa o fato de ele jamais ter disputado cargos eletivos. Antes de ser secretário de Governo, comandou a Secretaria de Segurança e a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem).

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05.01.18
ED. 5780

Diáspora

O deputado Fernando Capez, outrora aliado de João Doria,não só deixou o PSDB como periga arrastar outros tucanos para o PSB, do vice-governador paulista Marcio França.

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04.01.18
ED. 5779

Hora da morte

A H11 Capital é candidata a assumir a gestão dos cemitérios paulistanos – a licitação, promessa de campanha de João Doria, se arrasta como um cortejo fúnebre há meses. A gestora já tem um pé na cova, no melhor dos sentidos. É dona de 30% do cemitério Terra Santa, em Belo Horizonte.

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22.12.17
ED. 5772

Podemos com Doria?

O Podemos, um caldeirão que vai de Alvaro Dias a Romário, teria oferecido sua legenda para João Doria voltar ao páreo presidencial. Mais fácil Doria concorrer pelo Lide.

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15.12.17
ED. 5767

A escalada de Skaf

Pesquisa recém-chegada às mãos de Paulo Skaf estaria indicando um empate técnico entre ele e João Doria como segundo colocado na disputa pelo governo de São Paulo, com uma diferença de apenas dois pontos percentuais – Celso Russomanno segue na ponta. No mais recente Datafolha, Doria apareceu com uma pequena folga em relação a Skaf– 19% a 13%. O staff do presidente da Fiesp atribui a subida ao tour que ele tem feito por cidades do interior de São Paulo, aproveitando-se de eventos da entidade empresarial.

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08.12.17
ED. 5762

Um pacote só

João Doria tem planos de embalar a privatização do Ibirapuera e do Pacaembu em um só pacote. Quem comprar um leva dois.

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04.12.17
ED. 5758

O nome da vez

Nem o “amigo fiel” João Doria e muito menos Marcio França, do PSB, seu vice-governador. Neste momento, a batuta de Geraldo Alckmin, re-gente da sua própria sucessão, aponta para a candidatura ao governo de São Paulo do cientista político Luiz Felipe D ́Avila, genro de Abilio Diniz.

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29.11.17
ED. 5755

Os cenários de 2018

João Doria e Romero Jucá tiveram uma longa conversa no último fim de semana, fora das agendas oficiais, sobre cenários para 2018.

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20.11.17
ED. 5748

Dízimo tributário

O novo pacote fiscal da Prefeitura de São Paulo virou mais um ponto de fricção intratucanato. O vereador Eduardo Tuma, que milita junto ao eleitorado evangélico, tem usado expressões nada cristãs para se referir a João Doria. Na hora H, o prefeito vetou a isenção de impostos para templos religiosos. Doria usou como argumento o fato de que a medida era inconstitucional. Pelo jeito, passou a ser de uma hora para outra. O prefeito havia garantido a Tuma que a isenção era líquida e certa.

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17.11.17
ED. 5747

Nuvem de fumaça

A entropia do PSDB é tão grande que até as mais estapafúrdias intrigas ganham terreno no partido. No último fim de semana, assessores de João Doria insinuavam que Geraldo Alckmin havia afrouxado o policiamento próximo a Interlagos durante o GP Brasil de F-1 para macular o evento, de responsabilidade da Prefeitura, e atrapalhar os planos de privatização do Autódromo. Parece mais caso de cara de pau do que paranoia.

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08.11.17
ED. 5741

Teatrinho Trol

Geraldo Alckmin e João Doria encontraram-se no último domingo pela manhã, fora das respectivas agendas oficiais.
Na conversa, Doria disse que não pretende disputar a eleição presidencial, garantiu que permanecerá no PSDB e prometeu trabalhar pela campanha de Alckmin. O governador paulista fez que acreditou no que ouviu.

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06.11.17
ED. 5739

Uma Prefeitura privada demais

A nomeação do ex-diretor da Cyrela Claudio Carvalho para a Secretaria de Prefeituras Regionais de São Paulo causou mal-estar entre os próprios aliados de João Doria. A indicação promete colocar ainda mais foco no ensaboado relacionamento entre Doria e a iniciativa privada. No cargo, Carvalho cuidará de temas viscerais para seu antigo empregador, como a autorização para projetos imobiliários e a liberação de “habite-se”.

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03.11.17
ED. 5738

Palanque nos Alpes

Geraldo Alckmin bateu o martelo: vai ao Fórum Econômico Mundial de Davos, em janeiro. O que não faz uma eleição presidencial? Será o début de Alckmin no evento, onde disputará atenções com João Doria.

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A miríade de empresários – tais como as empreiteiras Potenza e Moalize Construções, novas queridinhas do prefeito, o laboratório Eurofarma e a fabricante de pistolas Glock – que doou recursos à Prefeitura a pedido de João Doria está amedrontada. Todos temem que essa filantropia à lá sanduíche baurulhes custe problemas desagradáveis de imagem no futuro breve. Basta associar um dinheirinho lá com um dinheirinho cá – no caso, a grana da Prefeitura com a da sacola do Lide. No ano eleitoral, caso Doria saia candidato à Presidência, nem se fala. A simples vinculação do nome dos empresários filantropos ao de Doria terá um custo assustador. Vão ter que convencer que financiaram as obras do gabinete e outros gastos de Doria na prefeitura, seus convescotes no Lide, mas ficaram ilibados na campanha. O pior é que já não dependerá mais de investigação. É só o galo cantar em qualquer canto para que os virtuais financiamentos de campanha dessa turma virem verdade verdadeiríssima, de tão benne trovato que são.

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20.10.17
ED. 5729

Google Translate

O cosmopolita João Doria tropeçou no italiano em palestra para estudantes da Universidade de Bocconi, em Milão, na última sexta-feira. Ao mencionar seu programa “Corujão da Saúde”, traduziu-o para Civetta de lá Salute, arrancando, involuntariamente, risadas da plateia. Em italiano, o termo “Civetta”, ou coruja, é usado como gíria equivalente à nossa “periguete”.

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17.10.17
ED. 5726

Alckmin quer virar o jogo nas redes

O governo de São Paulo deverá anunciar até o fim desta semana o vencedor da licitação da cobiçada conta de publicidade do estado. A concorrência, de R$ 180 milhões, é disputada por 13 agências. O que está em jogo não é apenas propagandear o governo paulista, mas o bônus de cuidar da imagem de um presidenciável ao menos até abril, quando Alckmin deverá se desincompatibilizar do cargo. Recentemente, o governo paulista realizou outra licitação para turbinar a comunicação nas mídias digitais. Neste caso, João Doria tem superado o adversário doméstico. São mais de 2,8 milhões de seguidores no Facebook, contra apenas 860 mil de Alckmin.

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Por falar em João Doria e redes sociais, o Datafolha não está sozinho. Levantamento feito pela sua equipe de comunicação nas mídias digitais, ao longo de setembro, corroborou a queda de popularidade do prefeito. A proporção de postagens negativas atingiu o pior resultado desde que Doria assumiu a Prefeitura. Na média, esse índice teria ficado acima dos 60%.

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Na última semana, surgiu na internet o site Alckmistas.org – como o nome sugere de apoio à candidatura de Geraldo Alckmin. Para todos os efeitos, o dono da página é uma pessoa física. Mas o tom das postagens, a profusão de fotos posadas de Alckmin e, sobretudo, as notícias desfavoráveis a João Doria dão ao panfleto eletrônico um certo ar de “Diário Oficial”.

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13.10.17
ED. 5724

Ressentimentos tucanos

Alberto Goldman perdeu a estribeiras com Aloysio Nunes Ferreira, um dos raros, se não o único tucano da velha guarda, que não se pronunciou publicamente a seu favor no entrevero com João Doria. Lívido e descontrolado, Goldman falou meia dúzia de impropérios contra o ministro das Relações Exteriores. Seu interlocutor se dispôs a realizar, por conta e risco, uma missão de paz junto a Nunes Ferreira. Acabou ouvindo outro tanto de expressões impublicáveis contra Goldman. Em conversa ao RR, o “missionário” disse ter jogado a toalha. “Agora que se encontrem e tirem as diferenças do jeito deles”.

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04.10.17
ED. 5718

Uma tarde em Florença

João Doria levou um “não” de Michel Temer. O presidente recusou convite do Grupo Lide para participar do Meeting Internacional, que será realizado no fim do mês, no Paraguai. Doria não é sujeito de ouvir conselhos, mas já lhe sopraram ao ouvido que, na atual circunstância, o convite a Geraldo Alckmin seria um ato de fina política: uma tribuna besuntada de graxa que só serviria para prestigiar o anfitrião e adversário. Em 2015, aliás, Alckmin foi ao Meeting; em 2016, também. Eram outros tempos. Hoje, se pescar o real espírito do chamamento, passa longe desse alçapão.

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04.10.17
ED. 5718

O dilema de ACM Neto

Pesquisa recém-chegada às mãos de ACM Neto mostra que, hoje, ele se elegeria para o governo da Bahia no primeiro turno com mais de 60% dos votos. Daí o dilema: deitar na rede de uma eleição garantida ou mergulhar na incerta aventura de ser o vice de João Doria?

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03.10.17
ED. 5717

Votos e ex-votos

O Círio de Nazaré terá uma procissão de presidenciáveis. Jair Bolsonaro e João Doria já confirmaram presença – o
prefeito de São Paulo terá como anfitriã a cantora Fafá de Belém. Ciro Gomes também deverá participar do evento religioso.

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02.10.17
ED. 5716

Doria reforça seu paiol nas mídias sociais

O bombardeio de João Doria nas redes sociais vai se intensificar. A Prefeitura de São Paulo vai anunciar nos próximos dias a contratação da nova agência que cuidará de sua comunicação digital – a concorrência gira em torno de R$ 100 milhões. Um dos candidatos mais cotados é a Lua Propaganda, de André Gomes. Neste caso, a sintonia com o staff de comunicação de Doria seria automática. Gomes é genro do marqueteiro Nelson Biondi, responsável pelos filmetes de 30 segundos gravados por Doria na semana passada para serem exibidos no horário eleitoral gratuito do PSDB neste mês.

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29.09.17
ED. 5715

Doria larga na frente de Alckmin nas “prévias”

Aliados de Geraldo Alckmin reclamam da inércia do governador diante da ofensiva de João Doria na disputa pela máquina do PSDB em São Paulo. Doria tem cooptado apoio em tradicionais redutos “alckmistas”. Nas últimas semanas, esteve em Ribeirão Preto, Barretos, Franca e São Bernardo do Campo. De acordo com um cardeal tucano, Doria deverá fazer algo em torno de 90% dos delegados na convenção municipal da sigla, marcada para 29 de outubro. Na convenção estadual, prevista para novembro, a expectativa é que o prefeito emplaque metade dos delegados, portanto dividindo o controle do partido com o tarimbado Alckmin. Tucanos próximos a Alckmin – inclusive fora de São Paulo, como Marconi Perillo – cobram do governador uma rápida reação. No partido, as convenções estadual e municipal são tratadas como uma espécie de prévias informais entre os dois pré-candidatos à Presidência.

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29.09.17
ED. 5715

Bolsonaro no SBT

Depois de João Doria, agora é Jair Bolsonaro que costura sua participação no programa de Silvio Santos. O apresentador Ratinho tem ajudado na intermediação.

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25.09.17
ED. 5711

Marchezan, mais um “Doria boy”

O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr., mergulhou na onda João Doria. A liga entre ambos foi feita muito por influência do Movimento Brasil Livre (MBL). Marchezan tem se empenhado em reunir o apoio do PSDB gaúcho à candidatura de Doria à Presidência. Tudo muito bom, tudo muito bem… Mas, antes disso, seria bom se o PSDB gaúcho tivesse o apoio das urnas: até hoje, elegeu uma só governadora (Yeda Crusius) e nenhum prefeito em Porto Alegre.

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22.09.17
ED. 5710

Doria, o síndico ausente

Aliados do prefeito João Doria tentam convencê-lo a reduzir o ritmo de viagens pelo Brasil e pelo mundo. O monitoramento das redes sociais feito pela equipe de comunicação de Doria tem mostrado que o selo de “prefeito ausente” está grudando no alcaide. A relação entre as postagens e comentários negativos e os favoráveis já está na casa de 70 a 30, respectivamente Entre os assessores de Doria, a percepção é que o seu discurso de que São Paulo precisa de um “prefeito global” não deu nem para a saída.


Por falar em João Doria, o prefeito assina hoje um decreto aparentemente prosaico, mas que já é visto dentro do próprio PSDB como uma peça no xadrez eleitoral de 2018. Doria vai transferir a responsabilidade de organizar o Carnaval de rua na cidade da Secretaria de Cultura para o vice-prefeito, Bruno Covas. Ou seja: Covas terá a fantasia e o enredo necessários para desfilar na mídia já no início do ano. Seria a avant première do futuro prefeito paulistano, caso Doria coloque o bloco na rua e saia candidato à Presidência.

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21.09.17
ED. 5709

Torcida pela delação

Entre os aliados de João Doria, é grande a expectativa – e a torcida – pela delação de Paulo Preto, ex-diretor do Dersa e responsável por milionárias obras públicas no governo Alckmin.

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14.09.17
ED. 5704

Apagão nas licitações une João Doria e Fernando Haddad

Se a concorrência para a manutenção dos sinais de trânsito em São Paulo está parada há mais de 50 dias, há uma penumbra ainda maior sobre a licitação da Prefeitura para a modernização do sistema de iluminação pública e instalação de câmeras e sensores – um cobiçado contrato com prazo de 20 anos e valor de R$ 7,3 bilhões. Um ano e meio após a entrega das propostas, os envelopes sequer foram abertos. Os dois consórcios finalistas – Walks e FM Rodrigues/CDL –, se engalfinham na Justiça em uma contenda marcada por denúncias de irregularidades e de favorecimento. O lance mais recente se deu em agosto: o desembargador Eduardo Gouveia, da 7a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, concedeu liminar determinando a continuidade da concorrência e a leitura das propostas.

No entanto, a Prefeitura mantém essa luz apagada. Mais de um mês já se passou e o que está dentro dos envelopes segue sendo uma espécie de “terceiro segredo” de Fátima. O timeline do imbróglio é longo e atravessa as gestões de Fernando Haddad e João Doria. Começa em 24 de abril do ano passado, quando o consórcio FM Rodrigues entrou com uma representação do Tribunal de Contas do Município (TCM-SP) pedindo a exclusão do Walks, sob a alegação de que a garantia apresentada pelo concorrente não poderia ser aceita. O TCM-SP acatou a solicitação, posteriormente revertida por um mandado de segurança.

Após diversos ziguezagues na Justiça, no dia 10 de maio deste ano, a FM Rodrigues deu uma nova cartada: pediu à Comissão de Licitações da Prefeitura a exclusão de seu oponente, uma vez que a Alumini –controlada por uma das empresas do Consórcio Walks, a Quaatro – havia sido declarada inidônea na esfera federal por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. A Comissão aceitou o argumento e, no dia 6 de julho, tirou o consórcio do páreo. O Walks recorreu, com a alegação de que a punição se aplica a uma subsidiária da Quaatro e está restrita ao âmbito federal.

A liminar da 7a Câmara de Direito Público do TJ-SP recolocou o consórcio na concorrência. Nos bastidores, empresas do Consórcio Walks (WPR Participações, leia-se WTorre, Quaatro Participações e KS Brasil Led Holdings) insinuam que autoridades da administração pública estariam agindo com o propósito de beneficiar o concorrente, um pool formado pela FM Rodrigues, Consladel e Laços Detetores. Consultada pelo RR, a Prefeitura de São Paulo afirmou “desconhecer qualquer acusação de favorecimento a interessados na licitação em curso”. Declarou ainda que “o entendimento da Comissão de Licitações é que as empresas Quaatro e Alumini estão intrinsicamente ligadas, como a própria Quaatro reconhece em petição, nos autos de Ação de Execução em trâmite pela 44a Vara Cível do Foro Central.” A Prefeitura informa também que a “manutenção da iluminação pública ocorre por meio dos contratos em vigor.”

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14.09.17
ED. 5704

Mexericos da candinha

As rusgas políticas entre Geraldo Alckmin e João Doria se estenderam à esfera familiar. Suas respectivas mulheres, Lu Alckmin e Bia Doria, que sempre foram muito ligadas, praticamente não têm se falado.

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12.09.17
ED. 5702

Tucanos que não se bicam

O senador Antonio Anastasia fará as honras da casa e será o anfitrião de Geraldo Alckmin, que terá uma série de encontros políticos em Belo Horizonte na próxima segunda-feira. Ainda não está decidido se Aécio Neves participará dos eventos. No íntimo, Alckmin espera que não.


Por falar em Alckmin, ele e João Doria têm se empenhado no teatro da pacificação. O almoço do Grupo Lide ontem em São Paulo, com a presença de FHC, foi o terceiro evento público em que ambos estiveram juntos em quatro dias.

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11.09.17
ED. 5701

Diário da ex-presidência

João Doria está todo prosa com a presença de FHC no almoço que será organizado pelo Grupo Lide, hoje, no Grand Hyatt, em São Paulo. Entre conversas com aliados durante o fim de semana, chegou a dizer que se tratava de um sinal de apoio do ex-presidente.


Pois bem… Segundo o RR apurou, FHC está cobrando cerca de R$ 200 mil pela palestra que fará a empresários. A Fundação FHC confirmou a presença do ex-presidente no evento e a cobrança do cachê, sem entrar em detalhes quanto ao valor.


Aliás, enquanto o mundo caía em Brasília, com as novas gravações da JBS, FHC curtia a semana em Trancoso.

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08.09.17
ED. 5700

A crise é para todos

A crise não poupa sequer os negócios de João Doria. Que o diga o Grupo Lide. Até o momento, a receita de patrocínios do 22º Meeting Internacional, previsto para outubro, estaria no menor patamar dos últimos cinco anos. Consta, inclusive, que a ideia era realizar o evento em Bogotá. Mas, por questões orçamentárias, o convescote será em Assunção. Consultado, o Lide afirmou que não divulga informações financeiras. Sobre o local, disse ter recebido o convite do governo do Paraguai.

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05.09.17
ED. 5698

Alckmin põe sua campanha na rua

Enquanto João Doria, o “aliado adversário”, acena com a saída do PSDB, Geraldo Alckmin corre para colocar formalmente sua candidatura presidencial na rua. No momento, dedica-se a montar o “Estado Maior” da sua comunicação e definir as primeiras diretrizes estratégicas. A ideia, inclusive, é ter um slogan até novembro. O nome preferido de Alckmin para comandar a campanha é o do marqueteiro Nelson Biondi, antigo colaborador das hostes tucanas. Biondi foi o estrategista de José Serra na disputa pelo Planalto em 2002. Mais recentemente, trabalhou na campanha do próprio Alckmin pela reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, em 2014. Quem também deverá ter um assento fixo no QG do pré-candidato tucano é o cientista político Antonio Lavareda. Para tourear a imprensa, Geraldo Alckmin já teria convidado o jornalista Marcio Aith, mais um colaborador de outros carnavais. Aith coordenou a comunicação do governo paulista até setembro do ano passado. Deixou o cargo, mas não se distanciou de Alckmin. Nesse período, tem assessorado informalmente o governador.

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01.09.17
ED. 5696

Doria à beira do gramado

João Doria, o craque, vai pegar carona no sucesso de Neymar, Tite e cia. A exemplo da partida de ontem, contra o Equador, a Prefeitura de São Paulo deverá fechar acordo para exibir propaganda em placas de publicidade nas três últimas partidas da seleção brasileira nas Eliminatórias. De repente, Doria poderia aproveitar o espaço para exibir seu mantra preferido por 90 minutos em rede nacional: “Eu não sou candidato à Presidência”.

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30.08.17
ED. 5694

The guy

João Doria articula a vinda do ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg a São Paulo em janeiro. Em seus devaneios, Doria sonha com um momento à la Obama e Lula, em que Bloomberg apontaria para ele e diria: “This is the guy”.

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29.08.17
ED. 5693

Partido Verde, madurinho para cair

O Partido Verde se reúne nesta semana para decidir se fica ou se deixa a base aliada de João Doria após a rumorosa demissão do secretário de Meio Ambiente de São Paulo, Gilberto Natalini. O mais coerente seria bater em retirada. O PV só entrou na trupe de Doria após receber a Secretaria.

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29.08.17
ED. 5693

Um quebra-molas no PSDB

Geraldo Alckmin tem se empenhado para que Tasso Jereissati permaneça na presidência do PSDB. Alckmin enxerga em Tasso um quebra-molas no caminho de João Doria dentro do partido.

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24.08.17
ED. 5690

Privatização do Rio

Baixou o João Doria: Marcelo Crivella estuda privatizar áreas públicas do Rio, como parques e jardins. Pode até dar samba, mas na atual circunstância tem tudo para ser só uma ideia.

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24.08.17
ED. 5690

Candidato de fé

Jair Bolsonaro, que está deixando o Partido Socialista Cristão, já é página virada. Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, anda encantado com os valores de João Doria.

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24.08.17
ED. 5690

Ministro da Gestão

O empresário Jorge Gerdau já está em campanha pela candidatura de João Doria à Presidência da República. Em conversas reservadas com seus pares, confidencia que um dos planos de Doria seria a criação de um Ministério da Gestão Pública. Modesto, Gerdau deixa que o interlocutor diga quem seria o nome talhado para comandar a Pasta.

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23.08.17
ED. 5689

Amigos do Ronaldo

As redes sociais não perdoam. Desde domingo, quando Ronaldo trocou abraços com João Doria em evento da Nike no Ibirapuera, pululam na internet fotos do Fenômeno com seus “aliados”, de Aécio Neves a cartolas da CBF. Como de hábito, sobrou também para Luciano Huck.

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18.08.17
ED. 5686

Megabytes tucanos

Em sua nova visita à Ásia, prevista para setembro, o viajante João Doria deverá se reunir com fundos de venture capital e empresas de TI. Em pauta: a criação de um polo de inovação em São Paulo. Pode até não resultar em nada, mas é o tipo do anúncio que dá um ibope danado. Por coincidência, o governo Alckmin tem um projeto similar e chegou a criar, inclusive, uma empresa aceleradora de investimentos na área de tecnologia.

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17.08.17
ED. 5685

Bombando as redes

Geraldo Alckmin aprendeu a lição com o “pupilo” João Doria: aonde vai tem levado a tiracolo uma equipe de filmagem para bombardear as redes sociais.

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15.08.17
ED. 5683

Eles querem Ciro

Curioso: Ciro Gomes tem sido mais assediado pela imprensa estrangeira do que João Doria, hoje o mais cosmopolita dos políticos brasileiros…

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14.08.17
ED. 5682

Chovendo ovos

O senador Lindbergh Farias irá à internet convocar a militância do PT para que faça chover ovos em toda a exposição pública do prefeito João Doria.

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11.08.17
ED. 5681

Prévias paralelas

Geraldo Alckmin e João Doria não são adversários e um jamais trairia o outro. Portanto, é só coincidência que estejam organizando, simultaneamente, dois eventos para reunir, em setembro, prefeitos tucanos de São Paulo.

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10.08.17
ED. 5680

A João o que é de Michel

Imaginem, apenas imaginem, se, em troca do apoio de Michel Temer a sua candidatura à presidência da República, João Doria pedir voto para Paulo Skaf na disputa pelo governo de São Paulo. Neste caso, Geraldo Alckmin perderia espaço no PSDB não só na corrida pelo Palácio do Planalto, mas até mesmo para fazer o seu próprio sucessor.

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09.08.17
ED. 5679

Show de Truman

O show man João Doria não perde uma… Poucos minutos após levar uma ovada nas ruas de Salvador, na última segunda-feira à noite, Doria já estava postado diante da câmera gravando um vídeo sobre o incidente para as redes sociais. Em meia hora, o depoimento somava mais de mil curtidas no Twitter.

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04.08.17
ED. 5676

Pole position

Intriga da oposição dizer que o prefeito João Doria voltou com poucos resultados de sua recente ida à Ásia. Um grupo de investidores chineses, dono de arenas esportivas no Oriente, tem interesse no Autódromo de Interlagos.

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03.08.17
ED. 5675

Tudo família

O tucano Mario Covas Neto, presidente do diretório municipal do PSDB, tem trabalhado na Câmara de Vereadores para brecar o pacote de privatizações apresentado por João Doria. Trata-se de uma rixa partidária e consanguínea: Covas Neto é adversário político do vice-prefeito Bruno Covas, seu sobrinho.

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31.07.17
ED. 5672

Espelho, espelho meu

João Doria tem feito de tudo para convencer Flavio Rocha, herdeiro da Lojas Riachuelo, a desistir da ideia de se filiar ao Partido Novo e entrar no PSDB. São 10% de amizade e o restante, puro pragmatismo. Rocha corre na mesma raia do “político-gestor”. Em outro partido, pode vir a ser um adversário incômodo numa eventual disputa ao governo de
São Paulo, caso sobre apenas esta alternativa a Doria em 2018.

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27.07.17
ED. 5670

João Doria on the road

Apesar do entusiasmo e da pirotecnia publicitária de sempre, a viagem de João Doria pela China tem sido marcada por alguns tropeços. Ontem, por exemplo, Doria teve de se contentar com um encontro com o vice-prefeito de Xangai, Chen Yin. O titular do cargo, Ying Yong, não estava disponível para recebê-lo. Vale lembrar que a agenda divulgada originalmente pela assessoria de Doria no último fim de semana previa o encontro com o prefeito, incluindo uma visita ao centro de controle de tráfego da cidade.


João Doria, no entanto, segue no rastro dos investidores asiáticos. Em setembro, o “prefeito road show” fará nova viagem ao Oriente, desta vez à Cingapura. Levará o kit habitual de ativos à venda na sua gestão: Autódromo de Interlagos, Parque Anhembi, estações de ônibus, cemitérios etc.

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19.07.17
ED. 5664

Ou seja…

A ordem na Prefeitura de São Paulo é agilizar as privatizações do Pacaembu e do Autódromo de Interlagos para que os leilões saiam no início de 2018. Ou seja: enquanto João Doria ainda estiver no cargo…

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17.07.17
ED. 5662

Prévias tucanas

Geraldo Alckmin vai montar um staff de comunicação próprio, fora do governo de São Paulo, para dar a largada em sua campanha à Presidência da República. Um dos nomes cotados para comandar a operação é o do jornalista Marcio Aith, ex-secretário de imprensa do Palácio Bandeirantes.


João Doria, o candidato que diz não ser candidato, fará uma série de viagens a cidades do Nordeste sob os auspícios de tucanos locais. O tour começa em agosto, quando Doria visitará Campina Grande (PB) ciceroneado pelo senador Cássio Cunha Lima.

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10.07.17
ED. 5657

Show Business

João Doria prepara mais um de seus road shows para “vender” São Paulo. No dia 21, embarca para a China, onde terá seguidos encontros com investidores. A área de transportes será a agenda predominante. Recentemente, Doria recuou da proposta de privatizar as Marginais. Mas vai que aparece um caminhão de dinheiro na sua frente…

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21.06.17
ED. 5644

Homens do Baú

As mídias sociais não perdoam. Nas redes, a longa aparição de João Doria no programa de Silvio Santos, no último domingo, ganhou o apelido de “horário eleitoral não gratuito”. Houve até quem se lembrasse da “Semana do Presidente”. Tratava-se de um quadro de adulação dos presidentes Geisel e Figueiredo, exibido pelo Homem do Baú nos anos 70 e 80.

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06.06.17
ED. 5634

Efeito prolongado

João Doria vai levar um petardo na trincheira que mais domina: as redes sociais. Um grupo de ONGs de São Paulo está produzindo um documentário sobre os dependentes químicos nas ruas da cidade, a ser veiculado nas mídias digitais. O vídeo será pautado por fortes depoimentos contra o prefeito e sua política antidrogas, cujo ponto alto até o momento foi a operação na Cracolândia.

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30.05.17
ED. 5629

Efeito Cracolândia

Medições da sua equipe de comunicação mostram que, pela primeira vez, o prefeito João Doria fechou uma semana com mais menções negativas do que positivas na mídia.

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19.05.17
ED. 5622

Imagina…

Imaginem se hoje ou nos próximos dias o prefeito João Doria anunciar que está deixando o PSDB rumo à outra sigla por não compactuar com o mar de lama que engolfa o partido…

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18.05.17
ED. 5621

Ibirapuera Square Garden

Durante o show off de João Doria em Nova York, o projeto de privatização do Ibirapuera foi apresentado a sócios do mítico Madison Square Garden. Só falta trazer a Macy ́s junto.

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16.05.17
ED. 5619

A escolha de ACM

Segundo pesquisas recém-recebidas pelo staff de ACM Neto, numa eventual disputa pelo governo da Bahia, ele derrotaria Rui Costa (PT) em primeiro turno, com mais de 60% dos votos. Isso, claro, se a chapa com João Doria para a Presidência da República não sair.

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15.05.17
ED. 5618

Follow the money

As “prévias tucanas” se mudaram para Nova York, em busca de dólares. As agendas de Geraldo Alckmin e João Doria somam mais de duas dezenas de encontros reservados com bancos de investimento durante a estada da dupla na Big Apple. Fora os eventos, como o de amanhã, quando Doria será homenageado como a personalidade do ano.

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12.05.17
ED. 5617

Joel Santana

João Doria quis mostrar seu cosmopolitismo ao saudar, em vídeo nas redes sociais, o presidente eleito da França, Emmanuel Macron. Noves fora o francês quase perfeito, o que saltou mesmo aos ouvidos foi a submissão fonética. Pronunciar “São Paulo” como “São Paulô” revela, ao mesmo tempo, afetação e pobreza de espírito. Jamais um francês se referiria a ele como “Monsieur Dorriá”.

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09.05.17
ED. 5614

João Doria leva a maior fé em 2018

O empresário Carlos Wizard Martins – dono, entre outros negócios, da rede de franquias Mundo Verde – é tido como o principal construtor da ponte entre João Doria e as igrejas evangélicas. Amigo de Doria, Wizard é integrante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O que não impede o prefeito de orar em outros templos. Recentemente, Doria esteve na Catedral da Bênção, no Brás (região central de São Paulo), comandada pelo missionário Ezequiel Pires. Já se comprometeu também a visitar outras igrejas, como Assembleia de Deus e Renascer em Cristo. Os líderes religiosos, inclusive, estão ansiosos diante da possibilidade de ministrar um culto na mansão de Doria nos Jardins.

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04.05.17
ED. 5611

Prefeito empresário e empresário prefeito

João Doria pretende aproveitar sua passagem por Nova York, daqui a duas semanas, para apresentar a investidores internacionais os planos de privatização da Prefeitura de São Paulo, que vão do Autódromo de Interlagos ao Anhembi, passando por cemitérios. Nesse caso, ele certamente vestirá o figurino de prefeito de São Paulo. Por ora, não se sabe, no entanto, com que chapéu ele comparecerá ao Lide Brazilian Investment Group, marcado para o dia 17, no Harvard Club: se o de alcaide ou de dono do Grupo Lide, anfitrião do evento. Consultado por meio de sua assessoria, Doria confirmou a presença no evento do Lide. O prefeito informou também que “aproveitará a oportunidade para fazer contato com potenciais investidores e instituições financeiras.”

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02.05.17
ED. 5609

Colar de startups

João Doria pretende montar um colar de startups na Prefeitura. Em foco, a produção de aplicativos e outras engenhocas para áreas como saúde, educação, trânsito etc. Tudo com o apoio de seus pares da iniciativa privada.

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20.04.17
ED. 5603

O jeito Doria de ser

Assim que terminou o encontro com o Papa Francisco, ontem, uma equipe da comunicação da Prefeitura já esperava por João Doria na Praça São Pedro. Foram 14 minutos de depoimento para as redes sociais sobre a conversa com o Pontífice, que mal durou um minuto.

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19.04.17
ED. 5602

Anhembi

A francesa GL Events surge como forte candidata à concessão do Anhembi, que será privatizado pelo prefeito João Doria. A empresa já administra o Riocentro, na Zona Oeste do Rio. Consultada, a GL confirmou o interesse no Anhembi.

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13.04.17
ED. 5599

Casa de ferreiro…

Apenas a título de registro: desde que foi eleito, João Doria já esteve por duas vezes no Roda Viva, da TV Cultura, emissora vinculada ao governo de São Paulo. O “chefe” Geraldo Alckmin não comparece ao programa desde 2002.

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06.04.17
ED. 5594

Forças Armadas são a instituição mais confiável do país; Congresso, a mais corruptível

Parece até que o Brasil voltou no tempo: as Forças Armadas são a instituição mais confiável do país, enquanto o Congresso Nacional é visto como a mais propensa de todas a corrupção. É o que revela sondagem realizada pelo Relatório Reservado junto a uma parcela da sua base de assinantes. A enquete, no modelo de respostas espontâneas, foi feita entre 27 e 31 de março.

Entre os 142 assinantes que participaram do levantamento, 67% apontaram a tríade Exército, Marinha e Aeronáutica como o estamento de maior credibilidade. A boa imagem das Forças Armadas não chega a ser uma novidade. O que chama a atenção é a diferença para os demais. A segunda instituição mais lembrada foi o MP, com distantes 10%. STF e Polícia Federal ficaram em terceiro e quarto, respectivamente com 7% e 5%. A seguir, a Igreja (4%), a imprensa (3%) e o TCU, com 2%. Por fim, apareceram o governo federal e o Congresso, cada um com apenas 1%. A reputação do Parlamento está mesma em baixa.

O Congresso foi citado por 36% dos entrevistados como a instituição mais propensa a atos de corrupção. O governo do Rio ficou em um nada honroso segundo lugar, com 13%. A Petrobras veio logo a seguir, com 10%, um indício de que a estatal ainda terá de trabalhar muito para recuperar sua imagem. Receita Federal e Polícia Militar empataram, cada uma com 6% dos votos. Ressalte-se a presença da própria Presidência da República na relação das instituições mais suscetíveis a corrupção, com 5%, mesmo percentual de citações ao Judiciário.

Na sequência, apareceram o Detran, a Polícia Civil e o governo de Minas Gerais, cada um com 4%. Com 3% surgiu o BNDES, possivelmente por conta das ilações que cercaram algumas operações do banco no governo do PT. Foram votados ainda a Fazenda, 2%, e o BB e a Polícia Federal, cada um com 1%. O RR também perguntou: “Qual é a autoridade que mais honra seu cargo?” Pule de dez: deu Sérgio Moro na cabeça, com 34%. Cármen Lucia ficou em segundo, com 17%. João Doria recebeu 15%; Jair Bolsonaro, 9%. Logo a seguir, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato (7%).

O top five é uma evidência de que o Brasil está cada vez menos “político” e mais “judicializado”. Se não vinculados ao Judiciário, Doria e Bolsonaro personificam em seus discursos o “político que não é político”. Os assinantes do RR mencionaram ainda o presidente da Petrobras, Pedro Parente, com 5%, e ACM Neto (4%). Apenas 2% citaram Henrique Meirelles como um personagem que honra seu cargo público, certamente um reflexo da crise econômica.

Os entrevistados mencionaram ainda Rodrigo Janot e Geraldo Alckmin, com 2% cada um, além da presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, e de Gilmar Mendes, cada um com 1%. E Michel Temer? Ele aparece no rodapé da enquete, também com 1%. Michel Temer “brilhou” também na quarta e última pergunta: “Se possível, quem você tiraria de um cargo público?”. Entre os entrevistados, 38% cravaram o nome de Temer, mais do que o dobro do segundo colocado, Eliseu Padilha (15%).

Aliás, o Planalto pontificou nos três lugares mais altos do indesejável pódio: Moreira Franco chegou em terceiro, com 11%. Logo atrás, Luiz Fernando Pezão, com 10%. A relação dos “impeacháveis” seguiu com Romero Jucá e Aécio Neves, cada um com 5%. Henrique Meirelles recebeu 4% das respostas. Certamente por outros motivos, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, também foi citado por 4%. Entre os assinantes, 3% disseram que gostariam de ver Maria Silvia fora da presidência do BNDES. Rodrigo Maia foi outro lembrado por 3% dos consultados. Por fim, um fato curioso. Para 2% dos entrevistados, Sérgio Moro é que deveria ser afastado de suas funções. Devem ter lá seus motivos.

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06.04.17
ED. 5594

#VivaoChuchu

A comunicação de Geraldo Alckmin trabalha 25 horas por dia para intensificar sua presença nas redes sociais. O governador não suporta mais a goleada de “likes” e “compartilhamentos” que tem levado de João Doria.

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03.04.17
ED. 5591

A foto do ano

Há uma disputa velada entre grandes corporações para capitalizar a presença dos prefeitos João Doria e ACM Neto no mesmo evento. A mais recente tentativa foi feita por um dos maiores jornais do país. Mas os dois alcaides declinaram elegantemente do convite.

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O prefeito João Doria gostaria muito de ter Antonio Maciel Neto em sua equipe. A passagem do executivo pelo maculado Grupo Caoa, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, não contaminou sua reputação.

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20.03.17
ED. 5581

O exílio de um executivo cansado

Enquanto João Doria se credencia como um forte candidato à presidência, seu velho companheiro Paulo Zottolo parece ter cansado do Brasil. Hoje, passa a maior parte do seu tempo em Miami, de onde comanda a startup Amazon Waters, fabricante de bebidas. Em 2007, quando era presidente da Philips, Zottolo se uniu a Doria e outros personagens para liderar o movimento “Cansei”, uma espécie de “Vem pra rua” pré-redes sociais. Acabou se notabilizando pela desastrosa declaração de que “se o Piauí não existisse, ninguém ficaria chateado”. Zottolo saiu de cena e ninguém ficou chateado.

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Flavio Rocha, da Lojas Riachuelo, saiu na frente. Já está em campanha junto ao empresariado paulista pela candidatura de João Doria à presidência.

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14.03.17
ED. 5577

Com João Doria, é tudo às claras

O prefeito de São Paulo, João Doria, criou um hedge para “lava jatos e jatinhos”: a transparência do conflito de interesses. Doria estimula a doação das empresas à Prefeitura, a despeito das relações tortuosas entre o público e o privado, e mostra tudo a todos. Tampouco se abala com a superposição de eventual publicidade das companhias doadoras nos eventos da sua empresa, o Grupo Lide. O argumento é que elas – ou pelo menos grande parte – já contribuíam para o Lide antes mesmo dele assumir o cargo de prefeito. Para todos os efeitos, Doria é rico, financiou sua campanha eleitoral com recursos próprios e não precisa daquilo. Ele criou o híbrido perfeito de promiscuidade pública com filantropia empresarial. A fórmula está disponível aos atuais e futuros alcaides milionários do Brasil.

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08.03.17
ED. 5573

“Os piores do mês”

O Gabinete de João Doria já fez sua cruel interpretação da decisão do prefeito de premiar o “Secretário do Mês”: mais do que escolher o melhor colaborador do período, Doria vai constranger e expor publicamente os não-eleitos. A cada mês, serão 21 secretários na berlinda.

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23.02.17
ED. 5567

Criador e criatura

Aparições públicas como a da última terça-feira, quando se deixou fotografar lacrando bombas em postos que vendiam combustível adulterado, serão cada vez mais comuns para Geraldo Alckmin. Entre os assessores, a ordem é criar uma agenda que aumente a exposição do governador na mídia. Qualquer semelhança com João Doria não é mera coincidência.

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17.02.17
ED. 5563

Doria e ACM Neto é a chapa puro sangue da Fiesp

O empresariado de São Paulo, em especial a banda de música da Fiesp, está excitado com a chamada chapa “Messi e Neymar” para disputar as eleições de 2018. A dobradinha já tem até slogan: “Dois artilheiros na presidência e vice-presidência do Brasil”. O Messi em questão é o onipresente prefeito de São Paulo, João Doria, que parece disposto a não sair da mídia até concretizar seu sonho de poder.

O Neymar, por sua vez, vem do Nordeste. É o atual prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, provavelmente o alcaide mais popular do país – na última eleição venceu com 74% dos votos no primeiro turno. Ambos teriam, caso a campanha começasse hoje, de abdicar de mais de 1.520 dias de governo nas suas cidades. Nos respectivos partidos, PSDB e DEM, ao que consta não foi sequer cogitada uma chapa com os dois políticos. Aliás, “políticos” é quase uma licença poética, pois Doria e ACM Neto se intitulam gestores antes de tudo. É justamente a ideia de renovação, cara limpa e novas práticas que inspira os endinheirados a apostar na dupla.

A fonte do RR diz que algum badalo na mídia e uma pesquisa de opinião na hora certa bastam como rastilho de pólvora para a candidatura. E PSDB e DEM se misturam como café com leite. Não se trata de uma solução simples, pelo menos do lado dos tucanos, que têm três nomes na disputa pela candidatura: Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra. O que estimula o empresariado pró-Doria e ACM Neto, entretanto, é a falta de drive de Aécio e Alckmin nas pesquisas.

No último Datafolha, o senador tinha 11% contra Lula reinando com 25%. Alckmin, por sua vez, não passava de 8% e dava mais um pontinho a Lula, que atingia 26%. José Serra já se tornou até carta fora do baralho nessas sondagens. Um dado relevante: Dória e ACM Neto estão limpinhos, o que é uma ironia quando se fala na Operação Lava Jato, uma emporcalhadora de imagens. Ao que se sabe, nem Alckmin nem Aécio estão tão longe da alça de mira da força tarefa de Curitiba. E Michel Temer? Dória e ACM Neto terão, somados, apenas mais 17 anos do que Michel Temer, caso ele se elegesse para a presidência em 2018 e terminasse o mandato (81 anos). Só uma coisa é certa em relação a uma aventura com a chapa “Messi e Neymar”. Não vai faltar dinheiro.

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03.02.17
ED. 5553

A ilha da fantasia de Eike, Huck e Diniz

Em outubro de 2011, precisamente no dia em que concedeu uma entrevista a João Doria – então regente do programa Show Business, hoje conduzido pela colunista Sonia Racy – Eike Batista foi almoçar no restaurante Parigi, em São Paulo. À mesa, o apresentador Luciano Huck, o empresário Pedro Paulo Diniz e mais dois coadjuvantes que não merecem ser nominados. O papo rolava sobre jatinhos, beldades, lugares exóticos, até que Huck deu a ideia de os três promoverem uma festa em uma ilha em Angra dos Reis.

O trio seria o principal marketing do evento. Eike se entusiasmou tanto com proposta que resolveu subir o lance: propôs que os três comprassem a ilha. E que a festa fosse permanente, rolando dia após dia, 24h após 24h, sem parar. Tudo simples, uma questão só de grana. Mas pasmem, não só Eike, mas também Huck e Diniz toparam a ideia e concordaram em fazer os investimentos.

Ah, sim: na ocasião, não poderia faltar, surgiu o nome de Aécio Neves, chapa da turma. O ex-governador logo foi citado como um provável interessado em participar do projeto. São tempos de fanfarra que não voltam mais.

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23.01.17
ED. 5544

Eterno candidato

A fábrica de marketing de João Doria prepara mais uma. A ideia, nada original, é que o prefeito visite regularmente áreas pobres da cidade e converse com os moradores sobre os problemas da região. No dia seguinte, uma equipe da Prefeitura desembarca no local, tampa os buracos de praxe e, voilá, estão garantidas as imagens para a TV e as redes sociais.

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18.01.17
ED. 5541

Mão amiga

João Doria insiste para que José Luiz Gandini, dono da Kia Motors, colabore com sua gestão, participando de um dos conselhos que está criando na Prefeitura. Gandini é um velho amigo de Doria, além de um dos mais longevos e fiéis patrocinadores do Grupo Lide.

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17.01.17
ED. 5540

Quarta-feira de cinzas

O Carnaval de São Paulo não será igual àquele que passou. A gestão João Doria vai cortar boa parte das verbas públicas para a folia. A decisão final, a cargo da Secretaria de Fazenda, sairá até o fim do mês.

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13.01.17
ED. 5538

Santander faz o marketing da inverdade

Recomenda-se ao Conar e ao BC que se debrucem sobre a comunicação do Santander. Há fuligem por ali. Segundo anúncio publicado ontem com espalhafato nos jornais, o banco foi o primeiro a não cobrar por dez dias no cheque especial. Mentira! Quem bolou o produto foi Aloysio Faria, no antigo Banco Real. O Santander diz também que reduziu suas taxas antes de o Copom decretar a queda da Selic. Não consta que a informação seja procedente. Somente às 19h de ontem, o Santander comunicou à imprensa que a partir de hoje as taxas serão reduzidas. Informações filtradas junto ao banco levam a crer que foi o presidente Sérgio Rial que teve a ideia genial da campanha. Rial é uma espécie de João Doria bancário. Vai que daqui a pouco se veste de gari com a logomarca do Santander no uniforme.

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13.01.17
ED. 5538

Custo eleitoral

O híbrido de parlamentar e apresentador de TV Celso Russomanno mandou recado para os assessores de João Doria de que a derrota nas eleições para a Prefeitura vai sair caro. Bem caro.

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11.01.17
ED. 5536

Varre, varre, vassourinha

O comércio popular da 25 de Março está caprichando no estoque: a fantasia de João Doria, ou melhor, de gari promete ser o blockbuster do carnaval paulista.

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06.01.17
ED. 5533

Bonança

O primeiro grande teste do Grupo Lide sem João Doria na linha de frente se dará em abril, com a realização do Fórum Empresarial. Teste, em termos. Alguns dos seus antigos colaboradores no Lide apostam que este ano, o primeiro de Doria na Prefeitura, será um dos melhores da história do Grupo.

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30.12.16
ED. 5528

Kit João Doria

João Doria vai plagiar a si mesmo. O prefeito pretende promover fóruns regulares entre empresários paulistanos, ao melhor estilo Grupo Lide.

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23.12.16
ED. 5523

Surpresa!

Os funcionários públicos de São Paulo que fiquem alertas. O futuro prefeito João Doria pretende fazer incertas para checar o funcionamento de escolas, hospitais e autarquias. É o tipo de ação que costuma dar o maior ibope na TV.

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09.12.16
ED. 5513

Operário padrão

Os futuros secretários de João Doria estão penando para se acostumar aos seus hábitos. Notório insone, Doria costuma enviar mensagens e cobrar documentos a altas horas da madrugada. Seu nome é trabalho.

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06.12.16
ED. 5510

Mr. Security

O ex-secretário de Segurança do Rio José Mariano Beltrame anda requisitadíssimo. Escolhido para encabeçar o Conselho de Segurança do futuro prefeito João Doria, está cotado também para ser consultor estratégico do governo gaúcho. O Rio Grande do Sul, terra natal de Beltrame, vive uma grave crise na segurança

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05.12.16
ED. 5509

Doria nas redes

O staff de João Doria está montando o esquema de transmissão da cerimônia de posse ao vivo nas redes sociais. Será um teste para a comunicação do prefeito. A ideia é usar e abusar das redes para exibir seus pronunciamentos. Doria vai gastar uma grana do próprio bolso.

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18.11.16
ED. 5498

Dono da pista

Prestes a deixar as pistas, Felipe Massa está reunindo um grupo de investidores dispostos a assumir o Autódromo de Interlagos. João Doria já anunciou que vai privatizar o complexo.

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17.11.16
ED. 5497

Criador e criatura

Em pré-campanha para 2018, Geraldo Alckmin pretende carregar João Doria para algumas de suas viagens pelo interior de São Paulo e por capitais brasileiras. Periga o próprio Doria posar de “presidenciável”.

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16.11.16
ED. 5496

“Vende-se” é a lápide da vez em São Paulo

A morte não cai bem à gestão pública, reza a cartilha de João Doria. Uma das missões do futuro secretário de Desestatização de São Paulo, Wilson Poit, será a privatização dos cemitérios da cidade. São 23, que custam cerca de R$ 15 milhões por ano ao município e não geram qualquer lucro – algo mortífero na “gestão empresarial” que Doria promete imprimir na Prefeitura. Poit já trabalha em um modelo capaz de viabilizar a privatização das últimas moradas dos paulistanos. Provavelmente, tudo dependerá da autorização para a construção de prédios, os chamados cemitérios verticais – condição fundamental para aumentar, digamos assim, a escala comercial e despertar o interesse de investidores privados. Sem isso, a privatização estará fadada a ser um funéreo negócio.

 Na equipe de governo de João Doria, a meta seria vender pelo menos cinco cemitérios no primeiro ano de governo. Os do Araçá e da Consolação – separados um do outro por não mais do que 1,5 km – são vistos como os mais atrativos à iniciativa privada, pela sua localização em uma área nobre. Outro ativo importante é o cemitério da Vila Formosa, o maior da América Latina, com mais de 760 mil metros quadrados e aproximadamente 1,5 milhão de túmulos.

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04.11.16
ED. 5489

Ao lado do “povo”

 João Doria pretende trazer para perto do seu gabinete os movimentos de rua, como o “apartidário” MBL. Na certa, acha prudente manter a turma ao alcance dos olhos. Não custa lembrar que, nas manifestações de 13 de março deste ano, Doria foi impedido de discursar no carro de som do MBL. Eram outros tempos.

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31.10.16
ED. 5486

Usucapião

 João Doria vai continuar como o “dono” dos horários dos programas que apresenta na Band, o “Show Business” e o “Face a Face”. Com novos apresentadores, as atrações seguirão sob a tutela do Grupo Doria , responsável pela venda da publicidade. Consultado, o grupo confirmou que os dois programas “continuam sendo uma coprodu-ção com a Bandeirantes”.

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 Paulo Skaf tem sentido um bafo quente de traição no cangote. Por traição leia-se uma aliança entre o PMDB, seu partido, e o PSDB para lançar o nome de João Doria ao governo de São Paulo em 2018. A manobra obrigaria o presidente da Fiesp a buscar outra legenda para disputar as eleições.

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 Jerson Kelman, ex-Aneel e atual nº 1 da Sabesp, está bem cotado para integrar o secretariado de João Doria. •••  Assim como Aécio Neves, Geraldo Alckmin e – por que não? – Lula, Zico só pensa em 2018. Desde já, começa a se articular para a disputar a eleição à presidência da CBF. •••  Sarney Filho perdeu. Apesar da resistência do ministro do Meio Ambiente, a usina de São Luiz do Tapajós – projeto de R$ 18 bilhões – será incluída no Plano Decenal de Energia.

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18.10.16
ED. 5477

Reis da voz

 João Doria pretende usar e abusar da sua veia de comunicador na Prefeitura de São Paulo, postando vídeos nas redes sociais para falar das suas realizações. Muito provavelmente, a periodicidade dos filmetes vai variar em função dos seus índices de aprovação. •••  Refeito da ressaca eleitoral, Celso Russomanno negocia com a direção da Record um horário maior para o Patrulha do Consumidor. Trata-se do quadro que apresenta no Programa da Tarde vestindo o seu tradicional figurino de defensor dos incautos. Mira, claro, em 2018.

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13.10.16
ED. 5474

Ilustre convidado

 João Doria pretende convidar pessoalmente o juiz Sergio Moro para sua cerimônia de posse, em janeiro. Moro, não custa lembrar, já marcou presença nos convescotes empresariais do Grupo Lide, de Doria.

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11.10.16
ED. 5473

O pato na lagoa

 Talvez o pato tenha, enfim, encontrado sua lagoa. Paulo Skaf é um nome forte para integrar o governo de João Doria.

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07.10.16
ED. 5471

A voz de Deus

 FHC não queria a candidatura de João Doria, mas adora quando alguém lembra, mesmo em tom de chiste, que o tucano conquistou mais de 20% do eleitorado nos últimos cinco dias de campanha. Justamente quando o “príncipe” gravou um depoimento para o seu programa eleitoral.

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 Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn mantêm a relação de chefe e subordinado que tinham no Banco Central, no governo Lula. Melhor não mexer: talvez seja assim que as coisas funcionam bem. •••  Joseph Safra, que se mudou para Mônaco há cerca de seis meses, não tem planos de voltar tão cedo para o Brasil. •••  Comentário de um tucano de alta plumagem sobre a promessa de João Doria de não disputar a reeleição: “Ele vai repetir o Serra e deixar a Prefeitura em 2018 para disputar o governo do estado.” Vale o dito e o desdito. •••  Derrotado nas eleições, Pedro Paulo deve retomar seu mandato na Câmara dos Deputados antes mesmo do fim do governo de Eduardo Paes.

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 O empresário Flavio Rocha, herdeiro da Lojas Riachuelo, é considerado pule de dez para integrar o secretariado de João Doria. Aliás, foi em um jantar na residência de Rocha que Geraldo Alckmin lançou a candidatura de Doria à Prefeitura.

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 A título de curiosidade: antes de concordar em participar do programa eleitoral de João Doria, FHC recusou o convite por três vezes.

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 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

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• Na cúpula do PSDB e da campanha de João Doria, já se dá como certo que José Serra fará a traição completa. Ou seja: além de costurar, nos bastidores, a chapa Marta Suplicy (PMDB) e Andrea Matarazzo (PSD), subirá no palanque da dupla.

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15.06.16
ED. 5390

Nova política, velho apoio

 O PP vai embarcar em peso na candidatura de João Doria Jr. a prefeito de São Paulo. O próprio Paulo Maluf já avisou que faz questão de se engajar na campanha e subir no palanque. Deve ser a tal “nova política” a que Doria tanto se refere

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 O ministro das Relações Exteriores, José Serra, não perde uma oportunidade de demarcar território e se distanciar de Geraldo Alckmin com vistas à eleição presidencial em 2018. Serra cancelou participação em eventos da pré-campanha de João Dória Júnior, marcados para junho. Por outro lado, já garantiu presença em reuniões com candidatos a prefeito em capitais das regiões Sul e Nordeste do país. Dória é a grande aposta de Alckmin nas eleições municipais e derrotou nas prévias do partido o candidato apoiado por Serra, Andrea Matarazzo.

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  João Doria Jr. encontrou a razão de todas as razões para ter apenas 3% das intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo. Cismou que precisa de um programa de TV de perfil mais popular, exibido preferencialmente às tardes, horário em que José Luiz Datena e Celso Russomanno esbanjam seu bom-mocismo em defesa dos mais fracos. E no quesito “rostinho de bom moço”, todos sabem, Doria é imbatível.

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03.11.15
ED. 5239

Insustentável

O candidato a candidato a prefeito de São Paulo João Doria divulgou artigo nas redes sociais afirmando que o Brasil não se comprometeu com metas de emissão de efeito estufa. Santa ignorância! Em conferência na ONU, Dilma Rousseff não só se comprometeu com o INDC como foi uma das contribuições mais ousadas do mundo – descarbonização de 37% em 20 anos e 43% em 25 anos.

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 Luciano Huck deverá ser o animador de campanha de João Doria Jr., caso ele saia como candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Como se imagina, Huck traz na sua cauda metade da Rede Globo.

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Frase que teria sido disparada por José Serra durante o jantar de lançamento da pré- candidatura de Andrea Matarazzo à Prefeitura de São Paulo: “Só quem apoia o João Doria é o Aecio Neves, que vota em Minas e mora no Rio”.

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