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15.10.20

A luta do século

Teoria conspiratória que circula no entorno de João Doria. A demolição da Lava Jato é para tornar Lula elegível. Bolsonaro quer disputar a eleição de 2022 com o ex-presidente. Ele considera que seria uma vitória acachapante e simbólica. E, com Lula na competição, Bolsonaro tiraria Sérgio Moro da disputa. Faz sentido como ficção científica.

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08.10.20

Além da fronteira paulista

São Paulo desponta desde já como um potencial hub na distribuição de vacinas contra a Covid-19. Segundo informações filtradas do
Palácio dos Bandeirantes, João Doria tem conversado com governadores sobre a possibilidade de fornecer a outros estados doses que serão produzidas no Instituto Butantã, em parceria com a chinesa BravoVax. Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso, e Carlos Moisés, de Santa Catarina, já teriam demonstrado interesse em receber as vacinas.

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01.10.20

Decolagem

O governo Doria pretende retomar no primeiro semestre do próximo ano a licitação de 22 aeroportos regionais de São Paulo. A meta é vender ainda em 2021 ao menos o lote de nove licenças encabeçado pelo terminal de Ribeirão Preto.

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28.09.20

Melhor deixar quieto

Investidores do setor pressionam o governador João Doria a afastar em definitivo o secretário licenciado de Transportes, Alexandre Baldy. O receio é que as investigações contra Baldy possam contaminar importantes processos de licitação que vinham sendo conduzidos por ele, como os das linhas 8, 9 e 17 do Metrô.

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17.09.20

Disputa política

João Dória determinou a seus assessores um bombardeio na divulgação dos testes da Coronovac, vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantã em parceria com a chinesa Sinouac Biotech. É política na veia: o objetivo não é outro se não fazer barulho na esteira dos contratempos com os testes da vacina de Oxford, escolhida pelo governo federal para ser produzida na Fiocruz.

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14.09.20

O método Doria de lenta fritura

No Palácio dos Bandeirantes já se dá como certo que Alexandre Baldy, que se licenciou da Secretaria de Transportes após ser preso e acusado de corrupção, não volta para o cargo. Nas palavras de um assessor de João Doria, é o “método de fritura do chefe”. Algo semelhante aconteceu com Gilberto Kassab. Doria recomendou a Kassab, alvo de denúncias de recebimento de propina, que se licenciasse “temporariamente” do cargo. Nunca mais voltou.

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03.09.20

Operação tartaruga

João Doria já não conta mais com as verbas federais de R$ 2,2 milhões para a área de segurança previstas em três emendas parlamentares do deputado Eduardo Bolsonaro. Os pedidos de dotação orçamentária datam do início do ano, no pré-pandemia, antes, portanto, da relação entre Jair Bolsonaro e Doria azedar de vez. Desde então, o “03” não fez o menor esforço na Câmara para o empenho das verbas, última etapa antes da liberação efetiva do dinheiro. Menos mal para Doria que o valor não passa de uns trocados.

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12.08.20

Ensino a distância

O governo Doria já discute a possibilidade de não haver mais aulas presenciais na rede pública do estado até o fim do ano. Por ora, as escolas paulistas estão fechadas até 7 de outubro.

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05.08.20

“Bolsonarização” das PMs é um fator a mais de tensão

O ministro Gilmar Mendes chamou para si as discussões em torno de um tema delicado: o grau de politização, ou melhor, de “bolsonarização” nas Polícias Militares. Gilmar tem se ocupado da questão junto a seus próprios pares no STJ, além de juristas e ex-ministros da Defesa – no mês passado, por exemplo, abordou o assunto em uma live com Nelson Jobim, Aldo Rebelo e Raul Jungmann. Os crescentes sinais de insatisfação das Polícias Militares e a notória atração química entre o presidente Jair Bolsonaro e PMs – um dos mais fieis grupos de apoio do “bolsonarismo” -, associados ao ambiente de tensão institucional, formam uma preocupante combinação.

No atual cenário de permanente fricção e desejos de muitos de ruptura da normalidade democrática, a pulsação das tropas policiais em todo o Brasil se torna uma variável relevante. Assim como a esquerda, historicamente escoltada por movimentos sociais, sindicalistas, sem terra etc, Bolsonaro também tem sua gente nas ruas. A diferença é o que parte da sua militância carrega na cintura. Em fevereiro no Ceará, policiais militares deflagraram um motim que durou 13 dias. Agentes abandonaram postos de trabalho, quarteis foram invadidos pelos próprios PMs e viaturas, levadas. Na cidade de Sobral, os PMs chegaram a ordenar o fechamento do comércio. Em São Paulo, os registros de violência policial contra a população se repetem ad nauseam, a ponto de soldados, cabos e sargentos serem convocados para uma reciclagem.

Ao mesmo tempo, há uma insatisfação latente da PM em relação ao governador João Doria. Esta sequência de fatos suscita reflexões nas mais diversas instâncias, de cientistas políticos aos militares. Segundo informações filtradas pelo boletim Insight Prospectiva, entre influentes oficiais das Forças Armadas há vozes que defendem um redesenho do aparelho de segurança pública no Brasil, com uma possível ascendência direta do próprio Exército sobre as PMs. Está longe de ser um movimento simples, até porque equivaleria a tirar dos governos estaduais parte do poder sobre a segurança. Ressalte-se, no entanto, que a Constituição já estabelece uma ponte entre as polícias miliares e as Forças Armadas.

As PMs são constitucionalmente consideradas “forças auxiliares e reserva do Exército”. Ou seja: na eventualidade de uma quebra de normalidade da ordem pública, elas passam automaticamente ao comando do Exército Brasileiro. Foi assim na intervenção federal no Rio de Janeiro, no governo Temer. Durante o regime especial, a Polícia Militar do estado respondeu ao interventor, general Braga Netto, e, em última instância, ao então Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas. No que depender da anuência do STF a uma mudança nesta direção, esta seria uma arquitetura que contaria com o apoio de Gilmar Mendes dentro da Corte. Tão ou mais preocupante do que a “politização” é a “milicialização” das PMs.

O termo tem sido usado pelo próprio Gilmar Mendes junto a interlocutores. A vinculação entre agentes da segurança pública e o tráfico de drogas é um problema antigo e comum a todos os estados.O fato mais recente são as milícias, cujo núcleo duro é reconhecidamente composto por policiais ou ex-policiais. Os milicianos são vistos também como uma base de apoio ao bolsonarismo. Mesmo porque o clã nunca escondeu a proximidade e a simpatia em relação a esses grupos armados. O próprio Bolsonaro já deu declarações em defesa da legalização das milícias. O que mais preocupa cientistas políticos e especialistas da área de segurança é o raio de ação das milícias e o desdobramento que isso poderia trazer no caso de uma convulsão social. O Rio de Janeiro é um dos principais fatores de preocupação: estima-se que dois milhões de pessoas vivem em áreas comandadas por milicianos em 11 municípios do Grande Rio.

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27.07.20

Fora, Chuchu!

João Doria quer Geraldo Alckmin longe da campanha de Bruno Covas à Prefeitura de São Paulo. Doria, que já não morre de amores pelos “cabeças brancas” do PSDB, acha que Alckmin se tornou um estorvo, após ser denunciado por crime eleitoral e corrupção.

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