fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
15.06.21

Espinhos

Há uma desavença espinhosa entre dois dirigentes da JBS. Um deles lembra um personagem de Macbeth. Já esteve em boa conta entre seus pares; hoje, causa medo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.06.21

Salmonella é o “S” da sigla ESG na JBS

Há um risco duplo para a JBS caso se confirmem as ameaças da Arábia Saudita de suspender todas as importações de carne de frango brasileira por tempo indeterminado – informação que circula nos bastidores do setor. O primeiro é a perda direta da receita com as exportações para o país asiático, o que, na prática, nem chega a ser algo tão significativo: estima-se que as vendas para a Arábia Saudita representem apenas 1% do faturamento total do grupo – R$ 270 bilhões no ano passado. O segundo risco, o que dói mesmo para a JBS, é o impacto intangível da medida. O eventual embargo dos árabes ao frango brasileiro representará um duro baque para a marca e a reputação institucional da empresa. Todo este enredo atinge aquele que é o maior calcanhar de Aquiles da JBS – noves fora os delitos dos irmãos Batista: suas práticas socioambientais.

No início de maio, a Arábia Saudita interrompeu as compras de carne de frango de 11 frigoríficos brasileiros, sendo sete deles da companhia – ou seja, um terço das unidades de abate habilitadas para vender ao país asiático (21 no total). O governo árabe demorou ao menos três dias para revelar o que motivou a suspensão dos embarques, período em que a JBS rezou para que a razão da medida não fosse a contaminação do produto por salmonella. De nada adiantaram as preces da empresa: a Arábia Saudita alegou ter detectado a presença da bactéria em vários lotes de frango importados do Brasil.

Como se sabe, a JBS está gastando mundos e fundos para incorporar a sigla EGS (Environmental, Socialand Governance) ao seu brand. Recentemente, a empresa anunciou um investimento de US$ 1 bilhão até 2030 para reduzir as emissões de carbono. Por ora, no entanto, o “S” de ESG parece remeter ao microscópico agente de contaminação da imagem da companhia: a salmonella está grudada no histórico recente da JBS. Em julho de 2019, o Reino Unido devolveu 1,4 mil toneladas de carne de frango importadas do Brasil após identificar a presença da bactéria. Parte havia sido produzida pela empresa.

Em dezembro de 2018, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão análogo à Anvisa nos Estados Unidos, cerca de 330 pessoas foram infectadas por salmonella detectada em lotes de carne bovina produzidas pela JBS Tolleson, subsidiária do grupo. 91 consumidores foram hospitalizados. Um mês antes, a JBS chegou a recolher três mil toneladas de carne moída nos Estados Unidos por suspeita de contaminação pelo microrganismo. Voltando um pouco mais no tempo, em 2012, o serviço de fiscalização veterinária e fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) também encontrou a presença da salmonella em carne bovina congelada da JBS. Como se sabe, a reprodução da bactéria está vinculada à qualidade do ambiente de produção como um todo. A própria ONU adota o conceito de Saúde Única, que considera a integração entre saúde humana, animal e ambiental.

Se a suspensão dos 11 frigoríficos e a ameaça de um embargo total da Arábia Saudita são ruins para a JBS, são piores ainda para o Brasil. O imbróglio deve desaguar em uma guerra na OMC. Segundo maior importador de carne de frango brasileira, atrás apenas da China, a Arábia já acionou a entidade. O país quer reduzir o prazo de validade de frangos in natura congelados e de seus cortes, de um ano para três meses contados a partir da data de abate. O Brasil, por sua vez, já anunciou que também entrará contra o país asiático na OMC, mais precisamente junto ao Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização. O governo contesta as acusações contra os frigoríficos brasileiros. Está no seu papel. Na avaliação das autoridades, a Arábia Saudita encontrou um pretexto para diminuir as importações, uma vez que o país tem planos de se tornar autossuficiente na produção de carne de frango. Não consta que o mesmo argumento possa ser aplicado aos Estados Unidos, Reino Unido e Rússia, quando, cada um a seu tempo, trituram a reputação da JBS.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.05.21

Encontro de contas: os ativos e passivos da JBS

O RR já tocou no assunto, mas convém reprisar porque a causa é boa. Seria desejável que a JBS seguisse um balanço social à vera, colocando, como ativos, as boas iniciativas que estão sendo executadas na área ambiental e, como passivo, os dividendos pagos aos irmãos Batista. Como se sabe, a companhia distribuiu R$ 2,5 bilhões na última semana e aponta para um recorde de dividendos de R$ 3 bilhões neste ano. Parcela dessa magnífica prosperidade é um carry over das travessuras dos irmãos Batista em um passado ainda recente. Também poderia ser incluído na coluna dos passivos o estrago feito com os pequenos abatedouros e frigoríficos, alvo de ações pouco ortodoxas. Por enquanto, camuflado por um manto espesso de marketing, o assunto virou letra morta. Ou seja: pelo menos na cadeia da proteína, o crime compensa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.05.21

Butantan

A espetaculosa operação de marketing socioambiental da JBS foi toda idealizada pelo Rasputin de saias da companhia. A influente figura comanda a comunicação da empresa e é temida dentro da corporação por sua influência e seus métodos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.04.21

As lições do passado e o estelionato ambiental

Antigas ideias podem resolver novos problemas. A frase remonta a projetos não realizados de dois pensadores, antípodas, que estavam muito à frente do seu tempo. O sociólogo Betinho e ex-presidente da FGV Jorge Oscar de Mello Flores, nos idos da década de 80, já estavam buscando respostas para a validação dos efetivos cuidados com o meio ambiente. Betinho tentava encaixar a proposta do selo socioambiental no projeto pioneiro do balanço social. A ideia das demonstrações contábeis foi aprovada pela CVM, mas com a exclusão do selo. O conceito da certificação era simples: definir variáveis de sustentabilidade que deveriam ser cumpridas obrigatoriamente, com auditoria das práticas. Se os resultados positivos fossem comprovados, a empresa estaria a apta a imprimir o selo, que seria aplicado nas embalagens de todos os produtos. Seria, então, feita uma campanha para o cidadão decidir pela compra dos bens que tivessem o selo, ainda que o comprovante não fosse obrigatório. A iniciativa induziria mais e mais corporações a se adequarem às práticas socioambientais corretas.

Já o Dr. Flores defendia a criação de um balanço social de verdade, onde se encontraria uma fórmula de cálculo para definir ativos e passivos socioambientais no tempo – vide o caso JBS (RR de 27 de abril). Por esse modelo, empresas como a Souza Cruz não poderiam cometer estelionato ambiental, pois carregariam um enorme passivo em mortes que não seria compensado, por exemplo, com um ativo de redução de dióxido de carbono. As ideias de Betinho e Jorge Oscar de Mello Flores estão guardadas na gaveta da história, prontas para serem resgatadas por alguém que passe um pente fino na contribuição das empresas ao meio ambiente.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.04.21

Publicidade da JBS não apaga seu passivo ambiental

O compromisso público da JBS de investir US$ 1 bilhão até 2030 para reduzir as emissões de carbono é, por si só, uma notícia positiva. No entanto, é preciso avaliar se a cifra é uma fração pequena para compensar o passivo da empresa no quesito sustentabilidade. A JBS é uma corporação condenada pelo seu passado – também nessa área. Que o diga a britânica Global Witness, uma das mais respeitadas entidades do terceiro setor em todo o mundo. Em dezembro, a ONG divulgou um detalhado relatório acusando a empresa de ter comprado gado de 327 fazendas do Pará nas quais ocorreu desmatamento ilegal. De acordo com o levantamento, somente na região de São Félix do Xingu a JBS fez negócio com 109 propriedades alvo de desmate criminoso entre 2017 e 2019.

A JBS contesta o estudo da ONG. Mas a Global Witness não está sozinha. Em outubro do ano passado, outra entidade mundial, a Mighty Earth, desacreditou os planos da empresa dos irmãos Batista de zerar sua contribuição para o desmatamento da Amazônia, classificando-os como mais uma promessa “de uma longa linha de compromissos públicos sem continuidade”. Segundo a Mighty Earth, há mais de dez anos a JBS anuncia que deixará de comprar gado de fazendas desmatadas ilegalmente, sem honrar sua palavra.

O descrédito se alastra também entre investidores. A gestora finlandesa Nordea Asset Management, que administra 200 bilhões de euros, vendeu todas as ações da JBS em carteira. A decisão foi motivada pela suposta ligação da empresa com a destruição ambiental da Amazônia. Ressalte-se ainda o estudo realizado pela Chain Reaction Research (CRR), consórcio de entidades de conservação do meio ambiente. Ao analisar o desmatamento na cadeia de fornecimento da JBS, a CCR identificou uma expressiva exposição a riscos associados à destruição ambiental que podem comprometer 26% do seu lucro e aumentar seu custo de capital em cerca de 30%.

Os cálculos provavelmente não levam em consideração o papel decisivo da JBS na destruição de pequenos abatedouros, inclusive fazendo campanha para que houvesse intervenção sanitária nessas empresas. O resultado foi uma carnificina de milhares de postos de trabalho. O passado, portanto, justifica o estardalhaço com que a companhia anunciou seu plano de reduzir as emissões de carbono, com anúncios pagos na capa das principais publicações impressas do país. Por ora, o tamanho da exposição da JBS na mídia mais indica que a companhia quer surfar na onda da sustentabilidade e fazer com que o seu passado seja esquecido.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.04.21

O crime dos irmãos Batista compensa

A rentabilidade da JBS é uma prova de que o crime compensa. Conforme informou o Valor Econômico na última segunda-feira, desde maio de 2017, quando estourou o escândalo da conversa entre Joesley Batista e Michel Temer, o valor de mercado da empresa cresceu 223%. Esse número joga foco sobre uma lacuna da Lava Jato: mesmo com todos os delitos praticados e confessados à Justiça, Joesley e demais controladores da JBS seguem auferindo lucros expressivos – parte deles provenientes de facilidades geradas por crimes cometidos bem antes da conversa imprópria com Temer.

A JBS fechou um ótimo negócio vis-à-vis a proporção dos crimes cometidos e os ganhos obtidos. Em seu acordo de leniência, o grupo comprometeu-se a pagar uma multa de R$ 10,3 bilhões ao longo de 25 anos. Com a correção pelo IPCA, estima-se que o valor final chegue a R$ 20 bilhões, ou seja, uma “prestação” de aproximadamente R$ 800 milhões/ano. Para efeito de comparação, essa cifra equivale a 35% do lucro médio da JBS entre 2017 e 2020 (R$ 2,28 bilhões por ano). Ou a menos de 3% do faturamento da empresa só em 2020. Se pensarmos na multa imposta, na física, aos irmãos Joesley e Wesley Batista, a punição pelos malfeitos foi ainda mais irrisória: R$ 1 bilhão.

O RR já tratou do assunto em 25 de novembro de 2019. À época, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara chegou a discutir um projeto prevendo a desapropriação de empresas cujos controladores tenham sido condenados por crime de corrupção ou lavagem de dinheiro. Com o desmonte da Lava Jato, o tema volta à tona: é necessário criar algum tipo de mecanismo para evitar que esse primado da usurpação indevida se perpetue.

A Constituição prevê a possibilidade de expropriação, mas apenas de bens imobiliários. Na avaliação de juristas consultados pelo RR, a hipótese de desapropriação de companhias pertencentes a empresários condenados por corrupção exigiria uma PEC. Ressalte-se que, em 2016, o então ministro da Transparência, Torquato Jardim, chegou a propor ao Congresso mudanças na Lei Anticorrupção. Sua recomendação previa a venda compulsória do controle ou até mesmo a dissolução de empresas reincidentes em casos de pagamento de propina. Por ora, a JBS segue como se a Lava Jato sequer tivesse existido. Ainda que indiretamente, a compra da holandesa Vivera, anunciada na segunda-feira, é mais um bônus de negociações suspeitas realizadas no passado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.09.20

O PIB brasileiro a caminho da América

O Grupo Votorantim seguiu os passos da JBS e está fazendo a América. Atualmente, parcela expressiva da sua arrecadação vem dos Estados Unidos. No último trimestre, a receita líquida dos Ermírio de Moraes na América do Norte atingiu R$ 1,5 bilhão, o que representa um aumento de 40% em relação ao mesmo período no ano anterior. É bem verdade que a valorização do dólar explica uma parte do pedaço. A pandemia impactou o setor de construção civil menos do que se esperava. A receita líquida no Brasil foi de R$ 1,8 bilhão, com crescimento de 9% em relação ao segundo trimestre de 2019. Não vai demorar muito e Votorantim e JBS vão transferir sua sede fiscal para os Estados Unidos. Em tempo: a JBS já tentou, e tomou gongo, nos idos de um BNDES muito diferente do que esse que aí está.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.08.20

Alta caloria

Para desgosto daqueles que torcem contra, a JBS não para de aumentar o seu peso na balança comercial e no balanço de pagamentos do Brasil. Para este ano, mesmo com a pandemia, o mercado já projeta uma receita líquida do grupo próxima dos R$ 250 bilhões, o que representaria um crescimento de 20% sobre o ano passado. A JBS surfa na alta do câmbio: mais de 85% da sua receita são em dólar. Os inimigos evitam comer carne.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Orçamento e saneamento: bola com o governo

Dois temas importantes para o governo, que envolvem negociações com o Congresso, devem manter – e talvez aprofundar – espaço amanhã:

1) Discussão sobre planejamento – e cortes – no orçamento 2020. Ainda que haja apoio da mídia ao ajuste fiscal, diminui muito a tolerância para restrições ou indefinição de investimentos em áreas sociais e, especialmente, educação;

2) Novo marco do saneamento, com a perspectiva não apenas de enfrentar grave problema de infraestrutura, mas também de abrir o setor para a iniciativa privados. Questão ganhará mais força com declarações, hoje, de Guilherme Albuquerque – da área de parcerias público-privadas do BNDES, que estrutura o processo de privatização da Cedae – ao afirmar que a privatização da Companhia atrairá R$ 32,5 bilhões em investimentos. 

Vale ainda atenção, amanhã, para sinais de parlamentares acerca do tema.

A inflação acelera

A aceleração inflacionária, puxada pelo preço da carne e que afeta mais fortemente as faixas de menor renda, continuará a ser pauta no final de semana. E o IGP-DI de novembro (FGV), que sai na segunda-feira, deve alimentar a temática, ao atingir a faixa de 0,9%, frente a 0,55% em outubro. Mas não se trata de questão que preocupe analistas econômicos.

Salles, Weintraub e gabinete do ódio

Três fatores negativos devem pairar sobre o governo, de amanhã até segunda-feira:

1) O aumento de pressão sobre o ministro Salles, após série de matérias em diversos veículos atestando paralisia do Ministério do Meio Ambiente. O que se soma, hoje, ao posicionamento da Embaixada da Alemanha desmentindo que teria concordado com minuta sobre novo desenho do Fundo Amazônia, como chegou a afirmar o ministro; 

2) O novo embate entre Universidades públicas e o ministro da Educação, que já sofre enorme rejeição dos formadores de opinião;

3) O avanço – em declarações e ilações – da CPI das Fake News que, ao que tudo indica, ampliará o foco no suposto “gabinete do ódio”, que estaria instaurado no governo federal com o objetivo de atacar opositores. 

Os bastidores do Congresso

Já no Congresso, dois projetos vão provocar movimentações de bastidores amanhã, pelo grau de indefinição que ainda carregam: 

1) A tramitação da PEC Paralela, aprovada no Senado. Indicações, até o momento, apontam para possibilidade de inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência, ainda que diversos outros pontos da PEC enfrentem forte rejeição na Casa;

2) O desentendimento entre Câmara e Senado sobre a tramitação de projeto que pode reinstituir a prisão após condenação em segunda instância. Nos bastidores, já está claro o incômodo de Rodrigo Maia com a articulação de senadores de ala “lavajatista” para assumir a frente do tema. Nesse contexto, Davi Alcolumbre, próximo a Maia, será figura central. 

Loggi e JBS

Decisão judicial, hoje, determinando a criação de vínculo trabalhista entre aplicativo de entrega (Loggi) e motoboys tende a ser revertida, mas vai provocar debate no final de semana – e certa insegurança jurídica. 

Também deve gerar polêmica a revelação de documentos indicando que a JBS teria a intenção de levar a sede da empresa para fora do Brasil. 

O efeito Queiroz

Retomada de investigações sobre Flavio Bolsonaro, pelo MP-RJ, mesmo que sob sigilo, levará o tema ao noticiário, particularmente no que se refere à associação do senador com o ex-assessor Fabrício Queiroz.

A temperatura do Fundo Eleitoral

Noticiário e análises de amanhã devem aumentar linha crítica a projeto da Câmara – quase consensual na Casa – que pretende elevar para R$ 3,8 bilhões o Fundo Eleitoral. Deputados sentirão a temperatura dos próximos dias e, a partir daí, será tomada a decisão de apostar na proposta ou abandoná-la. 

Carne, China e embaixada em Israel

Na política internacional, a conferir desdobramentos, amanhã, de: 1) Possibilidade de que a China acabe com taxas para importação de soja e carne de porco norte americanas; 2) Declarações de Eduardo Bolsonaro, hoje, salientando que embaixada brasileira em Israel ainda pode ser transferida para Jerusalém. 

Balança comercial e preços na China

Em relação aos indicadores internacionais, destaque para a China, com a divulgação, na segunda feira:

 1) Da Balança Comercial de novembro, que deve trazer resultados mais positivos que os de outubro, com superávit em torno de US$ 47 bilhões (contra US$ 42,02 bilhões no mês anterior), crescimento entre 1% e 1,5% de exportações (frente à queda de 0,9% em outubro) e recuo de aproximadamente  2% em importações (em comparação à retração precedente de 6,5%)

2)  Do Índice de Preços ao Consumidor de novembro, que tende para desaceleração, chegando até a casa de 0, 1%, contra 0,9% em outubro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.