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02.07.21

Operação sincronizada

Ao mesmo tempo em que os empresários da construção civil pressionam o ministro Paulo Guedes a zerar o imposto sobre o aço importado, o “braço político” do setor também se movimenta. Jader Barbalho costura um acordão no Senado para destravar o projeto de lei 1.498/2021, de sua autoria, que propõe isenção das alíquotas para a importação do insumo enquanto durar o estado de emergência na saúde pública. O que a indústria siderúrgica nacional pensa sobre o assunto? Perguntado, o Instituto Aço Brasil não se pronunciou.

Noves fora a atávica antipatia do ministro por renúncia fiscal de qualquer natureza, Guedes e cia. acham a discussão inócua. Com o reaquecimento da economia na China, o excedente de chapas e vergalhões no país para atender ao mercado externo reduziu drasticamente nos últimos meses. Consultado, o Ministério da Economia informou que “em relação ao setor mencionado, há pleitos pontuais que se encontram sob análise”.

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25.06.20

Voz da experiência

Se o governador Helder Barbalho ouvir os conselhos do pai, Jader Barbalho, o secretário de Saúde do Pará, Alberto Beltrame, está com os dias contados. Beltrame é investigado pela Polícia Federal por suspeita de irregularidades na compra de respiradores para o estado. Barbalho pai acha que o rebento tem que tirar esse assunto do seu colo o mais rapidamente possível.

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27.12.16

Coalizão tem limite

O PSDB corre o risco de perder um de seus cinco governadores. Simão Jatene, do Pará, resiste à proposta do presidente da sigla, Aécio Neves, de fechar um acordo com o PMDB, de Jader Barbalho, para as eleições de 2018. O senador mineiro defende uma chapa única, com Jader e Flexa Ribeiro (PSDB) disputando à reeleição ao Senado e um candidato tucano para o governo. No limite, Jatene prefere virar casaca a ter que dividir palanque com Jader, seu inimigo declarado.

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21.10.16

Província

 O senador Jader Barbalho furou a aliança entre o PMDB, seu partido, e o PSDB nas eleições em Belém. Decidiu apoiar o candidato Edmilson Rodrigues, do PSOL. Pior: é acusado pelos tucanos de usar seu jornal, o Diário do Pará, para detratar o candidato do PSDB, Zenaldo Coutinho.

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 Jader Barbalho tem cobrado de Eliseu Padilha, distribuidor-mor de cargos no governo de Michel Temer, o espaço que considera seu de direito. Até agora, Barbalho só colheu maus-tratos. O senador já contabiliza a perda da ingerência sobre a Eletronorte, com a iminente saída do atual presidente, Tito Cardoso. Ao mesmo tempo, não conseguiu emplacar o ex-senador Luiz Otavio Campos na Secretaria Nacional de Portos. O pupilo foi nomeado apenas para um cargo técnico nos Transportes. No bandejão de cargos servido pelo novo governo, Barbalho se queixa ainda da demora do Planalto em nomear mais de 30, isso mesmo, 30 indicações para postos de segundo escalão em estatais e autarquias do Pará, a exemplo de Sudam, Companhia Docas e Delegacia Regional do Trabalho.

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O presidente da Eletronorte, Tito Cardoso, foi eletrocutado, sem dó nem compaixão, pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Cardoso, apadrinhado do senador Jader Barbalho, será substituído por Vilmos Grunvald, ex-diretor da Celpa e indicado pelo senador tucano Flexa Ribeiro. A nomeação deverá sair nos próximos dias.

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 Paulo Rocha está cantando de galo que vai barrar as pretensões de Jader Barbalho de ter o apoio do PT para fazer o próximo prefeito de Belém e lançar seu filho, o ministro Helder Barbalho, como candidato a governador do Pará em 2018. O senador petista diz que já tem maioria no diretório da capital paraense para barrar a aliança com Jader. A ver se é só gogó.

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 Enquanto Jader Barbalho deriva para o grupo pró-Michel Temer, Helder Barbalho promete cerrar fileiras com o governo mesmo após deixar a Secretaria de Portos – sua saída do cargo está prevista para amanhã. Ou seja: há método e sintonia entre as famílias do PMDB. Sem qualquer vergonha do plágio, os Barbalho seguem rigorosamente o script assinado pelos Picciani – no qual Jorge morde e Leonardo assopra. Dessa maneira, os dois clãs peemedebistas cravam um duplo na loteria do impeachment. Se Dilma ficar, Helder e Leonardo arrastam seus pais de volta para o governo. Se Temer levar, caberá aos patriarcas fazer as honras da casa e conduzir o embarque dos rebentos na nova gestão.

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17.02.16

Jader x Temer

  A ala governista do PMDB cogita lançar a candidatura de Jader Barbalho à presidência do partido na convenção de março. Michel Temer, no cargo desde 2001, é favorito a mais uma reeleição.

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14.12.15

Jader Barbalho é um aliado sem porto seguro

  Como se não bastasse a perda definitiva do investment grade na relação com Michel Temer, Dilma Rousseff terminou a semana contabilizando outro downgrade na aliança com o PMDB, mais precisamente o PMDB de Jader Barbalho. O senador interpretou como um ataque direto e pessoal a decisão do governo de retirar o porto de Vila do Conde, no Pará, da relação de terminais licitados na última quinta-feira. A exclusão atingiu Jader na geografia e na genealogia. Filho do senador, o ministro de Portos, Helder Barbalho, trabalhou até o último instante para que Vila do Conde fosse incluída no leilão. Propôs, inclusive, uma ampliação do prazo de inscrição com o intuito de ganhar tempo para atrair as grandes tradings de soja que escoam a produção do Centro-Oeste pelo norte do país. Foi voto vencido. Na Hora H, o ministério do Planejamento jogou o porto de Vila do Conde para escanteio.  Os Barbalho não olham para a licitação da última quinta-feira, mas, sim, para 2016. O receio é que a decisão do governo comprometa o arrendamento de outras 21 áreas no Pará previamente incluídas no pacote de 93 terminais que deverão ser licitados ao longo do próximo ano. Será um desprestígio para o clã, que tanto tem trabalhado a favor do Planalto no Congresso. No ano que vem, o partido, ou melhor, Jader pretende lançar candidato próprio em diversas cidades portuárias do Pará, como Itaituba, Barcarena e Santarém.

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