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14.10.19

Guerra das “maquininhas”

A Rede, leia-se Itaú, vai recorrer ao Cade e à Justiça contra a GetNet, leia-se Santander. Uma fonte ligada à empresa informou ao RR que a disposição interna é partir para a guerra. A Rede acusa a GetNet de concorrência desleal por conta de um aplicativo recém lançado, que promete um arrastão sobre a clientela alheia. A tecnologia permite a portabilidade de estabelecimentos comerciais e pessoas físicas que utilizem “maquininhas” de cartão de outras operadoras. Ao anunciar a novidade, o presidente da GetNet, Pedro Coutinho, disse que queria provocar a concorrência. Já conseguiu.

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09.08.19

Uma união muito além das canções

Na contramão do marketing da beatitude disseminado pelo Itaú, o Bradesco buscou um tema terreno para a campanha motivacional junto aos seus funcionários. Não custa lembrar que, em maio, Candido Botelho Bracher estrelou uma peça publicitária que satanizava a concorrência e afirmava que o banco dos Setúbal tinha conexão com o céu. O Bradesco preferiu colocar os pés no chão. Usou a simplicidade como mote do filme protagonizado pelo presidente do Conselho de Administração, Luiz Carlos Trabuco, e pelo presidente do banco, Octavio de Lazari Junior. Ambos interpretam canções populares. A ideia é mostrar que as lideranças do Bradesco não diferem na essência dos seus comandados. Parafraseando Nietzsche, ficou demasiadamente humano assistir à dupla soltando a voz.

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04.07.19

Construção

O Kinea, braço de private equity do Itaú, concluiu a montagem de um novo fundo para investimentos em real estate. Calibre da munição: R$ 1,1 bilhão.

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27.05.19

O banco da inocência

O anúncio de beatificação do Itaú, pregando que os concorrentes do banco somente dão alegria e estímulo de vida, acabou por criar uma nova identidade para o mentor da peça publicitária, o comandante do conglomerado financeiro, Candido Botelho Bracher. Nos corredores do banco, ele ganhou divertido apelido: John Boy, personagem ingênuo da premiada série televisiva “Os Waltons”. Boy, ao final de todos os capítulos, sob um céu estrelado, dava boa noite a sua irmã, Mary Ellen. Os funcionários do Itaú, ao se encontrarem nos corredores, brincam entre si. “Boa noite Roberto Setúbal! Boa noite, Candinho!”

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17.05.19

Rumo à Bolsa

A venda de 20% da Wise Up para o Kinea, private equity do Itaú, foi apenas o primeiro ato. Os empresários Carlos Wizard e Flavio Augusto da Silva já pensam em um passo ainda maior: a abertura do capital da escola de idiomas em bolsa. No mercado, há quem vincule a própria chegada do Kinea ao iminente IPO. Consultado, o private equity garante que o investimento não tem qualquer relação com uma possível abertura de capital.

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15.05.19

Já se foi o tempo em que o Banco Itaú ganhava todas

Pode ser que o Itaú esteja ainda regurgitando a fusão com o Unibanco. Ou – quem sabe? – não é a crise de identidade provocada pela saída de Roberto Setúbal da presidência da instituição. Ou talvez seja simplesmente uma fuligem na engrenagem do banco dos engenheiros. Também pode ser o conjunto dessas variáveis.

O fato é que o Itaú tem tido uma queda recorrente de performance na geração de lucro líquido comparativamente à concorrência privada. Os “itaulatras” do mercado já começam a suspeitar que algo mudou, ou está mudando. Os números demonstram que desde o primeiro trimestre de 2018 – e sempre em comparação ao trimestre anterior – o Itaú vem perdendo a competição pela lucratividade com Bradesco e Santander. Ou seja: são cinco trimestres seguidos de um resultado inferior ao da concorrência, com uma única exceção: somente no primeiro trimestre de 2019, oItaú conseguiu superar o Santander,com crescimento de 8,1% no lucro líquido, contra 2,4% do Santander.

Mas o banco perdeu de lavada no período para o Bradesco (evolução do lucro líquido de 14,6%). É claro que esses percentuais precisam ser analisados com ressalvas, à luz de outras réguas e tecnicalidades. O Itaú é um colosso. Em outros indicadores, tais como o crescimento da carteira de crédito, perde e ganha – tem perdido mais, diga-se de passagem. E quando a comparação é pelo retorno anualizado sobre o PL Médio (ROE) – a “mãe de todos os indicadores” – o Itaú segue na frente em relação aos demais concorrentes privados. Mas pode se afirmar também que, em alguns casos, conta mais a ditadura da escala do que propriamente a gestão. A dúvida que sobressai das medições é se o banco não está com alguma ferrugem na sua máquina de gerar resultados. Que venham mais trimestres.

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04.04.19

Breakpoint contra o Itaú

Ganha uma entrada para o Hard Rock Stadium quem decifrar o enigma de Miami: por que o Itaú vem gastando tanto dinheiro com o patrocínio ao Master Series 1000 da cidade? Pode ser que a resposta seja uma exclusividade da esfinge do banco, Fernando Beyruti, CEO do International Private Bank do Itaú. O desembolso – estima-se que de aproximadamente US$ 6 milhões por ano – é considerado no mercado desproporcional vis-à-vis o custo-benefício, sobretudo pelo target a ser atingido. A maioria dos clientes do private bank do Itaú em Miami não seriam norte-americanos, mas, sim, brasileiros residentes na Flórida. Fica a impressão de que a instituição está descarregando uma verba excessiva para se “apresentar” a um público que já a conhece. Ressalte-se que o banco dos Setúbal já renovou o contrato de patrocínio com o Masters de Miami até 2024.

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26.03.19

Será a vez dos Villela no Itaú?

Pode ser que esteja chegando finalmente a vez de um “Villela” na presidência do Banco Itaú – o nome Unibanco é uma licença poética. O jovem CEO do Itaú para a América Latina, Ricardo Villela Marino, começou a se movimentar como efetivo candidato à sucessão de Cândido Bracher Botelho. Para quem não sabia, o maior acionista do banco não é o clã dos Setúbal, mas o dos Villela. Ricardo é filho de Milu (Maria de Lourdes Egydio Villela), por sua vez filha de Eudoro Libânio Villela, o grande nome pouco mencionado na história do Itaú. Em tempo: “Candinho” Bracher deixa o comando do banco no ano que vem, quando completará 62 anos, idade máxima para o exercício da presidência.

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07.02.19

“Robertrite”

O lucro ralo do Itaú Unibanco no quarto trimestre de 2018 – o resultado veio quase 2% abaixo da expectativa do mercado -, foi provocado por uma crise aguda de “robertrite”. Trata-se de uma tumoração supurada causada pela abstinência de Roberto Setubal. Segundo a rádio corredor do banco, não foi encontrada uma solução para o abscesso.

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05.02.19

Amarras

Quando perguntado se não seria melhor seguir sem as amarras do Itaú, o presidente da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, dá um sorriso de canto de boca, que parece dizer: “Eles que esperem.”

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