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10.12.20

Apetite redobrado

O empresário Carlos Wizard tem interesse em comprar a participação do Itaú Unibanco na International Meal Company (IMC), dona dos restaurantes Viena e Frango Assado. Nos últimos meses, o banco já reduziu sua fatia no capital de 19% para 8%. Com a aquisição, Wizard, por sua vez, passaria a ser o maior acionista do grupo, saindo de 9% para cerca de 17%.

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09.12.20

Boca do caixa

O Kinea, o braço de private private equity do Itaú, está prestes a fechar um novo fundo de mais de R$ 2 bilhões.

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09.11.20

Sucessão no Itaú provoca uma “rebelião dos perdedores”

O rejuvenescimento imposto pelo presidente do Itaú Unibanco, Candido Botelho Bracher, a sua própria sucessão soou como um mau trato junto aos principais colaboradores do banco. Bracher assinou a indicação de Milton Maluhy Filho para o comando da instituição, o primeiro CEO de um grande banco na faixa dos 40 anos de idade. Conforme o RR antecipou, o acionista Roberto Setubal ficou particularmente tocado com a decisão conduzida por Bracher. Setubal tinha um candidato próprio: Marcio Schettini, diretor geral de varejo do Itaú. Schettini, não custa lembrar, já vinha de uma frustração: era ele um dos fortes candidatos a assumir a presidência em substituição ao próprio Setubal. A opção de Bracher por Maluhy provocou uma “rebelião dos perdedores”. Ato contínuo, Schettini e Caio Ibrahim David, diretor geral de atacado, anunciaram sua saída do Itaú. Não custa registrar que o RR, na edição de 9 de setembro, antecipou que Schettini “cometeria haraquiri”, ou seja, deixaria o banco, caso não fosse o escolhido para o lugar de Bracher. Dito e feito. A debandada dos colaboradores históricos obrigou o Itaú a fazer um verdadeiro contorcionismo na comunicação para evitar que a dupla deserção fosslida e interpretada como aquilo que ela realmente é: uma “rebelião”.

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03.11.20

Difícil escolha

Foi doída a escolha, pá, do novo CEO do Itaú Unibanco. Especialmente para Roberto Setubal, um dos presidentes do Conselho de Administração, que tinha seu candidato do peito.

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19.10.20

O chairman FHC?

É forte o ti-ti-ti de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teria aceitado ser chairman do Grupo Itaú Unibanco. Não chegaria ser algo assim tão excepcional. O general Ernesto Geisel, o mais discreto e icônico dos presidentes da ditadura, foi chairman da Norquisa. Fernando Collor e Itamar Franco não entraram na fila porque certamente ninguém quis. Lula e Dilma por motivos óbvios, e Temer, também por problemas morais, não aspiram ao cargo. Sobrou para Fernando Henrique já na fase de velho sábio, também chamado de senex ou sophos. FHC tornou-se um arquétipo. Pois restou para o “Príncipe” resgatar a linhagem do ex-presidentes que vão ajudar empresas. Mas será que é um problema de grana?

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15.10.20

Classificados

Há uma oferta sem igual de salas de cinema no mercado. O Itaú-Unibanco está dando uma geral para ver o que encontra de comercializável. Vai acabar se tornando o padrinho do setor.

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09.10.20

Sinal de alerta

Os próprios bancos que assessoram a Natura – entre os quais Itaú e Bank of America – estão apreensivos com a demanda pela nova oferta de capital da empresa, no valor de até R$ 6,2 bilhões. As primeiras conversas com potenciais investidores não teriam sido das mais animadoras. Em tempo: desde que a operação foi anunciada, no último dia 2, a ação da Natura só opera em baixa: a queda acumulada está em 5%. Tomara que o mercado mude de direção porque a Natura é um baita negócio.

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09.09.20

Quem dá mais?

Há quem diga que o diretor geral de varejo do Itaú, Márcio Schettini, cometerá o harakiri se não for nomeado sucessor de Candido Botelho Bracher na presidência do banco. Schettini era um dos nomes mais prováveis na última rodada de mudanças. Agora é tido como certo. Pois bem, entenda-se o harakiri como a troca do Itaú por outra instituição financeira.

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17.08.20

Baixa caloria

Itaú e XP Gestão, sócios da IMC, não têm demonstrado apetite para acompanhar o aumento de capital da holding de restaurantes. O mais provável é a diluição de suas participações, que somam 27% da empresa. A capitalização é comandada pelo empresário Carlos Wizard, dono de 13% da IMC.

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04.05.20

O roto e o esfarrapado

A Rede, leia-se Itaú, estaria abastecendo o Cade com munição de sobra para incriminar o Santander e a Getnet, a empresa de maquininhas do grupo espanhol. Ambas são investigadas por práticas abusivas, entre elas venda casada de serviços. Não deixa de ser curioso: a credenciadora dos Setúbal também é alvo de processo no órgão antitruste.

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