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10.06.21

Itaú entra de sola em Rogério Caboclo

O RR teve a informação de que o Itaú ameaça romper o contrato de patrocínio à seleção brasileira caso Rogério Caboclo não seja afastado em definitivo da presidência da CBF. Caboclo se licenciou do cargo por 30 dias após ser acusado de assédio sexual contra uma funcionária. Consultado, o Itaú diz que “acompanhará de perto a apuração do caso e espera que a investigação seja profunda e célere.” Perguntado especificamente sobre a possível ruptura do contrato, o banco não se pronunciou. Itaú entra de sola em Rogério Caboclo.

Nos bastidores da CBF, um dos principais articuladores políticos do afastamento de Rogério Caboclo do cargo é Fernando Sarney. Guardadas as devidas proporções, a confederação é uma espécie de “Maranhão da bola” para o filho de José Sarney. Vice-presidente da CBF, Fernando manda e desmanda na entidade há mais de duas décadas.

 

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10.12.20

Apetite redobrado

O empresário Carlos Wizard tem interesse em comprar a participação do Itaú Unibanco na International Meal Company (IMC), dona dos restaurantes Viena e Frango Assado. Nos últimos meses, o banco já reduziu sua fatia no capital de 19% para 8%. Com a aquisição, Wizard, por sua vez, passaria a ser o maior acionista do grupo, saindo de 9% para cerca de 17%.

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09.12.20

Boca do caixa

O Kinea, o braço de private private equity do Itaú, está prestes a fechar um novo fundo de mais de R$ 2 bilhões.

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09.11.20

Sucessão no Itaú provoca uma “rebelião dos perdedores”

O rejuvenescimento imposto pelo presidente do Itaú Unibanco, Candido Botelho Bracher, a sua própria sucessão soou como um mau trato junto aos principais colaboradores do banco. Bracher assinou a indicação de Milton Maluhy Filho para o comando da instituição, o primeiro CEO de um grande banco na faixa dos 40 anos de idade. Conforme o RR antecipou, o acionista Roberto Setubal ficou particularmente tocado com a decisão conduzida por Bracher. Setubal tinha um candidato próprio: Marcio Schettini, diretor geral de varejo do Itaú. Schettini, não custa lembrar, já vinha de uma frustração: era ele um dos fortes candidatos a assumir a presidência em substituição ao próprio Setubal. A opção de Bracher por Maluhy provocou uma “rebelião dos perdedores”. Ato contínuo, Schettini e Caio Ibrahim David, diretor geral de atacado, anunciaram sua saída do Itaú. Não custa registrar que o RR, na edição de 9 de setembro, antecipou que Schettini “cometeria haraquiri”, ou seja, deixaria o banco, caso não fosse o escolhido para o lugar de Bracher. Dito e feito. A debandada dos colaboradores históricos obrigou o Itaú a fazer um verdadeiro contorcionismo na comunicação para evitar que a dupla deserção fosslida e interpretada como aquilo que ela realmente é: uma “rebelião”.

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03.11.20

Difícil escolha

Foi doída a escolha, pá, do novo CEO do Itaú Unibanco. Especialmente para Roberto Setubal, um dos presidentes do Conselho de Administração, que tinha seu candidato do peito.

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19.10.20

O chairman FHC?

É forte o ti-ti-ti de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teria aceitado ser chairman do Grupo Itaú Unibanco. Não chegaria ser algo assim tão excepcional. O general Ernesto Geisel, o mais discreto e icônico dos presidentes da ditadura, foi chairman da Norquisa. Fernando Collor e Itamar Franco não entraram na fila porque certamente ninguém quis. Lula e Dilma por motivos óbvios, e Temer, também por problemas morais, não aspiram ao cargo. Sobrou para Fernando Henrique já na fase de velho sábio, também chamado de senex ou sophos. FHC tornou-se um arquétipo. Pois restou para o “Príncipe” resgatar a linhagem do ex-presidentes que vão ajudar empresas. Mas será que é um problema de grana?

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15.10.20

Classificados

Há uma oferta sem igual de salas de cinema no mercado. O Itaú-Unibanco está dando uma geral para ver o que encontra de comercializável. Vai acabar se tornando o padrinho do setor.

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09.10.20

Sinal de alerta

Os próprios bancos que assessoram a Natura – entre os quais Itaú e Bank of America – estão apreensivos com a demanda pela nova oferta de capital da empresa, no valor de até R$ 6,2 bilhões. As primeiras conversas com potenciais investidores não teriam sido das mais animadoras. Em tempo: desde que a operação foi anunciada, no último dia 2, a ação da Natura só opera em baixa: a queda acumulada está em 5%. Tomara que o mercado mude de direção porque a Natura é um baita negócio.

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09.09.20

Quem dá mais?

Há quem diga que o diretor geral de varejo do Itaú, Márcio Schettini, cometerá o harakiri se não for nomeado sucessor de Candido Botelho Bracher na presidência do banco. Schettini era um dos nomes mais prováveis na última rodada de mudanças. Agora é tido como certo. Pois bem, entenda-se o harakiri como a troca do Itaú por outra instituição financeira.

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17.08.20

Baixa caloria

Itaú e XP Gestão, sócios da IMC, não têm demonstrado apetite para acompanhar o aumento de capital da holding de restaurantes. O mais provável é a diluição de suas participações, que somam 27% da empresa. A capitalização é comandada pelo empresário Carlos Wizard, dono de 13% da IMC.

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