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14.04.22

Bandeira amarela

Impasse à vista em Itaipu. Após antecipar o fim da bandeira de escassez hídrica, o governo brasileiro pressiona o Paraguai pela redução da tarifa da usina binacional, de US$ 22,60 o kW para US$ 18,97. Os paraguaios querem deixar tudo como está.

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24.03.22

Um aviso prévio do governo do Paraguai

O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados do Paraguai, Walter Harms, circulou discretamente por gabinetes de Brasília na semana passada. Na pauta, um único assunto: Itaipu. Entre as autoridades brasileiras, o parlamentar reforçou a certeza de que o governo paraguaio vai ser muito duro na renegociação do Tratado da hidrelétrica binacional, que vence em 2023.

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18.02.22

Comportas abertas

Autoridades do setor elétrico do Brasil e do Paraguai negociam o aumento da vazão no reservatório da hidrelétrica de Itaipu a partir da próxima semana. A medida tem como objetivo viabilizar a navegabilidade no Rio Paraná. A pressão de companhias de navegação sobre os governos dos dois países é grande. Há centenas de barcaças carregadas de grão paradas nos terminais ao longo do manancial. O rio registra a pior estiagem em 70 anos.

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04.02.22

Basta aprender com o antecessor

Uma das primeiras missões do vice-almirante Anatalício Risen Jr. na presidência de Itaipu será domar a pressão de parlamentares do Paraná e do Mato Grosso. Integrantes das duas bancadas querem que a estatal inicie ainda neste semestre a construção da ponte entre Paranavaí (PR) e Taquarussu (MS), estimada em R$ 850 milhões. Em ano eleitoral, não falta quem queira posar de pai da obra. Ressalte-se que, nos bastidores, a inabilidade política é apontada como o principal fator para a saída do general João Francisco Ferreira, antecessor de Risen Jr., do comando de Itaipu.

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08.11.21

Hidrelétrica de Itaipu sofre um curto-circuito bilateral

Há novas faíscas diplomáticas entre Brasil e Paraguai relacionadas à Usina de Itaipu. O estopim é a recém-criada Comissão Binacional de Contas, que reúne órgãos de controle dos dois países. Em tese, o colegiado bipartite foi instituído para fiscalizar as finanças da hidrelétrica. No entanto, do lado paraguaio, a Comissão está sofrendo uma espécie de “desvio de função”. Nos círculos diplomáticos, o governo Bolsonaro acusa a gestão do presidente Mario Abdo Benitez de estar usando o colegiado, ao menos sua metade, na tentativa de interferir na gestão de Itaipu e pressionar a direção da empresa a quitar uma suposta dívida com o Paraguai. O país vizinho cobra do Brasil uma indenização de US$ 4,1 bilhões por perdas que teria sofrido nos anos 80 e 90 com a venda de energia da usina. Diante da divergência, o governo Bolsonaro já cogita até mesmo trabalhar pela dissolução da Comissão Binacional. Procurada, Itaipu informou que “eventuais demandas do Estado paraguaio ao Estado brasileiro e vice-versa, decorrentes de negociações para a revisão do Anexo C ou de outras situações, são tratadas exclusivamente entre os Ministérios de Relações Exteriores dos dois países”. Consultado, o Itamaraty não se pronunciou.

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14.05.21

Comportas fechadas

O Ministério de Minas e Energia negou o pedido do governo do Paraguai para a abertura das comportas de Itaipu – informação confirmada ao RR pela própria Pasta. Ou seja: os paraguaios terão de encontrar outra solução para melhorar a navegabilidade do Rio Paraná, afetada pelas fortes secas. A situação é delicada: centenas de balsas estão paradas em portos fluviais do país vizinho.

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24.03.21

Fio desencapado em Itaipu

O general João Francisco Ferreira, futuro presidente de Itaipu, assumirá o cargo com uma bola dividida pela frente. Segundo fonte próxima à empresa, o governo do Paraguai, sócio da usina, alega que a Eletrobras teria uma dívida de cerca de US$ 70 milhões com a hidrelétrica. Consultada, Itaipu não se manifestou, pedindo que a questão fosse confirmada com a Eletrobras. Esta, por sua vez, disse que “Qualquer posicionamento a respeito deste assunto será oportunamente comunicado ao mercado por meio dos instrumentos cabíveis”.

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22.01.21

Um fio desencapado em Itaipu

Há um curto-circuito diplomático em Itaipu. O RR apurou que o governo do Paraguai está exigindo que a hidrelétrica binacional repasse US$ 200 milhões para a estatal Administración Nacional de Eletricidad (Ande). Os paraguaios querem o olho por olho dente por dente. No último dia 11 de dezembro, o Conselho de Administração de Itaipu aprovou a transferência de igual valor à brasileira Furnas.

Além do dinheiro, o Paraguai reivindica os mesmos termos do acordo firmado com a estatal brasileira, com o repasse feito ao longo dos próximos 60 meses. De acordo com a mesma fonte, diante da pressão a diretoria de Itaipu já informou aos paraguaios que o pleito será analisado pelo Conselho da empresa em fevereiro. O episódio é um fio solto que já antecipa a tensão esperada para 2023, quando Brasil e Paraguai terão de renovar o Tratado Bilateral de Itaipu.

Há forte pressão política do outro lado da fronteira: os paraguaios cobram do presidente Mario Abdo Benitez uma postura mais firme nas negociações com o governo brasileiro. Ainda que o repasse à Ande venha a ser aprovado, a decisão não apagará o mal-estar causado pelo caso. O governo do Paraguai alega não ter sido consultado sobre a operação financeira. Procurada, Itaipu confirma o repasse dos recursos para Furnas. A empresa nega que o governo paraguaio não tenha tomado conhecimento prévio da operação: “Todos os repasses de verbas e investimentos, como nesse caso do convênio com Furnas, precisam ser aprovados binacionalmente”. Sobre o pleito dos paraguaios de transferência para a Ande, Itaipu limitou-se a dizer que “a mesma quantia poderá ser empregada no sistema elétrico do país vizinho”.

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23.10.20

Alta tensão

Mais um indício de que o governo Bolsonaro enfrentará uma dura queda de braço com o Paraguai em relação a Itaipu. O presidente paraguaio, Mario Abdo Benitez, indicou o ministro das Relações Exteriores, Frederico González, para o Conselho da hidrelétrica binacional. González é um ferrenho defensor de que o Paraguai venda a terceiros a cota da energia de Itaipu que lhe cabe. O Brasil é contra.

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12.06.20

PIB Itaipu

Em meio à pandemia, Itaipu vai lançar o que promete ser uma das mais concorridas e cobiçadas licitações públicas do ano. Em jogo, a atualização tecnológica dos equipamentos da usina, um serviço estimado em US$ 1 bilhão. A maior parte dos sistemas da hidrelétrica remonta aos anos 70 e 80.

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