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02.05.22

Para que mexer nisso agora?

Líderes evangélicos estão pressionando Jair Bolsonaro a retomar uma polêmica promessa de início de mandato que ficou pelo caminho: a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

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O Ministério das Comunicações estuda enviar uma delegação a Israel para analisar uma tecnologia de luminárias públicas inteligentes com conexão 5G. Espera-se que não seja desperdício de dinheiro público. Na última vez que o governo mandou uma comitiva a Israel foi para avaliar um suposto spray nasal contra a Covid, que jamais saiu do papel.

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05.07.21

Bolsonaro rumo a Israel

O Itamaraty iniciou tratativas para um encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, ainda neste ano. Trata-se de um movimento importante no tabuleiro da diplomacia, uma vez que o antecessor de Bennett, Benjamin Netanyahu, era considerado um dos aliados estratégicos do governo brasileiro no cenário internacional. Em tempo: sem Donald Trump na Casa Branca, é provável que Bolsonaro deixe de lado a promessa de transferir a Embaixada de Tel-Aviv para Jerusalém.

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02.03.20

Bolsa Família e agenda social

Termômetro

Acontece amanhã a primeira audiência, na Câmara, de Comissão – “patrocinada” por Rodrigo Maia – que discutirá a reformulação do Bolsa Família.

A audiência trará mais clareza sobre propostas para ampliação do programa e servirá, também, para marcar o lançamento de uma agenda social do Congresso. Ao mesmo tempo, trará informações importantes sobre a disposição de deputados em relação ao governo: pode haver aceno para composição ou críticas veladas a problemas no programa e falta de agenda do Planalto na área.

A batalha do Orçamento

Justamente, há expectativa de que entre em pauta, amanhã, o atual epicentro de embate entre o governo federal e o Congresso: a votação de vetos presidenciais ao orçamento impositivo na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Não se pode descartar acordo, mas, ao que tudo indica, a hipótese se tornou improvável e o Planalto tentará vitória na base do voto. Cenário é positivo no Senado, mas imprevisível na Câmara.

Vitória do governo seria lida como fruto de pressão das ruas, enquanto derrota, como falência da articulação política – e combustível para manifestações previstas para o próximo dia 15.

A prisão em segunda instância e a força política de Moro

Também nesta terça, haverá nova audiência da Comissão Especial que analisa a prisão após condenação em segunda instância. O tema perdeu um pouco de tração no início de ano, ofuscado por polêmicas do governo federal e pelo coronavírus. Audiência será termômetro para chances de que o projeto evolua em 2020 – bem como para força do ministro Moro no Congresso.

Coronavírus: controle na saúde e efeitos econômicos

Apesar de multiplicação de casos sob suspeita, salvo uma leva de confirmações simultâneas, panorama acerca do coronavírus na área de saúde deve se manter sob controle, amanhã. Por outro lado, vão se aprofundar ilações sobre possibilidade – e extensão – de contágio dentro do Brasil, caso ocorra, e efeitos econômicos. Tanto os que já se fazem sentir quanto os que podem ser projetados até o final do ano, com efeitos sobre o PIB e sobre a política econômica.

Paralelamente, vão crescer na mídia a pressão por reformas, que seriam contraponto para evitar perda de investimentos e volatilidade do mercado.

As eleições em Israel e as primárias nos EUA

Na política internacional, foco amanhã estará em resultados da eleição em Israel – pesquisas de boca de urna indicam vitória apertada de Benjamin Netanyahu – e na realização da “Superterça”, nos EUA, que deve afunilar a corrida interna do Partido Democrata para dois candidatos (provavelmente Bernie Sanders e Joe Biden).

Economia na China e inflação europeia

Em relação aos indicadores internacionais, destaque nesta terça para: 1) O PMI Composto (Indústria e Serviços) de fevereiro na China, que deve trazer forte recuo (de 51,5 para 47,2), refletindo os efeitos do coronavírus na economia; 2) O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Zona do Euro, para o qual também de projeta retração (de 1,4% para 1,2%, na taxa anualizada).

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