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09.10.20

Engavetamento

Caso o STJ confirme a cassação da licença da Linha Amarela – o julgamento está previsto para ocorrer ainda neste mês -, a Invepar vai partir definitivamente para a briga com a Prefeitura do Rio. A empresa pretende cobrar uma indenização bilionária ao município pela perda da concessão. O pedido se baseará nas perdas de receita que a Invepar teria até 2037, data de vencimento da licença.

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24.09.20

Fundos de pensão preparam seu desembarque da Invepar

A cassação da licença da Linha Amarela (Lamsa) pela Prefeitura do Rio foi a gota d ́água. Previ, Petros e Funcef, donas de 75% do capital da Invepar, discutem a venda do controle do grupo. De acordo com a fonte do RR, potenciais interessados, a exemplo da canadense Brookfield e da espanhola Arteris, já estariam sendo contatados. A perda da Lamsa, um de seus principais negócios, e o impacto negativo da pandemia sobre suas concessões (entre as quais o aeroporto de Guarulhos e o Metrô do Rio) formaram a tempestade perfeita.

Entre abril e junho, já sob os efeitos do isolamento social sobre o setor de transporte público, a Invepar teve uma queda de 49% em sua receita líquida no comparativo com igual período em 2019. No mesmo intervalo, o Ebitda despencou de R$ 462 milhões para R$ 19 milhões. Some-se ainda a pressão de uma dívida de R$ 7,5 bilhões, metade dela com vencimento em até 12 meses. Deixar a Invepar agora é vender na baixa. Paciência!

Os fundos de pensão não querem viver uma nova Paranapanema ou um Complexo de Sauípe, para citar exemplos nos quais o dinheiro da previdência privada foi torrado. O maior temor de Previ, Petros e Funcef é ter de fazer um aporte emergencial na Invepar. Não custa lembrar que, há cerca de dois anos, a trinca chegou a abrir negociações com o Mubadala e a CCR para a venda da Invepar. No entanto, não houve consenso quanto ao valor do negócio. De lá para cá, a situação da empresa se agravou. A Invepar teve de postergar o pagamento da outorga do Aeroporto de Guarulhos e já cogitou, inclusive, devolver a licença para a União.

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09.07.20

Guarulhos opera por aparelhos

A Invepar está no meio de uma queda de braço com os bancos para renegociar o pagamento de dívidas da GRU Airport, a operadora do aeroporto de Guarulhos. Só em debêntures são R$ 300 milhões. Desde o ano passado, a concessionária vem enfrentando dificuldades para honrar o pagamento das parcelas do contrato de outorga. O que já era ruim ficou ainda pior com a pandemia: no segundo trimestre do ano, a movimentação de passageiros em Guarulhos caiu 88% em relação ao mesmo período em 2019.

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08.06.20

M&A sobre trilhos

No que depender dos fundos abutres acionistas da Invepar, só há um caminho para contornar a crise financeira do Metrô-Rio com a pandemia: juntar seus trilhos aos da Supervia, a empresa de trens urbanos controlada pela Mitsui.

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28.05.20

Prejuízo multimodal

O pleito dos investidores privados ao Ministério da Infraestrutura pela repactuação dos contratos de concessões de transportes já ganhou a alcunha de “Plano Invepar”. A pandemia pegou a holding por quase todos os lados: metrô do Rio, Aeroporto de Guarulhos e rodovias. Em média, a queda do faturamento das subsidiárias do grupo já passa dos 80% desde o início da quarentena.

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13.04.20

Contagem regressiva

O metrô do Rio, leia-se Invepar, só teria caixa para suportar a atual circunstância até a primeira quinzena de maio. A receita do metrô caiu mais de 6o% com o isolamento.

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02.04.20

Invepar derrapa em Guarulhos

No rastro do coronavírus, as negociações entre a Invepar e o Ministério da Infraestrutura para a renovação antecipada da concessão do aeroporto de Guarulhos perderam altitude. Segundo o RR apurou, a Goldman Sachs, contratada pela companhia para reavaliar seus ativos, já teria recomendando a venda da operação tão logo o cenário permita. Previ, Petros e Funcef, controladores da Invepar, sempre foram favoráveis à permanência em Guarulhos. Mas os ventos mudaram de direção. Além da grave crise no setor de aviação civil, há outra motivação para o negócio. Seria uma forma de aproveitar a janela aberta pela Medida Provisória 925, que suspendeu a cobrança de outorgas das concessões aeroportuárias até dezembro.

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30.03.20

Tarcísio Freitas lança operação “SOS rodovias”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, prepara uma Medida Provisória na tentativa de amortecer o impacto do novo coronavírus sobre as concessões rodoviárias. A principal medida deverá ser a suspensão da cobrança das outorgas fixas e variáveis previstas nos contratos, provavelmente até dezembro – nos moldes da MP 925, voltada ao setor aeroportuário. O governo planeja também uma flexibilização das exigências de investimento, com um prazo maior para o cumprimento de projetos de expansão e modernização de rodovias.

Com as restrições à circulação em vários estados do país, o fluxo das rodovias nacionais despencou, em média, 60%. Tarcisio Freitas e sua equipe temem que o efeito cascata decorrente da Covid-19 provoque uma onda de devoluções de licenças. Um movimento como este seria um problema a presente e a futuro, dado o seu potencial de retardar ainda mais o processo de retomada de investimentos de infraestrutura. A maior preocupação do Ministério de Infraestrutura é um bloco de concessões realizadas em 2013, no governo Dilma, entre as quais figuram a BR163 (CCR) e a BR-040 (Invepar).

São operações altamente deficitárias e já com dívidas acumuladas com a União. Elas carregam problemas congênitos do próprio modelo de licitação: o do menor pedágio. Todas jogaram suas tarifas lá para baixo para ganhar o leilão e nunca deram lucro. Há também outros exemplos de fragilidade no setor: é o caso da Rodovias do Tietê, que está em recuperação judicial, com uma dívida superior a R$ 1,6 bilhão.

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24.03.20

Operação Guarulhos

Um fundo de investimentos árabe estaria negociando a compra da participação da Invepar na operadora do aeroporto de Guarulhos. O ativo se tornou atraente com a Medida Provisória 925, que congela até dezembro o pagamento das outorgas fixas da concessão. Os fundos abutre liderados pelo Aurelius que assumiram 25% da Invepar são os principais defensores da venda da participação em Guarulhos.

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11.03.20

Estrada de mão dupla

A Monte Equity Partners avança sobre a participação de 50% da Invepar na Concessionária Bahia Norte, que administra 130 km de rodovias no estado nordestino – informação confirmada ao RR pela gestora. A empresa já comprou os outros 50% que pertenciam à OTP (Odebrecht).

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