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08.06.20

M&A sobre trilhos

No que depender dos fundos abutres acionistas da Invepar, só há um caminho para contornar a crise financeira do Metrô-Rio com a pandemia: juntar seus trilhos aos da Supervia, a empresa de trens urbanos controlada pela Mitsui.

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28.05.20

Prejuízo multimodal

O pleito dos investidores privados ao Ministério da Infraestrutura pela repactuação dos contratos de concessões de transportes já ganhou a alcunha de “Plano Invepar”. A pandemia pegou a holding por quase todos os lados: metrô do Rio, Aeroporto de Guarulhos e rodovias. Em média, a queda do faturamento das subsidiárias do grupo já passa dos 80% desde o início da quarentena.

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13.04.20

Contagem regressiva

O metrô do Rio, leia-se Invepar, só teria caixa para suportar a atual circunstância até a primeira quinzena de maio. A receita do metrô caiu mais de 6o% com o isolamento.

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02.04.20

Invepar derrapa em Guarulhos

No rastro do coronavírus, as negociações entre a Invepar e o Ministério da Infraestrutura para a renovação antecipada da concessão do aeroporto de Guarulhos perderam altitude. Segundo o RR apurou, a Goldman Sachs, contratada pela companhia para reavaliar seus ativos, já teria recomendando a venda da operação tão logo o cenário permita. Previ, Petros e Funcef, controladores da Invepar, sempre foram favoráveis à permanência em Guarulhos. Mas os ventos mudaram de direção. Além da grave crise no setor de aviação civil, há outra motivação para o negócio. Seria uma forma de aproveitar a janela aberta pela Medida Provisória 925, que suspendeu a cobrança de outorgas das concessões aeroportuárias até dezembro.

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30.03.20

Tarcísio Freitas lança operação “SOS rodovias”

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, prepara uma Medida Provisória na tentativa de amortecer o impacto do novo coronavírus sobre as concessões rodoviárias. A principal medida deverá ser a suspensão da cobrança das outorgas fixas e variáveis previstas nos contratos, provavelmente até dezembro – nos moldes da MP 925, voltada ao setor aeroportuário. O governo planeja também uma flexibilização das exigências de investimento, com um prazo maior para o cumprimento de projetos de expansão e modernização de rodovias.

Com as restrições à circulação em vários estados do país, o fluxo das rodovias nacionais despencou, em média, 60%. Tarcisio Freitas e sua equipe temem que o efeito cascata decorrente da Covid-19 provoque uma onda de devoluções de licenças. Um movimento como este seria um problema a presente e a futuro, dado o seu potencial de retardar ainda mais o processo de retomada de investimentos de infraestrutura. A maior preocupação do Ministério de Infraestrutura é um bloco de concessões realizadas em 2013, no governo Dilma, entre as quais figuram a BR163 (CCR) e a BR-040 (Invepar).

São operações altamente deficitárias e já com dívidas acumuladas com a União. Elas carregam problemas congênitos do próprio modelo de licitação: o do menor pedágio. Todas jogaram suas tarifas lá para baixo para ganhar o leilão e nunca deram lucro. Há também outros exemplos de fragilidade no setor: é o caso da Rodovias do Tietê, que está em recuperação judicial, com uma dívida superior a R$ 1,6 bilhão.

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24.03.20

Operação Guarulhos

Um fundo de investimentos árabe estaria negociando a compra da participação da Invepar na operadora do aeroporto de Guarulhos. O ativo se tornou atraente com a Medida Provisória 925, que congela até dezembro o pagamento das outorgas fixas da concessão. Os fundos abutre liderados pelo Aurelius que assumiram 25% da Invepar são os principais defensores da venda da participação em Guarulhos.

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11.03.20

Estrada de mão dupla

A Monte Equity Partners avança sobre a participação de 50% da Invepar na Concessionária Bahia Norte, que administra 130 km de rodovias no estado nordestino – informação confirmada ao RR pela gestora. A empresa já comprou os outros 50% que pertenciam à OTP (Odebrecht).

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06.03.20

Bifurcação

A Invepar está rachada: os fundos abutres que assumiram a participação da OAS, entre os quais o temível Aurelius, pressionam pela venda de ativos, a começar pela participação no aeroporto de Guarulhos. Previ, Petros e Funcef são contra. Para todos os efeitos, o trio é soberano, com seus 75% do capital. Mas, o ambiente interno é ruim.

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13.02.20

Desembarque triplo

Previ, Funcef e Petros reabriram discussões para a venda em bloco da sua participação na Invepar. A operação se
no bojo do processo de desmobilização de participações acionárias de fundos de pensão e bancos estatais que tem marcado o governo Bolsonaro. A trinca detém 75% do capital da holding de concessões.

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28.01.20

Invepar em busca de dinheiro

A Invepar quer reduzir sua participação na Grupar, consórcio privado que controla a concessão do aeroporto de Guarulhos. O grupo tenta empurrar parte das ações para sua sócia no negócio, a sul-africana Airports Company. A Invepar detém 80% da Grupar, por sua vez, dona de 51% da concessionária de Guarulhos. A companhia não tem escolha. Precisa fazer dinheiro para reduzir um passivo que beira os R$ 10 bilhões.

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