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08.09.21

Convergência divergente

O Yosemite, uma espécie de condomínio de credores que ficou com a participação da OAS na Invepar, voltou a fazer pressão pela venda do controle da empresa. Não que Petros, Previ e Funcef, donas de 75%, não queiram. A questão é o momento: os ativos de infraestrutura de transporte estão longe do seu melhor valuation em meio à pandemia.

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05.07.21

Saída em bloco

Previ, Petros e Funcef reabriram conversações para a venda conjunta das suas participações na Invepar. Segundo o RR apurou, a maior pressão pelo negócio vem do fundo de pensão do BB.

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03.02.21

Agora vai?

O RR apurou que o Mubadala voltou à carga para comprar a Invepar. A retomada das conversações se dá na esteira da iminente solução para o imbroglio da Linha Amarela.

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02.12.20

Uma saída para a Linha Amarela?

A vitória de Eduardo Paes no Rio trouxe uma luz no fim do túnel para a Invepar. A companhia, controlada por Previ, Petros e Funcef, abriu um canal de interlocução com Paes na tentativa de suspender a cassação da licença da Linha Amarela e consequentemente a batalha judicial com a Prefeitura. O caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça depois que o atual prefeito, Marcelo Crivella, decidiu tomar a concessão da via expressa da Invepar.

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30.10.20

Estrada esburacada

O contencioso entre a Invepar e a Prefeitura do Rio em torno da Linha Amarela vai cair no colo do sucessor de Marcello Crivella – caso, ele não vença a eleição. O próprio comando da empresa, segundo o RR apurou, dá como certo que o veredito do STJ sobre a cassação ou não da concessão só sairá em 2021, sobretudo depois do pedido de vista do processo pelo ministro João Otávio de Noronha. E depois ainda perguntam por que há tantas licitações de infraestrutura encalhadas no Brasil.

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09.10.20

Engavetamento

Caso o STJ confirme a cassação da licença da Linha Amarela – o julgamento está previsto para ocorrer ainda neste mês -, a Invepar vai partir definitivamente para a briga com a Prefeitura do Rio. A empresa pretende cobrar uma indenização bilionária ao município pela perda da concessão. O pedido se baseará nas perdas de receita que a Invepar teria até 2037, data de vencimento da licença.

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24.09.20

Fundos de pensão preparam seu desembarque da Invepar

A cassação da licença da Linha Amarela (Lamsa) pela Prefeitura do Rio foi a gota d ́água. Previ, Petros e Funcef, donas de 75% do capital da Invepar, discutem a venda do controle do grupo. De acordo com a fonte do RR, potenciais interessados, a exemplo da canadense Brookfield e da espanhola Arteris, já estariam sendo contatados. A perda da Lamsa, um de seus principais negócios, e o impacto negativo da pandemia sobre suas concessões (entre as quais o aeroporto de Guarulhos e o Metrô do Rio) formaram a tempestade perfeita.

Entre abril e junho, já sob os efeitos do isolamento social sobre o setor de transporte público, a Invepar teve uma queda de 49% em sua receita líquida no comparativo com igual período em 2019. No mesmo intervalo, o Ebitda despencou de R$ 462 milhões para R$ 19 milhões. Some-se ainda a pressão de uma dívida de R$ 7,5 bilhões, metade dela com vencimento em até 12 meses. Deixar a Invepar agora é vender na baixa. Paciência!

Os fundos de pensão não querem viver uma nova Paranapanema ou um Complexo de Sauípe, para citar exemplos nos quais o dinheiro da previdência privada foi torrado. O maior temor de Previ, Petros e Funcef é ter de fazer um aporte emergencial na Invepar. Não custa lembrar que, há cerca de dois anos, a trinca chegou a abrir negociações com o Mubadala e a CCR para a venda da Invepar. No entanto, não houve consenso quanto ao valor do negócio. De lá para cá, a situação da empresa se agravou. A Invepar teve de postergar o pagamento da outorga do Aeroporto de Guarulhos e já cogitou, inclusive, devolver a licença para a União.

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09.07.20

Guarulhos opera por aparelhos

A Invepar está no meio de uma queda de braço com os bancos para renegociar o pagamento de dívidas da GRU Airport, a operadora do aeroporto de Guarulhos. Só em debêntures são R$ 300 milhões. Desde o ano passado, a concessionária vem enfrentando dificuldades para honrar o pagamento das parcelas do contrato de outorga. O que já era ruim ficou ainda pior com a pandemia: no segundo trimestre do ano, a movimentação de passageiros em Guarulhos caiu 88% em relação ao mesmo período em 2019.

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08.06.20

M&A sobre trilhos

No que depender dos fundos abutres acionistas da Invepar, só há um caminho para contornar a crise financeira do Metrô-Rio com a pandemia: juntar seus trilhos aos da Supervia, a empresa de trens urbanos controlada pela Mitsui.

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28.05.20

Prejuízo multimodal

O pleito dos investidores privados ao Ministério da Infraestrutura pela repactuação dos contratos de concessões de transportes já ganhou a alcunha de “Plano Invepar”. A pandemia pegou a holding por quase todos os lados: metrô do Rio, Aeroporto de Guarulhos e rodovias. Em média, a queda do faturamento das subsidiárias do grupo já passa dos 80% desde o início da quarentena.

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