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12.05.22

Haddad é a carta na manga para o Ministério da Economia

Se não emplacar na eleição para o governo de São Paulo, Fernando Haddad é candidataço ao posto de ministro da Economia caso Lula venha a ser eleito. A expectativa criada pelo ex-presidente em relação ao programa econômico e ao nome do seu  ministro da Fazenda – Lula disse que só anunciará ambos “depois que ganhar as eleições” – é compreendida nas internas como “Operação Esperando Haddad”. O ex-ministro de Lula, e quem sabe futuro, não é o Godot da peça de Samuel Beckett.

Está com meio pé na missão. Haddad é entrosado com a turma do Insper, notadamente o presidente, Marcos Lisboa, que perfilou como secretário de política econômica no governo Lula. Já tem staff para a eventual missão. Haddad circula na área empresarial, tem uma pegada acadêmica e é tido como um negociador político plácido e conciliador.

É quase um liberal, um “mini FHC”. Ah, mas diria o mercado, em uma imaginária peça de Beckett: esperar Haddad tanto tempo é uma eternidade. Talvez não. Lembrais-vos do anúncio de Henrique Meirelles para o Banco Central. Lula só confirmou a escolha no dia 12 de dezembro de 2002, ou seja, apenas 20 dias antes de assumir a Presidência. Em tempo: o petista já tem seu presidente do BC, que atende por Roberto Campos Neto. Mas, para Haddad assumir o comando da política econômica, o PT terá de perder São Paulo, o maior PIB do Brasil.

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09.11.21

Cavalo perdedor

Marcos Lisboa tem abastecido Ciro Gomes com ideias e projetos na área econômica. Não consta que use a infraestrutura do Insper, do qual é presidente, na colaboração com Ciro. Também não vai fazer diferença. Será a segunda vez que Lisboa aposta no cavalo errado.

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28.05.21

Será que o “endinheirado” Insper precisa de IPO?

Há gente encrustada no Insper que garante a existência de estudos para a abertura do capital da instituição. O objetivo seria levantar recursos para entrar na corrida pela compra de empresas de ensino. O RR registra a informação, porque o assunto está sendo comentado, mas não acredita muito que o Insper siga esse curso. Até porque recursos não chegam a ser um grande problema para o instituto, lastreado, diretamente, na grana do dono, Cláudio Haddad, e indiretamente, no ervanário do trio Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles.

Em 2020, Jorge Paulo retornou à posição de homem mais rico do Brasil, perdida em 2019, segundo a revista Forbes. Os demais integrantes do trio calafrio também estão no ranking entre os mais afortunados do planeta. Cláudio Haddad não consta na lista dos triliardários globais, mas é dono de um pecúlio respeitável. Ou seja: o Insper está bem hedgeado. Além do que, trata-se de um feudo da turma, que pode também ser usado como ator influente no jogo político, tendo em vista a disposição dos seus dirigentes em “colaborar” com qualquer governo, em qualquer tempo. Ou seja: caso entrasse na bolsa de valores e se submetesse às regras de mercado, o Insper estaria perdendo sua total independência. Pode ser até que role. Mas o RR não acredita nisso.

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22.01.21

Conspiração

O economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, está conspirando febrilmente com Rodrigo Maia. Há a encomenda de um plano alternativo ao do ministro Paulo Guedes.

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07.01.21

O dia em que o Insper saiu do ar

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, de uma certa forma, se inspirou em Jair Bolsonaro. O mandatário afirmou que o “Brasil está quebrado e não consegue fazer nada”. Lisboa, com outras palavras, também disse que não consegue fazer nada, até porque não é possível resolver retroativamente o tilt no seu sistema on line de vestibular. Só resta lamentar. O Insper tentou inovar com provas customizadas, mas a informática capenga deixou candidatos de fora. O constrangimento foi enorme. Lisboa pediu desculpas três vezes em uma live sobre o assunto. A emenda foi pior do que o soneto. Ficou no ar a impressão de que uma instituição tida como de excelência não está apta a lidar com o meio digital.

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17.07.20

Lisboa e a ressurreição de Haddad

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, atira para todos os lados, sem maiores pruridos. Lisboa quer ser ministro da Fazenda. De qualquer governo. Ofereceu-se para colaborar com o professor e virtual candidato às eleições presidenciais pelo PT Fernando Haddad. O petista pertence aos quadros da instituição de ensino. Não há nada que indique, hoje, uma vantagem comparativa de Haddad em relação à única candidatura certa ao sufrágio de 2022, a do presidente Jair Bolsonaro; nem sobre os demais potenciais aspirantes, Luciano Huck, Ciro Gomes, Sergio Moro, João Dória e Flavio Dino. É puro oportunismo. Se surgir algum candidato de última hora, “Marquinhos” está pronto para contribuir no seu programa econômico.

Por falar em Insper, a instituição tem namorado o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli. As conversas se dariam em torno do ingresso do professor nos cursos de educação continuada. Ao que parece, nada que seja necessário um bom diploma. Tudo indica que há terceiras ou quartas intenções entre as partes, caso se concretize o convite. Procurado pelo RR, o Insper não retornou até o fechamento desta edição.

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03.12.19

O samba do crioulo doido das projeções econômicas

IBGE, FGV, Caged, Ipea, Fipe, Insper e mais uma série de institutozinhos, junto a departamentos de pesquisas de bancos comerciais e de atacado e auditoras internacionais, estão fazendo um sarapatel das tendências macroeconômicas e setoriais na economia. Cada um dos doutos fenomenologistas usam recortes temporários e dados distintos, metodologias desencontradas, base estatística diferenciada e modelos econométricos divergentes e até clipping. As projeções sobem e descem ao gosto de métodos cujos critérios não se encontram sequer no infinito. No mesmo dia em que um instituto diz que a tendência do emprego, por exemplo, com base nos números refogados do PNAD, está melhorando, vai um institutozinho e, após temperar o refogado, diz que as expectativas são outras. Nesta última semana o placar foi de 67% para as tendências positivas na economia contra 33% contrárias. Na semana anterior, contudo, a distância foi próxima do empate. É verdade que as tendências na economia são muito dinâmicas, mas o frenesi de projeções mais  atrapalha do que permite vislumbrar o futuro. Talvez o sex appeal que as previsões tenham junto às mídias esteja estimulando a produção maciça dessa informação que não confirma nada e que ninguém cobra porque desinformou tanto. Na versão plebeia do slogan de James Bond, os institutos e institutozinhos têm licença para errar. Nesse cenário de carrossel de tendências, melhor se fiar no Boletim Focus, que acerta pouco, mas pelo menos não muda toda hora.

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18.03.19

Rito de passagem

O ex-presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, pode aterrissar no Insper. Ilan tem uma quarentena a cumprir. Ficaria na universidade o tempo necessário para retornar ao mercado financeiro. Ilan deixou o BC com ares de um Paul Volcker tupiniquim.

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30.01.19

Insper também busca seu lugar ao sol

O pessoal do Insper gostaria de colaborar mais com Paulo Guedes, mas ficou difícil azeitar as relações.  Levantaram a bola de André Lara Resende com alguns convites para palestrar. Até Fernando Haddad, professor da instituição, eles promoveram. E tome Ricardo Paes de Barros, Eduardo Gianetti, Samuel Pessoa – este, da FGV, é tido como um insperiano enrustido – e o próprio regente Marcos Lisboa, sem qualquer comentário favorável sobre o superministro. Guedes também esteve por lá. Mas foi engolido a seco como biscoito de polvilho. Não havia nenhuma identificaçãoentre os grupos. O resultado foi o reconhecimento e a nomeação dos economistas da FGV para quase todos os cargos relevantes da área econômica, além da Petrobras, feudos de Paulo Guedes. É a maior concentração de doutores por metro quadrado da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio de todos os governos. Quem poderia descongelar essa relação com o Insper é o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, parceiro de artigos juntamente com Lisboa e Pessoa. Mansueto, entretanto, oportunamente mudou de lado. Quando se pergunta a ele se ele tem disposição para colocar compressas na contundida relação com o Insper, a resposta vem taciturna, meio abafada. “Estou fazendo meu trabalho aqui. Esse assunto não me interessa. É tudo fofoca”, reza o mantra de Mansueto.

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23.11.18

Terceiro turno

O ódio ao PT não acabou com a derrota do partido nas eleições. O presidente do Conselho de Administração do Insper, Claudio Haddad, tem sido constrangido por alguns empresários que apoiam a instituição e já manifestaram o desejo de ver Fernando Haddad fora do corpo docente. Haddad, que leciona as disciplinas de administração e gestão pública nos cursos de pós-graduação, tirou uma licença de 90 dias após a eleição. Perguntado sobre a pressão pelo afastamento do ex-candidato petista, o Insper não se pronunciou especificamente acerca da questão. O Instituto informou que “todas as contratações de professores são baseadas em critérios de excelência, como formação e experiência acadêmica” e “todos que apoiam financeiramente a instituição por meio de doações acreditam nesse propósito”.

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