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23.11.18
ED. 6000

Terceiro turno

O ódio ao PT não acabou com a derrota do partido nas eleições. O presidente do Conselho de Administração do Insper, Claudio Haddad, tem sido constrangido por alguns empresários que apoiam a instituição e já manifestaram o desejo de ver Fernando Haddad fora do corpo docente. Haddad, que leciona as disciplinas de administração e gestão pública nos cursos de pós-graduação, tirou uma licença de 90 dias após a eleição. Perguntado sobre a pressão pelo afastamento do ex-candidato petista, o Insper não se pronunciou especificamente acerca da questão. O Instituto informou que “todas as contratações de professores são baseadas em critérios de excelência, como formação e experiência acadêmica” e “todos que apoiam financeiramente a instituição por meio de doações acreditam nesse propósito”.

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01.11.18
ED. 5986

Volta às origens

Além de voltar às salas de aula do Insper, Fernando Haddad deverá assumir cargo na direção nacional do PT e também na Fundação Perseu Abramo. Tudo para se manter em exposição. Ressalte-se que Haddad já foi editor da revista Teoria e Debate, da Fundação

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19.04.18
ED. 5850

Uma ponte de volta para casa

O ex-diretor do BNDES Carlos Costa prepara-se para voltar à área acadêmica, de onde é egresso. Deverá lecionar muito provavelmente no Insper. Até há algumas semanas, Costa era dado como um dos mais fortes candidatos à sucessão de Paulo Rabello de Castro. Seu prestígio no banco era crescente. Para se ter ideia do seu grau de influência, basta verificar a soma de responsabilidades do seu antigo cargo: diretor de Planejamento e das Áreas de Crédito, Área de Comércio Exterior e Fundos Garantidores, Área de Indústrias de Base e Área de Tecnologia de Informações, além do departamento de comunicação do banco. A história de Costa é, curiosamente, tangenciada pelo nome “Paulo”. Antes de Rabello de Castro, um outro “Paulo”, o Guedes, atravessou sua trajetória profissional. O ex-diretor do BNDES foi um dos fundadores do Ibmec-SP, que pertencia, à época, a Guedes e a Cláudio Haddad. Hoje este último é o dono do Insper, cujo embrião foi o Ibmec-SP. Se confirmada sua ida para o Insper, ela será uma volta de 360 graus, ou seja, um retorno aonde o futuro começou.

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02.03.18
ED. 5817

Me chama que eu vou…

Reza a lenda que o presidente do Insper, Marcos Lisboa, assim como Diógenes, o cínico, empunhou uma lanterna e saiu peregrinando em busca de um presidenciável que o aceitasse como assessor econômico. Versão maldosa, né? Lisboa, caso outra lenda se confirme, tornou-se conselheiro de Rodrigo Maia e está feliz da vida.

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09.08.17
ED. 5679

Volta ao passado

Um diplomata das finanças tem tentado aproximar o big boss do Insper, Claudio Haddad, do franco atirador do setor de educação Paulo Guedes. Como até os índios das matas longevas da Amazônia sabem, “Paulinho” detesta Haddad. Se sentiu lesado pelo ex-sócio na venda do Ibmec, embrião do atual Insper. Mas agora, protegido pela armadura e o bom senso do seu sócio-patrão, Julio Bozano, é possível que o encontro entre os dois economistas financistas se torne menos ácido e até alguma cooperação seja possível. Haddad quer aumentar o Insper. Não pretende ser consolidado pelos grupos estrangeiros. Nesse contexto, Paulo Guedes teria alguma serventia. Mas o “risco Paulinho” é enorme. Melhor deixá-lo delirando às segundas-feiras na imprensa.

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28.07.17
ED. 5671

Velha fórmula

Claudio Haddad anda saudoso do Banco Garantia. Ou pelo menos do modelo de associação adotado por Jorge Paulo Lemann. Tem falado em criar um partnership no Insper. Curioso! Será que a instituição de ensino está com algum problema?

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30.05.17
ED. 5629

“Maldade”

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, ficou chateado, mas muito chateado mesmo com a “maldade” do grampo de Michel Temer. Chegou a pensar até em se manifestar.

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 Antonio Bonchristiano, um dos manda-chuva da GP Investimentos, anda cansado do vai-e-vem entre Nova York e São Paulo. Deve ficar de vez na Big Apple. • • •  O dono do Insper, Claudio Haddad, uma espécie de Greta Garbo do debate econômico, está pouco otimista com o país no curto prazo. Para ele, o curto prazo demora 10 anos. • • •  Nelson Jobim está esculpindo a nova política de compliance do BTG, que, nas suas palavras, “transformará o banco em um santuário”.

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