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 A Carvalho Hosken jogou a toalha e está atraindo um novo sócio para o imóvel no qual está instalado o Hilton Barra. O investimento de R$ 500 milhões está muito longe de dar retorno. A construtora tem tratado do assunto com a Kinea, gestora do Itaú. A entrada no negócio deverá ser feita por intermédio do fundo Kinea Renda Imobiliária FII, dono de dois grandes edifícios comerciais no Centro do Rio. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Carvalho Hosken.

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 O prejuízo de R$ 400 milhões no ano passado – o pior desde 2001 –, não é a única má notícia para a Basf . A empresa ainda está vendo escorregar entre os dedos a liderança no segmento de tintas imobiliárias. O grupo tem crescido abaixo da concorrência e vê a sombra da Akzo Nobel se aproximar. A diferença de share entre as duas se mede em menos de dois pontos percentuais. As seguintes empresas não se pronunciaram: Basf.

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27.11.15
ED. 5257

Visitantes?

 O fundo Shuaa Capital, de Dubai, ronda o setor imobiliário no Brasil.

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20.11.15
ED. 5252

O Silvério dos Reis da construção pesada

 As entrevistas casadas do presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa, Vítor Hallack, à Folha de S. Paulo e ao Valor Econômico racharam de vez o top five da construção pesada. Hallack foi às páginas para louvar suas delações e acordos e dizer que “passa a ter posição privilegiada e a sociedade já percebeu isso”.  Hallack vem sendo chamado de “traidor”, “sujo” e “Calabar”, somente para citar alguns epítetos, porque as demais empreiteiras descobriram que a Camargo Corrêa está trabalhando essas informações na mídia no exterior. A ideia é fechar os mercados no estrangeiro para as demais empresas brasileiras, propalando que todas se encontram sem capital reputacional para disputar as concorrências públicas. Se houver nova delação premiada, é bom que a Camargo Corrêa se cuide.

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