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22.04.22

As estimativas descalibradas da Conab

Entre os grandes grupos agrícolas, há uma desconfiança cada vez maior em relação às projeções da Conab para a safra de grãos no país. Em seu último relatório, a estatal apontou uma produção de 269,3 milhões de toneladas na safra 2021-22, aumento de 5,4% na comparação com a colheita anterior. Não se sabe de onde vem tanto otimismo do corpo técnico do Ministério da Agricultura. Até porque, no próprio governo, quem mais tem acertado no monitoramento das lavouras é o IBGE, que caminha na direção oposta. Em seu levantamento mais recente, o Instituto estimou a próxima safra em 258,9 milhões de toneladas, queda de 2,3% em relação ao ano passado.

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06.01.22

Os satélites da Agricultura estão descalibrados

O mapeamento oficial da safra agrícola brasileira está “sub judice”. Do produtor a grandes tradings globais, a cadeia do agronegócio tem cobrado do Ministério da Agricultura maior precisão no levantamento das estatísticas oficiais. Há uma pressão pela contratação de um novo serviço de monitoramento por satélite, em complemento às informações colhidas no trabalho de campo. A cobrança, ressalte-se, encontra eco dentro da própria tecnocracia do Ministério.

Segundo o RR apurou, o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio de Zen, seria defensor da utilização do Sistema de Geoafirmações da Agricultura, desenvolvido na USP. Há uma crescente descalibragem nas estimativas do órgão oficial do governo, que costuma confundir o mercado e induzir produtores a erro no cálculo de seus custos e receitas. Um exemplo: nos últimos cinco anos, as previsões da Conab para a safra de café subestimaram a produção brasileira em mais de 10 milhões de sacas. Procurado, o Ministério informou que “a Conab utiliza diferentes métodos para realizar a estimativa de safra.

Um conjunto de ferramentas é composto por métodos subjetivo/ declaratório e objetivo via satélite com áreas georreferenciadas numa parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), além do monitoramento agrometeorológico e espectral em parceria com a Universidade de Maryland, Global Agriculture Monitoring System e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).” A Pasta, no entanto, reconhece que “os dados gerados pelo método subjetivo têm limitações na previsão, por sua própria natureza, tendo em vista ser uma ação declaratória.” O levantamento das safras tem sido, historicamente, uma erva daninha para o agronegócio.

Trata-se de um trabalho que exige sintonia fina dos dois lados. Há cerca de sete anos, por exemplo, o governo de Minas Gerais torrou US$ 8 milhões na contratação de uma empresa alemã de monitoramento por satélite. As informações colhidas no campo jamais bateram com os dados levantados de forma satelital. Outro problema é a sobrecarga sobre a área técnica do Ministério da Agricultura: não há recursos nem funcionários suficientes para cobrir todas as regiões agrícolas. Uma hipótese já levada por especialistas do agronegócio ao governo seria a utilização do IBGE para auxiliar nesse processo. Não há nenhuma outra instituição pública com tamanha capilaridade e com tantos servidores treinados para a coleta de dados em campo.

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29.12.21

Independência

Lula defende um IBGE independente, longe do IPEA, no mesmo modelo do Banco Central.

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07.12.21

Os efeitos colaterais do “IBGEPEA”

O embolamento do IBGE e do Ipea sob o guarda-chuva de uma secretaria especial do Ministério da Economia, com a consequente criação de uma espécie de “think thank Brasil”, pode até fazer sentido. Mas é importante observar os riscos da iniciativa. Ela vai aumentar, em alguma medida, o controle político das duas instituições. Paulo Guedes detesta o IBGE e afaga o IPEA. E a nova Secretaria Especial de Estudos Econômicos será comandada por Adolfo Sachsida, que, notoriamente, não tem o nível acadêmico aguardado para comandar a superestrutura de dados e pesquisas dos dois órgãos. Mas Sachsida é hoje o braço direito de Guedes e opera com desenvoltura na área política. Mais o RR não diz. Mas já disse, antecipando essa “fusão” e suas consequências nas edições de 26 de agosto de 2019 e, mais recen[1]temente, 27 de julho de 2021.

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27.07.21

O corta e cola de Paulo Guedes

A ideia de juntar o IBGE ao Ipea é que nem o iô iô: vai e volta, volta e vai. A proposta voltou a ser discutida no Ministério da Economia, desta vez com uma novidade: as duas instituições seriam reunidas e agregadas a uma parte da Receita Federal, que não tem nada a ver com a auditoria fiscal. O novo órgão ficaria debaixo da Secretaria de Política Econômica (SPE). Resumo da história: Guedes vai assistir à Pasta do Trabalho bater asas em troca de um Frankenstein de dados e estatísticas, cujas partes já estavam distribuídas no próprio Ministério da Economia. Perdeu playboy.

A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, virou a menina dos olhos de Jair Bolsonaro. A ponto do presidente cogitar dar status de Ministério à Secretaria. Não custa nadinha Bolsonaro ordenar um reforço de verbas para o órgão Seria mais uma mordida no que um dia já foi o Super-Ministério de Paulo Guedes.

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04.03.20

PIB sofre sequela estatística

O RR conversou com uma fonte no IBGE, mais precisamente da área de revisão estatística do PIB: os resultados não serão tão alvissareiros quanto no passado. Nos anos anteriores, a revisão chegou a promover um aumento de 5% no PIB. Em 2019, a mudança no índice foi dividida, com uma parte já tendo sido realizada. O coeficiente tende a ficar em torno de 1%.

O número do PIB de 2019 deverá ser divulgado pelo IBGE hoje. A expectativa quanto ao índice do crescimento não mudou. Deve ficar entre 1% e 1,1%, mantendo o mesmo patamar de crescimento de 2018 e 2017, respectivamente, 1,1% e 1%. A probabilidade do teto de 1% não ser quebrada é baixa, mesmo lembrando que o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), uma espécie de indicador antecedente do PIB calculado pelo IBGE, registrou um crescimento de 0,89% da economia brasileira, em 2019.

Qualquer migalha no PIB tem importância no ano seguinte, na medida em que implica menor ou maior herança estatística. Por enquanto, a previsão do carregamento do ano passado para 2020 é o onipresente número de 1%. Trata-se de um percentual que não deve ser erodido tendo em vista um cenário de coronavírus, com todas as previsões do PIB sendo rebaixadas.

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17.02.20

Fundo dos Estados no banco dos réus

A Advocacia Geral da União vai entrar nos próximos dias com recurso para tentar derrubar uma liminar da Justiça Federal de Roraima contra o IBGE. O juiz Helder Barreto, do TRF1, proibiu o Instituto de adotar a metodologia do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) na definição do coeficiente do Fundo de Participação dos Estados. O caso é considerado na Advocacia Geral da União como razoavelmente intrincado. Tanto a tese jurídica do mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público de Roraima quanto a decisão do Judiciário são inéditas. A ação determina a inclusão de indígenas e imigrantes na base de cálculo. Sem esses dois grupos, a renda familiar per capita aumenta, provocando consequentemente uma queda no repasse de recursos da União por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Caso a tese prevaleça no julgamento do mérito no TRF1, está aberto o caminho para que outros estados acionem a Justiça, em busca de uma fatia maior do FPE.

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Balanço da primeira reunião de planejamento em 2020 realizada hoje pela equipe econômica tomará conta do noticiário amanhã – vocalizada pelo ministro Guedes ou através de ilações na mídia.

Cobranças por iniciativa mais ágil e enfática para enfrentar o que começa a ser avaliado como paralisia do INSS na concessão de benefícios será destaque entre pautas negativas. Falta de mobilização e respostas fracas de autoridades vêm transformando a questão em risco importante de imagem para o governo. O tema cairá no colo do ministro Guedes, nesta terça. Outra pauta delicada será o reajuste do salário mínimo, que ficou abaixo da inflação de 2019.

Ao mesmo tempo, terão espaço:

1) Teor e cronograma para apresentação das reformas administrativa e tributária ao Congresso;

2) Possibilidade de ajustes ao Orçamento – e novos cortes – em função da inflação superior ao previsto em 2019;

3) Agenda de privatizações para 2020 e prognósticos do Ministério da Economia. Nesse âmbito, governo contará com o otimismo do mercado e de boa parte da mídia.

Petrobrás: redução de tarifas favorece a não intervenção

Diminuição de 3% determinada pela Petrobras nas tarifas da gasolina e do diesel nas refinarias tende a ser bem avaliada amanhã, como fruto de estabilização de preços internacionais e do câmbio. Comando da estatal – e política de não intervenção em preços – sairão fortalecidos. E diminuirá apoio da mídia à ideia de fundo para amortizar flutuações dos preços de combustíveis, defendida pelo Ministério da Infraestrutura e pelo próprio presidente Bolsonaro.

A retomada dos embates entre o Legislativo e o Judiciário

Alguns temas que têm sido majoritariamente percebidos pela mídia como reflexos de embate político entre a Operação Lava Jato e o Poder Legislativo estarão em foco amanhã:

1) Negociações na Câmara dos Deputados para emenda a projeto, aprovado no Senado, que estabelece o fim do foro privilegiado. Seria criado contraponto, para impedir que os juízes de primeira instância determinem medidas cautelares contra políticos. Não há definição de data para votação, mas exposição do debate levará, amanhã, ao bombardeamento e provável inviabilização prévia das negociações em curso.

Deve haver questionamentos, nesta terça, quando ao posicionamento do presidente Rodrigo Maia, que dará medida importante do ambiente na Câmara quanto ao tema;

2) Novos capítulos sobre o Juiz de Garantias, que será associado às negociações para limitar poderes de juízes de primeira instância. Se deputados não indicarem recuo nessa questão, começarão, rapidamente, a contaminar o debate, abrindo espaço para nova ofensiva de entidades do Judiciário e do próprio ministro Moro contra a medida.

3) A retomada de ilações sobre  o “cabo de guerra” entre a Câmara e o Senado no reestabelecimento da prisão em segunda instância. A conferir amanhã, mas tudo indica que o Senado (na verdade a ala identificada com a Lava Jato), que defende projeto de lei de tramitação mais rápida e aplicação restrita à esfera criminal, largará na frente.

O impulso do comércio e a indústria regionalizada

Saem amanhã a Pesquisa Mensal do Comércio (PMS) e a Pesquisa Industrial Regional (PIM) de novembro, ambas do IBGE.

No comércio, há forte expectativa em função: 1) Da desaceleração de outubro (0,1%) após expansão de setembro (0,8%) e da percepção de que o setor é um dos principais impulsionadores da recuperação econômica; 2) De impactos da Black Friday para o setor (data oficial do evento foi 29/11).

Na Indústria, resultados nacionalizados, divulgados na semana passada, apresentaram queda de 1,2%. A conferir se recuo foi generalizado ou se houve concentração regional.

A Balança Comercial chinesa e o acordo comercial com os EUA

Internacionalmente, vale destacar nesta terça:

1) A Balança Comercial da China em dezembro. Estima-se expansão importante, com aumento do superávit (de US$$ 37,93 bilhões para projeções que oscilam entre US$ 45 e 50 bilhões); exportações (crescimento em torno de 3,2% após recuo de 1,3% em novembro) e importações (expectativas acima de 8% após aumento de 0,3% em novembro).

Se confirmados, números alimentarão otimismo em relação à economia chinesa e ao fim – ou ao menos contenção – da guerra comercial com os EUA. A expectativa de que os dois países anunciem a primeira etapa de acordo comercial já animou mercados internacionais hoje.

2) O Índice de Preços ao Consumidor de dezembro, nos EUA, que deve se manter estável, em 0,2%.

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Terão força, amanhã, avaliações de cenário e questionamentos ao governo quanto à atitude frente ao Irã. Consequências diplomáticas de apoio explícito à posição norte-americana (a encarregada de negócios do Brasil em Teerã foi convocada pelo governo iraniano) já levaram a críticas. E alimentam preocupação quanto a perdas comerciais, bem como a desgaste político internacional – sem contrapartidas positivas.

Há expectativa de que prevaleça a “ala pragmática” da gestão federal, nesta quarta, mas, dado o alinhamento do presidente com os EUA e, até mais, o histórico recente do Itamaraty, não se pode bater o martelo – longe disso.

O equilíbrio delicado frente à alta do petróleo

Pauta ligada a possíveis iniciativas do governo federal para mitigar efeitos da alta do petróleo se manterá amanhã, alimentada por dois fatores:

1) Possibilidade de criação de fundo que amortize flutuações, aventado pelo ministro de Minas e Energia. Medida tem certa aceitação da mídia e de analistas econômicos, conceitualmente, mas enfrenta resistências pela situação de restrições orçamentárias.

2) Ideia de redução de ICMS cobrado por estados, de forma a reduzir o custo da gasolina para o consumidor. É viés que encontra muito mais resistências, tanto do mercado quanto dos próprios governadores. Se o presidente Bolsonaro insistir no tema, pode angariar apoio setorial – como de caminhoneiros –, mas sofrerá desgaste significativo.

O governo erra a mão na energia solar

Já no que se refere à energia solar, linha adotada hoje pelo presidente Bolsonaro, “enterrando” possibilidade de taxação do setor, em estudo pela Aneel, favorece imagem de intervenção e levará a análises negativas, amanhã. Linha de analistas, que oscilava, deve pender para críticas ao presidente e temor de que esteja cedendo a grupos de interesse, em detrimento da independência de agências reguladoras.

A inflação em janeiro: primeiros sinais

Sai amanhã o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola e o Prognóstico da Safra 2020, do IBGE, e o IPC S para a primeira semana de janeiro, da FGV. A conferir se o prognóstico do IBGE confirma dados de dezembro, que indicaram revisão para cima, puxada por forte aumento da produção de soja (6,7% sobre 2019). Em relação ao IPC S, interessa verificar se mantém-se a tendência de desaceleração detectada no final de 2019.

Os EUA, a China e a Argentina: do emprego à inflação

Internacionalmente, destaque para:

  1. a) A Variação de Empregos Não Agrícolas do Setor Privado em dezembro, nos EUA, para a qual se projeta forte avanço, com 160 mil postos de trabalho criados após resultados muito aquém do esperado em novembro (67 mil);
  2. b) A produção industrial de novembro na Argentina, que deve apresentar novo recuo, da ordem de 2,9%. Crise no país vizinho não dá sinais de arrefecimento;
  3. c) Índice de Preços ao Consumidor da China em dezembro. Estima-se número próximo da estabilidade, em torno de 4,7% frente a 4,5% em novembro.

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O IBGE divulga amanhã os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD Contínua. Os dados, referentes a 2018, vão confirmar um crescimento lento do emprego no período, com aumento das vagas informais concentrado no setor de Serviços.  Nesse período houve crescimento do contingente de pessoas trabalhando por conta própria, atingindo 29%.

Tudo indica que o cenário para 2019 não será muito diferente, como têm demonstrado os levantamentos trimestrais da pesquisa. Embora tenha havido um crescimento lento dos empregos formais com certa estagnação de salários, sobretudo na região Sudeste, essa alta ainda está muito aquém do período pré-crise.

A análise também mostrará que, de 2017 a 2018, a expansão observada na ocupação das mulheres foi mais intensa que a dos homens, o que contribuiu para que a diferença do percentual entre ambos os sexos atingisse o menor valor desde 2012. As mulheres correspondem a 43,7% do total do mercado de trabalho brasileiro.

Vendas de Natal

As vendas de Natal devem crescer 5,2% em 2019, segundo revisão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgada hoje. Se confirmada a projeção, o setor vai registrar o maior avanço real das vendas natalinas desde 2012 (+5,0%), aproximando-se do nível de vendas registrado antes da recessão.

Crescimento tímido

Mesmo com a moagem de cana na safra 2019/2020 tendo aumentado em quase 17 milhões de toneladas, o Centro-Sul do Brasil deve produzir 26,7 milhões de toneladas de açúcar no período – 0,72% a mais do que o volume produzido na região na safra anterior. Como a previsão é de que a maior parte da produção será destinada  para a indústria alcooleira, analistas de mercado já preveem  uma alta nos preços do açúcar e derivados.

Recursos recuperados

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) deve tentar discutir amanhã o Projeto de Lei Complementar 164/2015, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para que recursos públicos recuperados em decorrência de casos de corrupção sejam destinados à educação.

Mobilidade urbana

Desenvolvedores de aplicativos de mobilidade urbana vão acompanhar de perto as discussões da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado nesta quarta-feira. É que os senadores irão discutir o PL 4135/2019, que dispõe sobre a regulamentação dos serviços de compartilhamento de bicicletas, bicicletas elétricas e veículos de mobilidade individual autopropelidos, como os patinetes. O projeto também institui normas para circulação de bicicletas elétricas e veículos de mobilidade.

A oferta desses serviços tem crescido nas capitais brasileiras, mas o setor teme que o excesso de regulamentação inviabilize o negócio.

ICOMEX e IGP-M

O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da FGV, divulga amanhã o ICOMEX, indicador de desempenho do comércio exterior de dezembro de 2019, e o IGP-M segundo decênio de dezembro. Enquanto o ICOMEX deve confirmar a China como principal país de destino das exportações brasileiras, o IGP-M deve mostrar alta na inflação motivada pelo aumento de preços da carne bovina e dos produtos que compõem a cesta de Natal.

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