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15.09.16
ED. 5455

A conturbada passagem de Chieko Aoki pela Rua das Pedras

 A Blue Tree abandonou o Búzios Resort Tucuns em abril deste ano, mas o Búzios Resort Tucuns não abandonou a Blue Tree. O empreendimento ressurge à frente da empresária Chieko Aoki sob a forma de um milionário contencioso. Os proprietários do imóvel e do terreno de 28 mil metros quadrados na Região dos Lagos – um pool que reúne mais de uma centena de investidores pessoa física – estão entrando na Justiça contra o grupo hoteleiro. Exigem da Blue Tree uma indenização de mais de R$ 50 milhões referente a pendências e passivos que teriam sido deixados para trás pela companhia. Segundo o RR apurou junto a um dos investidores, a Blue Tree teriam devolvido o resort com dívidas trabalhistas e tributárias superiores a R$ 30 milhões. Os proprietários do complexo acusam ainda a companhia de ter largado mão dos serviços de manutenção. Só na recuperação do sistema de ar condicionado os investidores alegam que terão de gastar aproximadamente R$ 14 milhões.  Há mais paralelepípedos na curta passagem de Chieko Aoki por Búzios do que em toda a Rua das Pedras – mundialmente famosa desde a estada de Brigitte Bardot no balneário, nos anos 60. Existem denúncias de que a Blue Tree não cumpriu cláusulas previstas no contrato e devolveu o imóvel sem centenas de peças do mobiliário. Os donos do empreendimento fizeram uma queixa na polícia de Búzios, denunciando a empresa hoteleira por estelionato. Procurada pelo RR, a Blue Tree informou que não reconhece as pendências financeiras e os problemas de manutenção. O grupo confirma, no entanto, a existência “de uma investigação em curso referente à denúncia caluniosa promovida por um investidor de Búzios, diretamente ligado ao mercado hoteleiro”. A Blue Tree garante que “adotará as medidas judiciais cabíveis contra tal ato.”  Os donos do resort contrataram a Wyndham Vacation para fazer uma auditoria no imóvel. Especializada em hotéis que operam no sistema compartilhado de hospedagem e de compra antecipada de diárias, a própria empresa estudou assumir o empreendimento. Traria a reboque sua controladora, a norte-americana Wyndham, maior rede hoteleira do mundo. No entanto, desistiu do negócio após mergulhar nos passivos do complexo. Conforme o RR informou na edição de 5 de agosto, a espanhola Iberostar também avalia o Búzios Resort Tucuns, mas qualquer possibilidade de acordo depende do pagamento das dívidas e de uma ampla reforma nas instalações do resort.

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30.05.16
ED. 5378

Baixa temporada

 A espanhola Iberostar estuda vender um de seus dois hotéis no Brasil, ambos localizados na Bahia. Deverá também suspender a operação do Grand Amazon, barco hotel que faz cruzeiros na Região Amazônica. A taxa de ocupação da Iberostar no país caiu 50% nos últimos 12 meses. Procurada pelo RR, a Iberostar não comentou o assunto.

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