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30.03.21

Dinheiro carimbado

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acredita ter encontrado uma maneira de destravar a licitação de parques nacionais. Salles pretende vincular parte da receita arrecadada nos leilões à contratação de novos fiscais para o Ibama.

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04.01.21

Nem parece o Ibama de Ricardo Salles

O Ibama está fazendo uma série de exigências para autorizar o pedido de exploração de urânio em Santa Quitéria (CE), feito pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e pela fabricante de fertilizantes Galvani. Uma das maiores preocupações da área técnica do instituto é a necessidade de montagem de enormes barragens com rejeitos. Mariana? Brumadinho? 1, 2, 3, isola…

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27.11.20

Tensão indígena

O Ministério da Justiça vai enviar reforços da Força Nacional de Segurança ao sul do Pará com o objetivo de conter as invasões na terra indígena Apyterewa. A tensão no local é grande. Nos últimos dias, os invasores chegaram a cercar fiscais do Ibama e da Funai. Teme-se uma reação mais violenta da própria comunidade indígena.

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16.09.20

A Amazônia arde, e a conta não fecha

O orçamento do Ibama para prevenção e controle de incêndios florestais, em 2021, não encontra o menor paralelo com a realidade. A verba prevista para todo ano é de aproximadamente R$ 30 milhões. Para efeito de comparação, a Operação Verde Brasil 2, conduzida pelo Exército na Amazônia, tem custado em média algo perto de R$ 60 milhões/mês. Noves fora a excepcionalidade da Operação, há um abismo orçamentário.

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05.05.20

Onde há fumaça…

Segundo o RR apurou, após demitir o diretor de fiscalização, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, recebeu carta branca do ministro Ricardo Salles para uma dança das cadeiras entre os superintendentes. Consultado, o órgão diz que “No momento, as nomeações em análise dizem respeito a cargos vagos, como no Amazonas.” É justamente a região mais sensível na época mais delicada. Neste mês, com o fim do período de chuvas, começa a “estação” das queimadas na Amazônia.

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27.01.20

Política da moto-serra

O Ibama reduziu as viagens de fiscais e as vistorias in loco para apurar denúncias de desmatamento. Não é exatamente por restrição orçamentária. É o Ibama dos sonhos de Bolsonaro se materializando. O Capitão já avisou que 2020 será o ano com menos multas da história do Ibama.

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Situação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, pode se agravar amanhã com informação de que número de pedidos para recorreção de provas do Enem já chega a 60 mil – MEC havia afirmado que no máximo 9 mil candidatos haviam sido prejudicados com falha em parte das provas.

Pressão aumentará, ainda, porque o ministério garantiu que será mantida para amanhã a data de abertura das inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), através do qual os estudantes buscam vagas em Universidades Federais. Mídia acompanhará desdobramentos ao longo do dia, com visão crítica sobre a atuação do ministro.

Na cultura, teste para Regina Duarte

“Noivado”de Regina Duarte, como definiu a atriz, com o ministério da Cultura, que se inicia amanhã, terá efeito duplo:

1) Criará válvula de escape para o profundo desgaste com o processo que levou à exoneração de Roberto Alvim.

A possível nova ministra tende a criar imagem de relativa abertura ao diálogo e “upgrade” em relação a nomes que ocuparam a pasta anteriormente;

2) Duarte, pessoalmente e no que se refere a seus objetivos de gestão, sofrerá forte escrutínio – que já se iniciou hoje. E a tolerância da mídia e de boa parte dos formadores de opinião com imagem de intervencionismo e direcionamento ideológico na cultura atingiram um limite.

Troca de nome, sem indicação de mudança de política, renovará desgaste, que atinge todo o governo.

FMI prevê crescimento maior e dá gás para a política econômica

Revisão para cima de previsão de crescimento do FMI para o Brasil (passou para 2,2%) terá efeito positivo no mercado amanhã. A conferir se, em meio a momento difícil para o governo, será capitalizado pela equipe econômica.

Panes sistêmicas

Problemas no sistema do IBAMA (foi impedido o armazenamento de milhares de autos de infração) alimentará imagem de desmonte de estrutura de fiscalização ambiental pelo governo. Que já sofre crise de imagem na área social, com calcanhar de Aquiles no INSS e crises na cultura e na educação.

A Caixa preta do BNDES

Destaque hoje para falta de resultados em relatório do BNDES que prometia abrir a “caixa preta”de operações do banco nos governos do PT levará a cobranças sobre a direção do banco, amanhã. Tanto no que se refere à percepção de que a iniciativa foi uma espécie de caça às bruxas – e desperdício de verbas públicas – quanto a questionamentos gerais sobre a política da instituição para 2020.

Indicadores, no Brasil e no exterior

No Brasil, expectativa é de que a segunda parcial do IGP-M (FGV) para janeiro confirme a desaceleração inflacionária frente à dezembro de 2019. No exterior, destaque para o Índice de Expectativas da zona do Euro (espera-se recuo, mas ainda em faixa positiva) e na Alemanha (estimativa de crescimento significativo).

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31.10.19

Usina a gás

O barulho feito por ONGs e ambientalistas de nada adiantou. O Ibama concedeu licença para a construção da termelétrica a gás Gera Maranhão III, do trio Equatorial Energia, Brasil Energia e GNP. São Luís ganhará mais alguns pontos no ranking da poluição ambiental, no qual já ultrapassou Cubatão e está atrás apenas de São Paulo.

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29.04.19

Reserva de valor 1

O governo não apenas discute a fusão do Ibama com o ICMBio como também a nomeação de um quatro estrelas para comandar a superautarquia.

Reserva de valor 2

Apesar da cobiça do PSL e do DEM, o Palácio do Planalto também pretende indicar um militar para a vaga aberta na Anac. Helio Paes de Barros deixou a diretoria da Agência para comandar da Infraero.

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08.01.19

Bancada ruralista quer murchar Ibama por dentro

A polêmica em torno da demissão antecipada da presidente do Ibama, Suely Araújo, é apenas a ponta mais visível do jogo de tensões que cerca a autarquia neste início de gestão Bolsonaro. A bancada ruralista, mais precisamente Luiz Antonio Nabhan, novo secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, está levando ao governo a bandeira de esvaziamento gradativo do Instituto.

O enfraquecimento do órgão se daria em consequência de três propostas defendidas pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), de onde saiu a própria ministra Tereza Cristina: licenciamento automático, sem necessidade de análise prévia, desregulamentação ambiental e um programa batizado de “Ibama Digital”, que prevê a informatização de todos os processos da autarquia. Este último abriria espaço para uma considerável redução do quadro de funcionários do Instituto. Ressalte-se que não há nada decidido pelo lado do Palácio do Planalto, apesar da pressão de Nabhan, que joga o pleito na conta da contrapartida pelo apoio da bancada ruralista à aprovação da reforma da Previdência.

O Secretário traz a reboque o peso da União Democrática Ruralista (UDR), da qual é presidente. A carga é forte. Assim que a nova Legislatura for iniciada, integrantes da Frente da Agricultura deverão intensificar os ataques ao Ibama, inclusive revezando-se na tribuna do Congresso. Não por acaso, há uma forte preocupação dos ambientalistas e entre o corpo técnico da autarquia, potencializada pela indicação de Eduardo Fortunato Bim para presidência do Instituto. Não obstante ter atuado na Procuradoria da AGU no Ibama, Fortunato é visto como um forasteiro, que teria a missão de esvaziar a autarquia por dentro.

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