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13.04.21

O mundo quer distância do Brasil

O governo Bolsonaro transformou o Brasil em uma espécie de “leproso” do mundo. A comunidade internacional quer distância do país que, neste momento, lidera o ranking das mortes por Covid-19, com mais de quatro mil óbitos diários. Números que levaram o imunologista Anthony Fauci, conselheiro do presidente Joe Biden, a classificar o Brasil como uma “ameaça ao mundo”. O RR teve acesso a três informações de diferentes áreas que reafirmam a posição do Brasil como um pária aos olhos do mundo:

  • Segundo o RR apurou, a Iata (Associação Internacional do Transporte Aéreo) comunicou ao governo brasileiro que o país ficará de fora dos testes do Travel Pass. Trata-se do aplicativo que está sendo desenvolvido para substituir o passaporte convencional, em papel. A Iata se recusa a enviar funcionários ao Brasil por conta da disparada dos casos de Covid-19. Resultado: os aeroportos brasileiros vão para o fim da fila e deverão figurar entre os últimos do mundo a receber a nova tecnologia. O sistema, ressalte-se, ainda terá de ser incorporado pela PF, responsável pela emissão de passaportes no país.
  • As Filipinas ameaçam reestabelecer o embargo à carne de frango brasileira. A medida se daria pela dificuldade do Departamento de Agricultura do país asiático de fazer inspeções in loco em frigoríficos no Brasil. O governo filipino não quer despachar seus técnicos para cá por causa dos números alarmantes da Covid-19. Os asiáticos suspenderam a compra de frango do Brasil entre agosto de 2020 e janeiro deste ano após detectar vestígios do novo coronavírus em um carregamento do produto. Os frigoríficos temem que um novo embargo das Filipinas provoque um efeito cascata entre outros importadores.
  • A Liberty, dona da Fórmula 1, ameaça cancelar o Grande Prêmio Brasil deste ano. A fonte do RR é ligada a um dos principais patrocinadores da categoria. O motivo é o temor de expor pilotos, mecânicos e jornalistas de vários países ao epicentro da pandemia no mundo. A suspensão pode gerar um prejuízo para a cidade de São Paulo de até R$ 400 milhões. O evento está marcado apenas para o fim de semana de 7 de novembro. No entanto, qualquer remanejamento do calendário tem de ser feito com antecedência para que a Liberty negocie o contrato com a eventual cidade substituta.

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