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04.06.19
ED. 6128

Negócio bilionário

A chinesa Hunan Dakang está em conversações para entrar no capital de uma das maiores tradings agrícolas do país ainda controlada por capital nacional, com receita na casa de R$ 5 bilhões.

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31.10.16
ED. 5486

Chinatown

 A chinesa Hunan Dakang, que adquiriu 57% da trading mato-grossense Fiagril, pretende comprar também participações em empresas de propriedades agrícolas. Na recente visita de Michel Temer a Pequim, o grupo chinês assinou um protocolo para investir US$ 1 bilhão no Brasil. Cerca de US$ 200 milhões já saíram da conta para a entrada no capital da Fiagril.

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26.07.16
ED. 5419

Chineses espalham seus grãos pelo Brasil

 Mais um grande grupo do agribusiness chinês está desembarcando no Brasil. O nome da vez é a Shunxin Agriculture. Os asiáticos estão negociando a compra de terras no Mato Grosso, mais precisamente na região de Rondonópolis. Estima-se que as operações em curso girem em torno dos US$ 200 milhões. A prioridade é a produção e exportação de grãos, notadamente soja, para o mercado asiático. Segundo o RR apurou, os planos da Shunxin para o Brasil preveem ainda a construção de centros de armazenamento e investimentos na área de logística, leia-se concessões rodoviárias e ferroviárias.  A Shunxin Agriculture é um braço do Beijing Shunxin Holding Group, um sortido conglomerado empresarial com negócios nas áreas de real estate, energia renovável, saneamento e bebidas alcóolicas e faturamento superior a US$ 10 bilhões. A Shunxin Agriculture movimenta por ano cerca de US$ 2 bilhões em commodities agrícolas. Uma das pretensões da companhia é formar parcerias com outros grupos chineses do setor que operam no Brasil, casos notadamente da Cofco e da Hunan Dakang. Esta última comprou, em abril, uma participação de 57% da trading e processadora de grãos Fiagril, sediada no Mato Grosso. Já a Cofco herdou as operações da Noble Grain e da trading holandesa Nidera no país.

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06.05.16
ED. 5363

Segundo ato

 A venda da Fiagril para a chinesa Hunan Dakang Pasture – informação antecipada pelo RR na edição de 18 de fevereiro – deverá ter um segundo tempo. Além da aquisição de 57% dos antigos sócios controladores, os asiáticos querem fisgar parte das ações em poder da Amerra Capital. A gestora norte-americana possui 25% da companhia agroindustrial. Procurada pelo RR, a Fiagril não comentou o assunto.

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