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08.10.20

Próxima parada

Após aportar R$ 30 milhões na rede de hospitais Placi, o fundo Blue Like an Orange está prospectando ativos na área de medicina diagnóstica no Brasil. O fundo reúne uma plêiade de pesos-pesados, entre os quais BNP Paribas, HSBC e CNP Assurances.

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15.04.20

Plantão médico

O secretário de publicidade do Palácio do Planalto, Glen Valente, deixou o hospital DF Star, na semana passada, e se recupera em casa. O ex-HSBC teve uma pneumonia severa, que o levou a UTI. Seu teste para Covid-19 deu negativo. De toda a forma, foi a terceira baixa na cúpula da Secretária de Comunicação (Secom) em aproximadamente 15 dias. Antes, o titular da Secom, Fabio Wajngarten, e o no 2, Samy Liberman, estiveram afastados de suas atividades – ambos diagnosticados com o novo coronavírus.

Em tempo: um mês após ser diagnosticado com a doença, Wajngarten voltou ontem a dar expediente no Palácio do Planalto.

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02.02.17

Fora da Cesp

Fundos ligados ao HSBC deverão vender integralmente sua participação de 9% na Cesp. Pelo jeito os súditos da Rainha não levam fé na privatização da empresa, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin.

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26.01.17

Ambev, sempre Ambev

Falar das mazelas da Ambev parece déjà vu. Mas como não registrar o novo relatório do analista Carlos Laboy, do HSBC, detonando a cervejeira? Além dos problemas de marketing e da operação, Laboy critica a postura da empresa em não compartilhar suas iniciativas de políticas públicas. Como se sabe, responsabilidade social não é com a Ambev.

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18.01.17

O cheiro de ralo da Ambev

Em relatório divulgado ontem, o HBSC detonou a Ambev, listando 15 problemas: desde a baixa diferenciação das marcas com a decisão deliberada de usar garrafas e engradados genéricos para confundir os clientes, passando por caixas sujas com o cheiro pungente de cerveja podre no assoalho dos supermercados até a falta de uma estratégia para as bebidas alcoólicas mistas gaseificadas. O analista Carlos Laboy disse que “jamais poderia ter esse tipo de preocupação com uma marca do porte da Ambev”.

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24.11.15

Itaú sofre as sequelas do “Fator HSBC”

  Roberto Setubal está convencido de que o Itaú poderia ter pago mais pelo HSBC. Blindaria de vez a Região Sudeste, a mais rica do Brasil, onde seu banco lidera em volume de ativos e número de agências. Mas Setubal deixou a oportunidade passar e agora assiste ao movimento da roda do tempo que determinará quando seu maior concorrente se tornará hegemônico nesta zona enricada do país. As outras regiões já estão todas dominadas pelo Bradesco.  Para andar com passadas mais largas, o banco da Cidade de Deus espera que o Cade libere a aquisição. Ato contínuo, a dupla Bradesco-HSBC partirá para a inexorável missão de acumular o maior nú- mero de ativos em todas as regiões do país – a soma das agências dos dois bancos já os deixa maiores no Sudeste do que a casa bancária dos Setubal. Nessa, o Itaú perdeu.

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04.08.15

Na ponta do lápis

Um simples e nada mais do que um simples exercício matemático sobre o impacto da venda do HSBC Brasil no ranking bancário: mantidas as respectivas taxas médias de crescimento dos últimos cinco anos, o Bradesco ultrapassará o Itaú em volume de ativos em 2017. De 2010 para cá, os ativos do Itaú avançaram, em média, 14% ao ano. No HSBC, este índice foi de 12%. Já o Bradesco registrou um crescimento médio de 17,5%.

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14.07.15

Um réquiem em francês para a CPI do HSBC

Para os próprios senadores, a CPI do HSBC foi definitivamente enterrada no dia 10 de julho de 2015. Ao menos, teve direito a uma missa de corpo presente celebrada em francês. Na última sexta-feira, o Ministério da Justiça comunicou oficialmente ao presidente da CPI, o senador Paulo Rocha, a negativa das autoridades francesas em atender ao pedido da Comissão, que havia solicitado a criação de um convênio de assistência jurídica internacional no âmbito do SwissLeaks. O RR teve acesso ao ofício (nº 5.073/2015) enviado pelo diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, Ricardo Andrade Saadi, ao senador petista, assim como à  correspondência encaminhada pelo Ministério da Justiça da França ao seu congênere brasileiro, com data de 6 de julho. A recusa lança sete palmos de terra sobre as pretensões da CPI de ter acesso privilegiado à s investigações sobre o SwissLeaks conduzidas pela Justiça francesa. à‰ sua sentença de morte. Ao menos, há alguma coerência no timing do sepultamento: a CPI do HSBC fenece junto com o próprio HSBC Brasil, cuja venda deverá ser anunciada nos próximos dias. Das duas uma: ou a CPI do HSBC, deliberadamente, forçou uma barra na tentativa de salvar sua própria pele e justificar sua criação ou o episódio revela certa dose de desconhecimento da parte dos senadores. Segundo a resposta enviada pelo Ministério da Justiça da França, o pedido foi negado por que o “procedimento levado a cabo no âmbito da CPI não é qualificado como ‘penal'”, e, portanto, não se enquadra no artigo 3º do tratado de cooperação jurídica firmado entre os dois países. Em suma: aos olhos do governo francês, a CPI não tem poder de Justiça.

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29.06.15

CPI do HSBC é uma pizza a caminho do forno

Pelo andar da carruagem, bateu o desespero no senador Paulo Rocha (PT-PA), presidente da CPI do HSBC. Rocha está gastando seus últimos cartuchos na tentativa de salvar a natimorta Comissão. Na semana passada, disparou na direção da Receita Federal seguidos requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal dos 129 brasileiros que supostamente mantiveram contas ilegais no HSBC da Suíça em 2006 e 2007. É pouco provável que o Fisco atenda a s solicitações. O STF já se manifestou, em inúmeras decisões, contrário a  quebra de sigilo por CPIs sem a existência de indícios mais fortes de prática de crimes. A CPI do HSBC se ergueu sobre dois nobres propósitos: investigar crimes de evasão fiscal e contribuir para o aprimoramento da legislação tributária e cambial. É uma pena, mas, até o momento, não deu sinais de que conseguirá nem um nem outro. O acordo com as autoridades francesas, que concentram as investigações do SwissLeaks, não rendeu os resultados esperados. As informações têm sido compartilhadas num ritmo extremamente lento. A CPI tentou criar um canal direto com o próprio governo da Suíça. No entanto, a ministra das Finanças suíça, Eveline Widmer- Schlumpf já deixou claro a todos os países com contribuintes citados na lista do SwissLeaks que o compartilhamento das investigações só será possível mediante um tratado de troca automática de informações vinculado a um plano de regularização fiscal. Se, externamente, cresce o descrédito em relação a uma CPI que chegou a ficar 50 dias sem uma única sessão, internamente o iminente fracasso parece ter subido a  cabeça e aos ânimos dos parlamentares. Os integrantes da Comissão se acusam mutuamente pelo pífio desempenho dos trabalhos. A ponto de o vicepresidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), ter dito publicamente “que não será o entregador da pizza” prestes a ser servida pelo Senado. tem duas unidades de abate.

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16.06.15

Pedágio

Enfim, uma dentro do HSBC. A multa para encerrar as investigações do SwissLeaks, equivalente a R$ 135 milhões, vai custar ao banco menos de 1,5% do valor que os ingleses esperam arrecadar com a venda da operação brasileira. Ou seja: vale o investimento.

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