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13.10.21

Coleção verão

O Grupo Soma, que comprou a Hering em abril, quer mais. Teria reservado um espaço no seu closet para as marcas Richards e Ellus, controladas pela Inbrands.

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15.06.21

Uma nova roupagem para a TNG

O empresário Tito Bessa Jr., dono da varejista de moda TNG, estuda a venda de parte ou mesmo do controle da companhia. Segundo o RR apurou, houve conversas com o Grupo Soma, que comprou recentemente a Hering, mas as tratativas não avançaram. Com pouco mais de cem lojas, a TNG está em recuperação judicial. Carrega uma dívida de R$ 200 milhões.

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10.05.21

Corte e costura

Passados os fogos de artifício pela compra da Hering, o Grupo Soma já estuda um plano de fechamento de lojas deficitárias da marca. Procurado, o Soma disse “não ter acesso a esse nível de informação” porque o Cade ainda não aprovou a operação.

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26.04.21

Segundo tiro

Circula no mercado a informação de que a Arezzo prepara uma nova e ainda mais agressiva proposta pela Hering. Procurada, esta última diz não ter conhecimento da nova oferta. A Arezzo, por sua vez, não quis se pronunciar

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20.01.17

É inverno no balanço da Hering

O RR filtra, em primeiríssima mão, números do balanço da Hering que serão divulgados na próxima segunda-feira. As notícias não são boas: a empresa fechou 2016 com um receita bruta da ordem de R$ 1,7 bilhão, 8% a menos do que em 2015 – no último trimestre do ano, com Natal e tudo, a queda foi ainda pior e chegou a 15%. Quanta diferença em relação à empresa que aproveitou tão bem o aumento do consumo na saudosa década passada: entre 2007 a 2012, a Hering praticamente quadriplicou suas vendas.

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12.09.16

Dona do pedaço

 O Gávea, que já é o maior acionista individual da Hering, vai avançar ainda mais no capital da empresa. Sua meta é sair de 15% para 20% até o fim do ano.

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23.08.16

Minoritário?

 Apenas a título de registro: devagar, devagarinho, o Gávea Investimentos já tem quase 20% das ações da Hering .

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02.07.15

Fertilizantes

Dona de 10% da Heringer, a marroquina OCP International Cooperative prepara o solo para duplicar sua participação na fabricante de fertilizantes controlada por Dalton Carlos Heringer.

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15.04.15

Hering se equilibra entre a paz financeira e a guerra societária

Fabio Hering, herdeiro e CEO de um dos maiores grupos do setor de vestuário do país, vive um paradoxo. Há três anos, ele faz tudo sempre igual: entrega aos acionistas um lucro médio acima dos R$ 300 milhões, uma rentabilidade sobre a receita em torno dos 20% – bem superior aos índices da indústria têxtil – e algo perto de R$ 100 milhões em dividendos. Ainda assim, não tem paz. Um grupo de minoritários da Hering, liderado pelos atiradores de elite BlackRock e Credit Suisse, está em pé de guerra com o empresário e sua gestão. Esta tropa de investidores acusa Fabio Hering, erigido pela família a  presidência há cinco anos, de ter transformado o grupo numa caixa preta. Os minoritários insurretos cobram maior transparência e exigem uma participação mais ativa na administração da companhia, incluindo a indicação de mais um conselheiro. Atualmente, eles têm apenas um representante direto no board – Marcio Guedes Pereira Junior, ex-diretor de investment banking do próprio Credit Suisse no Brasil. No ano passado, o BlackRock chegou a apresentar um nome para o Conselho, mas a iniciativa foi rechaçada pelos acionistas controladores. Os minoritários cobram maior disclosure em relação ao planejamento estratégico e a  política de investimentos conduzida por Fabio Hering. No ano passado, o empresário acenou com a abertura de 100 novas lojas com as bandeiras Hering, Hering For You e Dzarm. Não inaugurou sequer a metade. Não obstante os seguidos lucros obtidos pela companhia, os acionistas questionam a queda das margens, notadamente na operação de varejo. No ano passado, a retração chegou aos dois pontos percentuais – número que poderá ter maior impacto sobre a última linha do balanço em um período de estiagem no consumo. Em tempo: o mercado, de um modo geral, parece fazer coro a  insatisfação dos bancos e fundos minoritários da Hering. Mesmo com os resultados apresentados pela empresa, a gestão de Fabio Hering tem merecido bola preta nas bolsas. No ano passado, o valor de mercado da Hering caiu 37% – no mesmo período, o Ibovespa recuou 2,91%.

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