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28.11.19

Repatriação entra no radar da equipe econômica

Era só o que faltava, o câmbio virar um problema. A carreira desabalada do dólar e a falta de atenção do governo ao fato de que os fundamentos da economia não são favoráveis ao câmbio no curto prazo – que pode se tornar longo a depender do cenário internacional – estão levando a equipe econômica a revirar o baú de velhas ideias e projetos nessa área. Uma dessas medidas seria a realização de uma nova e urgente repatriação do dólar, em condições mais atrativas do que a efetuada em 2016, na gestão do então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

À época, a repatriação gerou uma atração de R$ 169 bilhões, com uma arrecadação fiscal para o governo de R$ 59 bilhões. Essa dinheirama não existe mais no exterior. Mas estima-se que algo equivalente a 30% desse valor ainda resistam bravamente nos paraísos fiscais. É bem verdade que a segunda fase de repatriação feita também na gestão Temer/Meirelles frustrou o governo, com a arrecadação de apenas R$ 1,6 bilhão. Agora, além do aperto dos órgãos de controle e fiscalização financeira internacionais, haveria outro estímulo para o retorno do vil metal ao Brasil.

Para a nova repatriação, caso ocorra, estuda-se imposto e multa bem abaixo dos 30% cobrados no governo Temer ou mesmo um parcelamento generoso do pagamento. Acredita-se que o simples anúncio da medida teria algum impacto de baixa sobre a cotação do dólar. A repatriação, entretanto, está longe de resolver o problema do câmbio, que depende do manejo das políticas fiscal e monetária; da atitude firme do governo na busca de capital estrangeiro; da ousadia de irrigar a economia física com recursos extraorçamentários – inclusive como isca para o investidor externo –; e da moderação, ou melhor, do silêncio do ministro da Economia. A equipe econômica tem que trabalhar com afinco para não ser obrigada a obrar uma das bravatas mais arriscadas de Paulo Guedes: vender um caminhão de reservas. Um dos dilemas do lastro cambial é se ele existe para ser usado ou para ser guardado. Tirar a teima agora não parece ser um bom negócio.

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10.10.19

Para 2022

O secretário de Fazenda do governo de São Paulo, Henrique Meirelles, tem colhido colaborações para um programa econômico amplo, geral e irrestrito. Coisa para 2022.

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Em sua recente viagem a Pequim, no início de agosto, Henrique Meirelles conversou amiúde com representantes da China Communications Construction Company. Voltou convicto de que o grupo disputará a privatização do Rodoanel de São Paulo. A desestatização de quase mil quilômetros do arco rodoviário deverá ocorrer no início de 2020. O investimento gira em torno de R$ 10 bilhões.

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01.08.19

Meirelles é a “Câmara de Arbitragem” da guerra fiscal

O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, tornou-se uma espécie de embaixador do governador João Doria junto aos demais guardiões do Tesouro estadual. Transformou sua sala em uma passarela dos secretários da Fazenda do Sul-Sudeste. As discussões sobre guerra fiscal correm em um ambiente aristocrático. Mas a postura de Meirelles, ainda que marcial, é de contemporização com as autoridades congêneres. Parece até que está em campanha para ser ministro. Um dos participantes que comparece invariavelmente às reuniões disse que o ex-presidente do BC sempre traz para as conversas o nome de Doria. É como se fosse um gesto ensaiado. A mesma fonte falou que, em um dos encontros, provocou o secretário de São Paulo, afirmando que ele estava a 1.241 dias de se tornar o substituto de Paulo Guedes. Ao que Meirelles respondeu: “Aos 74 anos já prestei minha contribuição na área federal do governo. Mas nunca se diz nunca a um chamamento da pátria”.

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17.04.19

Combustível

A indústria sucroalcooleira de São Paulo vai encaminhar ao secretário Henrique Meirelles propostas para dar fôlego ao setor. Se o pedido for de renúncia fiscal, é certo que o pacote vai parar no triturador de papel de Meirelles.

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14.02.19

Chama o Meirelles

A direção da GM no Brasil intensificou as conversas com Henrique Meirelles, secretário de Fazenda de São Paulo, na tentativa de antecipar créditos de ICMS das fábricas de São Caetano e São José dos Campos. Na narrativa dos norte-americanos, os recursos são fundamentais para a manutenção das duas unidades. Por ora, a GM tem encontrado a guarida que não teve no governo federal, vide a notória reunião com o secretário especial de Produtividade do Ministério da Economia, Carlos Costa, no início de janeiro. Ao ouvir dos norte-americanos que as fábricas poderiam ser fechadas por falta de incentivo fiscal, Costa mandou na lata: “Se precisar fechar, fecha”.

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07.11.18

Chanceler da Economia

Talvez Henrique Meirelles, cotado para a Embaixada do Brasil em Washington, tenha ainda mais serventia se assumir diretamente o Ministério das Relações Exteriores. Para quem fica cheio de dedos com o Itamaraty, lembrai-vos de FHC e José Serra. A ideia é que Meirelles fique mais lá fora do que aqui dentro, o que seria bom, tendo em vista quem será o ministro da Economia.

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25.09.18

Meirelles tira visto para a campanha de Haddad

O presidenciável de araque Henrique Meirelles está verificando o prazo de validade do seu passaporte para uma eventual flutuação em direção à banda petista. Seria uma decisão individual. Meirelles acredita que os préstimos a Lula o imunizam dos serviços a Temer. A palavra de ordem seria “Na disputa contra Bolsonaro somos todos Haddad.”

Por sinal, curiosamente, entre os respectivos marqueteiros a aliança entre Fernando Haddad e Henrique Meirelles já começou. A relação entre as duas equipes de comunicação é a mais harmônica e colaboracionista possível. Ambas têm trocado informações e compartilhado dados sobre trackings diários. Tudo na maior fidalguia.

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24.09.18

Meirelles é o próprio fundo partidário

Henrique Meirelles deverá torrar algo em torno de R$ 15 milhões nas duas últimas semanas da campanha eleitoral. Ele já gastou R$ 45 milhões, um recorde nas doações eleitorais de pessoa física. Com o acréscimo, Meirelles terá desembolsado R$ 60 milhões na sua campanha, ou seja, mais de 60% do patrimônio de R$ 90 milhões declarado à Justiça Eleitoral. Mas só R$ 90 milhões? Isso é apenas a riqueza confessada no Brasil. O ex-ministro da Fazenda tem uma fortuna declarada somente nos EUA, com valores muito superiores. Contudo, mesmo que haja grana de sobra, a pergunta permanece: para que isso tudo, Meirelles?

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19.09.18

Esquece o Meirelles

O MDB do Nordeste não chamou o Meirelles. Todos os quatro candidatos do partido a governos da região têm ignorado o presidenciável. Renan Filho (Alagoas) e Roseana Sarney (Maranhão) são os mais radicais: não há vestígio de Henrique Meirelles no material de campanha de ambos. O mais incrível é que, ainda assim, Meirelles aparece nas pesquisas com 3% das intenções de voto no Nordeste, o mesmo índice da sua performance nacional.

Justiça seja feita, o eclipse eleitoral no Nordeste não é privilégio de Meirelles. Os candidatos aos governos do Ceará, o tucano General Teophilo, e da Bahia, o aliado do PSDB Zé Ronaldo, do DEM, só faltam dizer que não conhecem Geraldo Alckmin nem de nome.

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