Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
10.10.19

Para 2022

O secretário de Fazenda do governo de São Paulo, Henrique Meirelles, tem colhido colaborações para um programa econômico amplo, geral e irrestrito. Coisa para 2022.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Em sua recente viagem a Pequim, no início de agosto, Henrique Meirelles conversou amiúde com representantes da China Communications Construction Company. Voltou convicto de que o grupo disputará a privatização do Rodoanel de São Paulo. A desestatização de quase mil quilômetros do arco rodoviário deverá ocorrer no início de 2020. O investimento gira em torno de R$ 10 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.08.19

Meirelles é a “Câmara de Arbitragem” da guerra fiscal

O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, tornou-se uma espécie de embaixador do governador João Doria junto aos demais guardiões do Tesouro estadual. Transformou sua sala em uma passarela dos secretários da Fazenda do Sul-Sudeste. As discussões sobre guerra fiscal correm em um ambiente aristocrático. Mas a postura de Meirelles, ainda que marcial, é de contemporização com as autoridades congêneres. Parece até que está em campanha para ser ministro. Um dos participantes que comparece invariavelmente às reuniões disse que o ex-presidente do BC sempre traz para as conversas o nome de Doria. É como se fosse um gesto ensaiado. A mesma fonte falou que, em um dos encontros, provocou o secretário de São Paulo, afirmando que ele estava a 1.241 dias de se tornar o substituto de Paulo Guedes. Ao que Meirelles respondeu: “Aos 74 anos já prestei minha contribuição na área federal do governo. Mas nunca se diz nunca a um chamamento da pátria”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.04.19

Combustível

A indústria sucroalcooleira de São Paulo vai encaminhar ao secretário Henrique Meirelles propostas para dar fôlego ao setor. Se o pedido for de renúncia fiscal, é certo que o pacote vai parar no triturador de papel de Meirelles.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.02.19

Chama o Meirelles

A direção da GM no Brasil intensificou as conversas com Henrique Meirelles, secretário de Fazenda de São Paulo, na tentativa de antecipar créditos de ICMS das fábricas de São Caetano e São José dos Campos. Na narrativa dos norte-americanos, os recursos são fundamentais para a manutenção das duas unidades. Por ora, a GM tem encontrado a guarida que não teve no governo federal, vide a notória reunião com o secretário especial de Produtividade do Ministério da Economia, Carlos Costa, no início de janeiro. Ao ouvir dos norte-americanos que as fábricas poderiam ser fechadas por falta de incentivo fiscal, Costa mandou na lata: “Se precisar fechar, fecha”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.11.18

Chanceler da Economia

Talvez Henrique Meirelles, cotado para a Embaixada do Brasil em Washington, tenha ainda mais serventia se assumir diretamente o Ministério das Relações Exteriores. Para quem fica cheio de dedos com o Itamaraty, lembrai-vos de FHC e José Serra. A ideia é que Meirelles fique mais lá fora do que aqui dentro, o que seria bom, tendo em vista quem será o ministro da Economia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.09.18

Meirelles tira visto para a campanha de Haddad

O presidenciável de araque Henrique Meirelles está verificando o prazo de validade do seu passaporte para uma eventual flutuação em direção à banda petista. Seria uma decisão individual. Meirelles acredita que os préstimos a Lula o imunizam dos serviços a Temer. A palavra de ordem seria “Na disputa contra Bolsonaro somos todos Haddad.”

Por sinal, curiosamente, entre os respectivos marqueteiros a aliança entre Fernando Haddad e Henrique Meirelles já começou. A relação entre as duas equipes de comunicação é a mais harmônica e colaboracionista possível. Ambas têm trocado informações e compartilhado dados sobre trackings diários. Tudo na maior fidalguia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.09.18

Meirelles é o próprio fundo partidário

Henrique Meirelles deverá torrar algo em torno de R$ 15 milhões nas duas últimas semanas da campanha eleitoral. Ele já gastou R$ 45 milhões, um recorde nas doações eleitorais de pessoa física. Com o acréscimo, Meirelles terá desembolsado R$ 60 milhões na sua campanha, ou seja, mais de 60% do patrimônio de R$ 90 milhões declarado à Justiça Eleitoral. Mas só R$ 90 milhões? Isso é apenas a riqueza confessada no Brasil. O ex-ministro da Fazenda tem uma fortuna declarada somente nos EUA, com valores muito superiores. Contudo, mesmo que haja grana de sobra, a pergunta permanece: para que isso tudo, Meirelles?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.09.18

Esquece o Meirelles

O MDB do Nordeste não chamou o Meirelles. Todos os quatro candidatos do partido a governos da região têm ignorado o presidenciável. Renan Filho (Alagoas) e Roseana Sarney (Maranhão) são os mais radicais: não há vestígio de Henrique Meirelles no material de campanha de ambos. O mais incrível é que, ainda assim, Meirelles aparece nas pesquisas com 3% das intenções de voto no Nordeste, o mesmo índice da sua performance nacional.

Justiça seja feita, o eclipse eleitoral no Nordeste não é privilégio de Meirelles. Os candidatos aos governos do Ceará, o tucano General Teophilo, e da Bahia, o aliado do PSDB Zé Ronaldo, do DEM, só faltam dizer que não conhecem Geraldo Alckmin nem de nome.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

17.09.18

Henrique Meirelles cola em Temer para propagandear seu “governo de transição”

Os vídeos de Michel Temer nas redes sociais com críticas a Geraldo Alckmin e Fernando Haddad são apenas as primeiras cenas da colaboração velada entre o Palácio do Planalto e a campanha de Henrique Meirelles. Há um esforço conjunto e coordenado no sentido de alavancar a candidatura do emedebista. A priori, Temer continua sendo uma presença infectocontagiosa para a imagem de qualquer candidato e, para todos os efeitos, seguirá a léguas de distância de Meirelles. No entanto, o ex-ministro da Fazenda acredita ter encontrado um veio na relação com o presidente que só ele pode explorar.

Meirelles é o único dos concorrentes ao Planalto capaz de trazer para si a negociação com o governo de soluções antecipadas para alguns dos dramáticos problemas a serem enfrentados pelo futuro presidente. Mais do que qualquer outro candidato, Meirelles pode dizer com autoridade que o “governo de transição” começa antes mesmo da eleição. É sintomático, por exemplo, que o atual titular da Fazenda, Eduardo Guardia, uma extensão de Meirelles no cargo, tenha surgido em cena na semana passada resgatando a reforma da Previdência, com a proposta de um mutirão no Congresso para a aprovação do projeto logo após as eleições.

Quase que simultaneamente chama a atenção também a movimentação do ministro em torno da elaboração de proposta para a redução do Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ). Ninguém, a bem da verdade, acredita que o Congresso Nacional aprove qualquer medida polêmica ou impopular nesse período. Mas Henrique Meirelles poderia trazer para si a resolução do problema orçamentário do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), programas sociais que tiveram parcela expressiva de verbas diferidas para aprovação futura pelos congressistas. A saída está dada – ver RR edição de 13 de setembro – e tem sido objeto de discussão entre o candidato emedebista e seus ex-companheiros de equipe econômica.

O expediente não passa pelo Congresso. Os recursos seriam providos do lucro do Banco Central, uma artimanha fiscalmonetária condenada à extinção, que transfere para a instituição a rentabilidade das reservas cambiais sem que elas tenham sido vendidas. Conseguindo ou não êxito em suas demandas, o importante na campanha é o discurso e o espaço no noticiário. A reaproximação do governo e do presidente da República que o próprio Henrique Meirelles renega em sua campanha eleitoral é uma desesperada tentativa de içar uma candidatura pregada no chão. Com 3% nas últimas pesquisas do Ibope e do Datafolha, o solitário emedebista tem de inventar algo diferente, mesmo correndo o risco de levar um tombo.

Michel Temer é um chapéu de dois bicos: tanto atrapalha quanto ajuda. A estratégia de usar o próprio Temer para satanizar Geraldo Alckmin nas redes sociais foi elaborada a partir de uma “joint venture” entre Elsinho Mouco, o marqueteiro da Presidência da República, e os publicitários Chico Mendez e Paulo Vasconcellos, responsáveis pela comunicação de Meirelles. Outras peças deverão ser produzidas e disseminadas nos próximos dias. Enquanto isso, Meirelles analisa se vale a pena posar como o “candidato-estadista” que convenceu o presidente da necessidade de resolver parte dos graves problemas do futuro governante, seja ele quem for.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.