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13.08.20

Honra ao mérito

A indicação como novo líder do governo na Câmara foi um prêmio de consolação para o deputado Ricardo Barros. Desde a saída de Henrique Mandetta, ele vinha trabalhando nos bastidores para reassumir o Ministério da Saúde, cargo que ocupou no governo Temer.

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05.08.20

Ficou só na vontade

O RR apurou que Wilson Witzel, encalacrado até o pescoço com denúncias de irregularidades em licitações, sondou Henrique Mandetta para assumir a Saúde do Rio. Sem sucesso. O presidenciável Mandetta não está disponível para ser fiador anti-impeachment de ninguém.

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20.07.20

Bolsonaro escreve suas promessas a lápis

A julgar pelo track records, a declaração de Jair Bolsonaro de que Ernesto Araújo, Eduardo Pazuello e Ricardo Salles permanecerão no governo não tem grande valia. Em 6 de abril, Bolsonaro bancou a manutenção de Henrique Mandetta na Saúde. Dez dias depois, Mandetta era demitido. Como Sergio Moro, o revés foi ainda mais célere. Entre a última fala de Bolsonaro garantindo a permanência de Moro na Justiça e sua saída do governo passaram-se não mais do que dois dias.

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02.06.20

O onipresente Gabbardo

João Gabbardo, ex-braço direito de Henrique Mandetta, virou praticamente uma Organização Social (OS) da área da saúde. Além de assumir a secretaria executiva do Centro de Combate ao Coronavírus da Prefeitura de São Paulo, Gabbardo tem atuado como uma espécie de consultor informal dos governos de Goiás, Pará e Rio Grande do Sul.

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