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20.07.20

Bolsonaro escreve suas promessas a lápis

A julgar pelo track records, a declaração de Jair Bolsonaro de que Ernesto Araújo, Eduardo Pazuello e Ricardo Salles permanecerão no governo não tem grande valia. Em 6 de abril, Bolsonaro bancou a manutenção de Henrique Mandetta na Saúde. Dez dias depois, Mandetta era demitido. Como Sergio Moro, o revés foi ainda mais célere. Entre a última fala de Bolsonaro garantindo a permanência de Moro na Justiça e sua saída do governo passaram-se não mais do que dois dias.

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02.06.20

O onipresente Gabbardo

João Gabbardo, ex-braço direito de Henrique Mandetta, virou praticamente uma Organização Social (OS) da área da saúde. Além de assumir a secretaria executiva do Centro de Combate ao Coronavírus da Prefeitura de São Paulo, Gabbardo tem atuado como uma espécie de consultor informal dos governos de Goiás, Pará e Rio Grande do Sul.

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