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A ordem do Palácio do Planalto aos senadores governistas da CPI da Covid, notadamente Eduardo Girão e Luiz Carlos Heinze, é colar Roberto Dias em Henrique Mandetta. A estratégia é bater insistentemente na tecla de que o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, acusado de pedir propina na compra de vacinas, foi nomeado na gestão de Mandetta.

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21.06.21

Cidadania flerta com Mandetta

O melhor prato do insosso almoço entre líderes de sete partidos do Centrão, organizado por Henrique Mandetta na última terça-feira, foi servido depois do encontro. Em conversa reservada, Roberto Freire, do Cidadania, abriu as portas do partido para a filiação de Mandetta. O ex-ministro não disse nem sim, nem não. Mas sabe que, se ficar no DEM, sua candidatura à Presidência será derretida em óleo de dendê por ACM Neto.

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20.05.21

“Toninhozinho Malvadeza”

À frente dos microfones, ACM Neto incensa a candidatura de Henrique Mandetta à Presidência da República; nas conversas de bastidores, detona as probabilidades do colega de DEM se eleger. E, na coxia, chega a aventar uma aliança com Ciro Gomes. E, cá entre nós, com quem mais surgir com alguma possibilidade eleitoral.

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07.05.21

…Outros não veem a hora de voltar

Henrique Mandetta se colocou à disposição do senador Omar Aziz, presidente da CPI da Covid, para um novo depoimento na Comissão. As oito horas seguidas da sessão da última terça-feira não saciaram o ex-ministro da Saúde. Jair Bolsonaro merece mais…

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25.03.21

Galeria de ministros

No início da semana, em conversa com parlamentares, Henrique Mandetta ressaltava outro “sete a um” da Alemanha sobre o Brasil: em apenas dois anos, o governo Bolsonaro já acumula o mesmo número de ministros da Saúde (quatro) que os alemães nos últimos 12 anos. E ainda cabe mais…

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10.03.21

Vai piorar

O ex-ministro Henrique Mandetta, que atua como um espécie de adviser dos prefeitos do DEM, vem recomendando a todos o reforço dos estoques de oxigênio nos hospitais municipais. Imaginem o que ainda pela vem pela frente…

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13.08.20

Honra ao mérito

A indicação como novo líder do governo na Câmara foi um prêmio de consolação para o deputado Ricardo Barros. Desde a saída de Henrique Mandetta, ele vinha trabalhando nos bastidores para reassumir o Ministério da Saúde, cargo que ocupou no governo Temer.

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05.08.20

Ficou só na vontade

O RR apurou que Wilson Witzel, encalacrado até o pescoço com denúncias de irregularidades em licitações, sondou Henrique Mandetta para assumir a Saúde do Rio. Sem sucesso. O presidenciável Mandetta não está disponível para ser fiador anti-impeachment de ninguém.

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20.07.20

Bolsonaro escreve suas promessas a lápis

A julgar pelo track records, a declaração de Jair Bolsonaro de que Ernesto Araújo, Eduardo Pazuello e Ricardo Salles permanecerão no governo não tem grande valia. Em 6 de abril, Bolsonaro bancou a manutenção de Henrique Mandetta na Saúde. Dez dias depois, Mandetta era demitido. Como Sergio Moro, o revés foi ainda mais célere. Entre a última fala de Bolsonaro garantindo a permanência de Moro na Justiça e sua saída do governo passaram-se não mais do que dois dias.

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02.06.20

O onipresente Gabbardo

João Gabbardo, ex-braço direito de Henrique Mandetta, virou praticamente uma Organização Social (OS) da área da saúde. Além de assumir a secretaria executiva do Centro de Combate ao Coronavírus da Prefeitura de São Paulo, Gabbardo tem atuado como uma espécie de consultor informal dos governos de Goiás, Pará e Rio Grande do Sul.

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