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28.12.21

Com colarinho

Está aberto o leilão pela fábrica da Heineken. São Paulo e Bahia entraram na disputa pelo empreendimento, que, a princípio, seria construído em São Leopoldo (MG) – o projeto foi embargado pelo ICMBio. Os dois estados já acenaram com contrapartidas em infraestrutura. O investimento total gira em torno de R$ 1,8 bilhão.

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18.10.21

Tirando onda

Segundo o RR apurou, a Heineken estuda formas de capitalizar sua decisão de não aumentar os preços de seus produtos no último trimestre do ano. Uma das ideias sobre a mesa é o lançamento de uma campanha publicitária. Seria uma estocada com endereço certo: a AmBev reajustou os valores de suas cervejas em outubro.

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05.10.21

Cerveja gelada

A Heineken está rondando a cervejaria paraense Cerpa, que por muito tempo esteve na mira da AmBev.

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14.09.20

Heineken e Coca-Cola não se cansam de quebrar garrafas

A relação entre Heineken e Coca-Cola parece ter entornado de vez. Mesmo após decisão contrária de uma câmara arbitral, o RR apurou que a cervejeira holandesa estaria disposta a romper – por vias judiciais, se necessário – o contrato que mantém com a Coca, responsável pela distribuição de seus produtos no Brasil. O acordo vai até 2022, mas, segundo a mesma fonte, a Heineken já estuda outras opções. Hoje não há clima para as duas empresas seguirem juntas. As multinacionais travam um efervescente contencioso no país. A Coca-Cola entrou na Justiça acusando a Heineken de se valer de “manobra societária fraudulenta”. Ao comprar a Brasil Kirin, antiga Schincariol, em vez de assumir diretamente o controle da cervejeira, o grupo holandês pendurou o ativo na Bavaria, sua subsidiária e hoje uma empresa de papel. A Coca-Cola acusa a Heineken de agir deliberadamente para assumir ela própria a distribuição das marcas da Brasil Kirin, driblando o acordo de exclusividade a que a multinacional de Atlanta diz ter direito. Consultada, a Heineken informa que “de acordo com a decisão do Tribunal Arbitral!, manterá seus acordos atuais com o Sistema de Distribuição Coca-Cola Brasil”. Já a Brasil Kirin “continuará suas operações com seu modelo de distribuição atual”. A Coca-Cola não se pronunciou.

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25.03.20

A cerveja esquentou

A iminente recessão na economia está jogando pelo ralo abaixo as projeções de crescimento da Heineken no Brasil em 2020. A previsão de superar o aumento da receita do ano passado, 7,5%, já foi descartada. Pela primeira vez em três anos, a alta das vendas em volume deverá ficar abaixo dos 10%. Vai ser um duro freio na escalada da cervejeira no país. Em 2019, o Brasil tornou-se o maior mercado da Heineken no mundo. Consultada, a empresa diz que ainda está avaliando o novo cenário.

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12.01.18

Sangue, suor e lágrimas

Desde maio, quando assumiu formalmente as operações da Brasil Kirin no Brasil, a Heineken já teria decepado cerca de 10% das despesas operacionais da empresa. E é só o começo da navalhada. Para o paladar dos holandeses, a japonesa Kirin deixou uma estrutura de custos excessivamente pesada.

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15.09.17

Velha Schin

A Heineken vai ter de suar hectolitros para colocar a antiga Brasil Kirin nos eixos. As marcas compradas do grupo japonês, encabeçadas pela Schin, acumularam entre janeiro e agosto uma queda de vendas superior a 20%. Podia ser pior. No segundo trimestre, especificamente, a retração passou dos 35%.

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19.07.17

Desconstrução

A Heineken está promovendo um bota-abaixo na operação da antiga Brasil Kirin. Além da fábrica de Gravataí (RS), o plano dos holandeses prevê o fechamento de mais de três unidades – a primeira delas deverá ser a de Horizonte (CE). A Heineken se livra de máquinas, concreto e também de gente. Já demitiu 18 executivos da Brasil Kirin.

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05.04.17

AmBev segura preço com rédea curta

Nada como a concorrência. Segundo relatório recém-elaborado pelo Bradesco, ao longo de 2016 a AmBev reajustou seus preços em apenas 1%. O índice ficou abaixou do aumento promovido pela Heineken (2%) – ambos bem inferiores à inflação de 2016 (6,29%). Como se não bastasse este confronto direto, que ganhou mais levedura com a venda da Brasil Kirin para os holandeses, a empresa de Jorge Paulo Lemann está segurando seus preços na tentativa de recuperar o terreno perdido em 2016. No ano passado, a AmBev amargou uma redução das vendas de 6,6% e uma queda de market share de 67,5% para 66,3%. Parte do mercado que deixou pelo caminho foi absorvida pela própria Brasil Kirin, que aumentou o volume de cerveja comercializado em 1,3%. Vale lembrar que cada pontinho percentual perdido representa mais de R$ 800 milhões de receita anual que escorrem pelo ralo.

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22.03.17

Ambev de porre

A Ambev, que detém 66% de market share no país, entrou com uma representação no Cade reclamando que a Heineken vai concentrar mercado após a compra da Brasil Kirin. Non sense puro. A Heineken vai ficar com um pouquinho mais de 19%. Se continuar disparatando, a Ambev vai acabar acusando a Cervejaria Piau, do Piauí, de alcançar 0,111111% de mercado.

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