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planos
21.05.19
ED. 6118

Complicado

Entre os próprios companheiros de farda, o que se diz é que o general Hamilton Mourão precisa ser convencido de que é um subcomandante de unidade. Difícil, né?

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15.05.19
ED. 6114

A China de Mourão…

O vice-presidente, Hamilton Mourão, pretende fazer um acordo de Estado com o governo chinês com tratamento diferenciado aos investimentos. As facilities dependem do tamanho do aporte e do compromisso firme. O ministro Paulo Guedes garante concessões, privatizações, terras, imóveis e tantos outros ativos. A China tem também que apresentar suas garantias. Não custa lembrar que Dilma Rousseff, em visita à China, assinou um protocolo de investimentos de R$ 53 bilhões. Se vieram 10% desse montante, foi muito. A visita de Mourão tem potencial de criar uma disputa ímpar na geopolítica mundial. O Brasil vem elegendo os EUA como seu parceiro preferencial. A China pode virar esse jogo. Para os dois gigantes, o Brasil é o melhor candidato disponível a namoradinha. O general Mourão também pode voltar da Ásia como um Marco Polo tupiniquim da contemporaneidade. Bom para o Brasil. Talvez não tão bom para Jair Bolsonaro.

…E a América de Bolsonaro

Ao contrário da sua última visita aos Estados Unidos, Jair Bolsonaro não estenderá o tapete vermelho ao seu guru, Olavo de Carvalho. Não só não está previsto como não é desejável o deslocamento do “filósofo” da Virgínia, onde reside, para Dallas, cidade na qual o presidente estará. A circunstância pede menos exposição da amizade. Mas o prestígio de Carvalho não foi trincado. O deputado Eduardo Bolsonaro irá ao encontro da eminência parda em um dos dois dias em que o pai e sua comitiva desfilarem por Dallas.

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13.05.19
ED. 6112

Um tratamento de choque para o plano de saúde dos servidores

Indicado pelo general Hamilton Mourão, o novo diretor executivo da GEAP, general Ricardo Marques Figueiredo, prepara uma profunda reestruturação no plano de saúde do funcionalismo público federal. Uma das primeiras medidas deverá ser a substituição de boa parte da diretoria e dos cargos de gerência. O desafio do general Figueiredo é sanear a saúde financeira da GEAP.

No ano passado, a empresa precisou realizar uma provisão técnica de R$ 170 milhões para cobrir o rombo de caixa – o buraco chegou a R$ 300 milhões. A situação ainda é crítica: a nova gestão avalia, inclusive, a necessidade de uma contribuição adicional dos beneficiários. Consultada sobre as medidas, a GEAP informa que o General Ricardo Figueiredo “está realizando, gradativamente, os ajustes que se fazem necessários”. A GEAP, que reúne mais de 450 mil servidores federais, já passou por uma intervenção da ANS.

Hoje se encontra sob regime de direção fiscal da agência reguladora – na prática uma nova intervenção com nomenclatura mais amena. O general Ricardo Figueiredo traz a experiência de ter sido o subsecretário de Economia e Finanças do Exército, além da formação em administração e logística na AMAN. Uma de suas prioridades na GEAP é passar um pente-fino nos contratos com prestadores de serviço, já identificado como um terreno fértil para desperdícios e travessuras piores. Somente na área jurídica há 28 escritórios de advocacia que prestam consultoria à GEAP. Alguns deles chegam a receber quase R$ 40 milhões por ano. Perguntado sobre os cortes, o plano de saúde confirma que “uma das primeiras medidas da nova gestão é a redução de custos e despesas em todos os setores, tanto serviços internos quanto aqueles realizados por prestadores.”

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29.04.19
ED. 6103

Fricote combinado

O vice-presidente Hamilton Mourão acha que o fricote entre Jair Bolsonaro e o filho Carlos é combinado. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, também acha a mesma coisa.

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21.02.19
ED. 6060

Indústria envia SOS a Mourão

Empresários dos setores de química, siderurgia, máquinas e equipamentos estão debruçados sobre um diagnóstico do abandono completo da indústria pelo governo. O documento está sendo preparado para entrega ao general Hamilton Mourão. As conclusões são dramáticas. Mesmo que o PIB volte a subir para 3% a 4%, a indústria terá um crescimento proporcional inferior e permanecerá perdendo peso relativo no agregado da economia, resultando em menor arrecadação tributária, baixa geração de emprego e combalida capacidade em pesquisa, tecnologia e inovação. Segundo os empresários, o vice-presidente é o único integrante do governo determinado a empunhar essa bandeira. Mourão já se encontrou com representantes de todos esses setores. O general tem disposição para encampar causas, vocalizá-las e defendê-las dentro do governo. Ele seria o indicado para negociar com Paulo Guedes um lugar para a indústria no bojo da política econômica. O presidente Jair Bolsonaro não tem afinidade e não entende do assunto. Em breve as manifestações virão à tona. O RR garante o que diz.

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24.01.19
ED. 6040

Papo reto

Uma das primeiras entidades de classe a se encontrar com o vice-presidente Hamilton Mourão, o Instituto Aço Brasil reúne seus executivos na próxima terça-feira para uma conversa com o ministro Paulo Guedes. No encontro será discutida a ideia do governo de reduzir as alíquotas de importação do produto. Algo estranho, pois o mundo caminha em outra direção. Depois dos Estados Unidos, também a União Europeia, na semana passada, adotou medida de salvaguarda para impedir que o aço fabricado em outros países invada o continente.

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