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01.09.21

Tratado da Amazônia é mais uma missão solitária de Mourão

O vice-presidente, Hamilton Mourão, quis tomar para si a missão de ser o “general da détente”. Mourão assumiu o compromisso de distender conflitos do Brasil, tais como a China e o enorme confronto ambiental. Porém, foi desconstruído pelo presidente Jair Bolsonaro. A visita a Pequim para arrefecer os ânimos, em maio de 2019, deu em nada ou muito pouco. E as ações tanto diplomáticas quanto operacionais na Amazônia têm sido, no mínimo, insuficientes. Ainda assim, Mourão não se rende.

O mais novo murro em ponto de faca passa pela área de meio ambiente. Com a farda de presidente do Conselho da Amazônia, o general estaria trabalhando junto a países vizinhos com o objetivo de revigorar a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Criada em 1995, a OTCA reúne, além do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Nos últimos tempos, no entanto, o governo Bolsonaro relegou a participação brasileira na Organização a segundo plano. Mourão seria favorável à ampliação do escopo do organismo multilateral e até mesmo ao ingresso de países de fora da região, alguns com tradição de apoio financeiro a projetos de proteção do bioma amazônico.

Casos, por exemplo, da Alemanha e da Noruega. Mais uma prova de que Mourão enverga, mas não quebra. A missão é para lá de difícil. Historicamente os maiores doadores do Fundo Amazônia, alemães e noruegueses suspenderam os aportes como resposta ao avanço do desmatamento na Região e à política ambiental do governo Bolsonaro. Em meio a tantos “adversários” dentro do governo – do próprio presidente Bolsonaro aos ex- ministros Ernesto Araújo e Ricardo Salles -, Mourão ainda conseguiu colocar tropas para conter as queimadas na Amazônia.

Recentemente, garantiu também a extensão por mais 45 dias da operação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para o combate a crimes ambientais na Amazônia. Mas, na prática, o efetivo utilizado e os recursos disponíveis sempre se mostram aquém do necessário. As articulações junto aos países vizinhos para ampliar a importância da OTCA entram na mesma cota do empenho quase pessoal de Mourão. A Organização assumiria um papel de discussão e formulação de políticas de gestão do bioma amazônico de um forma transversal. Passaria a contemplar variáveis como o aproveitamento econômico de seus ativos, benefícios sociais e Defesa territorial. Procurada pelo RR, a Vice-Presidência da República não se pronunciou.

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25.08.21

Tríplice aliança

O PRTB estaria buscando um lugarzinho na possível fusão entre o PSL e o PP, que poderá criar um “ricaço” do fundo eleitoral. Maior trunfo do PRTB: ter o vice-presidente, Hamilton Mourão, como filiado. Maior problema do PRTB: ter o vice-presidente, Hamilton Mourão, como filiado.

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02.08.21

DEM com Mourão… E com Bolsonaro

O DEM abriu suas portas para a filiação do vice-presidente, general Hamilton Mourão. Diferentemente do que diz Jair Bolsonaro, o partido acha que Mourão não atrapalha em nada. Pelo contrário. Pode ser o nome do DEM na disputa pelo Senado no Rio do Grande do Sul.

Por falar em DEM: o vice-presidente do partido, senador Jayme Campos, deverá solicitar uma reunião do diretório nacional ainda neste mês. Campos defende que o partido não só apoie Jair Bolsonaro em 2022 como anuncie a aliança o quanto antes.

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01.07.21

Mourão no banco de reservas

Jair Bolsonaro vem sendo aconselhado a reforçar o time brasileiro que participará da Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP26), em novembro. O reforço em questão seria a escalação do general Hamilton Mourão, comandante do Conselho da Amazônia, ao lado do novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite. A julgar pela distância cada vez maior entre Bolsonaro e Mourão, trata-se de uma hipótese pouco provável.

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17.06.21

Voz de comando

O ministro da Defesa, general Braga Netto, foi uma voz importante para que Jair Bolsonaro autorizasse a nova operação de GLO na Amazônia. Se dependesse só da requisição do general Hamilton Mourão, que chefia o Conselho da Amazônia, era bem capaz do sinal verde não sair.

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11.06.21

Captação verde

Além da Noruega, o vicepresidente, general Hamilton Mourão, vem mantendo tratativas com o governo da Alemanha. Nos dois casos, o objetivo é o mesmo: retomar os aportes no Fundo Amazônia ainda neste ano.

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12.05.21

Conexão Oslo

O vice-presidente, Hamilton Mourão, vai iniciar uma nova rodada de conversações com o embaixador da Noruega no Brasil, Nils Martin Gunnegn. Em pauta, a retomada dos aportes do governo norueguês no Fundo Amazônia, suspensos desde 2019.

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10.05.21

Álibi indireto

O general Hamilton Mourão é um dos maiores defensores no governo da saída de Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente. Talvez seja um motivo a mais para Jair Bolsonaro manter Salles no cargo.

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29.04.21

Usucapião

Com a morte de Levy Fidelix, fundador do PRTB, o vice-presidente Hamilton Mourão está sendo estimulado por aliados a assumir as rédeas do partido, já preparando o terreno para a sua possível candidatura ao Senado em 2022.

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19.04.21

Fogo na selva

A súbita demissão de Alexandre Saraiva da Superintendência da PF no Amazonas teria desagradado ao vice-presidente, Hamilton Mourão. Saraiva vinha sendo um importante aliado de Mourão no combate ao desmatamento ilegal na região. Tão aliado que Saraiva foi demitido após pedir ao STF que abrisse investigação contra o próprio ministro Ricardo Salles.

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