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14.06.18
ED. 5888

GWI preocupa seus sócios na Gafisa

A GWI vem aumentando gradativamente sua participação na Gafisa, com sucessivas aquisições do papel em bolsa. A gestora já teria mais de 22% das ordinárias. A movimentação tem deixado os demais acionistas da companhia ressabiados. A GWI, do sul-coreano Mu Hak You, costuma ser uma companhia indigesta em empresas de capital aberto. Que o diga a família Saraiva, dona da rede de livrarias homônima, que teve um embate ferrenho com Hak You há cerca de dois anos.

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27.07.17
ED. 5670

O que a GWI viu na ViaVarejo?

Nos últimos dias, a GWI Asset Management tem chamado a atenção do mercado pela frenética movimentação com ações da ViaVarejo. O que causa ainda mais estranheza é o ziguezague da gestora comandada pelo agressivo investidor sul-coreano Mu Hak You: ora, está na ponta vendedora, ora do lado comprador, às vezes no mesmo pregão.

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29.03.17
ED. 5588

À espreita

O investidor sul-coreano Mu Hak You, minoritário da empresa por meio do fundo GWI e desafeto da família Saraiva, teria retomado a compra de ações da rede de livrarias. Qualquer semelhança com a possível fusão entre a Saraiva e Cultura não é mera coincidência.

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14.09.16
ED. 5454

Contencioso da Saraiva tem novo capítulo

 Os controladores da Saraiva não vão se livrar tão facilmente do minoritário Mu Hak You, afastado do conselho da companhia por uma decisão judicial. Dono da gestora GWI e detentor de 33% das preferenciais da rede de livrarias, You está buscando o apoio de outros acionistas para exigir na Justiça a realização de uma auditoria externa na empresa. Um dos investidores mais importantes é Vicente Costa Neto, da H11 Capital. Detentor de 10% das PNS, Neto também questiona a Saraiva na CVM, exigindo o pagamento dos dividendos de 2015. O alvo de Mu Hak You são os bônus pagos aos administradores da Saraiva e, em última linha, aos próprios acionistas, hegemônicos no Conselho. You mira, notadamente, nas bonificações distribuídas no ano passado em cima da venda do braço editorial da Saraiva.  Mu Hak You acusa a Saraiva de ter inflado as bonificações com o intuito de aumentar as retiradas dos próprios acionistas, causando perdas aos minoritários.  O tiroteio entre Mu Hak You e os Saraiva se intensificou nos últimos três meses, com disparos de parte a parte. O mais recente foi feito pela rede de livrarias, que entrou com uma ação de responsabilidade contra o investidor, automaticamente forçando sua saída do Conselho. Apenas pró-forma, é bem verdade, uma vez que ele foi substituído pelo próprio filho, Thiago Hi Joon You. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Saraiva e GWI.

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30.08.16
ED. 5444

Saraiva escreve páginas e páginas de desavenças societárias

 Independentemente do mérito, o contencioso com o minoritário Mu Hak You, dono da gestora GWI e detentor de 44% das PNs da Saraiva , tornou-se uma conveniente cortina de fumaça para os controladores da companhia. Este nevoeiro tem ajudado a eclipsar as desavenças na própria família que dá nome à maior rede de livrarias do país. Segundo informações filtradas junto à companhia, a terceira geração de acionistas, liderada pelo presidente Jorge Saraiva Neto, defende uma reformulação estratégica e, sobretudo, a entrada de um novo investidor no capital. Entre outras consequências, a medida é vista como fundamental para impulsionar a operação de e-commerce e permitir que a Saraiva faça frente a novos concorrentes, notadamente a Amazon. A proposta, no entanto, esbarra na “velha guarda”, personificada pelo próprio pai de Saraiva Neto, Jorge Eduardo Saraiva, chairman da companhia. Além da resistência à venda de parte do capital, os atritos se estenderiam ainda ao modelo de negócio. De perfil mais conservador, este grupo da família segue apostando na rede de lojas físicas – não obstante as seguidas quedas de receita da operação. No primeiro trimestre, as vendas caíram quase 4%, ao passo que o faturamento no comércio eletrônico subiu 11%. Ainda assim, os planos de abertura de quatro unidades ao longo deste ano estão mantidos.  Os atritos familiares se intensificaram com a venda da Editora Saraiva, no ano passado. Jorge Eduardo teria praticamente imposto a negociação da empresa à então Abril Educação, por R$ 725 milhões. Segundo o RR apurou, à época, Jorge Saraiva Neto tentou, até o último instante, brecar a venda. O empresário defendia o spinoff das livrarias e do braço editorial e a venda separada de participações, sem que a família necessariamente abrisse mão do controle. Foi voto vencido, como vem sendo, até o momento, em relação ao desembarque de um novo sócio na operação de varejo. Segundo a fonte do RR, diante de tamanho desgaste, o jovem empresário, de apenas 32 anos, já teria cogitado até entregar o cargo.  No dia a dia, os atritos têm atrapalhado a execução de medidas estratégicas na Saraiva. Que o diga o ex- Pão de Açúcar Enéas Pestana. O consultor entrou e deixou a companhia sem que parte expressiva das mudanças que propôs fosse implementada. Só agora, um ano depois, a Saraiva começou a reduzir o tamanho de algumas lojas, inclusive com a devolução de espaços em grandes shopping centers do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Saraiva.

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