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Ao conseguir adiar a assembleia de credores de Viracopos para outubro, a dupla UTC e Triunfo ganhou tempo não para negociar a dívida, mas, sim, para pular fora da concessão.

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10.06.19

As turbulências de Viracopos

Os sócios da concessionária de Viracopos – Triunfo, UTC e Engis – estão tentando barrar a transferência da operação à suíça Zurich e ao fundo IG4. Têm feito gestões junto à ANAC e ao Ministério de Infraestrutura na tentativa de evitar que o governo aceite proposta apresentada pela dupla, que condiciona a negociação à redução dos pagamentos da outorga e da redução dos investimentos exigidos no edital. Os advogados do consórcio alegam que as mesmas condições teriam de ser oferecidas anteriormente à atual concessionária – a Aeroportos Brasil Viracopos (ABV). Ocorre que os sócios da ABV não parecem estar em condições de barganhar nada com o governo. Em recuperação judicial, o consórcio deve cerca de R$ 2,6 bilhões ao BNDES e R$ 400 milhões à própria ANAC.

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14.12.18

Rodovia à venda

Em recuperação extrajudicial, a Triunfo espalha seus anéis sobre o balcão. Além da hidrelétrica de Três Irmãos e de  Viracopos,pretende se desfazer da Concer. A empresa, que administra a rodovia Rio-Juiz de Fora, sofre com a baixa rentabilidade e briga na Justiça pelo reequilíbrio do contrato de concessão.

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16.07.18

Asiáticos em Viracopos

A Changi Airport, de Cingapura, que já está no Galeão, quer aterrissar no aeroporto de Viracopos. O pouso se daria com a compra das participações da UTC e da Triunfo. Ambas não veem a hora de saltar desse avião. A concessionária de Viracopos entrou em recuperação judicial com uma dívida de R$ 2,8 bilhões.

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21.11.17

Lava Jato decola

A Lava Jato vai decolar de Viracopos. Além da UTC, a Triunfo também quer vender sua participação no aeroporto.

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13.09.17

Escudo minoritário

O BNDES identificou que a Triunfo Participações tem usado minoritários como escudo para evitar a execução de suas dívidas. Da parte do banco, vem mais chumbo grosso por aí.

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01.09.17

Aeroporto desgovernado

Viracopos ainda é uma incógnita para o governo. Na última quarta-feira, a Swiss Requitou o seguro garantia de R$ 149 milhões referente ao valor de outorga do aeroporto em 2016. O problema agora é a parcela de 2017, de R$ 169 milhões. Em recuperação extrajudicial, a Triunfo quer devolver a concessão. A Anac diz que só aceita após o pagamento do débito, atrasado desde junho.

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30.08.17

Ponto de interrogação

Entre os credores e acionistas da Triunfo Participações, é grande a apreensão com os efeitos contábeis que a auditoria recém-conduzida pelo Souza, Cescon, Barrieu e Flesch Advogados poderá ter. A preocupação gira em torno da necessidade de provisões para eventuais mal feitos do passado. É tudo o que um grupo em recuperação extrajudicial e R$ 2,5 bilhões em dívidas menos precisa neste momento.

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20.08.17

Os caminhos de Brasília se fecham para a Triunfo

Para a Triunfo, tão ruim ou o pior do que a dívida de R$ 2,5 bilhões é o desmoronamento das pinguelas que a ligavam ao Poder. De um lado, o BNDES executa fianças bancárias por dívidas em atraso e vende ações do grupo; do outro, quem aperta o cerco é a Casa Civil e o Ministério dos Transportes. Segundo o RR apurou, a Triunfo tenta negociar a concessão da BR-060-153-262, que corta o Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.

O ativo, arrematado em 2014, já teria sido, inclusive, ofertado a empresas do setor, como EcoRodovias e Arteris. Ocorre que o governo já fez chegar à Triunfo a informação de que não autorizará a transferência da concessão. A Triunfo tem dois caminhos: ou pega carona na “MP das Rodovias” que está prestes a ser editada, estende por mais 14 anos o prazo para a duplicação da estrada e finalmente faz os investimentos de R$ 3,5 bilhões previstos e que nunca saíram do papel ou, então, o Ministério dos Transportes vai decretar a caducidade da licença e relicitá-la.

O argumento do governo é que o espírito da nova Medida Provisória não é criar um balcão de negócios de concessões, mas permitir que grupos com investimentos em atraso ganhem fôlego para deslanchar as obras. Quem não quiser que devolva a concessão, como acaba de fazer a Galvão Engenharia com outro trecho da BR-153. Procurada pelo RR, a Triunfo não quis comentar o assunto. Um a um, os caminhos traçados pela Triunfo com o objetivo de fazer caixa e sair da recuperação extrajudicial parecem se desmanchar.

O caso mais agudo foi Viracopos. O grupo tentou passar a concessão adiante, mas esbarrou na recusa do governo em renegociar os prazos de pagamento da outorga, o que forçou a devolução da licença. Tudo muito diferente dos tempos em que os sócios da Triunfo andavam sobre tapetes vermelhos em Brasília e tinham um excelente trânsito junto a autoridades, como, por exemplo, Eliseu Padilha. Uma relação, inclusive, que nunca foi muito bem compreendida pelo fato de um dos filhos do atual ministro da Casa Civil, Robinson Padilha, advogar para a companhia.

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04.08.17

Domínio total

O HNA Group, sócio do Galeão, tem interesse na concessão de Viracopos, que está sendo devolvida pela Triunfo e pela UTC. Ressalte-se que o grupo chinês é sócio da Azul, que tem seu hub operacional justamente no aeroporto de Campinas.

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