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04.05.21

De primeira

O RR apurou que, além da cisão do Assaí, o Grupo Pão de Açúcar estuda também o spinoff da sua operação de e-commerce. O passo seguinte seria a abertura do capital em bolsa.

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02.03.21

Fila indiana

Depois do Grupo Pão de Açúcar, o Mercado Livre também estaria em conversações para uma parceria com o Carrefour. O acordo consistiria na venda de produtos da rede varejista francesa na plataforma digital.

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04.01.21

Pão de Açúcar não quer reincidência

O RR traz de primeira: o Grupo Pão de Açúcar vai assumir os serviços de segurança em suas mais de mil lojas no Brasil, encerrando os contratos com empresas terceirizadas. De acordo com a mesma fonte, a medida será gradativamente implantada ao longo dos próximos meses. A tragédia no concorrente Carrefour – leia-se o assassinato de João Alberto Freitas por um segurança de um hipermercado de Porto Alegre, em novembro – foi determinante para a decisão. A rede francesa, por sinal, tomou decisão similar e já anunciou que vai internalizar sua segurança. O próprio Pão de Açúcar está longe de ser ficha limpa no quesito. No ano passado, um segurança contratado pela empresa matou um homem de 25 anos dentro do hipermercado Extra, na Barra da Tijuca. Um ano antes, um jovem de 16 anos foi agredido por três agentes de segurança em uma loja do Pão de Açúcar em São Paulo.

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10.12.20

Carteira cheia

A gestora norte-americana BlackRock está se empanzinando de ações da ViaVarejo e do Grupo Pão de Açúcar. Mais um sinal de que o consumo deve bombar no fim do ano.

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20.03.20

Substituição

Após romper a parceria com o Carrefour, o Magazine Luiza poderá replicar com o Grupo Pão de Açúcar o modelo de gestão da área de eletroeletrônicos em hipermercados.

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24.01.20

Um contencioso de fechar o comércio

Michael Klein, dono da ViaVarejo, pretende acionar judicialmente o Pão de Açúcar, ex-controlador da rede varejista. Os advogados da empresa acreditam já dispor de elementos sufi cientes para cobrar uma indenização bilionária por fraudes contábeis. O relatório final  da auditoria conduzida por Klein desde o ano passado será entregue apenas na primeira quinzena de fevereiro. No entanto, de acordo com informações filtradas da ViaVarejo, já teria sido apurado um buraco da ordem de R$ 1,3 bilhão. O valor corresponde a mais da metade da cifra paga pelo empresário para recomprar o controle da companhia (R$ 2,3 bilhões).

Procurados, ViaVarejo e Grupo Pão de Açúcar não quiseram se pronunciar. Klein vem preparando o terreno para uma ofensiva nos tribunais. No fim de 2019, a ViaVarejo divulgou ao mercado ter identificado indícios de irregularidades contábeis por suposta “manipulação da provisão trabalhista e pelo diferimento indevido na baixa de ativos e contabilização de passivos”. A auditoria indica que gastos operacionais teriam sido deliberadamente lançados como investimentos, com o objetivo de gerar artificialmente resultados positivos nos balanços.

Michael Klein pode até atirar primeiro nos tribunais, mas também precisará de um escudo para se defender do seguinte questionamento: ele próprio não sabia das eventuais fraudes antes da aquisição do controle da ViaVarejo? Klein não é um forasteiro que caiu de paraquedas na empresa. Era sócio minoritário da companhia durante o período das supostas fraudes e, ao menos em tese, tinha acesso às entranhas da rede varejista.

Certamente, esta contradição será explorada pelo outro lado no iminente contencioso. O fato já foi, inclusive, registrado em comunicado lançado pelo Pão de Açúcar, em dezembro, para se defender das acusações: “A Família Michel Klein e seus veículos de investimento detinham mais de 20% do capital de referida companhia e também elegiam membros para compor todos os órgãos de administração”. Segundo fonte próxima a Klein, o empresário alega que, na condição de minoritário, não tinha acesso à elaboração dos balanços. Vai ser uma briga boa de se assistir.

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05.12.19

Devassa na ViaVarejo

Há uma “Lava Jatinho” na ViaVarejo. Além de uma suposta fraude contábil, Michael Klein e os novos gestores da empresa estariam investigando um esquema de desvio de mercadorias da rede varejista. Segundo fonte próxima à companhia, os valores poderiam passar dos R$ 40 milhões. Tanto num caso quanto no outro, as denúncias apontam para a antiga administração do Grupo Pão de Açúcar.

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06.05.19

Abílio Diniz vs. Receita Federal

Abílio Diniz pretende levar para a Justiça uma queda de braço com a Receita Federal. A Península Participações questiona a cobrança de PIS e Cofins sobre um fundo de investimento onde estão pendurados imóveis do Grupo Pão de Açúcar. Abílio já perdeu o primeiro round, na esfera administrativa. Em abril, o Carf determinou que o fundo tem de recolher os dois tributos. O entendimento é que a transferência de imóveis do Pão de Açúcar para o veículo de investimentos teve como objetivo ludibriar a Receita, uma vez que, à época, Abilio era também acionista da rede varejista.

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29.09.17

O custo do desgoverno

Um doloroso exemplo do quanto a falência dos órgãos de segurança pública do Rio custa para a economia: grandes redes varejistas, como Carrefour e Grupo Pão de Açúcar, já estão pagando até 20% a mais pelo seguro de suas cargas no estado.

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