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14.05.20

Clubes de futebol querem seu “Minha Casa, Minha Vida”

Além da suspensão dos pagamentos do Profut (leia-se as dívidas com a União) – conforme o RR antecipou em 22 de março –, o futebol busca um novo remédio para as dores da pandemia. Há um pleito para que a Caixa Econômica interrompa até o fim do ano a cobrança de empréstimos concedidos para a construção de estádios. Também não haveria incidência de juros sobre as parcelas postergadas para 2021.

O “Minha Casa, Minha Vida da bola” beneficiaria dois clubes: Corinthians e Grêmio – este último de forma indireta, uma vez que o financiamento está em nome da OAS. Os passivos giram em torno dos R$ 550 milhões. Consultada, a Caixa informou que “não fornece informações a respeito de operações de crédito específicas”. A maior pressão pelo waiver viria do Corinthians. A dívida do clube com a Caixa pela construção do Itaquerão começou em R$ 400 milhões e não para de crescer. Já supera os R$ 500 milhões, devido aos seguidos atrasos no pagamento das parcelas mensais, no valor R$ 5,7 milhões.c

Segundo o RR apurou, em duas ocasiões, a mais recente no segundo semestre o ano passado, a Caixa ameaçou executar a dívida e tomar o estádio. Perto da dificuldade do Corinthians, a Arena do Grêmio é até café pequeno. A OAS tem uma dívida de R$ 44 milhões com Caixa. Mas, o nervo dói diretamente no clube gaúcho. Em negociações para assumir o controle do estádio, o Grêmio é o herdeiro natural do passivo.

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28.04.17

Credores da Arena do Grêmio dão cartão vermelho para a OAS

Enquanto o ex-presidente da OAS Leo Pinheiro inflama as arquibancadas da Lava Jato, o cerco se fecha contra a empreiteira no gramado da Arena Grêmio. Os credores, à frente Santander e Banco do Brasil, vestiram a camisa do tricolor gaúcho e pressionam a construtora a aceitar a oferta do clube pelo estádio, hoje controlado pela empresa. O Grêmio já colocou as cartas sobre a mesa: topa assumir o financiamento de R$ 113 milhões obtido pela OAS para a construção da Arena.

Propõe ainda pagar diretamente aos bancos um valor mensal entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões pelos próximos 19 anos, dinheiro que inicialmente seria repassado à empreiteira. E a construtora? Para ela não sobraria nem uma moeda para tirar o cara ou coroa. A tabelinha entre os bancos e o Grêmio pode ser a pá de cal na esperança da OAS de fazer dinheiro com a venda da Arena.

As tratativas para a transferência da Arena se arrastam desde 2015. A OAS chegou a pedir mais de R$ 400 milhões, mas foi perdendo fôlego em meio à recuperação judicial. No mês passado, o clube suspendeu as conversas. Segundo uma fonte que acompanha as negociações, a última reunião entre os dirigentes do Grêmio e representantes da OAS se deu em meados de março. Do lado dos gaúchos, trata-se de um recuo mais do que calculado. A nova estratégia do Grêmio é jogar no desespero do “adversário”, valendo-se do apoio dos bancos para empurrar a empreiteira contra a parede.

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14.08.15

Santander e OAS duelam no tapetão

O Grenal do momento, o clássico que realmente está mexendo com o Rio Grande opõe a OAS e o Santander. Trata-se de um duelo desigual prestes a parar no tapetão. Calçados com suas chuteiras de travas mais altas, os espanhóis preparamse para entrar na Justiça contra a empreiteira de Cesar Mata Pires. Da canela para cima, é tudo cifrão. O motivo do iminente contencioso é a dívida da OAS Arenas de R$ 190 milhões referente ao empréstimo para a construção do novo estádio do Grêmio. No mesmo time do Santander por sinal, colorado , estão o Banco do Brasil e o Banrisul, que também integram o pool de bancos financiadores do projeto. Procurado, o Santander não quis comentar o assunto, por conta do “sigilo na relação com os clientes”. Já a OAS informou que “as negociações com os bancos e o clube avançam”. Santander, BB e Banrisul ouvem apenas um grito vindo das arquibancadas: “Calote! Calote! Calote!” Até agora, o trio não tem a menor ideia de onde virá o dinheiro para o pagamento do empréstimo. Dona de 100% do empreendimento, a OAS quer empurrar a arena para o Grêmio. Só que com a dívida dentro. Para o clube, tão ruim ou até pior do que engolir o passivo é o pesadelo de não ter casa. A direção do clube já cogita, inclusive, convocar torcedores ilustres e afortunados para arcar com a dívida e afastar o fantasma do despejo. Seria o caso, por exemplo, de Alexandre Grendene, gremista absolutamente doente e dono de uma fortuna superior a US$ 2,5 bilhões.

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