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03.09.20

Conexão Lima

A IG4, do ex-GP Investimentos Paulo Mattos, prepara uma oferta pública para a aquisição das ações da construtora Graña y Montero na Bolsa do Peru. Com a operação, a gestora vai consumar a compra do controle da maior empreiteira peruana. Talvez seja a parte menos complexa da investida da IG4 no país andino. Mattos e seus sócios estão submersos em negociações para fechar o pagamento de indenizações ao governo do Peru. A Graña y Montero acabou abalroada pelos desdobramentos da Lava Jato em território peruano. Dois ex-dirigentes da empreiteira foram condenados sob a acusação de pagamento de propina a autoridades locais, entre elas o ex-presidente do Peru Alejandro Toledo.

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22.07.20

Vitrine lotada

Após assumir todos os negócios da Nike no Brasil, a Centauro estaria negociando a compra das operações de outras duas marcas esportivas internacionais no país. Ressalte-se que a rede varejista, que tem a GP Investimentos entre seus acionistas, acaba de captar cerca de R$ 900 milhões com uma oferta de ações.

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19.08.19

Porta de saída

A GP Investimentos conversa com fundos estrangeiros para a venda da sua participação de 33% na rede de salões Beleza Natural. A empresa, ressalte-se, já tem um pé nos Estados Unidos, com uma loja no Harlem, em Nova York.

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15.04.19

Temporada de IPOs

Após o IPO da Centauro, que será concluído hoje, a GP Investimentos vai se dedicar à abertura de capital de outra empresa da qual é acionista: a rede de salões Beleza Natural.

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21.12.18

Contagem regressiva para a Centauro

O empresário Sebastião Bonfim e a GP Investimentos, sócios da Centauro, acertam os ponteiros para acelerar o IPO da rede varejista, adiado por duas vezes. Segundo o RR apurou, o objetivo é realizar a operação até março. Do lado da GP, a abertura de capital é vista como a porta de saída para zerar a participação na empresa, de 36,5%. Para Bonfim, a emissão primária de ações e a consequente entrada de dinheiro no caixa da Centauro são condições sine qua nom para a companhia desengavetar seu plano de expansão. Sem IPO, a abertura de lojas e as novas contratações serão residuais, na contramão do que Bonfim prega em outro front. Ao lado de empresários como Flavio Rocha (Riachuelo) e Luciano Hang (Havan), o dono da Centauro é um dos artífices da campanha pela criação de um milhão de empregos lançada pelo Movimento Brasil 200 na semana passada.

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16.11.18

GP lustra seus talheres

A GP Investimentos pretende trazer para o Brasil, em 2019, ao menos uma das duas redes de restaurantes que controla no exterior – a inglesa Leon ou a norte-americana Bravo Brio.

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04.10.18

GP Investimentos costura fusão entre Netshoes e Centauro

A GP Investimentos está em negociações para a compra da Netshoes. Segundo o RR apurou, as gestões são conduzidas em Nova York, diretamente com os fundos controladores da empresa de comércio online, o norte-americano Tiger Global, GIC e Temasek – os dois últimos, ligados ao governo de Cingapura. A GP mexe as peças no tabuleiro, preparando o que seria o seu xeque-mate: a fusão da Netshoes com a Centauro, da qual a gestora de recursos é acionista, com 36,5%. Em jogo, a criação de uma plataforma integrada de varejo esportivo, juntando e-commerce e mais de 180 lojas físicas, com faturamento somado da ordem de R$ 4 bilhões por ano. Procuradas pelo RR, GP, Netshoes e Centauro não quiseram se pronunciar. A Netshoes é hoje uma presa frágil para predadores como a GP. Em delicada situação financeira, a empresa perdeu mais de 80% do seu valor de mercado nos últimos 12 meses. Ao mesmo tempo, tornou-se um octagon societário. Tiger, GIC e Temasek aceitam permanecer no negócio como minoritários, mas querem afastar do capital e da gestão o acionista fundador, Marcio Kunruian – ver RR edição de 14 de agosto.

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Além da Americanas, a GP entrou na disputa pela BR Mania. Trata-se da segunda investida da gestora sobre as lojas de conveniência da BR Distribuidora em dois anos.

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12.07.18

Centauro entre dois senhores

O cadarço societário da Centauro corre o risco de acabar esgarçando. Segundo o RR apurou, a GP estaria defendendo a retomada do IPO da rede varejista de artigos esportivos ainda neste ano – como forma de reduzir ou até mesmo vender integralmente sua participação. No entanto, o acionista controlador, Sebastião Bomfim Filho, resiste. Procurada, a Centauro afirma que não há divergências entre seus sócios. A GP não se pronunciou.

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Os financistas da GP estão mobilizados para equacionar o preocupante grau de alavancagem da BR Properties, empresa de investimentos imobiliários controlada pelos “herdeiros” de Jorge Paulo Lemann. A companhia deverá realizar uma emissão de bônus no exterior com o objetivo de alongar o perfil do passivo. A dívida de curto prazo, de R$ 2,3 bilhões, já equivale a sete vezes o ebitda – há 12 meses, a relação era de seis para um. A alta do dólar aumentou a pressão sobre a BR Properties. Parte expressiva da dívida da companhia é em moeda estrangeira: são US$ 185 milhões em bônus perpétuos, com hedge cambial apenas sobre os juros e não sobre o principal. Consultada sobre a emissão de bônus, a BR Properties não quis se pronunciar.

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