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15.10.20

Na pista

A relação entre a Gol e a Qatar Airways está na pista para ir além do compartilhamento de Nmilhas.

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21.08.20

Pouso forçado

Pressionadíssima pela pandemia, a Gol estuda reduzir drasticamente seus gastos com marketing. Um dos investimentos sob risco é o
patrocínio à seleção brasileira. O atual contrato com a CBF vai até meados de 2021.

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08.06.20

Fusão

Até agora ninguém falou ainda em uma fusão entre a Latam e a Gol. Ou entre a Latam e a Azul. Ou entre a Gol e a Azul. É uma questão de aguardar.

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18.05.20

Jetleg

Por mais paradoxal que possa parecer, a Gol deve receber um balão de oxigênio do governo peruano antes mesmo do apoio do BNDES. A companhia negocia com as autoridades do Peru sua adesão a um pacote de benefícios que será lançado no país para socorrer o setor de aviação civil.

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15.05.20

O tamanho da crise

Segundo informações filtradas da Anac, TAM, Gol e Azul vão fechar o mês de maio com uma média de 182 voos domésticos diários. Antes da pandemia, esse número superava a marca de dois mil pousos e decolagens.

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22.04.20

Dono do pedaço

Pode ser pura bajulação, mas a bancada do Amapá no Congresso tem espalhado que a decisão da Gol de lançar mais dois voos semanais entre Belém e Macapá, a partir de 25 de maio, se deu após gestões diretas do conterrâneo Davi Alcolumbre junto à companhia.

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20.04.20

Questão de altitude

Dirigentes da Latam, Azul e Gol foram ao Olimpo: nos últimos dias, têm conversado diretamente com Paulo Guedes para acertar a ajuda do BNDES às companhias aéreas. Entre as empresas, a sensação é de que o presidente do banco, Gustavo Montezano, tem boa vontade, mas manda pouco.

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01.04.20

“Pane seca” na aviação civil

Azul e Gol procuraram a BR e a Shell para negociar um corte profundo nos contratos de fornecimento de combustível. Ressalte-se que o número de voos semanais autorizados pela Anac para o período de 28 de março a 30 de abril equivale a 10% do movimento normal da aviação civil no país. Procurada, a Gol informou que “vem estudando soluções com o objetivo de equilibrar e equalizar compromissos”. Azul, BR e Shell não se pronunciaram.

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28.10.19

“Cartel airlines” cruza os céus brasileiros

Fala-se muito de oligopólio bancário e de acordos que vão da fixação dos valores das tarifas às altas taxas de juros praticadas no mercado. Não que a satanização do setor financeiro seja de todo infundada, mas as companhias aéreas não ficam nada a dever aos bancos. O RR flagrou um exemplo irretocável de perfeita sintonia na formação de preços entre as duas maiores empresas de aviação do país, Latam e Gol. A amostragem em questão é a rota Brasília-São Paulo (Congonhas). A cotação de passagem para amanhã, 29 de outubro, apontava rigorosamente os mesmos valores, centavo por centavo, para as duas concorrentes. Para voos no início da tarde, 12h25 no caso da Latam, e 12h40 e 13h55 para a Gol, a tarifa light estava em R$ 1.065,90 (excluídas taxas de serviço e de embarque). A “coincidência” se repetiu para todos os demais horários. Entre 15h10 e 20h40, a passagem para todos os seis voos da Latam e quatro da Gol, sem exceção, custava R$ 1.248,90. É como se a clássica lei da oferta e da procura ou o horário de rush sequer existissem. Tamanha sintonia de preços entre “concorrentes” só é vista entre os vendedores de água de coco na orla do Rio de Janeiro. Talvez esteja se constituindo um novo normal na formação de preços do setor de aviação. Será que os conselheiros do Cade não andam de avião?

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19.12.18

Custo ambiental pesa sobre as companhias aéreas

Como se não bastassem as turbulências do setor – vide o pedido de recuperação judicial da Avianca e os seguidos prejuízos da Gol –, as companhias aéreas brasileiras terão pela frente um fator adicional de custos. A fatura diz respeito à necessidade de adequação ao Mecanismo de Redução e Compensação das Emissões de Carbono da Aviação Internacional (Corsia). Trata-se do protocolo de conduta ambiental lançado pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) para garantir a neutralização do lançamento de CO2 na atmosfera. Estima-se que os custos para compensação de carbono vão variar de 0,5% até 1,4% da receita com voos internacionais. Apenas como exemplo, tomando-se por base, o faturamento da Gol no ano passado, a partir de 2021 a companhia terá uma despesa extra da ordem de R$ 30 milhões na compra de créditos de carbono. Até 2026, a adesão ao Corsia será voluntária. A partir do ano seguinte, todos os países que compõem a OACI terão de cumprir as novas normas.

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