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31.01.20

Os próximos passos de Greenwald

O RR “interceptou” a estratégia de defesa de Glenn Greenwald. Caso o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal, aceite a denúncia do Ministério Público Federal contra os jornalistas, seus advogados pretendem recorrer diretamente ao STF. Segundo a mesma fonte, a defesa de Greenwald vai levantar a tese de que, com base no Código de Processo Penal, caso houvesse detectado um crime a Polícia Federal poderia tê-lo prendido em flagrante logo com as primeiras publicações dos diálogos entre Sergio Moro e os procuradores de Curitiba. No entanto, a PF sequer o denunciou à Justiça.

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Anúncio do ministro Guedes, de que o governo pedirá adesão formal ao Acordo de Compras Governamentais, que oferece tratamento isonômico a empresas nacionais e estrangeiras em licitações públicas, levará a questionamentos amanhã. Não somente a Guedes quanto ao presidente Bolsonaro.

A medida será saudada pela opinião púbica liberal e por parte da mídia e abrirá novo campo de ação – positivo –, já que teria grande impacto na economia e representaria transformação histórica nas práticas do setor público.

Ao mesmo tempo, o ministro e o presidente terão de responder a dúvidas que permanecem no ar, particularmente o receio de que a mudança prejudique a indústria brasileira. Manifestações de associações do setor, particularmente da Fiesp, serão termômetro importante, nesta quarta.

Também será cobrado do ministro um cronograma para implantação prática da iniciativa.

Outros dois temas levantados por Guedes pautarão o noticiário de amanhã:

1) Declaração de que pobreza é a maior responsável por problemas ambientais. Para além de reações negativas de hoje, deve haver olhar crítico, nesta quarta, tanto para políticas ambientais do governo (com o gancho da criação do Conselho da Amazônia, anunciada hoje) quanto para as sociais, que ainda aparecem como gargalos da atual gestão.

2) Previsão de que o PIB de 2019 virá com crescimento de 1,2% e o de 2020 em 2,5%. Apesar de divergências, mercado tende a corroborar previsões para 2020, amanhã, mas Monitor do PIB da FGV lançou incerteza significativa quanto a crescimento para além de 1% em 2019.

Greenwald, MPF e reação internacional

Indiciamento do jornalista Glenn Greenwald pelo MPF de Brasília levará a novos questionamentos acerca de suposto corporativismo do Ministério Público.  Além da reação de entidades de Imprensa, resposta internacional tende a ser negativa, como já demonstra a abordagem inicial do relator da ONU sobre liberdade de expressão, David Kaye.

O ministro Gilmar Mendes subiu o tom, e afirmou que a denúncia afronta sua decisão , que havia proibido investigações sobre Greenwald.

Cultura e educação: sinais de fumaça

Continuarão em foco amanhã as áreas: 1) Da cultura, com expectativa de que Regina Duarte comece a delinear, mesmo que em declarações de bastidores, sua visão da pasta e de seu período de testes na secretaria; 2) Da educação, com questionamentos ao Sisu, sistema que proporciona a inscrição de alunos aprovados pelo Enem em Universidades Públicas e que apresentou problemas hoje – somados a dúvidas que ainda pairam sobre erros em correção de provas do próprio Enem.

Denúncia impactará a Vale

A Vale sofrerá forte desgaste amanhã – em termos de imagem e no mercado – com denúncia do Ministério Público de Minas contra  16 ex-funcionários da empresa e da Tüv Süd por homicídio duplamente qualificado e crimes ambientais decorrentes do rompimento da barragem em Brumadinho. O maior impacto virá de acusações de que a companhia ocultou informações sobre o risco de barragens.

A indústria no Brasil e o mercado imobiliário nos EUA

No Brasil, destaque amanhã para a prévia da sondagem da indústria, primeira avaliação do setor pela FGV em 2020.

O índice fechou 2019 bem, com alta de 3,2 em dezembro, atingindo o patamar de 95,5 pontos e registrando avanço em todos os quesitos (destaque para expectativas de volume de pessoal ocupado, que chegaram a 97,2 pontos), menos no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), que recuou 0,2 ponto.

De lá para cá, no entanto, surgiram dúvidas quanto ao fôlego do setor, de modo que a sondagem de janeiro terá papel importante para estabelecer projeções do ano corrente.

No exterior, a conferir a Venda de Casas Usadas nos EUA, em dezembro, para a qual se espera crescimento acima de 1% após queda acima da esperada pelo mercado em dezembro, de 1,7%.

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13.11.19

Lula e Intercept

Até ontem, o PT já contabilizava 12 pedidos de entrevista com Lula somente de veículos estrangeiros. O primeiro da fila, no entanto, é um gringo “nativo”: Glenn Greenwald.

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04.11.19

Debulhando páginas

Glenn Greenwald e equipe estão debulhando páginas e páginas dos vazamentos da turma da Lava Jato e não têm encontrado munição de maior calibre.

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01.08.19

Glenn Greenwald descrê dos riscos de vida, pero que los hay, los hay

Glenn Greenwald, editor do The Intercept Brasil, passou os últimos dias costurando alianças de apoios internacionais para o caso de tentativa de encarceramento pela Polícia Federal. Nessa hipótese, Greenwald vai se declarar ameaçado de prisão política. De acordo com uma fonte próxima ao jornalista, as manifestações mais favoráveis vieram de países não centrais da Europa. Pelo menos três embaixadas lhe teriam acenado guarida firme, especialmente a da Dinamarca, localizada na Avenida das Nações, Lote 6, Brasília.

No entanto, um assessor do deputado David Miranda, companheiro de Greenwald, descartou as gestões junto a representações diplomáticas. Na linha do que disse o próprio presidente Jair Bolsonaro – “Talvez ele pegue uma cana aqui no Brasil” – o jornalista
acha alta a probabilidade de ver o sol nascer quadrado. Também teme o risco de um atentado. Glenn Greenwald nutre medo das milícias, as quais considera um esquadrão da morte bem amparado por “estamentos da República”. O jornalista tem conhecimento de que o presidente Bolsonaro e seus filhos são próximos de milicianos.

Mas também não é paranoico militante. Ele acha que os tempos de Marielle passaram. O jornalista tem saído mais de casa para atender a convites de entrevistas e manifestações de apoio. A mídia é considerada estratégica. Por enquanto, a orientação é ampliar os vazamentos e aumentar a temperatura do conteúdo. Greenwald pretende também desafiar o governo a divulgar os trechos de vazamentos complementares àqueles publicados pelo The Intercept. O jornalista detém o benefício da dúvida. Os seus hackers são os mesmos capturados pelo governo? Ainda que sejam – uma vez que Manuela D´Ávila confirmou ter feito a ponte entre eles e Greenwald –, o conteúdo das mensagens apreendidas pela PF é igual ao obtido pelo editor do The Intercept?

O que a PF, o Ministério Público e os Tribunais vão fazer com o material obtido através da invasão de privacidade? Vão apagar algumas partes, não divulgar nenhuma ou vazar trechos? Greenwald quase lacra que o governo não tem o que diz ter. Ou se tem, é diferente do seu. É como se conhecesse o hacker. Enquanto isso, usa o tempo para burilar os ataques do The Intercept, fazer sua política de guerrilha nas redes, além de selecionar material para escrever um livro. Tudo com alta qualidade, como sempre fez, a despeito dos mortos e feridos deixados no caminho.

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29.07.19

Alta imaginação

Depois da fake news sobre a internação hospitalar de Glenn Greenwald, nos últimos dias começou a circular em grupos de WhatsApp a informação de que o editor do The Intercept e seu companheiro, o deputado David Miranda, estariam preparando um plano de “fuga” do Brasil.

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Parlamentares do PT e do PSOL articulam a criação de uma bancada pela liberdade de imprensa. A ideia é encabeçada, entre outros, pelos deputados Paulo Pimenta e David Miranda, companheiro de Glenn Greenwald, editor do The Intercept. Seria um gesto simbólico e profilático contra eventuais tentativas da Justiça ou do MPF de impedir a divulgação das mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol e cia.

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