fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
06.06.22

Uma estrela ascendente

Olho vivo no economista Gabriel Galipolo, colaborador nas discussões sobre a política econômica em um futuro governo Lula, com uma visão especializada na área de infraestrutura. Gleisi Hoffmann, presidente do PT, levou o economista para reuniões com instituições financeiras. Um nome embalado para uma futura presidência do BNDES.

Gleisi Hoffmann, por sinal, cresceu muito junto a Lula por vários motivos. Além da fidelidade e a ascensão no partido, Gleisi ainda conta com o “Fator Janja”. A presidente do PT foi diretora financeira de Itaipu. À época, levou Janja para trabalhar na empresa. As duas se falam diariamente.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.05.22

O verdadeiro partido de João Doria

O ex-governador João Doria vai se tornar de candidato à Presidência em forte eleitor. Vai colocar sua máquina de reunir empresários, o Lide, para convencer sua turma sobre o “melhor candidato”. Doria é um “liberal mimético”. Jair Bolsonaro, contudo, não está na sua lista de apoio. Em tempo: Doria diz que saiu com o “coração ferido” da candidatura, mas o Lide pode ser um unguento. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que chamava Doria de almofadinha para baixo, já sinalizou que tem namoro à vista. Esse “relacionamento” se daria debaixo do guarda-chuva de uma aliança com o PSDB. Pode, inclusive, sobrar um ministério para Doria. E a terceira via? Que nada!

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.03.22

PT ronda reestatização de ativos da Petrobras

O balão de ensaio soprado por Lula na semana passada, associando os altos preços dos combustíveis à privatização da BR Distribuidora, ecoou o pensamento do núcleo duro do PT. Segundo o RR apurou, determinadas lideranças do partido próximas ao ex-presidente, a começar por Gleisi Hoffmann, têm defendido internamente a reestatização de alguns dos ativos vendidos pela Petrobras. Há quem pregue, inclusive, que a proposta conste do programa econômico de Lula. A medida seria embalada pelo discurso de que o retorno de operações estratégicas para as mãos da estatal contribuiria para a redução do custo dos combustíveis.

Alguns petistas chegam a mencionar ativos que deveriam ser reestatizados de forma prioritária. Entre eles figuram exatamente a Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, e a Nova Transportadora do Sudeste (NTS), leia-se a malha de dutos que liga Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo ao gasoduto Bolívia-Brasil. Nas hostes petistas, há quem acredite que essas recompras seriam facilitadas por pressões políticas e pelo peso leviatânico da Petrobras e do próprio governo.

Assim é se lhe parece. Na semana passada, além de vincular os sucessivos aumentos dos combustíveis à privatização da BR Distribuidora, Lula ainda soltou uma frase de efeito relacionada ao tema: “Se preparem, porque vamos ganhar as eleições e vamos recuperar a Petrobras para o povo brasileiro”. Ao que tudo indica, é o velho jogo de Lula: a declaração foi um afago para os seus, ou seja, muito mais um recado para dentro do partido do que exatamente para o eleitorado. Interlocutores que conhecem bem o petista sabem que a ideia de reestatização de operações da Petrobras nem passa pela cabeça do ex-presidente.

Ainda assim, ao que parece, Lula deixou uma pulga atrás da orelha do mercado. Pelo sim, pelo não, o zunzunzum em torno do assunto já provoca mobilizações no meio empresarial. Segundo o RR apurou, o investidor Ronaldo Cezar Coelho, principal acionista da Vibra Energia, acionou o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira, solicitando sua interveniência junto a Lula e a formuladores do programa econômico do PT com o objetivo de dissuadi-los da proposta.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.02.22

E a indústria?

O RR lamenta muito pelos industriais. Até agora nenhum pré-candidato tratou da anemia da indústria. Quem falou sobre o assunto foi Gleisi Hoffmann. Mas aí não conta.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.01.21

Muita falta do que fazer

O RR apurou que a própria presidente do PT, Gleisi Hoffmann, autorizou o partido a embarcar em uma história sem pé nem cabeça: o pedido feito pela sigla ao STF, na última segunda-feira, para participar de uma ação que tenta anular as eleições no Vasco. Com a repercussão negativa do caso, Gleisi tirou o corpo fora, retirou a petição e tentou jogar toda a responsabilidade sobre os ombros do ex-deputado petista e ex-presidente da OAB Wadih Damous. Espera-se que Gleisi não tenha o mesmo procedimento em relação à coalizão partidária que apoia a candidatura de Baleia Rossi à presidência da Câmara.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.10.19

Indesejável Marta

Assim como boa parte da cúpula petista, Gleisi Hoffmann é visceralmente contra o retorno de Marta Suplicy ao partido. Mas, jamais dirá uma vírgula publicamente. Se é o que Lula quer, é o que Gleisi quer.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.19

Será que ele é?

A deputada Gleisi Hoffmann por poucos dias deixou de concorrer a nome de bloco de rua ou bordão da folia. A frase “Eu acho que ele é meio doido”, referindo-se à falta de decoro de Jair Bolsonaro nas redes, é imperdível. Tinha tudo para pegar como grito de Carnaval.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.09.18

Gleisi, paz e amor

Gleisi Hoffmann – quem diria? – debelou um incêndio. Convidou Marilia Arraes para o conselho político da campanha de Lula, ou melhor, de Fernando Haddad, selando um armistício com a neta de Miguel Arraes. Marília ameaçou deixar o PT depois de ter sua candidatura ao governo de Pernambuco implodida pelo próprio partido, que decidiu apoiar a reeleição de Paulo Câmara (PSB).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.08.18

Indulto de Lula é um brado silencioso na campanha dos candidatos da esquerda

Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Jaques Wagner, Manuela D’Ávila, demais petistas e companheiros de viagem que compõem os estado maior e menor da campanha antiprisional do companheiro Lula: a palavra de ordem é um “psiu” tonitruante sobre o indulto do ex-presidente. O perdão de Lula é o verdadeiro mote de qualquer um dos seus “postes”. Mas um mote não dito, quiçá proibido. A revelação desse obsessivo desejo deixará a campanha desnuda.

O indulto não deve ser dito; se dito, não deve ser comentado; se comentado, não deve ser confirmado; nem como intenção distante. O assunto é tratado com cadeado porque Lula cultiva o dilema de Tostines: não pode ser indultado porque não é culpado. Se aceitar o perdão presidencial, estaria concordando que não é inocente. No último domingo, durante a reunião de emergência que sancionou Haddad como vice e “poste”, simultaneamente, Lula falou cinco vezes sobre o tema, conforme inconfidência feita pelo ex-prefeito junto a interlocutores.

A liberdade de Lula conquistada sob a forma de um simulacro do perdão papal escrito na Carta Magna transforma qualquer diretriz ou programa do PT e das oposições em um plano hierarquicamente inferior. Não é difícil imaginar a influência de Lula livre e solto em um governo do “poste”. Adivinhe quem vai governar de fato? A agenda do indulto de Lula traz na cauda do cometa o indulto de José Dirceu e a realidade fantástica da recomposição do PT guerreiro, radical e ameaçador do sistema.

O indulto é um tema proibitivo para todos os candidatos de esquerda. Ciro Gomes, Guilherme Boulos e Manuela D ́Ávila arriscaram alguns passos de dança sobre o assunto. Lula desautorizou todos. Não há nada que apavore mais o sistema do que Lula livre, pairando acima da Justiça. O líder do PT sabe que, se essa cartada for dada antes da hora, ele cinde o país. A lenda Lula, em um recado que já se tornou um mantra, não admite – da boca para fora – ser indultado. Ele aceita sua liberdade se for reconhecido inocente. Conversa para boi dormir. Lula quer ser indultado na hora certa, um tempo quase científico. Ninguém que não seja ingênuo na acepção mais profunda da palavra acredita que, na hipótese de vitória de um candidato da esquerda, o indulto não emergirá de um caldeirão de lava fervente despejado pelo próprio Lula. Trata-se de uma teoria irrefutável e não indultável.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.06.18

A “hora” de Gleisi

A absolvição de Gleisi Hoffmann no Supremo Tribunal Federal teve o efeito de uma injeção de adrenalina entre seus aliados. Nos últimos dias, surgiu dentro do PT um movimento favorável à indicação da senadora como vice de Lula. Só há um “pequeno” problema: até o momento, ninguém levou a proposta ao ex-presidente, em Curitiba. De quebra, a ideia está longe de contar com a simpatia de Fernando Haddad e Jaques Wagner, os cotados para substituir Lula na urna eletrônica caso sua candidatura seja embargada pela Justiça.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.