fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
29.10.19

Indesejável Marta

Assim como boa parte da cúpula petista, Gleisi Hoffmann é visceralmente contra o retorno de Marta Suplicy ao partido. Mas, jamais dirá uma vírgula publicamente. Se é o que Lula quer, é o que Gleisi quer.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.03.19

Será que ele é?

A deputada Gleisi Hoffmann por poucos dias deixou de concorrer a nome de bloco de rua ou bordão da folia. A frase “Eu acho que ele é meio doido”, referindo-se à falta de decoro de Jair Bolsonaro nas redes, é imperdível. Tinha tudo para pegar como grito de Carnaval.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.09.18

Gleisi, paz e amor

Gleisi Hoffmann – quem diria? – debelou um incêndio. Convidou Marilia Arraes para o conselho político da campanha de Lula, ou melhor, de Fernando Haddad, selando um armistício com a neta de Miguel Arraes. Marília ameaçou deixar o PT depois de ter sua candidatura ao governo de Pernambuco implodida pelo próprio partido, que decidiu apoiar a reeleição de Paulo Câmara (PSB).

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.08.18

Indulto de Lula é um brado silencioso na campanha dos candidatos da esquerda

Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann, Jaques Wagner, Manuela D’Ávila, demais petistas e companheiros de viagem que compõem os estado maior e menor da campanha antiprisional do companheiro Lula: a palavra de ordem é um “psiu” tonitruante sobre o indulto do ex-presidente. O perdão de Lula é o verdadeiro mote de qualquer um dos seus “postes”. Mas um mote não dito, quiçá proibido. A revelação desse obsessivo desejo deixará a campanha desnuda.

O indulto não deve ser dito; se dito, não deve ser comentado; se comentado, não deve ser confirmado; nem como intenção distante. O assunto é tratado com cadeado porque Lula cultiva o dilema de Tostines: não pode ser indultado porque não é culpado. Se aceitar o perdão presidencial, estaria concordando que não é inocente. No último domingo, durante a reunião de emergência que sancionou Haddad como vice e “poste”, simultaneamente, Lula falou cinco vezes sobre o tema, conforme inconfidência feita pelo ex-prefeito junto a interlocutores.

A liberdade de Lula conquistada sob a forma de um simulacro do perdão papal escrito na Carta Magna transforma qualquer diretriz ou programa do PT e das oposições em um plano hierarquicamente inferior. Não é difícil imaginar a influência de Lula livre e solto em um governo do “poste”. Adivinhe quem vai governar de fato? A agenda do indulto de Lula traz na cauda do cometa o indulto de José Dirceu e a realidade fantástica da recomposição do PT guerreiro, radical e ameaçador do sistema.

O indulto é um tema proibitivo para todos os candidatos de esquerda. Ciro Gomes, Guilherme Boulos e Manuela D ́Ávila arriscaram alguns passos de dança sobre o assunto. Lula desautorizou todos. Não há nada que apavore mais o sistema do que Lula livre, pairando acima da Justiça. O líder do PT sabe que, se essa cartada for dada antes da hora, ele cinde o país. A lenda Lula, em um recado que já se tornou um mantra, não admite – da boca para fora – ser indultado. Ele aceita sua liberdade se for reconhecido inocente. Conversa para boi dormir. Lula quer ser indultado na hora certa, um tempo quase científico. Ninguém que não seja ingênuo na acepção mais profunda da palavra acredita que, na hipótese de vitória de um candidato da esquerda, o indulto não emergirá de um caldeirão de lava fervente despejado pelo próprio Lula. Trata-se de uma teoria irrefutável e não indultável.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.06.18

A “hora” de Gleisi

A absolvição de Gleisi Hoffmann no Supremo Tribunal Federal teve o efeito de uma injeção de adrenalina entre seus aliados. Nos últimos dias, surgiu dentro do PT um movimento favorável à indicação da senadora como vice de Lula. Só há um “pequeno” problema: até o momento, ninguém levou a proposta ao ex-presidente, em Curitiba. De quebra, a ideia está longe de contar com a simpatia de Fernando Haddad e Jaques Wagner, os cotados para substituir Lula na urna eletrônica caso sua candidatura seja embargada pela Justiça.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.05.18

A indesejável Gleisi

Líderes do PT, a começar pelos governadores do Ceará, Camilo Santana, e da Bahia, Rui Costa, pressionam a executiva nacional a reduzir a participação de Gleisi Hoffmann na negociação das alianças estaduais. A presidente do PT é criticada pela inabilidade na condução das articulações e pelos entraves que tem criado para coalizões com partidos “adversários” no plano nacional, como PP e o próprio MDB.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.05.18

O eclipse de Mercadante

O ex-ministro Aloizio Mercadante submergiu entre as próprias hostes petistas. Não tem participado de reuniões do partido, não atendeu ao chamado de Gleisi Hoffmann para visitar o acompanhamento Marisa Letícia, em Curitiba, e mantém distância regulamentar da mídia, recusando-se até mesmo a falar em off com velhos conhecidos da imprensa. Pessoas próximas a Mercadante garantem que a possível delação de Antonio Palocci o tem deixado ainda mais amuado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.03.18

Mercadante voltou. Apesar de Gleisi…

O ex-ministro Aloizio Mercadante está voltando devagarinho ao ninho. Tem participado das discussões sobre o programa econômico do PT. Estaria tudo muito bem, não fosse o engasgo de Mercadante com a presidente do partido, Gleisi Hoffmann. O ex-senador considera a loura destemperada e uma das condutoras do PT para uma trajetória de radicalidade e difícil retorno. Não gosta nem de frequentar o mesmo ambiente que ela. Tivesse ele o prestígio de outras eras, Gleisi estaria frita no partido.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.11.17

Luz do sol

Ou existe alguma informação de que só o PT dispõe ou as hostes do partido estão demasiadamente otimistas. O staff da presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, já está preparando a cerimônia de recepção de João Vaccari Neto neste mês. O pedido de habeas corpus do ex-tesoureiro do PT deverá ser julgado pelo STJ até o fi m de novembro. Pelo menos é nisso que Gleisi acredita.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Ao dizer em alto e bom som que intercedeu junto ao STF para “desfazer” o indiciamento de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, Renan Calheiros mandou um recado para dentro de casa. A suposta ajuda ao casal petista seria uma gotícula se comparada aos créditos que Renan tem com seus pares do próprio PMDB. A começar por Romero Jucá.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.