fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
06.07.21

Conexão total

O Archy – braço do GIC, fundo soberano de Cingapura – é candidato à compra de redes de fibra ótica no Brasil. Às portas do leilão de 5G, seria mais um importante movimento de ocupação no mercado brasileiro de telecomunicações. O Archy já é sócio da Algar Telecom.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.06.21

GIC avança na Totvs

O GIC, fundo soberano de Cingapura, teria comprado nos últimos dias um novo lote de ações da Totvs em bolsa. Sua participação já estaria próxima dos 7%. Não é o único investidor que está enxergando algo na empresa de softwares. Em um mês, o papel da Totvs acumula uma alta de 15%.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.06.21

Injeção de capital

De primeira: o GIC, fundo soberano de Cingapura, poderá fazer um novo aporte na mineira Sankhya. Os asiáticos já injetaram mais de R$ 400 milhões na empresa de tecnologia, especializada em sistema de gestão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.12.20

Viva o consumo

O GIC, fundo soberano de Cingapura, está encarteirando um expressivo volume de ações de varejistas brasileiras, a exemplo de Americanas e ViaVarejo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.09.20

Terra brasilis

Demonstração do apetite do governo de Cingapura pelo solo brasileiro: Temasek e GIC, os dois fundos soberanos do país asiático, têm interesse na compra de terras no Brasil, notadamente no Centro-Oeste.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.09.20

Saúde para dar e vender

O RR apurou que o GIC, fundo soberano de Cingapura, vai usar o IPO do Grupo D ́Or para vender integralmente sua participação. Não tem do que se queixar do tempo que ficou “internado” na companhia. Quando entrou, em 2015, o D ́Or estava avaliado em R$ 20 bilhões. No IPO, seu valuation está estimado em R$ 100 bilhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.08.20

Agronegócio brasileiro fica ainda mais dependente dos chineses

Um motivo a mais para Jair Bolsonaro rever sua postura belicosa em relação à China: a indexação do agronegócio brasileiro aos chineses tende a crescer consideravelmente nos próximos meses. A Ásia, de um modo geral, desponta como a única grande alternativa ao vazio que a Europa começa a deixar no mercado global de commodities agrícolas. Importantes bancos europeus, a exemplo do ABN
Amro, BNP Paribas e Société Generale, já anunciaram o fade out de seus financiamentos para contratos de compra e venda de açúcar, grãos, café, entre outros, tanto a futuro quanto à vista.

Essas instituições respeitarão acordos em vigor, mas não vão disponibilizar novas linhas de crédito. A decisão afeta, sobretudo, as principais tradings europeias, como Louis Dreyfus, Glencore e EDF Man, todas com significativa exposição no Brasil. ABN, BNP e Société respondem por quase 30% de todo o credit finance – o mecanismo que faz a roda do agronegócio global girar. O movimento dos europeus aumenta a sino-dependência do agronegócio brasileiro. Somente uma maior participação dos asiáticos, tanto na concessão de financiamentos quanto na ponta compradora, será capaz de amortecer o impacto da escassez de crédito europeu sobre a cadeia agrícola.

A expectativa no setor é que parte desse vazio venha a ser ocupada pela chinesa Cofco, que traz a reboque dinheiro a perder de vista de bancos conterrâneos e do próprio Estado chinês. O mesmo se aplica a outros mercados players asiáticos, que não apenas a China. É o caso da Olam, maior trading de commodities agrícolas de Cingapura, vinculada ao GIC, o fundo soberano daquele país. O recuo das instituições financeiras da Europa já começa a provocar soluções na liquidez do mercado de commodities agrícolas.

Na semana passada, a própria EDF Man recorreu à Justiça para refinanciar créditos da ordem de US$ 1 bilhão, alegando que seu plano de venda de ativos para reduzir o endividamento foi dizimado pela pandemia e pela consequente depreciação do valor de seu patrimônio. O grupo inglês opera no Brasil principalmente em contratos de açúcar e de café, neste último com a marca Volcafé. A cadeia cafeeira, por sinal, é um dos setores que mais deverá acusar o golpe do movimento feito pelas instituições financeiras europeias. O Brasil já estava vendendo contrato de café a futuro para o prazo de três anos. Esses prazos deverão encurtar drasticamente até o mercado global encaixar o novo cenário e recalibrar suas taxas de juros.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.07.20

Check in

O GIC, fundo soberano de Cingapura que administra mais de US$ 400 bilhões, está prospectando ativos no setor hoteleiro no Brasil. Com a pandemia, o que não falta é “suíte presidencial” a preço de “quarto standard”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.05.20

Preços de ocasião

O GIC, fundo soberano de Cingapura, prospecta ativos de real estate no Brasil, notadamente torres comerciais. Quer aproveitar a queima de estoques da pandemia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.02.20

Praça do pedágio

A dobradinha Pátria Investimentos e GIC, o fundo  soberano de Cingapura, é vista no Ministério da Infraestrutura como forte candidata ao leilão da Via Dutra. A concessão da rodovia será relicitada ainda neste ano. A gestora de recursos e os asiáticos arremataram recentemente a licença da Rodovia Pipa, em São Paulo, por R$ 1,1 bilhão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.