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27.04.21

O grafeno de Bolsonaro

Na Gerdau, a entrada na produção de grafeno já é chamada, a título de chiste, de “projeto Bolsonaro”. Por algum tempo, o nanomaterial foi o xodó de Jair Bolsonaro. Depois, viria a cloroquina.

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04.12.20

Gerdau está presente

Claudio Gastal, que passou a acumular as Secretarias de Planejamento e de Governança do Rio Grande do Sul, tornou- se uma espécie de primeiro-ministro do governo de Eduardo Leite. Tudo passa pelo seu gabinete. Em tempo: Gastal está onde está por indicação do empresário Jorge Gerdau.

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20.08.20

Avanço gradativo

O investidor ativista Silvio Tini vem comprando sem parar ações da Metalurgia Gerdau. Já teria mais 12% das ordinárias. Acima dele só a família Gerdau. Consultada, a Gerdau enviou comunicado datado de 23 de junho, quando a Bonsucex, holding de Tini, constava com 10,2% das ONs.

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18.08.20

Coreografia bem ensaiada

A Usiminas deverá reajustar os preços dos aços planos em setembro, a exemplo da Gerdau. Entre montadoras e fabricantes de eletrodomésticos, não será nenhuma surpresa se CSN e ArcelorMittal também anunciarem aumentos para a mesma época. A indústria siderúrgica no Brasil é um coro afinadíssimo. Parece até o preço do coco vendido nas barracas de praia.

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25.06.20

Alento na Gerdau

A Gerdau vai ligar na próxima semana o alto-forno da usina de Ouro Branco, em Minas Gerais. Trata-se de um alívio para os funcionários da usina: a maior parte, colocada em férias coletiva, já esperava pelo pior.

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22.04.20

Aço derretido

O governo paraguaio busca do lado de cá da fronteira possíveis candidatos à compra da estatal Acepar (Aceros del Paraguay). Já teria consultado a Gerdau e a CSN. Neste momento, no entanto, o negócio tem nada a ver com nada. Como se não bastasse a crise do coronavírus, a Acepar está longe de ser um ativo cobiçado. Muito pelo contrário. Já foi privatizada, quase quebrou e voltou às mãos do Estado.

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15.04.20

Alarme falso

Jorge Gerdau tomou um susto com a ameaça de infecção pelo coronavirus. Teve alguns dos sintomas da doença. Mas, teste feito, está  tudo bem. Gerdau está no pico do grupo de risco: tem 83 anos.

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24.04.19

Lemann assume o “Ministério da Produtividade”

Jorge Paulo Lemann, que já tem o seu Endeavor para estimular o empreendedorismo nos jovens e participa de ações empresariais voltadas à capacitação de futuros homens públicos, arrumou outro brinquedo. Vai liderar uma fundação de big bosses para subsidiar o governo com medidas que aumentem a produtividade e melhorem o ambiente dos negócios. Ao lado de Lemann estão nomes como Daniel Klabin, Jorge Gerdau e o indefectível Vicente Falconi, além, é claro, do seu time de futebol: Beto Sicupira, Carlos Brito, Marcel Telles e Alexandre Behring. Seu escrete terceirizará conhecimento com o qual pretende brindar o governo.

O leque de empresários tem a função de injetar combustível financeiro e emoldurar as propostas com seu prestígio. A novidade é a sugestão para que o grupo funcione também como se fosse um comitê de arbitragem das sugestões apresentadas. Assim, quando houver dúvidas entre a adoção das medidas ofertadas ou do governo, o “Comitê Lemann” daria seu veredito. O proselitismo do empresário sob a forma de filantropia não pode ser tachado como algo negativo ou prejudicial à sociedade.

Seu pecado é ser monotônico, tendendo à neurolinguística e à autoajuda. Não bastasse, o discurso de Lemann traz implícito um permanente desconforto com o Brasil, uma senzala administrativa a exigir os processos e práticas que levaram ao sucesso os países e grupos empresariais mais desenvolvidos. Um bom exemplo do que Lemann não é e nem quer ser – por isso o define melhor ainda – foi o grupo dos 14, uma pequena tropa empresarial, extremamente politizada, que assinou um dos mais notáveis capítulos da burguesia nacional, nos anos 80.

Nomes como Luiz Eulálio Bueno Vidigal, Antônio Ermírio de Moraes, Paulo Francine, Cláudio Bardella, José Mindlin e Paulo Vellinho, entre outros, lutaram contra a ditadura, pressionaram o governo para o desenvolvimento da indústria nacional – o setor na década de 80 alcançou 30% do PIB contra os atuais 12% – e fizeram o maior lobby empresarial por investimentos na infraestrutura. Todos eram ligados à economia física, ao contrário da hegemonia financista dos novos vencedores. A nova Fundação de Lemann, noves fora as novidades já mencionadas, deve apresentar mais do mesmo: orçamento base zero, envolvimento do dono da empresa na contratação de capital humano e uma meritocracia radical. O museu de grandes novidades do líder cervejeiro servirá de script para mais um show de narcisismo do dono da Ambev. Lemann tem um ego ciclópico e é campeão de vaidade nas redes, impulsionando seus milhões de aparições. No meio de toda a bizarrice que assola o país, até que não chega a ser mau.

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19.03.19

Gerdau com um pé fora da Venezuela

A crise do governo Maduro está tragando os negócios da Gerdau na Venezuela. Segundo o RR apurou, a direção do grupo discute a suspensão das atividades na Siderúrgica del Zulia (Sizuca), sua controlada. Uma medida ainda mais radical sobre a mesa é o write off do ativo e o encerramento em definitivo da operação. As perdas acumuladas em 2018 teriam chegado a US$ 50 milhões. A usina foi comprada em 2007 por US$ 90 milhões – hoje, estima-se que não valha a metade. Por conta dos bloqueios de rodovias na Venezuela, a Sizuca tem sofrido seguidas interrupções no recebimento de minério de ferro e, sobretudo, no escoamento da produção.

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06.09.18

Gerdau quer distância da Venezuela

Os Gerdau também querem “fugir” da Venezuela. Segundo o RR apurou, o grupo está em busca de um comprador para a Sizuca, usina localizada na região de Ciudad Ojeda. Não vai ser fácil atravessar essa fronteira. A Gerdau já teria recebido sondagens de investidores locais, mas os valores aventados não chegariam sequer perto dos US$ 90 milhões que pagou pelo ativo no já longínquo ano de 2007. A queda reflete a depreciação tanto da usina quanto, sobretudo, da própria Venezuela. Sob os mais variados aspectos, a Sizuca é hoje uma nódoa na cartografia de negócios da Gerdau na América do Sul. Com capacidade para produzir cerca de 300 mil toneladas por ano, a fábrica de aços longos é considerada obsoleta e tem acumulado prejuízos. Sofre também com a grave crise política e institucional venezuelana e a forte retração econômica do país, com grave impacto sobre o setor de construção civil. Em tempo: trata-se da segunda vez que o plano global de desmobilização de ativos da Gerdau passa pela América do Sul – no ano passado, a companhia vendeu uma produtora de aços longos no Chile.

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22/02/19 14:36h

Fabio Jose Vieira

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