fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
29.03.22

Contra a parede

Circula no mercado que detentores de títulos perpétuos da General Shopping querem a conversão dos papéis em ações. Seria uma solução para o contencioso entre credores e a companhia. Fundos cobram na Justiça mais de R$ 500 milhões da General Shopping. A cifra se refere a juros sobre os títulos que não teriam sido pagos pela empresa.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.01.22

Vão-se os anéis e ficam os dedos

A família Veronezi, controladora da General Shopping, estuda a venda de alguns dos empreendimentos da empresa – ao todo, são 15 shopping centers. A companhia precisa fazer caixa para cobrir dívidas. A situação é delicada. No início do ano, detentores de títulos perpétuos da General Shopping entraram na Justiça pedindo o pagamento de juros relativos aos papéis, o que colocou ainda mais pressão sobre a companhia. Ressalte-se que, em seu parecer no balanço do terceiro trimestre de 2021, a BDO mencionou “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional” da empresa. Consultada pelo RR, a General Shopping não se manifestou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

27.01.20

Fechamento de capital

A família Veronezi estaria preparando o terreno para o fechamento de capital da General Shopping, uma das maiores administradoras de malls do país. Recentemente, os controladores da companhia fizeram um agrupamento de ações da ordem de 36 para um. O mercado farejou algo a mais e o papel chegou a subir 90% em dezembro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

31.01.19

Shoppings da discórdia

A General Shopping estaria negociando a venda de 11 shoppings em um só pacote. Trata-se de mais um capítulo no contencioso com minoritários. Fundos globais acusam o clã Veronezi de transferir as unidades para outra empresa de seu grupo, a Top Center, de forma a lesar os acionistas da General Shopping.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.10.18

General Shopping entrega os anéis

É tempo de liquidação na General Shopping, um dos maiores grupos do setor no Brasil. Após negociar o controle do Internacional Guarulhos Shopping para a israelense Gazit-Globe, a família Veronezi teria colocado mais dois ativos à venda: o Parque Shopping Barueri, em São Paulo, e o Shopping do Vale, no Rio Grande do Sul. A BR Malls estaria entre os candidatos à aquisição. A General Shopping atravessa uma situação financeira delicada, que a obriga a vender patrimônio para cobrir seu crescente passivo. A dívida já teria ultrapassado a marca de R$ 1 bilhão – boa parte dela em dólar. Dona de uma carteira com 15 empreendimentos, a companhia tem operado seguidamente no vermelho: no primeiro semestre, as perdas chegaram a R$ 288 milhões. Além disso, enfrenta um contencioso em decorrência justamente do seu plano de desmobilização de ativos. A Gazit-Globe, que comprou 70% do Shopping de Guarulhos, entrou na Justiça contra a General Shopping. Os israelenses acusam a empresa de não ter respeitado uma cláusula do contrato que lhes dava direito de preferência para a compra de mais 10% do empreendimento. Os Veronezi teriam transferido indevidamente essa fatia do capital para outras empresas do grupo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.08.16

Klein e Aberdeen vão juntos ao shopping

 Michael Klein, que ficou mais conhecido por ter sido dono das Casas Bahia, abriu negociações com a Aberdeen para que a gestora de recursos entre no capital da CB, sua empresa de participações e investimentos. A CB tem R$ 2,5 bilhões em caixa e 350 imóveis com valor de mercado de R$ 4,5 bilhões. O plano de Klein é se capitalizar para adquirir shoppings no Brasil e em outros países da América do Sul. Consultadas, a CB e a Aberdeen negaram a transação.  Mas, segundo informação filtrada junto à CB, o ativo mais cobiçado por Klein é a General Shopping, uma das grandes no segmento de outlets, controlada pela família Veronezi. No início do ano, a Aberdeen fez um sobrevoo na General Shopping, mas não conseguiu fechar um acordo. Os Veronezi acharam baixo os valores apresentados pela Aberdeen. Se tivessem aumentado o preço na ocasião, estariam sorrindo de orelha e orelha. Depois de três anos de prejuízos – em 2015, chegou a R$ 550 milhões –, a General Shopping está enxergando o azul em 2016. As vendas aumentaram 10%. A companhia tem quatro outlets e mais 15 shoppings.  A Aberdeen é uma das maiores acionistas da Renner e tem na carteira R$ 21 bilhões em ativos sob sua gestão no país. A estratégia no mercado brasileiro passa por aquisições sempre como minoritários em empresas do setor. Ela veste como uma luva no plano de Klein de aumentar o capital da CB e crescer através da compra de novos shoppings. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: General Shopping.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.