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29.06.20

“Lava Jato do Cerrado”

A delação Mario de Queiroz Galvão, sócio da Galvão Engenharia, tem tudo para desaguar numa “Lava Jato do Cerrado”. Além de acusações contra o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), o empresário teria citado outros dois ex-governadores do Centro-Oeste.

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22.11.18

Empreiteira à venda

Os acionistas da Galvão Engenharia abriram conversações para a venda de parte ou mesmo do controle do grupo. Um dos candidatos é a China Communications Construction Company, que comprou 80% da Concremat. A Galvão carrega as chagas da Lava Jato. Segue no índex da Petrobras e ainda tenta fechar um acordo de leniência com o TCU.

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21.06.18

Água filtrada

A Iguá Saneamento, que assumiu a concessão na cidade de Cuiabá no lugar da Galvão Engenharia, já equacionou os débitos da antiga operadora e está investindo cerca de R$ 200 milhões no negócio.

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08.01.18

Subterrâneos

Os dirigentes da Galvão Engenharia concluíram seus depoimentos no âmbito do acordde delação premiada. Segundo o RR apurou, os executivos do grupo teriam confirmado a existência de um esquema de propina nas obras na Linha 5 do Metrô de São Paulo durante o governo de Geraldo Alckmin. O arco e a flecha estão nas mãos da PGR Raquel Dodge. Se vai usá-los…

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12.12.17

Segunda chance

O governo vai relicitar a concessão da BR-153, cassada da Galvão Engenharia, até abril de 2018. O futuro operador terá de investir R$ 5 bilhões na duplicação da via. Ou seja: fazer o que a Galvão não fez.

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30.11.17

De volta à estaca zero

A Galvão Engenharia reabriu tratativas com o Ministério da Transparência para fechar um acordo de leniência. É mais uma guinada no ziguezague de negociações entre a empreiteira e os órgãos de controle da União. Em março, a Galvão suspendeu as conversações com a própria Pasta da Transparência para negociar sua leniência diretamente com o Ministério Público Federal. Na paralela, chegou a manter tratativas com a AGU, que não avançaram.

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05.10.17

Só reencarnando

A Galvão Engenharia, dizimada pela Lava Jato, procura um comprador.

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01.09.17

Águas e esgotos

A Galvão Engenharia, que vendeu a CAB Ambiental para o fundo IG4 Capital, deixou para trás um veio de água barrenta em Cuiabá, onde era responsável pela concessão de saneamento. Rebatizada de Iguá Saneamento, a empresa já apresentou à Prefeitura um plano emergencial de investimentos da ordem de R$ 250 milhões. A nova concessionária corre contra o tempo. Tragada pela Lava Jato, a Galvão Engenharia atrasou projetos e cancelou investimentos na cidade – a ponto de a Prefeitura de Cuiabá ter decretado intervenção na operação e forçado a venda do negócio.

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03.08.17

TCU é um quebra-molas no caminho da “MP das Rodovias”

O que parecia ser a solução sob medida para um imbróglio com alguns dos maiores grupos de infraestrutura do país está se revelando um novo problema para o governo Temer neste seu “recomeço”, pós-vitória na Câmara. Trata-se da Medida Provisória que prevê a extensão do prazo para as obras de duplicação das rodovias leiloadas em 2013 e 2014. Segundo o RR apurou, o Palácio do Planalto já captou a resistência do Tribunal de Contas da União (TCU) à proposta, antes mesmo da MP ser editada.

A iniciativa estaria sendo interpretada no TCU como um waiver a empresas que atropelaram cronogramas e descumpriram os investimentos previstos nos respectivos editais, casos, por exemplo, de CCR, Invepar e Galvão Engenharia. Ressalte-se que o Tribunal de Contas tem adotado uma postura extremamente rígida em relação a mudanças em contratos de concessão. No início deste ano, por exemplo, posicionou-se contra a extensão da licença da Nova Dutra, pertencente à própria CCR. A “MP das Rodovias”, em fase final de elaboração na Casa Civil, entrou em cena após pressão das operadoras do setor reunidas na Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR).

A proposta surgiu como uma alternativa à solução mais radical: a retomada das licenças pela União. Em defesa da iniciativa, o governo argumenta que a MP não é um perdão e tampouco vai sair de graça para as empresas. Pelo texto, as concessionárias terão mais 14 anos para concluir as obras de duplicação das vias – o prazo atual é 2019. Em contrapartida, os contratos de concessão, originalmente de 30 anos, serão encurtados.

O governo alega que esta é a solução mais factível para destravar investimentos da ordem de R$ 30 bilhões. Todos os prazos previstos para as concessões de 2013 e 2014 já foram para o espaço. A CCR deveria duplicar um trecho de 806 quilômetros da BR-163 até o fim de 2019. A dois anos do prazo, as obras atingiram apenas 138 quilômetros. É o menor dos problemas. A Invepar concluiu apenas 78 quilômetros em um total de 516 quilômetros. Pior é a situação da Galvão Engenharia, que sequer iniciou as obras de duplicação da BR-153 entre Anápolis (GO) e Palmas (TO).

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25.05.17

Uma nova estrada

Iniciou-se a temporada de “leniência a conta-gotas”. Galvão Engenharia e Triunfo, encalacradas na Lava Jato, abriram tratativas com o governo para se beneficiar da MP editada ontem, que abre caminho para a prorrogação de concessões rodoviárias em dificuldades financeiras. Operadoras, respectivamente, da BR-153 e das BR-060 e 262, negociam o reescalonamento dos investimentos.

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