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18.10.18
ED. 5976

O chão ainda treme na Gafisa

O contencioso na Gafisa ainda está longe do fim. Os três executivos recentemente destituídos da diretoria, entre eles o ex-CEO Sandro Gamba, preparam-se para acionar a incorporadora na Justiça, com o pedido de uma indenização milionária. A fatura vai na conta do take over da companhia pelo investidor sul-coreano Mu Hak You, da gestora GWI. You afastou toda a gestão executiva e o Conselho ao tomar o controle da Gafisa em Bolsa.

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04.10.18
ED. 5967

A terra treme em Alphaville

O “terremoto Mu Hak You”, que devastou a diretoria da Gafisa, começa a ser sentido também na Alphaville Urbanismo, da qual a incorporadora tem 30%. As trepidações alcançam especificamente o board da companhia. Hak You, dono da gestora GWI, quer uma cadeira a mais no Conselho e consequentemente maior poder na gestão da Alphaville – hoje a Gafisa tem direito a dois representantes. A julgar pela agressividade com que tomou o controle da incorporadora e tirou toda a administração, os demais acionistas de Alphaville, Pátria Investimentos e Blackstone, terão dias difíceis.

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21.09.18
ED. 5958

Gafisa e Even são dois prédios sobre estruturas abaladas

O principal “empreendimento” dos administradores da Gafisa, neste momento, é garantir a sua própria sobrevivência. A diretoria da incorporadora está movendo mundos e, sobretudo, fundos para barrar a tentativa do investidor Mu Hak You de tomar o poder na companhia. Após publicar anúncios em jornais, a Gafisa pretende usar as redes sociais e propaganda na TV com o objetivo de convocar os minoritários para a assembleia marcada para a próxima terça-feira, dia 25. A intenção é arregimentar um bloco coeso de acionistas com votos suficientes para rechaçar a manobra de Hak You, que convocou a reunião com o objetivo de votar a destituição do Conselho de Administração. O capital excessivamente pulverizado da empresa é o maior adversário dos administradores da Gafisa. Sozinho, sem contar com eventuais agregados, o investidor sul-coreano já detém cerca de 30% das ações ordinárias.

A troca na presidência da Even – com a entrada de Leandro Melnick no lugar de Dany Muszkat – é apenas o sinal mais visível dos tremores societários na incorporadora. O empresário Alexandre Grendene enfrenta crescente pressão de seus pares no condomínio de investidores que detém o controle da companhia – entre os quais estão as famílias Vidigal e Zaffari. Os sócios estariam cobrando medidas mais agudas para frear os seguidos prejuízos da empresa, como a venda de projetos e uma aguda redução do banco de terrenos, avaliado em cerca de R$ 8 bilhões. No primeiro semestre deste ano, a Even acumulou R$ 56 milhões em prejuízos, que se somam às perdas de R$ 340 milhões em 2017.

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27.08.18
ED. 5940

Gafisa busca reforços contra take over hostil

O board da Gafisa tenta erguer uma barricada contra o avanço do investidor sul-coreano Mu Hak You, que se movimenta a passos largos para tomar o comando da incorporadora. Os conselheiros têm feito reuniões quase diárias com fundos nacionais e estrangeiros em busca de um novo sócio que se una a outras gestoras já presentes no capital da empresa, caso da River and Mercantille Asset, formando um bloco de resistência a Hak You. Dono da gestora GWI, o sul-coreano convocou uma assembleia geral extraordinária
para o dia 25 de setembro, com o objetivo de destituir todo o Conselho da companhia. O passo seguinte, ao que tudo indica, será a troca da diretoria executiva. A pulverização do controle da Gafisa acentua a fragilidade dos atuais administradores da empresa, que ocupam seus cargos graças a uma tênue composição entre fundos com não mais do que 20% do capital. Hak You, por exemplo, já tem 30% das ordinárias.

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14.08.18
ED. 5931

Invasões bárbaras

Além de defenestrar o Conselho da Gafisa, o investidor sul- coreano Mu Hak You quer cortar a cabeça do CEO da empresa, Sandro Gamba. A tentativa de take over da construtora já estava escrita. Conforme o RR antecipou na edição de 16 de junho, a GWI, corretora de You, vinha aumentando gradativamente sua participação na Gafisa, para preocupação dos demais acionistas.

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16.07.18
ED. 5910

Pressão do andar de cima

Para o presidente da Gafisa, Sandro Gamba, tão ou mais importante do que levantar prédios é erguer o caixa da incorporadora. Gamba tem sido pressionado pelos fundos de investimento que habitam o capital da empresa a acelerar a venda de imóveis em estoque, com uma política agressiva de descontos. Há cerca de um ano, a Moody ́s rebaixou o rating da Gafisa muito em função dos recorrentes Ebitdas negativos. No primeiro trimestre deste ano, após um longo hiato, a empresa voltou a registrar uma cifra positiva, de R$ 3 milhões. A escalada, no entanto, é íngreme: em pouco mais de um ano, a Gafisa acumulou um Ebitda negativo da ordem de R$ 250 milhões.

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14.06.18
ED. 5888

GWI preocupa seus sócios na Gafisa

A GWI vem aumentando gradativamente sua participação na Gafisa, com sucessivas aquisições do papel em bolsa. A gestora já teria mais de 22% das ordinárias. A movimentação tem deixado os demais acionistas da companhia ressabiados. A GWI, do sul-coreano Mu Hak You, costuma ser uma companhia indigesta em empresas de capital aberto. Que o diga a família Saraiva, dona da rede de livrarias homônima, que teve um embate ferrenho com Hak You há cerca de dois anos.

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09.05.18
ED. 5863

Imóvel criptografado

Os Bitcoins invadem o mercado imobiliário. Depois da Tecnisa, a Gafisa também aceitará a moeda criptografada. A incorporadora se desdobra para reduzir seu estoque de imóveis “encalhados”, na casa de R$ 1,5 bilhão.

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15.03.18
ED. 5826

Imóvel à venda

A Gafisa mantém conversações com fundos de investimentos estrangeiros para a venda de sua participação de 29% na Alphaville Urbanismo. O negócio é habitat de seguidos prejuízos. No ano passado, a Gafisa perdeu mais de R$ 300 milhões com a Alphaville. E não há indício de que será diferente em 2018.

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05.12.17
ED. 5759

Construção

A Gafisa corre para fechar nesta semana um acordo com seus credores para o alongamento de dívidas que vencem em 2018 e 2019. A negociação é vista como condição sine qua nom para o aumento de capital da incorporadora, que será votado em Assembleia Geral de Acionistas na próxima segunda-feira.

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13.11.17
ED. 5744

Porta de saída

O mau desempenho da Alphaville Urbanismo tem levado os acionistas da Gafisa a discutir a venda da participação de 29,7% na companhia. A empresa de loteamentos residenciais foi responsável, sozinha, por um terço do prejuízo acumulado pela incorporadora entre janeiro e setembro, de R$ 157 milhões.

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05.09.17
ED. 5698

Reconstrução

Sinal de vida no mercado imobiliário: a Gafisa iniciou a venda de três empreendimentos em São Paulo e já faz planos de lançar outros dois condomínios residenciais na cidade no último bimestre do ano. Para uma empresa que vem de um prejuízo de R$ 1870 milhões no segundo trimestre, haja estômago!

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25.07.17
ED. 5668

Gafisa testa o mercado

Após passar todo o primeiro semestre em branco, a Gafisa vai retomar os lançamentos imobiliários nos próximos meses – informação confirmada pela empresa. Mas devagar, devagarinho. A prioridade da incorporadora é reduzir o estoque de imóveis encalhados, que beira R$ 1,5 bilhão.

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30.05.17
ED. 5629

Um teto para Sam Zell

O Equity International – fundo de US$ 2 bilhões do investidor norte-americano Samuel Zell – mantém conversas preliminares para comprar uma participação na Tenda, construtora voltada à população de baixa renda. De certa forma, é como se Zell retornasse à antiga casa. Por muitos anos, o investidor foi sócio da Gafisa, então controladora da Tenda.

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08.05.17
ED. 5613

Fundos fazem fila na porta da Tenda

Além da Jaguar Real Estate, que está adquirindo entre 20% e 30% da Tenda, a Gafisa estaria em conversações com outros dois fundos internacionais dispostos a entrar no capital da controlada. Quem te viu quem te vê. Antes deficitária, a Tenda virou os quindins da Gafisa com a forte expansão das habitações populares – aliás, o que sobrou do setor.

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20.04.17
ED. 5603

Reconstrução

A Mac Empreendimentos Imobiliários, que encerrou uma joint venture de 11 anos com a Cyrela, já saiu em busca de uma nova “cara-metade”. O seu principal alvo seria a Gafisa.

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30.03.17
ED. 5589

Gafisa desiste de morar em Alphaville

A Gafisa pretende vender sua fatia de 30% no capital da Alphaville Urbanismo. A participação está avaliada em aproximadamente R$ 500 milhões. Em 2013, a Gafisa negociou os outros 70% para o Pátria Investimentos e o fundo norte-americano Blackstone. Na ocasião, com o mercado imobiliário ainda no Olimpo, a Alphaville respondia por mais de 40% dos resultados do grupo. No ano passado, só se fez notar no balanço da Gafisa pelo prejuízo de pouco mais de R$ 20 milhões.

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06.02.17
ED. 5554

Fato raro: o governo foi rápido no gatilho

Com o novo pacote de estímulo o financiamento habitacional, que inclui a criação de mais uma faixa no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a ampliação do uso do FGTS, o governo espera aparar arestas que ele próprio criou no setor. Grandes incorporadoras imobiliárias à frente do MCMV, como MRV e Gafisa/Tenda, ameaçaram pisar no freio depois das recentes mudanças nas regras do FGTS. Em dezembro, a Fazenda anunciou a liberação os saques de contas inativas do Fundo, reduzindo a oferta de recursos para o crédito imobiliário.

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11.01.17
ED. 5536

Grandes construtoras querem distância do “Risco PDG”

Como se não bastassem os credores, que cobram uma dívida superior a R$ 7,5 bilhões, a PDG enfrenta um “motim” entre seus principais parceiros comerciais. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão, entre outras construtoras, exigem o rompimento das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) criadas em conjunto com a combalida companhia. A preocupação destas empresas é evitar que a crise financeira da PDG e um eventual pedido de recuperação judicial contaminem não só os projetos em comum, mas, por extensão, seus próprios negócios.

A porta para esta diáspora societária já está entreaberta. No fim do ano passado, a PDG e a HM1 – leia-se a Hemisfério Sul Investimentos e a gestora norte-americana Farallon – firmaram o descruzamento de suas participações em 18 SPEs. O “Risco PDG” é considerável. Uma recuperação judicial e a consequente suspensão dos pagamentos da incorporadora atingiriam em cheio os empreendimentos pendurados nas SPEs. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão e cia. temem pelo pior: o gradativo colapso dessas sociedades.

Até porque, na luta pela sobrevivência, a tendência natural é que a PDG dê prioridade aos projetos que controla integralmente. A questão é como descosturar em tempo hábil a teia societária à qual a PDG está amarrada. A companhia está em mais de 700 SPEs, boa parte delas com a presença de terceiros. O distrato de cada uma dessas sociedades passa por complexas negociações de compra e venda das respectivas participações, a exemplo do que foi feito com a HM1.

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01.11.16
ED. 5487

Prenúncio

 No mercado imobiliário, a decisão da Gafisa de antecipar para este ano a oferta de ações da Tenda, sua subsidiária, foi interpretada como uma garantia de que o governo anunciará até dezembro uma nova fase do “Minha Casa Minha Vida”. O programa é responsável por mais de 70% das vendas da construtora.

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27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

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19.05.16
ED. 5372

Um “interventor” entre as paredes da Gafisa

 Dois anos após se aproveitar da degola do então CEO Duilio Calciolari para ascender à presidência da Gafisa, agora o próprio Sandro Gamba é que estaria com o pescoço à beira da guilhotina. Segundo informações filtradas junto à construtora, o novo presidente do Conselho da Gafisa, Odair Garcia Senra, chega como uma espécie de interventor. Sócio da Brio Investimentos e com mais de 40 anos de estrada no setor imobiliário, Senra teria recebido carta branca dos acionistas para promover mudanças na direção executiva e participar ativamente da gestão. A dança das cadeiras atingiria não apenas Sandro Gamba, mas também o diretor de operações, Luiz Carlos Siciliano. Consultada, a Gafisa nega mudanças na gestão executiva.  A lista de desafios do “interventor” Odair Senra incluiria a redução do estoque de terrenos e imóveis, um drástico corte dos custos operacionais e, acima de tudo, um freio nos prejuízos da Gafisa. Ou seja: tudo o que a atual gestão não vem conseguindo. O resultado do primeiro trimestre foi mal recebido pelo mercado – desde a divulgação, no início do mês, as ações caíram 10%. A companhia teve um prejuízo de R$ 58 milhões, contra um lucro de R$ 20 milhões nos primeiros três meses de 2015. Pior ainda foi a performance comercial. A receita líquida (R$ 170 milhões) caiu à metade na comparação com o mesmo intervalo.

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03.05.16
ED. 5360

Tenda

 A construtora Tenda, que depende fundamentalmente do “Minha Casa, Minha Vida”, revisou mais uma vez sua projeção de lançamentos para 2016. A subsidiária da Gafisa cortou a cifra de R$ 1 bilhão para R$ 700 milhões. Procurada pelo RR, a Tenda não comentou o assunto.

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22.12.15
ED. 5274

Liquidação

 A exemplo da controlada Tenda, a Gafisa também está reduzindo seu banco de terrenos. A construtora tem cerca de R$ 6 bilhões de propriedades em seu estoque. A ideia é reduzir esse encalhe em 10%. Procuradas pelo RR, a Gafisa não comentou o assunto.  

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22.07.15
ED. 5168

Aposta na Gafisa

Na semana passada, a Polo Capital aumentou sua participação na Gafisa de 14% para 18%. Agora, negocia com fundos a compra de mais 2%. Coincidência ou não, as movimentações da Polo se dão no momento em que circulam informações no mercado sobre o interesse do fundo árabe Red Sea Housing em adquirir o controle da Gafisa, o que dispararia um rentável tag along.

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A gestora de recursos árabe Red Sea Housing, que já se associou a  Direcional Engenharia, está em negociações para a compra de uma participação na Gafisa. Trata-se de uma operação dois em um: entrar na Gafisa significa ter também um pedaço da Tenda, especializada na construção de imóveis para a população de baixa renda.

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20.05.15
ED. 5124

Fundo norueguês

 Entre a Lava Jato e um mercado imobiliário em crise, o fundo soberano da Noruega nem pensa duas vezes. Nos últimos dias, o Government Pension Fund Global se desfez de um expressivo lote de ações da Alpargatas, leia-se Camargo Corrêa. Em contrapartida, tem disparado sucessivas ordens de compra de papéis da Gafisa.

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13.02.15
ED. 5062

Já vai tarde

A Gafisa está tentando empurrar a deficitária Tenda, seu braço no segmento de habitação popular, para um fundo de investimentos imobiliários de origem árabe.

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