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28.02.19

Uma ave de rapina na Gafisa

O norte-americano Cerberus estaria armando o bote para o take over da Gafisa. O fundo abutre seria um dos misteriosos investidores por trás da desenfreada compra de ações da empresa na Bolsa, que levou, inclusive, a CVM a abrir uma apuração. Em duas semanas, quase 20% do capital da incorporadora mudaram de mãos – a maior parte comprada em nome de fundos da corretora Planner. No fim do ano passado, o fundo chegou a manter tratativas com o investidor sul- coreano Mu Hak You, então maior acionista da Gafisa, para se associar à companhia. No entanto, as conversas não avançaram. Ao que parece, a ave de rapina encontrou um atalho para pousar onde queria.

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26.11.18

“Bota-abaixo” na Gafisa

A gestão recém-nomeada pelo investidor sul-coreano Mu Hak You está promovendo uma carnificina na Gafisa. Até o fim do ano, estão previstos novos e expressivos cortes, notadamente na área comercial. Em pouco mais de dois meses, quase metade do quadro de funcionários foi dizimado. Depois das pessoas, será a vez dos ativos. A ideia é reduzir em cerca 20% o banco de terrenos para fazer caixa. O mercado, como seria de se imaginar, está encantado com a gestão de Hak You, dono da gestora GWI: em pouco mais de um mês, a ação da Gafisa acumula alta de 22%

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18.10.18

O chão ainda treme na Gafisa

O contencioso na Gafisa ainda está longe do fim. Os três executivos recentemente destituídos da diretoria, entre eles o ex-CEO Sandro Gamba, preparam-se para acionar a incorporadora na Justiça, com o pedido de uma indenização milionária. A fatura vai na conta do take over da companhia pelo investidor sul-coreano Mu Hak You, da gestora GWI. You afastou toda a gestão executiva e o Conselho ao tomar o controle da Gafisa em Bolsa.

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04.10.18

A terra treme em Alphaville

O “terremoto Mu Hak You”, que devastou a diretoria da Gafisa, começa a ser sentido também na Alphaville Urbanismo, da qual a incorporadora tem 30%. As trepidações alcançam especificamente o board da companhia. Hak You, dono da gestora GWI, quer uma cadeira a mais no Conselho e consequentemente maior poder na gestão da Alphaville – hoje a Gafisa tem direito a dois representantes. A julgar pela agressividade com que tomou o controle da incorporadora e tirou toda a administração, os demais acionistas de Alphaville, Pátria Investimentos e Blackstone, terão dias difíceis.

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21.09.18

Gafisa e Even são dois prédios sobre estruturas abaladas

O principal “empreendimento” dos administradores da Gafisa, neste momento, é garantir a sua própria sobrevivência. A diretoria da incorporadora está movendo mundos e, sobretudo, fundos para barrar a tentativa do investidor Mu Hak You de tomar o poder na companhia. Após publicar anúncios em jornais, a Gafisa pretende usar as redes sociais e propaganda na TV com o objetivo de convocar os minoritários para a assembleia marcada para a próxima terça-feira, dia 25. A intenção é arregimentar um bloco coeso de acionistas com votos suficientes para rechaçar a manobra de Hak You, que convocou a reunião com o objetivo de votar a destituição do Conselho de Administração. O capital excessivamente pulverizado da empresa é o maior adversário dos administradores da Gafisa. Sozinho, sem contar com eventuais agregados, o investidor sul-coreano já detém cerca de 30% das ações ordinárias.

A troca na presidência da Even – com a entrada de Leandro Melnick no lugar de Dany Muszkat – é apenas o sinal mais visível dos tremores societários na incorporadora. O empresário Alexandre Grendene enfrenta crescente pressão de seus pares no condomínio de investidores que detém o controle da companhia – entre os quais estão as famílias Vidigal e Zaffari. Os sócios estariam cobrando medidas mais agudas para frear os seguidos prejuízos da empresa, como a venda de projetos e uma aguda redução do banco de terrenos, avaliado em cerca de R$ 8 bilhões. No primeiro semestre deste ano, a Even acumulou R$ 56 milhões em prejuízos, que se somam às perdas de R$ 340 milhões em 2017.

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27.08.18

Gafisa busca reforços contra take over hostil

O board da Gafisa tenta erguer uma barricada contra o avanço do investidor sul-coreano Mu Hak You, que se movimenta a passos largos para tomar o comando da incorporadora. Os conselheiros têm feito reuniões quase diárias com fundos nacionais e estrangeiros em busca de um novo sócio que se una a outras gestoras já presentes no capital da empresa, caso da River and Mercantille Asset, formando um bloco de resistência a Hak You. Dono da gestora GWI, o sul-coreano convocou uma assembleia geral extraordinária
para o dia 25 de setembro, com o objetivo de destituir todo o Conselho da companhia. O passo seguinte, ao que tudo indica, será a troca da diretoria executiva. A pulverização do controle da Gafisa acentua a fragilidade dos atuais administradores da empresa, que ocupam seus cargos graças a uma tênue composição entre fundos com não mais do que 20% do capital. Hak You, por exemplo, já tem 30% das ordinárias.

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14.08.18

Invasões bárbaras

Além de defenestrar o Conselho da Gafisa, o investidor sul- coreano Mu Hak You quer cortar a cabeça do CEO da empresa, Sandro Gamba. A tentativa de take over da construtora já estava escrita. Conforme o RR antecipou na edição de 16 de junho, a GWI, corretora de You, vinha aumentando gradativamente sua participação na Gafisa, para preocupação dos demais acionistas.

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16.07.18

Pressão do andar de cima

Para o presidente da Gafisa, Sandro Gamba, tão ou mais importante do que levantar prédios é erguer o caixa da incorporadora. Gamba tem sido pressionado pelos fundos de investimento que habitam o capital da empresa a acelerar a venda de imóveis em estoque, com uma política agressiva de descontos. Há cerca de um ano, a Moody ́s rebaixou o rating da Gafisa muito em função dos recorrentes Ebitdas negativos. No primeiro trimestre deste ano, após um longo hiato, a empresa voltou a registrar uma cifra positiva, de R$ 3 milhões. A escalada, no entanto, é íngreme: em pouco mais de um ano, a Gafisa acumulou um Ebitda negativo da ordem de R$ 250 milhões.

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14.06.18

GWI preocupa seus sócios na Gafisa

A GWI vem aumentando gradativamente sua participação na Gafisa, com sucessivas aquisições do papel em bolsa. A gestora já teria mais de 22% das ordinárias. A movimentação tem deixado os demais acionistas da companhia ressabiados. A GWI, do sul-coreano Mu Hak You, costuma ser uma companhia indigesta em empresas de capital aberto. Que o diga a família Saraiva, dona da rede de livrarias homônima, que teve um embate ferrenho com Hak You há cerca de dois anos.

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09.05.18

Imóvel criptografado

Os Bitcoins invadem o mercado imobiliário. Depois da Tecnisa, a Gafisa também aceitará a moeda criptografada. A incorporadora se desdobra para reduzir seu estoque de imóveis “encalhados”, na casa de R$ 1,5 bilhão.

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