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14.02.22

Energético

A Red Bull ensaia mais um investimento no futebol brasileiro: a construção de uma arena para o Bragantino.

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27.01.22

Mais um português no futebol brasileiro?

O fundo português Codecity Sports Management, liderado por Rui Pedro Soares, tem sido sondado para investir no futebol brasileiro. Ao menos dois bancos já contataram Soares. O investidor português carrega uma trajetória polêmica. No futebol, comprou o futebol do Belenenses, tradicional time de Lisboa, uma operação que deu origem a uma acirrada batalha judicial com o clube associativo. Foi ainda um dos principais executivos da Portugal Telecom durante o governo do primeiro-ministro José Socrates, preso posteriormente por corrupção. Sua gestão à frente da empresa de telefonia também é eivada de aquisições.

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15.12.21

O dia em que a XP chutou a própria canela

Ou a XP controla as parlapatices de seu sócio Pedro Mesquita ou as portas do futebol brasileiro gradativamente vão se fechar à instituição. Um tweet postado ontem, às 8h11, por Mesquita foi recebido no Cruzeiro e em outros clubes como uma espécie de chantagem ou algo que o valha. Na postagem, o executivo disse textualmente que, se a agremiação mineira não aprovar a venda do seu controle na sexta-feira, “nós da XP deixaremos o comando do processo, pois será inviável realizar uma transação que seja interessante para o futuro do clube”. Talvez nunca tenha se visto uma empresa colocar a faca no pescoço de um cliente dessa maneira e publicamente. O tweet escancarou a má impressão que Mesquita tem deixado no business do futebol. Segundo o RR apurou, em reuniões com profissionais do mercado, o sócio da XP costuma chamar a atenção pelo desconhecimento em relação à dinâmica financeira dos clubes e aos critérios de valuation dos ativos. Em um desses encontros, causou espanto ao sugerir que a precificação de uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF) poderia se dar com base no número de seguidores de um time nas redes sociais.

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08.12.21

Bola murcha

A Record está penando para vender as cotas de patrocínio do Campeonato Carioca de 2022. Ecos da edição passada: a audiência foi a menor das últimas duas décadas.

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30.11.21

Linha de crédito para Abel Ferreira

A Crefisa vai aumentar o valor do patrocínio ao Palmeiras. Com isso, o clube colocará sobre a mesa a maior proposta já feita a um técnico no Brasil na tentativa de manter o português Abel Ferreira, bicampeão da Taça Libertadores. Em tempo: Crefisa e Palmeiras são praticamente uma coisa só. Leila Pereira, presidente da financeira, assumirá o comando do clube em 15 de dezembro.

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19.10.21

Uma partida que ainda não terminou

Segundo uma fonte do TST a Subseção I de Dissídios Individuais da Corte vai julgar nos próximos dias o caso do jogador Cléberson Frolich, do Bahia, que morreu de AVC, em 2007, 24 horas após jogar pelo time baiano. As filhas do atleta exigem uma indenização, alegando que o clube não fez exame médico admissional do pai. Por ora, o Bahia está vencendo essa triste partida: já ganhou a ação no TRT-BA e no próprio TST.

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17.08.21

Vem aí o “Brasileirão” da recuperação dos clubes

O futebol brasileiro vai disputar sua partida mais importante. A lei 5.516/2019, que autoriza o surgimento de clubes-empresa no país por meio da criação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), abre uma bifurcação sem precedentes para o saneamento dessas agremiações. De um lado, a possibilidade de captação de funding por meio do mercado de capitais; do outro, as condições para reduzir um passivo bilionário a patamares confortáveis. Entre os próprios dirigentes, há um entendimento, inclusive, de que este deverá ser o primeiro grande efeito positivo da lei: antes até mesmo de estimular uma tão aguardada onda de investimentos no futebol, a nova legislação resultará em uma temporada de pedidos de recuperação judicial, algo até então vedado a clubes de futebol.

Segundo o RR apurou, Botafogo e Cruzeiro – ambos em grave crise financeira, com dívidas próximas a R$ 1 bilhão – são os principais candidatos a puxar a fila da recuperação judicial. O clube mineiro, inclusive, já contratou a Alvarez & Marsal, consultoria especializada em RJs. Procurados, Botafogo e Cruzeiro não se manifestaram. Ressalte-se que o carry over é pesado: os 15 clubes de maior faturamento do país, por exemplo, somam uma dívida superior a R$ 14 bilhões. A lei prevê duas formas de adesão ao novo regime jurídico. A agremiação poderá se transformar integralmente em SAF. Ou, então, optar por uma separação de suas atividades: de um lado, permaneceria apenas o clube social exatamente como é hoje, ou seja, uma entidade sem fins lucrativos; do outro, surgiria a sociedade anônima, com o departamento de futebol e seus ativos (direitos econômicos de atletas, patrocínios, contratos de transmissão etc).

No segundo caso, ele terá, na partida, 100% do capital da SAF. Tanto em um cenário quanto no outro, a capitalização virá por meio da emissão de ações ou de debêntures dessa nova sociedade. Ressalte-se que não há limites ou mesmo obrigação de oferta. Se quiser, o clube pode manter 100% da SAF sob sua propriedade como também pode ofertar todas as ações em mercado. Nesse caso extremo, por exemplo, o “Flamengo social” não teria mais qualquer vínculo societário com o “Flamengo futebol”. Não deve ser este o cenário mais provável. Difícil imaginar que os cartolas aceitem abrir mão por completo do futebol. A tendência é que a maior parte dos clubes ofereça em mercado apenas um pedaço da SAF.

Simples não é. O RR conversou com alguns dirigentes. No próprio meio do futebol ainda há muita “bateção” de cabeça em relação à nova legislação. A lei 5.516/2019 carrega pontos cegos, ainda pendentes de regulação. Uma das questões mais controversas diz respeito à hipótese de cisão entre o clube social e a SAF. Nesse caso, ressalte-se, todo o passivo permanecerá com a agremiação; a SAF não herda um centavo das dívidas. Pela lei, 20% de todos os ganhos do clube provenientes da Sociedade Anônima (venda de ações ou dividendos) terão de ser obrigatoriamente revertidos para o pagamento de dívidas.

Será necessária uma fiscalização rigorosa para que um clube social eventualmente não desvie esse dinheiro para outra finalidade. Tradicionalmente dirigentes de futebol no Brasil não costumam ser tão retos na aplicação de recursos. Os agentes financeiros estão cansados de conhecer a maior ameaça desse modelo de cisão: os ativos vão para uma nova companhia e a banda podre fica dentro de uma empresa-casca, sem qualquer garantia de pagamento dessas dívidas. Outra zona cinzenta da nova lei diz respeito às regras de governança.

Pela legislação, nos casos de cisão dos ativos do futebol, a gestão da SAF será independente e desvinculada da diretoria do clube social. Será? Mais uma vez, o risco é a natureza dos cartolas e os vícios quase atávicos do futebol brasileiro. Como estabelecer essa chinese wall enquanto o clube mantiver alguma participação relevante na Sociedade Anônima? Quem garante que os investidores, mesmo detendo 51% do controle ou até mais, terão autonomia, por exemplo, para trocar um treinador ou vender um atleta sem ingerência do clube e de seus dirigentes?

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05.01.21

Um facho de luz

O Botafogo está tentando atrair um grande fundo chinês com negócios no futebol europeu. É a segunda vez em quase dois anos que o clube ensaia uma tabelinha com investidores da China. A primeira passou longe do gol.

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04.01.21

Bola muito murcha

Os cartolas já dão como certo que o futebol brasileiro terá, neste início de 2021, a mais fraca janela de transferências de jogadores dos últimos anos. Estima-se que a arrecadação será até 50% inferior à registrada no meio do ano passado, já sob impacto da Covid-19. Na ocasião, as três maiores negociações de jogadores somadas chegaram a 61 milhões de euros, abaixo dos 77 milhões de euros contabilizadas em 2019. A pandemia formou a tempestade perfeita: de um lado, os clubes europeus com menor poder de fogo do que o
habitual; do outro, as agremiações brasileiras absolutamente asfixiadas, sem capacidade de barganhar preços melhores.

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13.11.20

Betmotion no Brasil

Após fechar parceria com o Novo Basquete Brasil, o site de apostas Betmotion, sediado em Curaçao, está em conversações para patrocinar três times de futebol do país.

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