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11.10.21

Uma reforma ministerial sob medida para Tarcisio Freitas

Na rearrumação ministerial que será realizada para contemplar novos nomes do Centrão, pode sobrar uma cereja para o coronel Tarcisio Freitas: a fusão da Infraestrutura com o Desenvolvimento Regional. Freitas assumiria o Super-Ministério, com um orçamento somado superior a R$ 14 bilhões, noves fora as emendas parlamentares. Além das concessões de infraestrutura e de todas as demais atribuições que hoje já estão sob o seu poder, passaria a comandar, entre outros programas, o Casa Verde e Amarela, além de todos os investimentos do governo federal na área de saneamento, por meio da Funasa.

Também teria sob seu novo guarda-chuva as agências de desenvolvimento regional, como a Sudene e a Sudam. Ou seja: Tarcisio Freitas passaria a ser, ao mesmo tempo, ele próprio e Rogério Marinho. Este último, inclusive, é uma peça fundamental nesse tabuleiro da reforma ministerial. Marinho lançou recentemente sua pré-candidatura ao Senado pelo Rio Grande do Norte, abrindo caminho para a eventual fusão do Desenvolvimento Regional com a Infraestrutura. Esse novo e vitaminado Ministério seria um prêmio merecido para Tarcísio Freitas.

Trata-se de um dos poucos ministros que efetivamente faz diferença no governo. Seu prestígio junto a Jair Bolsonaro cresce a passos largos, vide suas recorrentes participações nas tradicionais lives presidenciais das quintas-feiras, como na última, no dia 28. Em 2020, por exemplo, Freitas foi o segundo ministro com mais aparições nas transmissões. Ficou atrás apenas do titular do Turismo, Gilson Machado, que costuma participar das lives mais como sanfoneiro do que exatamente como ministro de Estado.

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11.10.21

Valdemar não para

Após emplacar Miguel Marques na presidência da Funasa (Fundação Nacional da Saúde), Valdemar da Costa Neto quer agora lotear as superintendências da entidade, notadamente no Nordeste, onde estão os principais projetos d autarquia. Ainda que menor, os superintendentes têm seu peso no manejo de verbas do órgão.

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12.04.21

Marinho arranca um pedaço da Saúde

Em meio à pandemia, o Ministério da Saúde deverá perder um pedacinho da sua estrutura. Rogério Marinho articula com o presidente Jair Bolsonaro a transferência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para o Ministério do Desenvolvimento Regional. A medida permitiria a Marinho, um obcecado caçador de verbas, aumentar o orçamento da sua Pasta sem furar o teto de gastos públicos. A Funasa tem uma dotação orçamentária para este ano de quase R$ 3 bilhões, a maior parte voltada a projetos na área de saneamento. A transferência da Funasa para o Desenvolvimento Regional chegou a ser aventada no primeiro ano do governo Bolsonaro, mas acabou ficando pelo caminho. Desta vez, no entanto, alguns fatores jogam a favor das pretensões de Marinho. Ao contrário de Henrique Mandetta, titular da Pasta em 2019, hoje a Saúde está nas mãos de um ministro sem qualquer força política, caso de Marcelo Queiroga. Além disso, a Funasa é vista no governo como um órgão ineficiente, que gasta muito para o que entrega. No ano passado, por exemplo, a Fundação concluiu 53 obras em 47 municípios, o que correspondeu a apenas a 48% da meta prevista.

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22.03.21

Curto circuito

A articulação para a montagem da nova frente parlamentar da energia renovável não foi das mais tranquilas. O que se diz à boca miúda no Congresso é que empresas do setor tentar eletrocutar a indicação do deputado Danilo Forte como líder da bancada. Tudo por conta das denúncias de irregularidades em sua gestão à frente da Funasa, no governo Lula. Parlamentares aliados de Forte entraram em cena para aparar as arestas e garantir a sua posição.

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21.12.20

Centrão prepara o bote sobre a Funasa

Enquanto o Ministério da Saúde bate cabeça em relação à vacinação contra a Covid-19, o PP, de Ciro Nogueira, se movimenta para fisgar o comando da Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Pendurada na pasta de Eduardo Pazuello, a Fundação é responsável por executar projetos de saneamento. Comandá-la significa ter poder sobre um orçamento de R$ 3 bilhões. Em tempo: talvez o atual presidente da Funasa, o ex-comandante da PM de Minas Giovanne Gomes da Silva, já tenha sentido o cheiro de fritura no ar. Nos últimos tempos, fechou-se em copas. Há duas semanas, por exemplo, sua agenda oficial registra apenas “despachos internos”.

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29.10.20

Rogério Marinho prepara o bote sobre a Funasa

Mais uma demonstração da força de Rogério Marinho no governo: o presidente Jair Bolsonaro cogita transferir a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) do Ministério da Saúde para a Pasta do Desenvolvimento Regional. A ideia foi levada a Bolsonaro pelo próprio Marinho. Caso a migração seja consumada, o ministro passará a ter sob seu poder um orçamento adicional da ordem de R$ 3 bilhões. Sob o aspecto das sinergias, o “corta e cola” faz sentido: na prática, a Funasa tem mais a ver com o Desenvolvimento Regional do que propriamente com a Saúde, que lhe dá nome. A Fundação é responsável por executar projetos na área de saneamento básico. Do ponto de vista político, a ida da Funasa para debaixo do guarda-chuva de Marinho também seria o encaixe perfeito. O ministro do Desenvolvimento Regional teria um arco maior de obras para inflar a agenda de inaugurações do candidato Jair Bolsonaro. Rogério Marinho prepara o bote sobre a Funasa.

Por falar no assunto: quando parecia que Paulo Guedes tinha ganho a parada, eis que Rogério Marinho deu uma nova volta por cima. O ministro do Desenvolvimento Regional foi autorizado por Jair Bolsonaro a preparar um tour envolvendo o Norte e o Nordeste. As inaugurações e comícios se iniciariam ainda neste ano. Mas, o que reafirma o prestígio de Marinho é a orientação de Jair Bolsonaro para que ele já vá preparando a agenda de eventos para o ano que vem. Como se sabe, por trás desses agitos políticos existe uma sempre uma contribuição do orçamento. Mas que ninguém pense que Paulo Guedes perdeu. Se o ministro da Economia chiar no ouvido do presidente, a exemplo de tantas outras vezes, Bolsonaro afaga seu Posto Ipiranga.

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21.11.19

Concorrência acirrada

No Enem da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), a relação é de aproximadamente cinco candidatos por vaga. O ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, contabiliza sobre sua mesa exatas 54 indicações de partidos aliados para as 11 superintendências regionais da autarquia. O DEM, de Onyx Lorenzoni, é o campeão de inscritos no vestibular.

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26.07.19

Funasa não vai bem da saúde

O governo Bolsonaro retomou o projeto de extinção da Fundação Nacional da Saúde (Funasa), proposta que chegou a ser discutida pela equipe de transição no fim do ano passado. Na prática, o derretimento da estatal, vinculada ao Ministério da Saúde, já começou: nos últimos meses, a fundação suspendeu o repasse de aproximadamente R$ 1 bilhão para mais de 840 projetos na área de saneamento.

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26.06.19

Água e esgoto

A missão prioritária da nova nº 1 da Funasa no Maranhão, Maura Jorge, será acelerar projetos federais de saneamento. O estado é quase uma vala a céu aberto: 88% da população não têm acesso a coleta de esgoto. Maura assumiu o cargo com os holofotes sobre si. Sua indicação partiu do próprio presidente Jair Bolsonaro, por influência de seu sobrinho, Leonardo de Jesus, mais conhecido por Leo Índio.

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18.06.19

Velho remédio

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Ronaldo Nogueira, tem chamado a atenção pela intensa interlocução com o Congresso. Entre 4 e 13 de junho, recebeu em seu gabinete 34 deputados federais e quatro senadores. A agenda em meio à tramitação da reforma da Previdência desperta os piores temores entre os próprios funcionários da Funasa. A Fundação sempre foi um tradicional cabide de empregos para aliados do governo.

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