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10.07.20

Programa de índio

O retorno do general Franklimberg Ribeiro de Freitas à presidência da Funai é ventilado no Palácio do Planalto. O militar foi afastado do cargo em junho do ano passado por pressão da bancada ruralista.

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16.06.20

A inflamável Funai de Bolsonaro

ONGs da área indígena e técnicos da Funai estão apreensivos com o aumento da tensão entre os líderes da tribo Waimiri Atroari, em Roraima. Nas últimas semanas, caminhões com Gás Natural Liquefeito passaram a trafegar dentro dos limites da reserva. A circulação dos veículos – bombas ambulantes carregadas com centenas de litros de combustível – teria sido autorizada pela própria direção da Funai. Entre os indigenistas, há o temor de eventuais reações mais violentas por parte dos nativos. Há alguns anos, os Waimiri Atroari conseguiram brecar que o traçado da linha de transmissão Manaus-Boa Vista atravessasse a aldeia por questões de segurança e de ordem ambiental. Mas, como se sabe, índio e meio ambiente estão longe de serem prioridades do governo Bolsonaro.

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22.05.20

Que Tupã os proteja…

Indigenistas cobram da Funai e do Ministério da Saúde uma força-tarefa de combate à Covid-19 na Reserva de Dourados (MS). Uma das reivindicações é a instalação de um hospital de campanha na localidade. Mais populosa aldeia indígena do país, a Reserva de Dourados é considerada uma bomba-relógio: são mais de 51 mil nativos das etnias Guarani e Kaiowá. O local contabiliza 30 casos confirmados da doença, mas ONGs do setor alertam que os números reais são muito mais altos, uma vez que apenas uma ínfima amostra das tribos locais foi testada – como de resto em todo o Brasil.

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15.04.20

O silêncio da Funai

Há uma pressão de ONGs e indigenistas para que o presidente da Funai, o delegadoda PF Marcelo Augusto Xavier, recorra da decisão que extinguiu a Terra Indígena Tekoha Guasu Guavirá, no Paraná. Até agora, a Fundação não moveu uma palha nesse sentido.

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03.04.20

Que Tupã os proteja

O afastamento de Erli Helena Gonçalves da diretoria da Funai é sintomático. Coordenadora de todas as ações da autarquia no combate ao novo coronavírus, a historiadora era uma das principais vozes pelo isolamento total das comunidades indígenas. Vai ver alguém no governo achou que ela estava causando muita “histeria” entre os índios.

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25.03.20

Melhor pedir a Tupã

Entidades do terceiro setor têm cobrado da Funai um plano emergencial de atendimento médico caso a Covid-19 se espalhe entre comunidades indígenas. Até o momento, a ação mais aguda da autarquia foi suspender atividades junto a tribos isoladas, na tentativa de evitar o contágio. O problema é que a questão envolve dois assuntos pelos quais o presidente Bolsonaro não tem muita simpatia: coronavírus e índio.

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16.03.20

Como o ruralista gosta

Funai, Fundação Palmares e Iphan perderão o poder decisório em questões ambientais. Passarão a ser meros “órgãos consultivos”, para raramente serem consultados. Palavra do senador Sergio Petecão, relator da Lei Geral do Licenciamento Ambiental, a líderes da bancada ruralista.

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25.07.19

Programa de índio

Era visível o constrangimento durante a posse do presidente da Funai, o delegado da PF Marcelo Augusto Xavier da Silva, ontem, no gabinete de Sergio Moro. O ministro mal trocou palavras com o novo subordinado. A indicação de Xavier veio da bancada ruralista e não passou pelo crivo de Moro.

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22.07.19

Tupã Air

O governo Bolsonaro vai abrir mais uma “caixa-preta” do PT. A Controladoria Geral da União foi convocada para investigar os gastos da Funai com aluguel de aeronaves. São aproximadamente R$ 80 milhões por ano em despesas com o deslocamento de funcionários da estatal. O pedido para que a CGU entrasse em cena partiu da própria comunidade indígena, por intermédio de Silvia Waiãpi, secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde. Os gastos da Funai com o aluguel de aviões chamam ainda mais a atenção pela recente “descoberta” de que a estatal é dona de uma frota de sete aeronaves completamente sucateadas, que se encontram abandonados em diferentes aeroportos do país.

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25.05.18

Funai sente a falta do seu general

O chão treme na Funai. Além da demissão do diretor administrativo, Francisco Ferreira, flagrado em uma conversa telefônica supostamente favorecendo fornecedores da estatal, o Palácio do Planalto cogita também o afastamento do presidente Wallace Bastos, há menos de um mês no cargo. O assunto está na mesa do ministro Eliseu Padilha. O prematuro troca-troca soa como um mea culpa. O Planalto avalia ter cometido um erro ao substituir o general Franklimberg Ribeiro de Freitas por Bastos, indicado pelo PSC. Os nove meses de gestão do general foram de relativa calmaria na Funai, mesmo com a grave situação orçamentária. Consultada sobre uma possível mudança na presidência, a Funai disse não ter sido informada a esse respeito. Esclareceu ainda que a denúncia contra Ferreira não “está relacionada à atual gestão máxima do órgão, instaurada há apenas 20 dias.”

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