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Qual o percurso do fio que junta Carlos Emanuel Miranda, apontado como “gerente da propina” do ex-governador Sergio Cabral, a FSB Comunicação e Regis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo do Rio? Três chances para acertar: 1. A agência de comunicação recebeu dinheiro por fora, como disse Miranda em juízo; 2. A empresa recebeu dinheiro pelos seus serviços pagos por dentro, direitinho; 3. Regis Fichtner e a FSB não têm nada a ver um com o outro.

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