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06.08.19

Só falta anúncio no jornal

A Ford jogou a toalha e começou a negociar com empresas e fundos do setor imobiliário a venda do terreno onde funciona sua fábrica de São Bernardo do Campo. A empresa já perdeu as esperanças de vender a unidade para outra montadora. Mesmo com os benefícios do IncentivAuto e a interferência do próprio governador João Doria no assunto, todas as sondagens para a aquisição da fábrica se evaporam no ar feito monóxido de carbono.

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11.07.19

Um interessado a menos na fábrica da Ford

A Foton desistiu da disputa pela compra da fábrica desativada pela Ford em São Bernardo do Campo, informação confirmada pela própria montadora ao RR. Prevaleceu a voz que os chineses sempre ouvem: a do ex-ministro Luis Carlos Mendonça de Barros. Sócio e presidente do Conselho da Foton no Brasil, Mendonça de Barros defende que a companhia mantenha o projeto original de construção da fábrica do Guaíba, no Rio Grande do Sul. O terreno já está comprado e os incentivos fiscais, acordados com o governo gaúcho.

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17.05.19

Demissões em série na Ford

A Ford montou uma linha de produção de demissões voluntárias. Já prepara mais um PDV para a fábrica de Camaçari (BA) no segundo semestre. A se confirmar, será o terceiro do ano. Nesta semana, a empresa abriu mais um plano de desligamento, uma vez que o PDV realizado em abril não atingiu a meta esperada. Procurada, a Ford confirmou o programa de demissões aberto nesta semana, mas não se pronunciou sobre o PDV já previsto para o segundo semestre. De acordo com informações filtradas da própria montadora, o excedente na fábrica de Camaçari seria da ordem de mil empregados.

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16.04.19

A Ford só encolhe

O chão de fábrica treme na unidade da Ford em Taubaté (SP). Diante da baixa adesão ao PDV aberto no ano passado, os norte-americanos estudam cortes na produção e demissões para o segundo semestre. De acordo com informações filtradas da própria montadora, o excedente na fábrica seria de 500 funcionários. É a linha de corte da guilhotina.

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18.03.19

Carro difícil de vender

Em busca de um comprador para a fábrica que a Ford vai fechar em São Bernardo do Campo, o “adviser” João Doria já riscou um nome da sua lista. Procurada pelo governo paulista, a Fiat Chrysler já disse “não”. Suas três fábricas no país – duas em Minas Gerais e uma em Pernambuco – são mais do que suficientes.

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11.03.19

Atropelamento

Tratando-se da Ford, o pacote de benefícios para a indústria automobilística, anunciado na sexta-feira pelo governador João Doria, parece ter chegado tarde. Além do fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo, a companhia estuda desativar sua operação em Taubaté. Ao todo, seriam mais de 4 mil trabalhadores deixados no acostamento. A situação só muda se Doria tiver prometido à montadora novos agrados mais à frente

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08.02.19

Cide da discórdia

Grandes grupos econômicos do país estão atentos à pauta do STJ. A Corte deverá julgar nos próximos dias ação movida pela Ford contra a Fazenda questionando a cobrança da Cide sobre remessas ao exterior para pagamento de serviços na área de tecnologia. Uma decisão favorável à montadora certamente estimulará uma nova enxurrada de ações similares. Em setembro de 2016, o STF declarou a constitucionalidade da cobrança, a partir de recurso impetrado pela Scania. Desde então, espocam questionamentos nas esferas administrativa e judicial aos objetos de incidência da Cide nos casos de remessa de recursos para o estrangeiro. No ano passado, o Carf autuou a Petrobras R$ 17 bilhões, parte deste valorreferente ao não recolhimento do tributo para o pagamento de prestadores de serviços no exterior.

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03.09.18

Últimos quilômetros?

Segundo informações filtradas da própria Ford, Lyle Watters deverá deixar o comando da operação brasileira até o fim do ano. Caso se confirme, sua passagem pelo cargo terá durado pouco mais de dois anos. Quase nada mudou nesse período. A Ford segue estagnada
na quarta posição do ranking brasileiro, com boa parte de suas vendas dependente de veículos de menor valor agregado, como o Ka.

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09.03.18

Montadoras correm atrás dos títulos verdes

Grandes montadoras, a exemplo de Volkswagen e Ford, estão mobilizadas em torno da aprovação do projeto de lei 284/2014, em tramitação no Senado. O PL propõe que projetos industriais com contrapartidas ambientais pos- sam ser financiados com a emissão dos chamados títulos verdes. A produção de veículos menos poluentes seria uma das atividades beneficiadas. A indústria automobilística usa o apelo social como forma de convencimento dos parlamentares: mostra estudos de que o custo de financiamento mais baixo vai acelerar as recontratações no setor. Em tempo: no caso específico da Volkswagen, a possibilidade de investimento em automóveis menos poluentes serviria como uma espécie de purga de seus pecados na matéria. A companhia admitiu ter fraudado testes de emissão de gases da linha Amarok.

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17.10.16

Montadoras duelam por algum combustível fiscal

 A grave crise na indústria automobilística acentuou o racha entre as montadoras com e sem fábrica no Brasil. Na tentativa de melhorar suas respectivas vendas à custa de mudanças no regime tributário, os dois lados travam uma queda de braço nos gabinetes de Brasília. A Anfavea colocou sua poderosa estrutura de lobby em ação para convencer o governo a aumentar as alíquotas de importação de veículos com a justificativa de salvaguardar as empresas que fizeram pesados investimentos na construção de plantas industriais no Brasil. A mobilização atende não apenas aos interesses das quatro grandes irmãs do setor – Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford –, mas também de montadoras que passaram a produzir no país de um ano pra cá, a exemplo da Jaguar Land Rover e da Mercedes-Benz.  Trata-se de uma contraofensiva às manobras feitas pelas concorrentes sem produção local – como Kia Motors , JAC Motors e Lifan. Estas companhias reivindicam a extinção da sobretaxa para os automóveis importados da China e da Coreia do Sul, origem das principais companhias que atuam no país sem uma fábrica in loco. Estes veículos sofrem uma cobrança extra de 30 pontos percentuais sobre o IPI. Faz bastante diferença: cada ponto percentual significa até 0,9% a mais no preço final – na maioria dos casos, modelos que custam acima dos R$ 100 mil. Em junho, dirigentes da Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) se reuniram com o ministro Henrique Meirelles para tratar do assunto. Até o momento, não obtiveram qualquer resposta sobre o seu pleito.  Se houver um vencedor neste duelo, todas as circunstâncias apontam para as montadoras com produção nacional. Ainda que a Anfavea não ostente o prestígio e o poder de outros tempos, os grandes fabricantes sempre carregam a seu favor o fato de terem investido bilhões de reais em capital fixo – muito embora tenham tirado outro tanto do país com agressivas políticas de remessas de lucro para a matriz nos recentes anos de bonança do setor. Ao mesmo tempo, diante das seguidas quedas na arrecadação federal, o lobby da Anfavea pelo aumento do IPI para os importados parece bem mais adequado ao momento. Além do efeito fiscal de curto prazo, muitos no governo também defendem a maior taxação como forma de pressionar os “sem fábrica” a investir na montagem de uma estrutura industrial no Brasil.  Na década passada, os importados chegaram a ter mais de 4,5% do mercado nacional. Hoje, este número está em 3,7% e a estimativa é que chegue a 3% em 2017. A diferenciação tributária já é uma desvantagem competitiva para as marcas sem fábrica no Brasil. No caso destes veículos, estima-se que a tributação represente até 90% do preço final ao consumidor. Nos automóveis made in Brazil, essa incidência varia de 39% a 78%. Neste momento especificamente, o aumento das alíquotas seria um golpe ainda mais duro para os “forasteiros”. As vendas de importados entre janeiro e agosto caíram 43% no comparativo com o mesmo período de 2015. Trata-se de uma situação ainda mais dramática do que a vivida pelas montadoras com fábrica no Brasil. Volks, Ford, GM, Fiat e cia. acumulam uma queda de 23% na comercialização de automóveis de passeio no mesmo intervalo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Anfavea e Abeifa.

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