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06.05.21

Riachuelo sai à caça

A Lojas Riachuelo, de Flavio Rocha, está garimpando fintechs no mercado para engordar a Midway. Trata-se da financeira do grupo, que está sendo transformada em banco digital.

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30.04.21

O candidato anti-Dória em São Paulo?

O empresário Flavio Rocha, dono da Lojas Riachuelo, vem sendo apontado no entorno do presidente Jair Bolsonaro como um potencial candidato ao governo de São Paulo em 2022. Bolsonaro despejaria todo o apoio em Rocha para derrotar o nome indicado por João Doria. Não obstante a notória proximidade entre o presidente e o empresário, trata-se de uma operação difícil.

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A saída do olavista Filipe Martins do cargo de assessor especial de Jair Bolsonaro ganhou mais um influente defensor dentro do Palácio do Planalto: o almirante Flavio Rocha, que acumula a Secretaria de Assuntos Estratégicos e a Secom.

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19.03.21

O onipresente Flavio Rocha

Mais um sinal da força do almirante Flavio Rocha no governo. Híbrido de secretário de Assuntos Estratégicos e ministro-chefe da Secom, Rocha tem participado ativamente das discussões em torno da implantação de uma rede privativa de comunicação do governo no âmbito dos leilões do 5G.

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16.03.21

Uma lupa na Secom

Em uma de suas primeiras missões na Secom, o almirante Flavio Rocha deverá passar um pente fino nos contratos publicitários firmados na gestão de Fabio Wajngarten. O curioso é que a Secom não negou a informação. Consultada pelo RR, informou que o “novo secretário analisa a estrutura organizacional, processos e fluxos administrativos, projetos em andamento e contratos em vigor”. Ao que tudo indica, Wajngarten já foi mais próximo da família Bolsonaro.

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02.03.21

“Spoiler”

O almirante Flavio Rocha aproximou-se consideravelmente do ministro das Comunicações, Fabio Farias, nas últimas semanas. Parece até que estava adivinhando que seria escolhido por Jair Bolsonaro para assumir a Secom…

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12.02.21

Monopólio de dados e corte de investimentos minam defesa cibernética no Brasil

O governo está muito mais preocupado do que diz com o vazamento sistemático de dados públicos e pessoais. O Brasil é hoje uma República hackeada, uma presa fácil para cibercriminosos. Dentro do próprio Palácio do Planalto, a percepção é que as condições de defesa cibernética do Estado brasileiro e de seus cidadãos têm se deteriorado de forma acelerada. O RR apurou que a questão está sendo motivo de intensas discussões dentro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), sob comando do almirante Flavio Rocha.

Uma questão que divide os diversos participantes desse debate é a crescente centralização dos dados dos cidadãos brasileiros nas mãos do governo. O monopólio acaba sendo um estímulo a hackers – ver RR de 23 de outubro de 2020. Qualquer invasão de uma base tão concentrada dá acesso a uma imensidão de dados dos brasileiros. Os cibercriminosos agradecem. Em um dos vazamentos recentes, cuja procedência ainda é investigada pela Polícia Federal, mais de 220 milhões  de CPF ficaram expostos.

Outro facilitador dos seguidos ataques cibernéticos no Brasil é a falta de investimentos maciços do governo no setor. A gestão Bolsonaro tem capado projetos na área de Defesa. Especificamente no segmento de segurança cibernética os gastos públicos são ínfimos. No ano passado, o governo Bolsonaro destinou algo em torno de R$ 20 milhões para as ações previstas na Política Nacional de Defesa Cibernética, apenas um terço do valor recomendado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Congresso – R$ 60 milhões, por si só um número já raquítico. Para efeito de comparação – se é que dá para comparar -, o governo norte-americano destinou mais de US$ 17 bilhões para segurança cibernética em 2020.

O almirante Flavio Rocha é um nome talhado para a dura missão de combater os seguidos ataques cibernéticos no Brasil. Um dos assessores mais próximos de Jair Bolsonaro, Rocha tem se tornado uma figura cada vez mais importante dentro do Palácio do Planalto. Discreto e extremamente bem preparado, o almirante vem concentrando um crescente espectro de atribuições no governo. Rocha tem acesso irrestrito ao gabinete de Bolsonaro e costuma participar de quase todas as reuniões estratégicas no Palácio. Trata-se do homem certo no lugar certo e disposto a enfrentar o maior criminoso que ameaça todos os brasileiros. Mas, por favor, deem dinheiro a ele. Não deixem que uma ação de tamanha importância caia na vala dos cortes de gastos comuns.

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13.10.20

O olavismo vive

Jair Bolsonaro cogita nomear o “olavista” Filipe Martins, seu atual assessor de Assuntos Internacionais, para a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). O cargo ficará vago com a transferência do almirante Flavio Rocha para a Secretaria- Geral da Presidência. A indicação de Martins, no entanto, enfrenta resistências da ala militar do Palácio do Planalto.

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06.08.20

Mar calmo

Bastante próximo de Jair Bolsonaro, o almirante Flavio Rocha, secretário de Assuntos Especiais da Presidência, tornou-se também uma figura muito influente junto ao general Luiz Eduardo Ramos. Rocha tem informalmente ajudado o ministro na articulação política.

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02.07.20

Distanciamento social

Luciano Hang, dono da Havan, está se distanciando do movimento empresarial Brasil 200. O motivo seria o rompimento do líder do grupo, Gabriel Kanner, com o governo Bolsonaro. Pesa também a acusação de que o Brasil 200 financiou a disseminação de fake news. Consultado, Hang afirma nunca ter participado “ativamente do Brasil 200”: “Eu estava no lançamento, em 2018, em Nova York, quando Flávio Rocha, que é meu amigo, ainda era um pré-candidato à presidência e me perguntou se poderia ser signatário. Foi apenas isso.”

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