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07.11.18
ED. 5989

Contentamento

O empresário Flavio Rocha, que chegou a almejar um assento de primeira classe no Ministério de Jair Bolsonaro, já se contenta com um bilhete de econômica para o secretariado de João Doria.

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21.09.18
ED. 5958

“Rochanaro”

O ex-presidenciável Flavio Rocha encabeça um grupo de empresários que, nos próximos dias, divulgará um manifesto de apoio a Jair Bolsonaro. Em círculos reservados, o dono da Riachuelo tem dito, inclusive, que já foi sondado pelo Capitão para assumir um Ministério em 2019.

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23.07.18
ED. 5915

Flavio Rocha à espera de um milagre

Mesmo após anunciar sua saída da disputa presidencial, o empresário Flavio Rocha ainda não retornou de vez à gestão executiva da Lojas Riachuelo. Pode ser um indicativo de que Rocha ainda tem alguma pontinha de esperança de participar do jogo eleitoral.

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09.07.18
ED. 5905

O sertão de Flavio Rocha

Flavio Rocha, pré-candidato à Presidência pelo PRB, está decidido a carregar o Pró-Sertão para a sua campanha, com a promessa de estendê-lo a todo o país. Trata-se de um programa de incentivo à geração de empregos na indústria têxtil no semiárido criado em 2013. A ideia, no entanto, provoca calafrios em seus assessores, que enxergam a iniciativa, no mínimo, como uma enorme imprudência. O Grupo Guararapes, da família de Rocha, é acusado de usar o Pró Sertão como uma nuvem de fumaça para terceirizar postos de trabalho e contratar funcionários de pequenas tecelagens do Nordeste com menor remuneração e sem uma série de direitos trabalhistas. O MPT pede à Justiça que multe a empresa em R$ 38 milhões.

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14.05.18
ED. 5866

O “Riquinho” da campanha eleitoral

Em conversa na semana passada, Flavio Rocha confirmou à direção do PRB que não pretende usar um centavo do fundo partidário e financiará sua campanha à Presidência com “recursos próprios”. O empresário garante que manterá uma estrutura de custos “enxuta” – as estimativas giram entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões. No que diz respeito à capacidade de bancar a própria campanha, ressalte- se, o herdeiro da Riachuelo é quase imbatível. Entre os presidenciáveis, só encontra paralelo no ex-ministro Henrique Meirelles.

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05.02.18
ED. 5801

As prévias de Flavio Rocha nas redes sociais

Flavio Rocha está sentindo na pele o quanto é difícil dissociar a política dos negócios, sobretudo nestes tempos de ânimos tão exacerbados. Nos últimos dias, a Lojas Riachuelo se viu forçar a montar uma operação de guerra nas redes sociais. A rede varejista teve de intensificar o monitoramento nas mídias digitais por conta dos seguidos ataques feitos por internautas. Os rótulos contra a Riachuelo se multiplicaram: “homofóbica” e “intolerante” figuram entre os mais suaves.

Hashtags foram criadas para pregar um boicote às lojas. Em parte, o ódio digital foi alimentado por declarações feitas por Rocha à Folha de S. Paulo na semana passada. Na ocasião, o herdeiro da Riachuelo disse que o Brasil precisa de um presidente “conservador nos costumes”. Na ponta do lápis, nada que justificasse a reação desmedida dos internautas. No entanto, houve método na loucura. A campanha cibernética contra a Riachuelo ganhou ingredientes adicionais que funcionaram como pimenta do reino e dendê no caldo das redes sociais. Muitos lembraram que Rocha é ligado à igreja Sara Nossa Terra, que, entre as suas bandeiras, desaprova a união homoafetiva.

Houve até quem recordasse da propaganda da Riachuelo para o Dia dos Namorados em 2017, exibindo apenas casais heterossexuais. Procurada pelo RR, a Riachuelo confirmou ter identificado nas redes sociais um “aumento de menções associadas ao seu presidente Flavio Rocha, em função da distorção de uma entrevista dada pelo empresário”. A rede varejista disse ainda que “está respondendo aos questionamentos” e classifica informações atribuídas a ela como “fake news”, reafirmando ser uma empresa “plural, democrática e que apoia a diversidade em todas as suas faces”. Um dado relevante: a Riachuelo afirma ser a maior empregadora de transexuais do Brasil. São mais de 500 colaboradores que usam os nomes sociais que escolheram em seus crachás. De toda a forma, o episódio é didático do quanto o político em construção Flavio Rocha – ele descarta a candidatura, mas já foi apontado como o nome dos sonhos do MBL para a Presidência – pode ser instrumentalizado para contaminar a imagem do empresário Flavio Rocha.

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18.12.17
ED. 5768

Flávio Rocha enfrenta “oposição” dentro da própria Riachuelo

Flávio Rocha já esteve cotado como presidenciável, foi sondado para disputar a sucessão de Geraldo Alckmin em São Paulo, mas tem enfrentado dificuldades para governar dentro da própria casa. A relação entre o empresário e seu pai, Nevaldo Rocha, fundador do Grupo Guararapes e controlador da Lojas Riachuelo, vem sendo marcada por divergências referentes à gestão e à estratégia de negócios da rede varejista. Segundo o RR apurou, Flavio Rocha defende uma expansão mais célere da companhia, por meio, inclusive, de aquisições – a Leader Magazine foi um cavalo que passou à frente e o empresário gostaria de ter montado.

Por ora, no entanto, Flavio seria voto vencido, assim como na proposta de transformar a operação de e-commerce da Riachuelo em uma plataforma de marketplace, indo além das marcas e produtos vendidos nas lojas físicas. Aliás, a própria investida no mundo digital teria sido motivo de dissonância. Devido a sucessivos adiamentos do projeto, por ordem de Nevaldo, somente em abril deste ano a empresa começou a vender pela Internet. Entre suas congêneres, a Riachuelo foi a última a deixar o paleolítico do comércio restrito à rede física. Procurada pelo RR, a empresa não se pronunciou. Segundo informações filtradas da própria Riachuelo, outro ponto de discordância entre pai e filho passaria pelas parcerias com grifes de luxo, iniciativa que leva a assinatura de Flavio Rocha.

Conservador e cauteloso por excelência, Nevaldo Rocha teria brecado alguns projetos, por entender que esta estratégia e uma excessiva presença no portfólio de produtos mais caros não coadunam com os tempos atuais. O que Flavio Rocha pensa, diz e decide na Riachuelo só tem valor prático se coincidir com o desejo do patriarca. Fora isso, o herdeiro é plenamente eclipsado, como em agosto deste ano, em um episódio notório que virou motivo de blague nos corredores da empresa.

No dia 29, Flávio divulgou a vários jornalistas que o Grupo Guararapes, controlador da Lojas Riachuelo, iniciara estudos para migrar ao Novo Mercado da B3. Não demorou 18 horas para que a companhia soltasse um comunicado dizendo que o próprio “Conselho de Administração sempre se mostrou contrário a este tema” – para aumentar o constrangimento, a nota oficial era assinada pelo próprio herdeiro, que acumula a presidência da Riachuelo com o cargo de diretor de Relações com Investidores. Qualquer iniciado nos assuntos do Guararapes sabe que onde estava escrito “Conselho” deveria se ler “Nevaldo Rocha”. Talvez Flavio deva mesmo enveredar pela política e buscar nas urnas a emancipação que ainda lhe escapa nos negócios da família.

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04.09.17
ED. 5697

Recado de Josué

A declaração de Josué Gomes da Silva de que poderia ser candidato a vice-presidente em uma chapa com o também empresário Flavio Rocha foi recebida no PMDB como um recado para dentro do próprio partido. Josué foi “esquecido” por seus pares como um potencial candidato peemedebista ao Senado ou mesmo ao governo de Minas Gerais. Neste caso, o preferido é o deputado Fabio Ramalho, tão preferido que foi convocado para integrar a comitiva de Michel Temer na China. Ao mencionar o herdeiro da Lojas Riachuelo, Josué piscou o olho para o Partido Novo, ao qual Flavio Rocha deverá se filiar.

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08.08.17
ED. 5678

Flávio Rocha livre para voar

Se a Guararapes e a crise no varejo eram um impeditivo à carreira política de Flavio Rocha, ele já pode se filiar ao Partido Novo e preparar sua candidatura ao governo de São Paulo. Os resultados da companhia no primeiro semestre, que serão divulgados amanhã, vão referendar a recuperação da holding controladora das Lojas Riachuelo. Segundo o RR apurou, o balanço indicará uma margem Ebitda projetada para este ano da ordem de 26%, contra uma estimativa de 15% para o varejo em geral. Entre janeiro e junho, a Riachuelo aumentou as vendas em aproximadamente 6% no conceito de mesmas lojas – há dois anos, esse índice patinava em 0,2%.

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Flavio Rocha, da Lojas Riachuelo, saiu na frente. Já está em campanha junto ao empresariado paulista pela candidatura de João Doria à presidência.

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