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25.07.19
ED. 6164

Reação “cabra da peste”

O Encontro de Governadores do Nordeste, marcado para o próximo dia 29, em Salvador, tomou outra dimensão. O bloco da oposição – composto por Flavio Dino (Maranhão), Rui Costa (Bahia), Camilo Santana (Ceará) e Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) – vai discutir o possível envio à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de uma denúncia de racismo contra o presidente Jair Bolsonaro. Trata-se de uma reação ao vídeo divulgado na última sexta-feira, em que Bolsonaro foi flagrado referindo-se aos governadores da região como “Paraíbas”.

Paralelamente, há uma articulação para que parlamentares do Nordeste endossem a iminente denúncia à PGR. Em declaração ao RR, o senador Otto Alencar (PSD-BA) deu o tom do descontentamento: “O presidente precisa entender que não governa uma milícia, mas um país”.

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23.07.19
ED. 6162

Se não quer, eu quero

Na contramão do ministro Ricardo Salles, que está detonando o Fundo Amazônia, Flavio Dino tem feito mesuras ao governo da Noruega para semear o financiamento de projetos ambientais no cerrado maranhense.

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20.03.19
ED. 6076

A maré do INSS não está para pescador

O pagamento de um dos mais importantes benefícios sociais do país tornou-se um caos. Segundo o RR apurou, cerca de 300 mil pescadores artesanais ainda não teriam recebido o seguro-defeso do INSS. Trata-se de mais da metade dos cadastrados no programa, uma rede de proteção social para o período de proibição da pesca no Brasil. Em algumas áreas, o problema ganha proporções maiores. Os governadores do Pará e do Maranhão, respectivamente Helder Barbalho e Flavio Dino, e parlamentares dos dois estados têm feito pleitos ao governo federal na tentativa de agilizar a liberação dos recursos. Pará e Maranhão concentram 302.370 dos 573.473 beneficiários do seguro-defeso. O governo Bolsonaro transferiu o pagamento do seguro-defeso para a alçada do INSS – até dezembro, ele ficava no então Ministério do Desenvolvimento. Três meses se passaram e até o momento somente 252 mil requerimentos do benefício foram processados. Consultado sobre os atrasos, o INSS disse que “essa é uma nova sistemática para as suas rotinas. Assim, é natural que haja o contínuo aprimoramento do batimento de dados, assim como a atualização de bases governamentais”.

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