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29.05.19
ED. 6124

Ato contínuo

No recurso impetrado pela defesa de Flavio Bolsonaro no Tribunal de Justiça do Rio contra a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador, um dos argumentos da peça chama a atenção: os advogados alegam que, tão logo sejam levantados, dados financeiros de Flavio serão vazados à mídia. Como se não fosse esse o espírito da coisa…

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23.05.19
ED. 6120

Vazou para a imprensa

Na próxima terça-feira, dia 28, as atenções sobre o “Caso Queiroz” estarão voltadas para o Conselho Nacional do Ministério Público. O RR apurou que o órgão vai se reunir nessa data para analisar o recurso do PSL contra José Eduardo Gussem, procurador-geral de Justiça do MP do Rio de Janeiro, e o promotor Gláucio Cardoso. No papel de escudo de Flavio Bolsonaro, o partido pediu que os dois sejam afastados das investigações, acusando-os de terem vazado informações à imprensa. Vai ficar querendo. A tendência é que o Conselho engavete o pedido.

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Os procuradores do Ministério Público do Rio de Janeiro identificam na empresa Bolsotini Chocolates o mapa das investigações contra Flavio Bolsonaro. Trata-se de uma espécie de holding dos Bolsonaro. Todos no clã já foram sócios ou se valeram da pessoa jurídica. Uma fonte do RR disse que a Bolsotini já deveria ter sido “vendida” há muito tempo.

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Luciana Gimenez quer agora reunir Eduardo, Carlos e Flavio Bolsonaro para um bate-papo família em seu programa. A entrevista chapa-branca com Jair Bolsonaro, na última semana, rendeu à apresentadora sua maior audiência em mais de um ano.

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O ministro Sérgio Moro, ao que parece, quer distância de balbúrdia nas redes sociais. Cerca de um mês após entrar no Twitter, segue apenas 13 perfis, limitando-se à conta oficial de Jair Bolsonaro ou de Ministérios. Nada de Carlos ou Eduardo Bolsonaro, os agitadores-mor da República virtual.

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12.02.19
ED. 6053

A doença é outra

Aliados do senador Flavio Bolsonaro têm recomendado que ele contrate um marqueteiro. Foi soprado ao seu ouvido o nome de Nizan Guanaes. Como se os problemas de Flavio se resumissem a uma questão de imagem…

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23.01.19
ED. 6039

A voz oculta do Supremo

O aconselhamento para que o deputado estadual fluminense e senador eleito Flavio Bolsonaro ingressasse no STF pedindo a suspensão das investigações na esfera cível sobre suas movimentações financeiras foi feito, de forma indireta, pelo ministro Gilmar Mendes. O mais controverso dos togados da Corte foi consultado por um emissário de Bolsonaro “filho”. A resposta teria sido um “sim” tonitruante. Agora, Flávio e, de certa forma, o clã dos Bolsonaro, correm o risco de ficar refém das artimanhas do Supremo. Já se viu um filme parecido.

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12.11.18
ED. 5992

Família real

Flavio Bolsonaro deverá herdar o gabinete do presidente do Senado, Eunício de Oliveira. Trata-se de um dos “imóveis” mais cobiçados da Casa.

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07.11.18
ED. 5989

Os sentinelas de Bolsonaro

Os quatro senadores eleitos pelo PSL, de Jair BolsonaroFlávio Bolsonaro (RJ), Major Olímpio (SP), Juíza Selma Arruda (MT) e Soraya Thronicke (MS) – vão se reunir pela primeira vez, hoje, em Brasília. O objetivo é discutir a estratégia da bancada para a disputa da mesa diretora da Casa. Nos primeiros contatos por WhatsApp, segundo o RR apurou, o quarteto definiu veto “total” à eleição de Renan Calheiros para a Presidência do Senado. Mas tudo pode mudar: o dono da palavra final, o próprio Bolsonaro, não faz parte do animado grupo de conversas pelo celular.

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20.03.17
ED. 5581

Bolsonaro cola ainda mais sua candidatura no eleitorado de farda

Jair Bolsonaro irá menos aonde o povo está do que aonde a soldadesca se reúne. A decisão não é oriunda de uma estratégia rasa: como Bolsonaro tem o contingente das forças nacionais de segurança como sua base de sustentação eleitoral, nada mais natural do que fortalecer sua candidatura junto a esse segmento. O raciocínio é um pouco mais sofisticado.

Bolsonaro identifica dois pontos críticos para galvanização do eleitorado de massa: a vacância de autoridade e a brutal crise de credibilidade. Quanto mais o parlamentar se aproxima do seu grupo de apoio mais a sociedade tende a identificá-lo como detentor da franquia. A lógica do capitão-candidato é intensificar sua programação de viagens por diversos estados para participar de encontros, eventos e ações organizadas por policiais militares e civis, bombeiros e guardas municipais.

A prioridade, é claro, serão as Forças Armadas, consideradas hoje o estamento mais confiável pela sociedade. No último dia 13, durante a audiência entre representantes da Polícia Civil do Rio, em greve desde 20 de janeiro, e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, um dos filhos de Jair Bolsonaro, portou-se como se fosse um dos líderes da greve da Polícia Civil. Em vários momentos, chegou a defender a continuidade da paralisação. No momento oportuno, Bolsonaro espera que esse engajamento resulte em manifestações de apoio e crescimento nas pesquisas eleitorais. Suas bandeiras são o desenvolvimento, a moralização e o resgate da autoridade, através da presença democrática do representante das forças de segurança como comandante em chefe da Nação.

Em 2016, Bolsonaro esteve presente ou foi mencionado em diversos dos movimentos e protestos da área de segurança, tais como o da PM e bombeiros de Pernambuco; bombeiros, policiais civis e militares na área de desembarque do Aeroporto do Galeão, onde foi estendida uma faixa com os dizeres “Welcome to hell”; e PM de Minas Gerais. Neste ano, pontificou na greve da PM no Espírito Santo e no protesto de mulheres de policiais militares, que atingiu 27 dos 39 batalhões do Rio de Janeiro. Em conversa com o RR, Flavio Bolsonaro negou que o pai fará uma campanha de uma nota só, voltada prioritariamente ao eleitor de farda.

No clã, o entendimento é que hoje a candidatura de Bolsonaro tem representatividade e eco nos mais diversos segmentos da sociedade. Se as redes sociais são o palanque do século XXI, talvez essa observação não esteja de todo errada. Com 3.927.748 seguidores até a noite de ontem, o capitão Bolsonaro está a apenas 400 mil pessoas de se tornar o político brasileiro com a maior comunidade no Facebook, superando Aécio Neves. Para se ter uma ideia do seu poder de alcance nas mídias sociais, uma publicação postada pelo deputado federal no último dia 12 de fevereiro saudando a passagem do Exército pela cidade de Vitória teve quase dois milhões de visualizações.

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