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12.07.21

Peças no tabuleiro

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, tenta costurar um acordão com a ministra Flavia Arruda para que ela dispute o Senado em 2022, com o seu apoio. O principal objetivo de Rocha é neutralizar uma possível candidatura de Flavia ao próprio governo do DF. Consultada, a assessoria da ministra Flavia Arruda disse que o “questionamento sobre a possível articulação deve ser encaminhado ao próprio governador”. Ibaneis Rocha, por sua vez, informou que “não está falando sobre eleições neste momento”.

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29.06.21

A volta dos que não foram

A ida de Flavio Bolsonaro para a Secretaria de Governo – ver RR de 15 de junho – micou. Com a CPI querendo empurrar a pecha de corrupção para dentro do Palácio do Planalto, colar Flavio formalmente ao pai somente adensaria as acusações contra a família. Além do que o clã considerou que, no momento, Flávio seria mais importante no Congresso, defendendo Jair Bolsonaro e suas outras crias. Portanto, fica tudo como dantes no quartel dos Bolsonaro. Por enquanto, só por enquanto, Flávia Arruda permanece no cargo. Mas já com a mesa arrumada.

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15.06.21

Flavio Bolsonaro está a dois passos do Palácio do Planalto

Você topa assumir?
– Quando o senhor quiser.

A existência do diálogo curto entre Jair Bolsonaro e Flavio Bolsonaro foi garantida ao RR. A conversa teria ocorrido no Palácio do Planalto, na semana passada. Flavio (Patriota-RJ) substituiria a deputada Flávia Arruda (PL-DF) na Secretaria de Governo. Com a medida, Bolsonaro faria um movimento inicial para a formalização da função dos filhos no seu governo. A ideia não é nova.

A presença dos rebentos em cargos na gestão Bolsonaro já foi aventada em outras ocasiões, a mais notória delas com a quase nomeação de Eduardo Bolsonaro como embaixador do Brasil em Washington. Por sua vez, Carlos Bolsonaro, o “Carluxo”, como se sabe, já tem um cargo no Palácio do Planalto, ainda que não oficialmente: “comandante-em-chefe do gabinete do ódio”. Na equação formulada por Jair Bolsonaro, os prós da presença de Flavio Bolsonaro no Palácio do Planalto são superiores aos contras da sua ausência no Senado, como defensor do governo.

Flavio é reconhecido pelos próprios ministros e assessores palacianos como aquele que tem mais condições de ocupar a Secretaria de Governo em um ano eleitoral. O senador carrega um handicap que nenhum outro candidato ao cargo – como a deputada Celina Leão (PP-DF) – tem: falar com Flavio é a certeza de estar se falando diretamente com o presidente da República. O “01” não seria nomeado pela cota do Patriota e muito menos do Centrão, mas, sim, pela cota pessoal – e consanguínea – de Bolsonaro.

A ideia de Jair Bolsonaro não é rifar Flavia Arruda do governo. Até porque é preciso satisfazer Artur Lira e Valdemar da Costa Neto. O Palácio do Planalto estuda abrigá-la em outra Pasta. Entre as hipóteses aventadas estão os Ministérios do Turismo e até a recriação da Pasta do Esporte. Mas o destino mais provável da deputada é o Ministério da Cidadania. Consultado sobre a possível substituição de João Roma por Flavia Arruda, o Ministério da Cidadania disse que a resposta deveria ser dada pela Presidência da República. No entanto, até o fechamento desta edição, o Palácio do Planalto não se pronunciou sobre as mudanças e tampouco sobre a possível nomeação de Flavio Bolsonaro para a Secretaria de Governo.

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07.05.21

Haja soro antiofídico

A coabitação dos ministros Luiz Eduardo Ramos, Onyx Lorenzoni e Flavia Arruda transformou o Palácio do Planalto em um ofidiário. Os três disputam quem lança mais intriga um contra o outro.

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30.04.21

Óleo na frigideira

O presidente Jair Bolsonaro vem dando sinais de insatisfação com Flavia Arruda, há apenas um mês na Secretaria de Governo. Para Bolsonaro, Flavia tem sido mais ministra da “gestão Arthur Lira” do que do seu governo.

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12.04.21

BR do Mar corre o risco de adernar

A ministra da Secretaria de Governo, Flavia Arruda, recebeu uma missão espinhosa de Tarcísio Freitas: articular com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a aprovação da BR do Mar na Casa sem emendas. Se o projeto tiver uma única alteração, terá de regressar à Câmara para nova votação. A tarefa é complicada. Há uma resistência entre os senadores ao novo marco legal da cabotagem, menina dos olhos de Freitas.

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