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12.12.21

Novo aumento do compulsório entra na mira do Banco Central

O Banco Central elegeu mais um item no seu cardápio de medidas anti-inflacionárias, em 2022: o aumento do recolhimento compulsório sobre os depósitos bancários. Na verdade, a receita já foi servida como tira-gosto neste final de ano, com a elevação de 17% para 20% no recolhimento. Vai vir mais por aí.

O RR deu uma passeada pelo BC e auscultou que o percentual deverá chegar a 30%, em 2022, portanto acima do nível pré-pandemia. O BC não é dos maiores fãs dessa medida, porque ela causa efeitos colaterais negativos sobre o mercado financeiro. Os bancos detestam o recolhimento. Mas a autoridade monetária sabe que hora não é para pruridos.

O recolhimento dos depósitos tem impacto restricionista sobre a atividade e, sim, pode contribuir para a redução da carestia, mesmo produzindo uma ferida no tecido social. Talvez a medida permita fazer um blend com a Selic, de forma a evitar uma subida maior das taxas de juros. Esta última é uma iniciativa mais eficiente de combate à inflação, mas pode matar o paciente, ou seja, o emprego e a renda do cidadão comum, notadamente os mais pobres.

A combinação de ambas é munição calibre 12, recomendada somente quando a instabilidade fiscal e política do país chega a um nível crítico. Para o BC é aonde chegamos. Um ponto importante: a ver como a nova regra vai recair sobre as fintechs. Aí, sim, será a hora da onça beber água. Quer dizer, vai ser possível tirar a teima de quem é fintech, quem é banco, quem é banco de oportunidade ou outra instituição do mercado financeiro ainda sem classificação.

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16.10.20

Túnel do tempo

O ex-banqueiro Luiz César Fernandes negocia para assumir a função de chairman de um fintech. Fernandes tem experiência no negócio. A ver se está atualizado com a nova linguagem digital.

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21.08.20

Fintech chinesa

Os chineses têm tradição de demorar uma eternidade para tomar uma decisão. Mas, dessa vez, parece que o Alipay – a plataforma de
pagamentos digitais do gigante do e-commerce Alibaba – vem mesmo para o Brasil. O Alipay soma mais de 1,4 bilhão de usuários, ou seja, é uma China.

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15.02.18

A fintech da GP

A GP, que já fisgou um cardume de startups no Vale do Silício, está negociando a compra de uma plataforma digital para transações financeiras. Já, já, a fintech desembarca no Brasil. A operação é conduzida por Leonardo Salgado, ex-partner de Luciano Huck na Joá Investimentos.

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