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13.10.21

Óleo na pista

A suspensão temporária do contrato de 1,8 mil empregados da Fiat em Betim teria sido só o aquecimento. Segundo o RR apurou, o Grupo Stellantis, dono da marca italiana, estuda estender o regime de lay-off a mais dois mil trabalhadores. De acordo com a mesma fonte, a medida seria adotada ainda neste ano. Consultado, o Stellantis informa que “não tem definição quanto à inclusão de novos contingentes de trabalhadores em layoff”

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16.07.21

Fiat tira a camisa amarelinha

O RR apurou que a Fiat não pretende renovar o patrocínio à seleção brasileira – o atual contrato com a CBF se encerra no próximo mês de dezembro. O encerramento da parceria já teria sido sinalizado aos dirigentes da entidade. Consultada pelo RR, a Fiat não quis se pronunciar sobre o assunto. Tampouco respondeu se a possível decisão estaria relacionada ao escândalo protagonizado pelo presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo, acusado de assédio moral e sexual por uma funcionária da Confederação. A entidade também não se manifestou.

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25.03.21

Freio de mão na Fiat

A direção da Fiat cogita suspender a produção na fábrica de Betim, devido ao agravamento da pandemia. A medida poderá ser estendida ainda a outras unidades fabris do grupo Stellantis, holding, que além da montadora italiana, reúne marcas como Peugeot e Citroën. Ressalte-se que a Volkswagen já anunciou a paralisação de suas fábricas em São Paulo e no Paraná, assim como a Mercedes-Benz vai interromper a produção em São Bernardo do Campo e Juiz de Fora. Essa epidemia de paralisações terá forte impacto sobre a atividade produtiva justamente no momento em que a indústria começa a reagir. Some-se a isso o fato de que o setor automotivo tem a maior cadeia de suprimentos da área industrial. A suspensão da produção “respinga” coronavírus sobre uma enorme rede de supply.

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30.09.20

Roda presa

Entre os dirigentes das quatro grandes montadoras do país – Volkswagen, Fiat, GM e Ford – sobram críticas à performance do presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, nas tratativas com o governo para obter um pacote de ajuda ao setor. Nas palavras de um dos grandes executivos do setor, “mais um pouco e nós é que vamos ter de pagar ao BNDES”. O RR acha que há um quê de injustiça na avaliação do trabalho de Moraes. Mais fácil a pandemia acabar do que convencer Paulo Guedes a conceder qualquer tipo de subsídio.

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06.07.20

Corpos pelo caminho

As direções da Fiat e da Peugeot no Brasil têm feito as primeiras conversas sobre as operações do novo grupo no país após a fusão mundial das duas montadoras. Má notícia: o tema “demissões” é predominante.

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10.02.20

Fiat dá marcha a ré no futebol

Um patrocinador a menos para os endividados clubes brasileiros. A Fiat já teria comunicado a Cruzeiro, Atlético-MG e América-MG  que não renovará a parceria com o trio mineiro. A montadora vai se limitar aos acordos com a CBF, para o patrocínio das seleções masculina e feminina.

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14.01.20

Um 7×1 para a reputação da Fiat

O Cruzeiro ainda queima seus últimos cartuchos, mas nem mesmo uma redução dos valores deverá convencer a Fiat a renovar o contrato de patrocínio do clube mineiro. A questão é a agenda criminal que tomou conta da “Raposa”. O clube é alvo de investigações sobre supostos desvios de recursos e lavagem de dinheiro, que levaram ao afastamento ou à renúncia de diversos dirigentes. Para ser ter uma ideia do peso que o assunto ganhou na Fiat, as discussões sobre o contrato e os riscos para a imagem institucional da companhia chegaram até a matriz, em Turim. Consultada, a empresa informou que “está avaliando os resultados da iniciativa ao longo de 2019 para tomar uma decisão sobre o patrocínio aos times de futebol”.

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02.07.19

Na marca do pênalti

Os executivos da área de marketing da Fiat respiraram aliviados com a sofrida classificação da seleção brasileira para a semifinal da Copa América. Patrocinadora da CBF há apenas três meses, a montadora já havia visto parte do investimento inicial em publicidade se dissipar com a desclassificação da seleção feminina da Copa do Mundo. Ressalte-se que a próxima “grande” competição será apenas a Copa América de 2020. Até lá a recém-chegada Fiat terá de se contentar com oportunidades menos nobres de associar sua marca à seleção brasileira.

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11.12.17

CSN e Usiminas batem de frente com montadoras

As negociações entre o setor automotivo e a indústria siderúrgica em torno do reajuste dos preços do aço para 2018 têm sido mais duras do que o habitual. As montadoras – leia-se, notadamente, Volkswagen, Fiat, General Motors e Ford – ameaçam reduzir encomendas no mercado interno e aumentar as importações do insumo caso os fabricantes da matéria-prima não recuem em suas exigências. Na outra ponta deste cabo de guerra estão Usiminas e CSN, as duas principais fornecedoras para o segmento automotivo.

A siderúrgica mineira tenta impor um aumento da ordem de 25%. Já a companhia de Benjamin Steinbruch teria colocado sobre a mesa um reajuste entre 30% e 35%. Na média, os fabricantes de veículos consideram que o limite do razoável é um índice de 20%. Procurada, a Usiminas confirmou o pedido de 25% e garantiu que “as negociações com cada cliente seguem normalmente.” CSN, Fiat, Volkswagen, GM, Ford e Anfavea não se pronunciaram.

Nos bastidores, as montadoras acusam as siderúrgicas de pressionar o governo a aumentar as alíquotas de importação do aço. Uma vez adotada. a medida enfraqueceria o principal trunfo da indústria automobilística na queda de braço com os fornecedores. Consultado, o Instituto Aço Brasil diz não ter conhecimento sobre “pleito de elevação de imposto de importação”. Haveria ainda outro fator de colisão entre as duas partes: o prazo de vigência dos contratos. As siderúrgicas querem fechar acordos com validade de seis meses, um indício de que tentarão mais um reajuste em junho. As montadoras exigem contratos de um ano. Insistem que a lenta recuperação do mercado não suporta o aumento exigido pelos fabricantes de aço e muito menos um bis no meio do ano.

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05.12.17

Gás carbônico

O novo presidente da Volkswagen no Brasil, Pablo Di Si, já assume o cargo com múltiplas pressões. Ele terá não só a missão de recolocar a montadora no topo do mercado nacional – hoje está atrás de GM e Fiat –, mas também de melhorar sua posição no confronto direto com as demais subsidiárias do próprio grupo alemão. Na gestão de seu antecessor, David Powels, o Brasil caiu do quinto para o sétimo lugar no faturamento global da Volkswagen. Aliás, a era Powels foi inesquecível. Durante sua administração, estourou a denúncia de que a montadora havia fraudado testes feitos no Brasil para medir o nível de emissão de poluentes da picape Amarok.

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