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21.03.22

Porta de saída

A Caixa, gestora do FI-FGTS, estuda a venda da sua participação indireta na Invepar. O fundo detém 25% da Yosemite. Trata-se do condomínio de credores da antiga OAS que herdou as ações da Invepar pertencentes à construtora.

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11.12.20

Sirene ligada

Entreouvido pelo RR na Polícia Federal: a corporação prepara uma nova ação para os próximos dias no âmbito da Operação Greenfield. O alvo seria o desvio de recursos do FI-FGTS.

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13.08.20

Dinheiro parado

Ao que tudo indica, ainda não será desta vez que o governo apresentará algum novo projeto de infraestrutura para ser financiado pelo FI-FGTS. A duas semanas da reunião do Conselho Curador do fundo, no dia 27, nenhuma proposta foi submetida ao Comitê Técnico, a quem compete a primeira análise do pedido. E lá vai o Brasil, descendo a ladeira, com suas mais de 14 mil obras paradas.

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04.06.19

Voz do contra no FGTS

Das três centrais sindicais com assento no conselho de investimento do FI-FGTS, a Força Sindical já se posiciona contra a possível liberação de saques de contas ativas do Fundo. Mas, se a proposta for levada adiante, deverá ser voto vencido mesmo entre suas congêneres. CUT e UGT, que também têm representação no Conselho do FI-FGTS, já se mostraram a favor da medida.

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11.04.19

Um fundo de garantia anti-trabalhador?

A primeira reunião do Comitê de Investimentos do FI-FGTS da era Bolsonaro, marcada para hoje, promete altas temperaturas. De acordo com a fonte do RR, ao menos dois conselheiros cobrarão do governo um cronograma para o pagamento de R$ 450 milhões em dívidas com construtoras, boa parte no âmbito do “Minha Casa, Minha Vida” e do programa de habitação rural. Há o temor de que o calote possa, ainda que por vias oblíquas, gerar um inusitado paradoxo: demissões na cadeia da construção decorrentes de dívidas contraídas pelo fundo de garantia dos próprios trabalhadores. Outro tema polêmico diz respeito à situação das obras iniciadas e outras ainda por começar. Da gestão Dilma Rousseff restaram contratadas 2.312 moradias; da era Temer, 78 mil unidades e a nascente administração Bolsonaro está fechando a contratação de 14 mil unidades.

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Segundo informações filtradas do Ministério Público Federal, há pontas interligando as Operações Greenfield e Sépsis, que apuram, respectivamente, desvios de recursos nos fundos de pensão e no FI-FGTS. O liason entre as irregularidades tanto na Funcef quanto no fundo administrado pela Caixa Econômica seriam os prisioneiros Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Entre as empresas no radar das investigações estaria a OAS. Cabe lembrar que a subsidiária OAS Óleo e Gás recebeu recursos do FI-FGTS e a empreiteira se associou à Funcef na Invepar.

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15.08.17

Conselho do conselho

Além do Conselho Curador, o governo planeja montar um comitê de compliance exclusivo para o FI-FGTS, que hoje pega carona na estrutura da Caixa Econômica. A Lava Jato está aí para mostrar que sempre há um Eduardo Cunha disposto a beliscar a grana dos trabalhadores.

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17.07.17

O dono do pedaço

Segundo fonte do MP, o doleiro Lucio Funaro apontou que o suposto esquema de desvios de recursos do FI-FGTS prosseguiu mesmo após a prisão de Eduardo Cunha, o então “dono do pedaço”.

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04.07.17

Paulinho sempre dá uma força

O deputado Paulinho da Força não se faz de rogado. Tem se empenhado para manter Luiz Fernando Emediato como representante da Força Sindical no comitê de investimentos do FI-FGTS. Emediato deixou a presidência do colegiado na semana passada quando vieram à tona as acusações de executivos da Odebrecht e da JBS de que ele teria recebido propina para liberar recursos do fundo. Ao permanecer no comitê, Emediato continuará dando seu voto e ajudando a decidir o destino de cada centavo dos R$ 17 bilhões que o FI-FGTS tem em caixa.

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20.06.17

Munição do FI-FGTS

O FI-FGTS será uma das armas de maior calibre utilizada pelo governo para descarregar recursos na economia – conforme informou o RR na edição de 9 de junho. O fundo, administrado pela Caixa Econômica, tem cerca de R$ 7 bilhões de munição reservados para o PPI.

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Por falar em PPI, o governo pretende marcar o leilão da Ferrogrão para a primeira quinzena de setembro. Trata-se de um projeto de R$ 12 bilhões.

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