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planos

Mais uma entrega está prestes a sair do forno de projetos estruturantes – e eleitorais – do ministro Rogério Marinho. O Ministério do Desenvolvimento Regional vai lançar, em outubro, um plano de integração de microbacias do Nordeste, com o objetivo de melhorar a irrigação na região nestes tempos de seca. Em tempo: a solenidade de anúncio do projeto, segundo o RR apurou, deverá ser em Alagoas, com direito à presença do presidente Jair Bolsonaro e do aliadíssimo Fernando Collor.

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26.08.21

Projeto sob medida

Fernando Collor está buscando o apoio do governo ao projeto de lei que apresentou no Senado propondo a suspensão dos leilões de bens de agricultores com dívidas junto a bancos públicos. Seu principal interlocutor é o ministro Ciro Nogueira. A hora é oportuna. O projeto se casa à proposta em estudos na Casa Civil para a renegociação de passivos de pequenos produtores rurais junto a bancos estatais – ver RR da última segunda-feira.

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16.07.21

Turista acidental

A área de turismo está virando um cercadinho de Fernando Collor no governo. Presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, Collor trabalha pela indicação do presidente da Embratur, Carlos Brito, para o Ministério. O atual titular da Pasta, Gilson Machado, deverá deixar o cargo no fim do ano para disputar uma vaga na Câmara. Isso se Collor se contentar em esperar tanto.

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02.06.21

Amigo do peito

O Palácio do Planalto tem procurado recompensar Fernando Collor à altura pelo seu apoio ao governo Bolsonaro. A prebenda da vez é a liberação de verbas, no âmbito do Casa Verde e Amarela, para acelerar a conclusão das obras dos conjuntos residenciais Mário Peixoto Costa I e II e Vilas do Mundaú, em Maceió. O empreendimento está orçado em R$ 170 milhões.

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28.05.21

Fernando de todas as cores

Fernando Collor, que foi um dos apoiadores de primeira hora da candidatura de Rodrigo Pacheco à presidência do Senado, virou casaca. Tem feito pesadas críticas a Pacheco em conversas reservadas com outros senadores. Faz parte do ritual de aproximação de Collor com o presidente Jair Bolsonaro.

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04.05.21

República de Alagoas

O senador Fernando Collor grudou feito tatuagem em Arthur Lira. Collor enxerga no presidente do Câmara um aliado de peso em Alagoas para a sua reeleição ao Senado em 2022. Será uma briga de foice contra o clã Calheiros, que deve lançar o atual governador Renan Filho.

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10.03.21

Primeira classe

No quesito “liberação de verbas”, o apagado ministro do Turismo, Gilson Machado, está reluzindo. Conseguiu R$ 1,1 bilhão em emendas para a sua Pasta. O repasse foi aprovado por Fernando Collor, que assumiu a Comissão de Desenvolvimento Regional e do Turismo do Senado.

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01.03.21

Marinho “colloriu”

O senador Fernando Collor está que é unha e carne com o ministro Rogério Marinho. Tanta proximidade deve garantir a liberação de um pacote de verbas do Desenvolvimento Regional para projetos de infraestrutura em Alagoas. O primeiro da fila é a construção de uma ponte entre Penedo (AL) e Neópolis (SE).

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16.12.20

Retiro dos artistas

Aécio Neves disse a um interlocutor, fonte do RR, que teme não conseguir sequer se reeleger como deputado em 2022.

O PROS quer Fernando Collor como candidato ao governo de Alagoas em 2022. Mas o calejado Collor acha melhor disputar a reeleição para o Senado. Para que o risco de perder a imunidade parlamentar?

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09.06.20

A volta dos que não foram

Existem condições razoáveis para a deposição democrática do presidente da República, Jair Bolsonaro. Colabora para isso um minúsculo estamento da sociedade civil, que é sócio atuante em todas as deposições dos mandatários da Nação. Atende por “elites”, nome que pode representar uma miríade de outras coisas. Estamos falando de um contingente rico, inteligente, financiador de políticos, sofisticado, com relações permanentes entre si, articulações internacionais, interlocução com o alto oficialato e que se sente extremamente à vontade com diplomatas e juízes do Supremo.

Um pequeno grupo que, enquanto políticos e presidentes passam, eles permanecem. O leitor sabe de quem o RR está falando. Há informações seguras, e essa newsletter já tratou do assunto anteriormente, de que as elites passaram a conversar, como sempre fez quando incomodada institucionalmente, no seu ego, no seu “soft” power. Essa alta roda tem trocado prosa com uma intensidade crescente nas últimas três semanas. Os plutocratas estariam considerando que carregar o custo Bolsonaro até 2022 é, digamos assim, inaceitável.

Essas pessoas de fino trato, que poderiam ser apresentadas de forma simplificada como não mais que donos da mídia, alguns banqueiros, dois ou três executivos de multinacionais, dois representantes de sociedade de classe e políticos que conjugam sabedoria e elegância, são transversais aos Poderes. Todos estão assustados com a fragilidade institucional da Nação e com vergonha da imagem do país no exterior, irritados com a perda de dinheiro dos seus negócios, temendo pelo caos social e até se cansando do excesso de ativismo ultraliberal. As elites depuseram João Goulart, Fernando Collor, Dilma Rousseff, e quem sabe agora aumentem sua lista.

O RR não está se referindo ao PT, Lula, FHC, Ciro Gomes, sindicatos, MST, estudantes e outros grupos visíveis no contexto da luta política, mas, sim, a quem faz os fatos acontecerem como árbitros ocultos do sistema. Eles estão conversando, é o que pode ser dito. E esqueçam a palavra golpe. As ferramentas são o celular e ordens de pagamento robustas, além de network e favores a serem cobrados. Fica o registro dos acontecimentos, o que não quer dizer que consequências maiores venham a acontecer. Quer dizer apenas que as elites entraram no jogo.

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