fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos

A gestão de benefícios sociais continuará em pauta amanhã, com dificuldades de trabalhadores em retirarem o seguro desemprego (governo promete resolver a questão até o próximo dia 22) e dificuldades no plano para enfrentar atrasos no INSS. Especialmente diante de informação de que militares convocados para suprir falta de pessoal precisarão de 2 meses de treinamento.

Ainda que haja oscilação do noticiário e de que recesso parlamentar diminua enfrentamentos políticos, tudo indica que, na ausência de reação mais enfática do governo, com horizonte mais nítido para resolução do problema no INSS, a temática se consolidará como calcanhar de aquiles significativo junto à opinião pública.

Presidente liberal ou intervencionista?

Nova tabela com preço mínimo para o frete rodoviário (passou de 11% para 15%), que passará a vigorar na segunda-feira (mas ainda terá sua constitucionalidade julgada pelo STF), vai alimentar nova rodada de ilações sobre intervencionismo do presidente Bolsonaro, amanhã. Se somará, nesse sentido, a manifestações do presidente defendendo alteração na cobrança do ICMS e insistência do ministro de Minas e Energia em “colchão” que amenize flutuações de preços internacionais de combustíveis.

Trata-se, nesta sexta, menos de desgaste do que de recuo na imagem de que tem compromisso com a política econômica liberal. Bolsonaro havia dado passo importante nesse sentido ao negar isenção de tarifas de energia de templos religiosos.

O IBC Br dá impulso para a equipe econômica

Relatório da ONU indicando crescimento de 1,7% para o Brasil em 2020 (abaixo de estimativas do mercado), que poderia gerar desgaste, será contraposto, amanhã, por números acima do esperado no IBC Br de novembro (cresceu 0,18%).

Reforma administrativa: começa a batalha

Pode-se esperar debate e novas declarações do governo sobre reforma administrativa, amanhã, visando aplainar os ânimos para envio de projeto ao Congresso, em fevereiro. Indicação é de que o Ministério da Economia pretende começar operação de comunicação, combinando balões de ensaio com construção de narrativa similar a da Previdência, indicando privilégios de servidores frente a trabalhadores da iniciativa privada. Informação de que regras não mudarão para servidores atuais também será ponto central e imagem de ganho de eficiência e corte gastos crescerá na mídia.

Mas dificuldades no INSS levarão a um olhar mais detido para o tipo de cortes almejados e seus efeitos potenciais para os serviços públicos.

A CPMI Fake News reaparece

Após movimentações de parlamentares hoje, com revelação de que foram identificadas contas do WhatsApp responsáveis por disparos em massa nas eleições de 2018, estarão no radar amanhã novas informações da CPMI das Fake News. Expectativa é de que se voltem, prioritariamente, para a campanha do presidente Bolsonaro e o chamado “gabinete do ódio”.

O impeachment de Trump: fatos novos prejudicam o presidente

Ainda que maioria republicana no Senado quase inviabilize a retirada do presidente Trump do cargo, processo na Casa evoluirá sob ambiente muito negativo para o presidente norte-americano, amanhã. Dentre fatos novos divulgados hoje, destaque para o relatório do Escritório de Prestação de Contas do Governo, órgão fiscalizador da Câmara dos Deputados, afirmando que Trump violou a lei, por motivos políticos, ao congelar ajuda militar à Ucrânia, aprovada pelo Congresso.

O Comércio Exterior e os preços regionalizados

Saem amanhã o ICOMEX de dezembro e o IPC S Capitais de janeiro. O ICOMEX terá importância particular porque trará números finais de dezembro, mas expectativas não apontam para reversão de curva negativa de novembro, que trouxe recuo de 11,7% em exportações e de 10,9% em importações.

Já no que se refere ao IPC S Capitais, início do ano tem confirmado estimativas de desaceleração inflacionária, mas a conferir como esse processo vem evoluindo regionalmente.

A inflação na Europa e um panorama econômico dos EUA

Em relação a indicadores internacionais, interesse maior em:

1) Índice de Preços ao consumidor da Zona do Euro, que deve fechar 2019 em 1,3%;

2) Nos EUA, Produção Industrial de dezembro, para a qual se projeta recuo de 0,2%; oferta de Empregos (JOLT) em novembro e Concessão de Alvarás em  dezembro, ambos com previsão de leve diminuição, mas ainda em patamares altos; e Índice Michigan de Percepção do Consumidor, que tende a se manter na casa de 99 pontos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Deve repercutir nos próximos dias a declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre o veto ao artigo do pacote anticrime que triplica a pena para crimes de calúnia, difamação e injúria na Internet. Para Bolsonaro, Internet é território livre. Defensores de medidas contra as fake news prometem aumentar a pressão. Este, no entanto, não será o único veto ao pacote. Outros dez pontos não devem passar no Executivo, entre eles a criação da figura do juiz de garantias, magistrado de primeira instância responsável pela instrução de um processo criminal.

Balança comercial

Serão divulgados amanhã os dados preliminares da balança comercial do Ministério da Economia, da segunda semana de dezembro. Espera-se novo superávit, alavancado, principalmente, pelo aumento da exportação de produtos básicos, como a carne bovina, e semifaturados, como mates de cobre, ferro-ligas e catodos de cobre.

Na primeira semana de dezembro de 2019, com 5 dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,646 bilhão e corrente de comércio de US$ 8,500 bilhões, resultados de exportações no valor de US$ 5,073 bilhões e importações de US$ 3,427 bilhões.

Monitor do PIB, condições econômicas e inflação

O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da FGV, divulga amanhã o Monitor do PIB de outubro. Analistas de mercado afirmam que o crescimento da atividade econômica ainda será tímido, devendo ficar próximo de 1%. Os índices de confiança estão voltando, a produção industrial dá sinais de melhora e as vendas no varejo também se recuperaram.

O IBRE também divulga amanhã o IACE (Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira), que mede a recuperação do nível de atividade, e o ICCE (Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira), que mensura as condições econômicas atuais, ambos de novembro, e o IPC-S Capitais de dezembro, que mede a inflação nas capitais.

Proposta orçamentária

O Congresso Nacional pode votar amanhã a proposta orçamentária para 2020 (PLN 22/19). A sessão está marcada para as 14h30, mas antes, às 11 horas, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) votará o texto do relator-geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE). O parecer de Domingos está baseado na análise dos relatórios setoriais sobre a posposta orçamentária concluída na última quarta-feira.

Telecomunicações

A Comissão de Ciência e Tecnologia discute amanhã o PL 4.507/2019, que revoga a vedação de que o controle ou a titularidade de participação superior a 50% do capital de empresas prestadoras de serviços de telecomunicações sejam detidos por concessionárias de radiodifusão e por produtoras e programadoras com sede no Brasil.

Coaf

Sessão deliberativa, o Senado vota amanhã, às 11h, a MP 893/2019, que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Economia para o Banco Central. O texto enviado pela Câmara ao Senado traz alterações com relação ao documento encaminhado pelo Poder Executivo. Caso não consiga seguir com a votação, a MP perde a validade.

Entre os pontos retirados da matéria original estão a mudança de nome do Coaf para Unidade de Inteligência Financeira (UIF) e a transformação do plenário (órgão colegiado) em conselho deliberativo. Além disso, destaque aprovado por acordo entre os partidos retirou do órgão a atribuição de produzir informações para o combate ao financiamento do terrorismo.

Liderança de bancadas

Continua a corrida para a indicação, até o início oficial do recesso parlamentar, no dia 23, dos líderes das bancadas partidárias na Câmara dos Deputados. Enquanto diversas legendas já definiram seus representantes e outras ainda estão em processo de negociação, o PSL e o PSDB, que enfrentam uma guerra interna, ainda não definiram quem assumirá a função a partir do ano que vem.

Leilão de transmissão

Marcado para a próxima quarta-feira o último leilão do ano de linhas de transmissão de energia. Serão 12 lotes de ativos, com linhas de transmissão e subestações distribuídas em 12 Estados. Como parte dos lotes em disputa terá porte menor do que o dos certames anteriores, espera-se que haja interesse maior de investidores iniciantes, que queiram experimentar o mercado brasileiro.

Autonomia do BC

Deve circular em caráter de urgência, na próxima semana, o texto do projeto de autonomia do Banco Central (BC) na Câmara dos Deputados. O relator do projeto, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), quer dar o assunto por encerrado antes do início do recesso parlamentar.

 

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.11.19

Joice caça robôs

Joice Hasselmann decidiu conduzir a sua própria CPI das Fake News. Assessores da deputada têm feito uma varredura em suas redes sociais para recolher evidências do uso de perfis falsos e robôs nos ataques à parlamentar. O material será enviado à Justiça. E fartamente divulgado na imprensa, claro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.07.19

Verdade ou fake news?

Davi Alcolumbre, a “revelação do ano” no jogo político, não faz por menos. Principal artífice da criação da CPI da Fake News, o presidente do Senado tem deixado o Palácio do Planalto em polvorosa com a ameaça de abrir os trabalhos da Comissão em grande estilo, convocando dirigentes da empresas especializadas em mídia digital que prestaram serviços para a campanha de Jair Bolsonaro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.06.19

Rodrigo Maia cai no alçapão das fake news

O primeiro desafio da CPI das “Fake News” será sobreviver ao seu próprio objeto de investigação. Na quarta-feira, poucas horas após o pedido de criação da Comissão ser protocolado no Congresso, Rodrigo Maia passou a ser torpedeado no WhatsApp. Começou a circular uma “notícia” de que Maia não poderia presidir a Câmara por ter nascido no Chile. O “informe” vinha acompanhado do trecho da Constituição que limita a ocupação do cargo a brasileiros natos – caso de Maia, que nasceu no Chile, mas foi registrado no Consulado brasileiro. O ataque, inclusive, é requentado. Surgiu pela primeira vez nas redes sociais em 2017, quando Maia assumiria a Presidência da República durante uma viagem de Michel Temer.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

21.03.19

Fake (and old) news

Nos últimos dias, circula no Facebook a informação de que o deputado estadual Rogério Medina (MDB-ES) propôs a criação de cotas para evangélicos em concursos públicos. Tudo mentira, aliás, mentira velha – não por acaso trazida novamente à tona no governo Bolsonaro. O mesmo boato surgiu em 2015 e foi desmentido à época. Aliás, Medina nem mais é parlamentar

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.10.18

Cenografia

Ontem, representantes das principais agências de fact-checkings do país (Estadão Verifica, Lupa, Aos Fatos e Comprova) e executivos do Google e do Facebook se reuniram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em meio a toda a controvérsia das fake news, foi um jogo para cumprir tabela. A ministra Rosa Weber, presidente do TSE, sequer participou do encontro, conforme a assessoria da Corte informou ao RR.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.05.18

Luiz Fux declara guerra à “eleição do fake news”

O ministro Luiz Fux, presidente do TSE, está empenhado em evitar que a promessa da Corte de combater a propagação de informações falsas na campanha eleitoral se torne, ela própria, a grande fake news de 2018. Fux pretende montar um serviço de inteligência no âmbito da Justiça Eleitoral. Caberá a estes “espiões digitais” entrar pesado no monitoramento das redes sociais e abastecer o presidente do TSE com relatórios confidenciais e informações que permitam identificar e punir os responsáveis pela disseminação de dados inverídicos e ofensivos na Internet.

As próprias empresas de tecnologia estão na “linha de tiro” do TSE. Em última instância, responsáveis pelo problema – o ecossistema onde as fake news nascem e se reproduzem –, elas serão emparedadas pela Justiça Eleitoral para também fazer parte da solução. O Conselho Consultivo sobre Internet e Eleições – criado pelo TSE no ano passado – vai intensificar os contatos com Facebook/WhatsApp, Google e Twitter. Estas companhias serão cobradas a apresentar um plano de ação e um cardápio de soluções tecnológicas que contribuam para rastrear a origem de informações falsas e mapear perfis responsáveis pela sua viralização.

Contando com representantes da Abin e da Polícia Federal, o Conselho Consultivo foi instituído no ano passado, quando Gilmar Mendes ainda presidia o TSE. Fux, no entanto, quer dar uma pegada muito mais forte ao assunto. Ele trata a guerra às fake news como uma missão tão importante quanto o combate à participação do crime organizado no processo eleitoral. Guardadas as devidas proporções, ambos são tratados como as grandes ameaças à legitimidade do pleito de outubro. O presidente do TSE e os demais ministros temem um escândalo pela via digital, algo similar ao que ocorreu nas eleições presidenciais norte-americanas, com o vazamento de dados do Facebook e sua utilização para beneficiar a campanha de Donald Trump.

O monitoramento, por suposto, está na base de tudo. No entanto, a questão não passa apenas pela tecnologia, mas, sobretudo, pela capacidade do TSE de punir os responsáveis. Na Corte, há um entendimento de que será necessário um esforço sem precedentes para acelerar a pauta de julgamentos dentro do período de campanha. Ao contrário de outros crimes eleitorais de menor impacto, a propagação em larga escala de uma calúnia pode causar um dano irreversível a um candidato e até mesmo decidir o resultado das urnas. Entre os juristas, o consenso é de que a punibilidade aos delitos digitais é uma área cinzenta da legislação eleitoral.

Há quem considere, inclusive, que as penas são extremamente brandas vis-à-vis à gravidade do crime. Segundo o Artigo 323 do Código Eleitoral, “a divulgação de fatos inverídicos em relação a partidos e candidatos constitui crime punível com detenção de dois meses a um ano”. Uma das prioridades do ministro Luiz Fux é dar ampla visibilidade às ações profiláticas e ao risco de punição de crimes eleitorais digitais. Fux e seus pares no TSE discutem o lançamento de uma campanha de caráter educativo para alertar os eleitores sobre o impacto do compartilhamento de informações falsas ou conteúdos maliciosos.

As mensagens serão bombardeadas na mídia e, claro, nas redes sociais antes de agosto, mês em que a campanha eleitoral começa oficialmente e o próprio Fux transmitirá a presidência do Tribunal à ministra Rosa Weber. Consultado por meio de sua assessoria de imprensa, o TSE confirmou que tem mantido entendimentos com as empresas de tecnologia sobre iniciativas para “desencorajar a disseminação de informações falsas nessas plataformas nas eleições de 2018”. O Facebook, por sua vez, informou que tem adotado uma série de medidas contra notícias falsas baseadas em três pilares: “Eliminar os incentivos econômicos; desenvolver novos produtos para reduzir a propagação de notícias falsas e eliminar anúncios enganosos; e ajudar as pessoas a tomar decisões conscientes”. Também consultados, Google e Twitter não se manifestaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14/10/18 13:06h

Grande mídia contribui para a ascensão da extrema-direita no Brasil – objETHOS

disse:

[…] capacidade de confirmação dos checkers. 2. Embora o Tribunal Superior Eleitoral tivesse declarado guerra às fake news, ele pouco ou nada fez para inibi-las. 3. As fake news se disseminaram com uma velocidade […]

14/10/18 13:06h

Grande mídia contribui para a ascensão da extrema-direita no Brasil – objETHOS

disse:

[…] capacidade de confirmação dos checkers. 2. Embora o Tribunal Superior Eleitoral tivesse declarado guerra às fake news, ele pouco ou nada fez para inibi-las. 3. As fake news se disseminaram com uma velocidade […]