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05.10.21

A nova flechada de Alexandre de Moraes

De acordo com informações filtradas do STF, o ministro Alexandre de Moraes estaria prestes a deflagrar uma nova ação policial no âmbito do inquérito das fake news. O alvo seriam operadores de uma rede de perfis falsos nas redes sociais usados para atacar integrantes da CPI da Covid. No dia do depoimento do empresário Luciano Hang, por exemplo, as postagens contra os senadores, notadamente Renan Calheiros e Omar Aziz, dispararam. Procurado pelo RR, o ministro Alexandre de Moraes não se pronunciou.

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17.09.21

Se Bolsonaro tiver juízo…

Assessores políticos têm aconselhado Jair Bolsonaro a esquecer essa história da MP que dificulta o combate às fake news – cujos efeitos foram suspensos pela ministra Rosa Weber. Alegam que não é hora de abrir mais essa frente de batalha com o STF. E daí?

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26.07.21

O Moraes do STF blinda o Moraes do TSE

Pessoas próximas ao ministro Alexandre de Moraes enxergam um movimento estratégico de “autodefesa” na sua decisão de abrir um novo inquérito contra a disseminação de fake news. Pelas regras de sucessão do Superior Tribunal Eleitoral (TSE), Moraes será o presidente da Corte durante a eleição de 2022. Caberá a ele, portanto, enfrentar o gabinete do ódio e as suspeições contra as urnas eletrônicas.

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06.07.21

STF quer transformar jornalista em notícia

O STF vai mexer em um vespeiro. O RR tem a informação de que o novo inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar ataques antidemocráticos e disseminação de fake news deverá mirar em conhecidos jornalistas alinhados ao governo Bolsonaro que receberam recursos públicos, por intermédio da Secom (Secretaria de Comunicação).

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08.01.21

Eles quem?

Internado no Hospital de Apoio de Brasília, após sofrer um acidente no presídio da Papuda, o blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio tem repetido a seus advogados que foi “abandonado por eles”. Acusado pelo STF de disseminar fake news, Eustáquio é apontado como uma dos porta-vozes do “gabinete do ódio”. Talvez não seja mais…

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01.12.20

Perderam o limite

O desembargador Bernardo Garcez, derrotado ontem na eleição para a presidência do TJ-RJ, soltou cobras e lagartos em conversas reservadas com magistrados mais próximos. Garcez alega ter sido vítima de uma campanha de fake news. Na última sexta-feira, por exemplo, circulou em grupos de WhatsApp de desembargadores a “notícia” de que o pai de Garcez teria sido investigado pelo antigo SNI por suposta ligações com grupos antissemitas.

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08.10.20

Curtida

O presidente do Facebook/WhatsApp no Brasil, Conrado Leister, tornou-se o principal conselheiro de Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, na guerra às fake news. Nem parece o mesmo executivo que, em julho, se recusou a bloquear perfis bolsonaristas no Facebook e só recuou após ser intimado pelo ministro Alexandre de Moraes.

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02.10.20

Barroso fecha o cerco às fake news

Na esteira do acordo de cooperação com Google, Facebook, Twitter, Tik Tok etc, o ministro Luis Roberto Barroso, presidente do TSE, vai criar um seleto grupo voltado ao rastreamento de fake news. De acordo com a fonte do RR, além de tecnologias das próprias plataformas de mídia social, essa “swat digital” contará com o suporte de empresas especializadas nesse tipo de investigação.

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04.09.20

Justiça Eleitoral entra na mira do “Gabinete do ódio”

O STF – mais precisamente o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news – deverá investigar a onda de ataques conjuntos que têm sido feitos contra o TSE e, de roldão, a Positivo Tecnologia nas redes sociais. Há fortes evidências de que a Suprema Corte Eleitoral e a fabricante de computadores tornaram-se alvos do “Gabinete do ódio”. Nos últimos dias, a Positivo vem sendo
torpedeada com boatos de que teria sido vendida para a chinesa Lenovo.

Ao que tudo indica, o objetivo da fake news é atingir a Justiça Eleitoral, sob o comando do ministro Luis Roberto Barroso. Postagens já recolhidas pelo STF insinuam que os chineses vão controlar as eleições brasileiras, com o beneplácito do TSE. Mais uma vez, os autores da fake news valem-se do expediente de contar uma mentira falando verdades. Para construir o raciocínio, citam que a Positivo ganhou licitação do TSE para a produção de 180 mil urnas eletrônicas, o que de fato ocorreu. Segundo o RR apurou, alguns perfis chegaram a postar no Facebook e posteriormente apagar mensagens chamando a empresa de “laranja” do governo chinês e insinuando pagamentos ilegais no exterior.

Procurada, a Positivo reconhece as publicações nas redes sociais, mas “desmente o rumor de que foi vendida à Lenovo”. Sobre as investigações da procedência das postagens, a empresa diz que “não tem informações a respeito”. O rocambolesco enredo mistura sinofobia e  suspeições contra a Justiça Eleitoral e as urnas eletrônicas, sabidamente dois temas que habitam o ideário bolsonarista. Bem ao seu estilo, o próprio Jair Bolsonaro já afirmou ter provas de fraudes no sistema de votação, sem jamais apresentá-las.

Em tempo: há ainda um personagem que ajuda a colocar mais algum tempero nessa história: o híbrido de empresário e político Oriovisto Guimarães, fundador da Positivo. O senador, ressalte-se, costuma adotar uma postura crítica em relação a Bolsonaro. Na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça, Oriovisto atacou o governo e a interferência política na PF e se disse “fã absoluto” do ex-superministro que virou adversário figadal de Bolsonaro. Perguntada se vê alguma conexão política nos ataques, a Positivo afirma que o senador “deixou em 2012 a gestão e a sociedade do grupo. Logo a empresa não pode afirmar o que gerou as postagens sobre as notícias falsas”. Mesmo após transferir suas ações para os filhos, a imagem de Oriovisto está visceralmente ligada à companhia. Talvez o “Gabinete do ódio” tenha unido a fome à vontade de comer ao juntar o TSE de Barroso e a Positivo no mesmo algoritmo.

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06.07.20

Fake news

O deputado Artur Lira, uma espécie de secretário adjunto da Articulação Política do Palácio do Planalto, tem trabalhado dia, sim – e o outro também – para derrubar o projeto de lei das fake news no Congresso. Para ganhar tempo, estaria articulando com outras lideranças do Centrão para que o PL, já aprovado no Senado, somente seja votado na Câmara após a realização de uma série de audiências públicas. De preferência, que não terminem nunca.

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