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13.09.21

Bancada bolsonarista

Palavra de um deputado bolsonarista ao RR: a participação de Fabrício Queiroz nas manifestações do dia 7 foi o pontapé inicial da sua candidatura a deputado federal. A julgar pelo frenesi que provocou na Avenida Atlântica, o ex-assessor de Flavio Bolsonaro já pode contar com um eleitorado fiel.

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02.10.20

O próximo no show de Flavio Bolsonaro

Informação passada ao RR por um dos procuradores que atuam no caso: o Ministério Público do Rio pretende marcar uma acareação entre Flavio Bolsonaro e Fabricio Queiroz. É pura provocação. Flavio faltou recentemente a um olho no olho com o empresário Paulo Marinho.

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01.09.20

Tête-à-tête

O RR apurou que o Ministério Público do Rio deverá pedir à Justiça uma acareação entre Flavio Bolsonaro e seu ex- assessor Fabrício Queiroz. Ainda que Queiroz permaneça em silêncio, o encontro já seria, por si só, uma dura derrota para o clã Bolsonaro.

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De acordo com fonte do MPF, os procuradores investigam pagamentos de contas pessoais de Fabricio Queiroz que teriam sido feitos por pessoas próximas a Frederick Wassef, ex-advogado de Flavio Bolsonaro. As benesses se juntariam ao suposto custeio do tratamento médico de Queiroz por Wassef, suspeita levantada pelo MPF com base em relatórios do Coaf.

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30.07.20

Habeas corpus

A defesa de Fabricio Queiroz estuda entrar com um pedido de habeas corpus no STF. Entre os advogados do ex-assessor de Flavio
Bolsonaro, cresce a convicção de que o STJ vai rever a decisão do presidente da Corte, João Otavio Noronha, que concedeu prisão domiciliar a Queiroz.

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O procurador geral da República Augusto Aras tem sido um importante conselheiro jurídico do clã Bolsonaro sobre o processo contra
Flavio Bolsonaro pelo suposto esquema da “rachadinha”. As palavras de Aras não são de muito otimismo, mesmo com a concessão de foro privilegiado para o “01”.

Rachadinha 2

A decisão do presidente do STJ, João Otávio de Noronha, de conceder prisão domiciliar a Fabricio Queiroz e sua mulher, Marcia Aguiar, causou forte constrangimento junto aos próprios colegas de Corte. Se a decisão monocrática for levada a plenário, Noronha deve sofrer uma derrota acachapante.

Rachadinha 3

Ainda que seus advogados não tenham requisitado proteção policial à Justiça, Fabricio Queiroz não está necessariamente entregue à própria sorte enquanto cumpre prisão domiciliar. Assim como Jair Bolsonaro tem sua “Abin particular”, Queiroz também contaria com uma espécie de “guarda suíça”.

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A Polícia Federal e o MPF têm indícios de que Marcia Oliveira Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, estaria escondida na Bahia. Pode ser apenas coincidência, mas era lá que estava o ex-PM Adriano da Nóbrega, morto em fevereiro por policiais baianos. Duas parentes de Adriano foram empregadas no gabinete de Flavio Bolsonaro na Alerj, por indicação de Queiroz.

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O combinado entre os oficiais quatro estrelas do Palácio do Planalto é falar o mínimo possível para o público externo. Os generais Braga Netto, Luiz Eduardo Ramos, Augusto Heleno e Hamilton Mourão, os mais graduados da tropa de defesa do presidente Jair Bolsonaro, pretendem mergulhar no silêncio. A eventual exposição dos generais vai se restringir a comunicados institucionais.

O estilo no profile tem motivação específica: atende pelo nome de Fabricio Queiroz. Já está antevisto o momento em que a imprensa encurralará os generais perguntando se, com tanta proximidade com o presidente da República e com tantas agências de informação a serviço, como podem eles desconhecer inteiramente o périplo de Queiroz. São muitas questões incômodas, cujas respostas, ainda que sejam verdade, levantam suspeição.

É um daqueles acontecimentos em que as mais sinceras afirmações sobre o sucedido suscitam dúvidas. A proximidade dos generais do Palácio com Bolsonaro pode levar o caso Queiroz a respingar na imagem das Forças Armadas. A preocupação é a que mídia pressione os ministros militares a falarem sobre o assunto. A imprensa está fazendo o seu papel.

A estratégia é forçar os palacianos a dizerem qualquer coisa sobre o caso – qualquer coisa mesmo. Sim, tudo poderá ser usado para provocar uma inevitável associação com as instituições militares, horror dos generais da ativa. Não se sabe até quando vai demorar o “confinamento” da ala militar do Palácio do Planalto. Ou até se a evolução dos fatos exigirá algum posicionamento dos generais palacianos sobre o imbróglio de Bolsonaro. Por enquanto, respostas em suspenso.

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23.06.20

Trepidando

O celular de Fabricio Queiroz está trepidando nas mãos dos procuradores do MP-RJ. Segundo uma fonte do RR, há fartas citações aos seus patrões.

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19.06.20

Prazo de validade

Segundo fonte da própria corporação, a PF teria informações de que até a semana passada antigos colegas de Fabrício Queiroz da Polícia ajudavam na segurança do sítio onde ele se refugiava, em Atibaia. Quase que por coincidência, há poucos dias o esquema foi  desmontado. Como se alguém soubesse que ele não teria mais valia alguma para o que estava por vir.

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